domingo, 21 de outubro de 2018

território

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Isidora não mora na minha rua, eu é que moro na rua dela. De manhã cedo salta o muro do jardim e conquista a estrada, as árvores e os pássaros. Ladra de alegria e espera-me na curva do pinheiro-manso. Descansa um pouco com a língua de fora e fazemos conversa de cão. Então Isidora, quantas folhas caídas no chão, quantas poças de água da chuva? Já conheces o cão preto que ladra de noite? Ela responde com dois latidos e uma lambidela e como regressar é sempre mais difícil do que partir, eu abro-lhe o portão e ela entra. Depois despedimo-nos até amanhã.
 
 

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