sábado, 2 de março de 2019

“The Braganza Mothers” apoia o juiz Neto de Moura, e concede-lhe o direito de defender a sua honra por todos os meios, nomeadamente, contra todos os gatos fedorentos que minaram, e são patrocinados para continuar a minar a qualidade moral do nosso quotidiano cultural e nacional. “The Braganza Mothers” sabe bem até onde pode chegar uma adúltera, sobretudo, aquelas adúlteras “nouvelle vague”, que atacam pela Net, enquanto os maridos estão, muito descansadinhos, a dormir em casa. Esta era/é tão má que até entrava pelo computador com o “login” do marido, enquanto lhe ia pôr os cornos pela Net fora, e se mais Net houvesse mais cornos ela lhe poria... Cita o meritíssimo o Código Penal de 1886, onde se considera, e bem, que "o adultério da mulher é um atentado à honra e dignidade do homem." É verdade, e nós também relembramos o Código Penal de 1852, Art.º 401 da Secção III, onde se diz que “o adultério da mulher será punido com o degredo temporário”, sendo que no ponto 3) do mesmo artigo, se relembra que “não poderá impor-se pena por crime de adultério senão em virtude da querela e acusação do marido offeendido”, o que aqui era impossível, por ele, marido, já estar ferrado no sono, enquanto a sua esposa navegava pelos blogues e caixas de comentários do Júlio Machado Vaz até de madrugada. Mas isto é só a ponta do icebergue, por que o Levítico 20, 10 diz que “O homem que cometer adultério com a mulher do seu próximo deverá morrer, tanto ele como sua cúmplice”. Como também diz o mesmo o Deuteronómio 22. 22, “Se um homem for apanhado em flagrante deitado com a mulher de outro, os dois deverão pagar por esse delito com pena de morte, o homem e a mulher com quem se deitou”. E como serão eles mortos?... Pois é Ezequiel 23. 47 que dá a resposta: “Então o grande exército (o GOE, supomos…) as apedrejará e as retalhará ao fio da espada”. Diz Ezequiel 23:45-47 que “homens justos as julgarão e sentenciarão ao castigo que merecem as mulheres que cometem adultério e derramam sangue inocente, porquanto são prostitutas, e há muito sangue em suas mãos culpadas”. Dado tudo isto, “The Braganza Mothers” posiciona-se do lado certo desta querela: por que, se a Bíblia é tão assertiva na condenação do ato de um só momento, agora imaginem o que faria Moisés e os outros todos, se já soubessem o que era a Net, os “chats”, os “fóruns” de sexualidade, os "sites" de encontros e troca de casais, as saunas mistas, as aplicações, os telemóveis, as sms, as mms, o Instagram, os Snapchats e os Whatsapps, os Facebooks, MSN e Skypes, etc?… Que fariam contra uma tarada, como a do Canidelo, que por nunca ter conseguido chegar ao seu ato mesmo assim não largou o osso e o continuou a perseguir durante 10 anos (!)... Ficamos a saber que havia a adúltera corrente, a adúltera má, a adúltera péssima, a adúltera inconcebível, a adúltera capaz de tudo, a pior de todas as adúlteras, e... e... e... a adúltera do Canidelo. Meritíssimo juiz Neto de Moura, será que a nós, que hoje aqui o apoiamos, poderá também ajudar-nos com o seu forte apoio?...




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Sim, é verdade que "Nem tudo o que ostenta, faz alarido, parece, é. Às vezes o ruído, o "bater de pratos", a indignação, correspondem ao desejo de esconder, de abafar - com muito, muito barulho - algo de absolutamente inaceitável". Falta agora redigir acórdãos contra o adultério dos homens, e lá ficavamos nós com o país vazio... 

One Response so far.

  1. A puta do Canidelo: tudo lhe servia, até homens que detestam rata... :-\

 
 

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