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Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊
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Nesta listagem de cancros falta, sobretudo, um dos piores cancros, Alexandre Melo
"O crítico e comissário Alexandre Melo foi nomeado na semana passada assessor para a Cultura do primeiro-ministro José Sócrates. Com este nome, Sócrates fez uma escolha de maior visibilidade e mais ligada à arte e à cultura contemporânea em relação a qualquer dos seus antecessores recentes: Durão Barroso foi buscar André Dourado, mais ligado ao património histórico; António Guterres chamou Francisco Motta Veiga, que vinha do meio da música clássica. Melo, de 46 anos, tem sido um dos nomes centrais da crítica de arte das últimas duas décadas em Portugal, associado à emergência de nomes hoje consagrados, como Julião Sarmento, Pedro Cabrita Reis ou Rui Chafes. Mas é também reconhecido pelo meio da Nova Dança Portuguesa, tendo colaborado, nomeadamente, com o coreógrafo e bailarino Francisco Camacho. Licenciado em Economia e doutorado em Sociologia, nas artes plásticas é um dos agentes nacionais melhor posicionado a nível internacional, sendo colaborador de algumas das mais reconhecidas revistas da especialidade, como a Flash Art, a Artforum, a Art Press ou a Parkett. Professor de Sociologia da Arte e Cultura Contemporânea no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), desde o início da década de 80 que escreve regularmente para jornais como o JL e o Expresso. É também curador das colecções de arte do Banco Privado Português e da Fundação Ellipse, com cerca de 30 investidores, nomeadamente portugueses, espanhóis e brasileiros. Como comissário, foi responsável pela participação de Julião Sarmento como representante português na Bienal de Veneza de 1997, e pela do escultor Rui Chafes e da bailarina e coreógrafa Vera Mantero na última edição da Bienal de São Paulo (2004). Entre os seus livros publicados estão Aventuras no Mundo da Arte (2003), O que é Globalização Cultural (2002), O que é Arte (3ª edição, 2001), Arte e Mercado em Portugal (1999), As Artes Plásticas em Portugal dos anos 70 aos Nossos Dias (1998) e Velocidades Contemporâneas (1995). V.R."
... e o título deve ser corrigido para "endémicas, endogâmicas, sistémicas e invulneráveis"...