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Diário do fim da Geringonça - Na Póvoa do Lanhoso, o Iuri desapareceu, e fez muito bem em desaparecer, por que, mal o Iuri desapareceu, entrou em cena um GNR fabuloso, da "Brigada de Odores Humanos". Um cu que é um monumento, património material da Póvoa do Lanhoso e arredores..., da Póvoa do Lanhoso e arredores... só?... sei lá, acho que é do país inteiro!... Com odores humanos daqueles, eu fazia sopa para o resto da vida. É cair para o lado, e pedir proteção do SIRESP, deus queira que o SIRESP demore muito a vir, pode demorar o tempo que quiser, para eu continuar a rastejar..., eu fazia de cadela, e tudo, e ia ratar o tacão das botas, enquanto ele andava à procura do Iuri do desmazelo dos pais, e podia demorar dias inteiros. As "manas" da Praia do Cavalo Preto, a banhos perto do "Gigi" pedem ao Iuri que desapareça mais vezes, para aparecer mais vezes aquele cuzão verde cinotécnico, e, se não for pedir muito, também queremos ver de frente, e queremos que o Iuri desapareça de vez, para podermos ter esta visão todos os dias. "Fui buscar os animais e quando abri a cancela ouvi um gemido. Fiquei a pensar quem seria..." Só podia ser a Cathia Sophia, a ratar na farda verde, pensava a Cathia que era alface com odores humanos... que homem tão bom, por amor da santa... Como ela diz, a foto é tão boa, tão boa, tão Prémio do World Press 2017, que até o cu do cão é bom :-)
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Nesta listagem de cancros falta, sobretudo, um dos piores cancros, Alexandre Melo
"O crítico e comissário Alexandre Melo foi nomeado na semana passada assessor para a Cultura do primeiro-ministro José Sócrates. Com este nome, Sócrates fez uma escolha de maior visibilidade e mais ligada à arte e à cultura contemporânea em relação a qualquer dos seus antecessores recentes: Durão Barroso foi buscar André Dourado, mais ligado ao património histórico; António Guterres chamou Francisco Motta Veiga, que vinha do meio da música clássica. Melo, de 46 anos, tem sido um dos nomes centrais da crítica de arte das últimas duas décadas em Portugal, associado à emergência de nomes hoje consagrados, como Julião Sarmento, Pedro Cabrita Reis ou Rui Chafes. Mas é também reconhecido pelo meio da Nova Dança Portuguesa, tendo colaborado, nomeadamente, com o coreógrafo e bailarino Francisco Camacho. Licenciado em Economia e doutorado em Sociologia, nas artes plásticas é um dos agentes nacionais melhor posicionado a nível internacional, sendo colaborador de algumas das mais reconhecidas revistas da especialidade, como a Flash Art, a Artforum, a Art Press ou a Parkett. Professor de Sociologia da Arte e Cultura Contemporânea no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), desde o início da década de 80 que escreve regularmente para jornais como o JL e o Expresso. É também curador das colecções de arte do Banco Privado Português e da Fundação Ellipse, com cerca de 30 investidores, nomeadamente portugueses, espanhóis e brasileiros. Como comissário, foi responsável pela participação de Julião Sarmento como representante português na Bienal de Veneza de 1997, e pela do escultor Rui Chafes e da bailarina e coreógrafa Vera Mantero na última edição da Bienal de São Paulo (2004). Entre os seus livros publicados estão Aventuras no Mundo da Arte (2003), O que é Globalização Cultural (2002), O que é Arte (3ª edição, 2001), Arte e Mercado em Portugal (1999), As Artes Plásticas em Portugal dos anos 70 aos Nossos Dias (1998) e Velocidades Contemporâneas (1995). V.R."
... e o título deve ser corrigido para "endémicas, endogâmicas, sistémicas e invulneráveis"...