skip to main |
skip to sidebar
popular
-
-
-
-
"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
-
-
-
-
-
-
Obrigado pela foto. Adoro o Cabrita Reis e não me canso de ver a sua obra. O valor monetário destas coisas é outro assunto, mas não me parece que vivamos num tempo muito diferente nesse aspecto. Grandes artistas do passado dependeram do poder para vender as suas obras e nem sempre eram consensuais junto do publico. Por exemplo o Caravaggio foi desprezado pela maioria do público seu contemporâneo com expressões parecidas à que utiliza para descrever esta obra.
Resumindo, se quiser falar de arte e da obra, penso que seria útil fazer-lhe uma crítica que apontasse às suas características e não ao seu valor de mercado.
Obrigado pela informação: desconhecia que este lixo fosse de Pedro Cabrita Reis. Passa assim, a uma análise mais minuciosa: é lixo, assinado por um lixo que incarna bem o lixo em que se tornou o clientelismo a que a decadência portuguesa aceitou, por razões de conveniência de partidarismo e associação sombria, chamar "Arte", e que se chama, por acaso, Cabrita Reis, e é também lixo, porque, visualmente, nunca passará de lixo. É o irremediável juízo da Estética. Pior é que é lixo que é pago com os nossos impostos
Ou, sendo menos prolixo, se é Pedro Cabrita Reia, é lixo, à cabeça, independentemente do custo do lixo final :-)