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"É durante o presente período de austeridade que o sistema se revela por aquilo que verdadeiramente é- uma maquina diabólica, Moloch, o monstro que se alimenta dos humanos. Para sobreviver, esta maquina, na sua terrível fúria, fruto das suas contradições inerentes, demonstra a sua verdadeira natureza e assume a forma de entidade diabólica que se alimenta da carne humana. Para o fazer, sacrifica de uma maneira cíclica e ritualística a população de forma a perpetuar a sua abominável existência. Os agentes do sistema, os seus guardiões, os padres do sacrifício, levam os fracos para a boca do monstro que os devora com os seus dentes, que os queima pelo fogo, que os sufoca com o fumo. Insaciável por natureza, mas temporariamente apaziguado, o monstro retoma o seu disfarce de maquina benigna enquanto que a população, desesperada e submissa, se limita a contar as vítimas e a socorrer os feridos. Mas a população continua escravizada, continua moribunda. A sua condição é tão miserável que se contenta com esta pausa. Durante um breve período, estará a salvo da boca do monstro. Mas até quando? A qualquer momento, o monstro irá acordar da hibernação para nos devorar mais uma vez."
Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
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Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊
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