domingo, 1 de fevereiro de 2015

o homem que se faz passar por coelho

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Man Pretending to be a Rabbit de Maggie Taylor

Criámos dois coelhos brancos e pretos. Seguiam-nos pela casa, esperavam por nós à entrada da porta, roíam-nos as meias e os sapatos, eram mansos e felizes num mundo de cenouras e livros espalhados pelo chão. Um dia veio a cozinheira, matou-os. Ao jantar, serviu-os à caçadora com batatas fritas aos palitos. Nós não sabíamos identificar coelhos no prato e quando percebemos, era tarde demais. Vomitamos até hoje, por esta e muitas outras razões. Este conto existe, é cínico, maldoso e intolerável.


4 Responses so far.

  1. .

    .

    . intolerável é desperdiçarmos o tempo exacto que temos . e aquele que (ainda) nos resta . porque um dia . _____________________ . a vida é um luxo .

    .

    .

  2. Esse belo e premonitório mar ao fundo :-)

  3. Qualquer dia é um luxo. Carpe diem.

    Calma luxo e esplendor :-)

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Venho, enquanto adulto, exercer aqui o meu direito de cidadania, e participar no espírito construtivo deste espaço, que é o de tornar melhor a vida dos cidadãos da Aldeia Global. Penso, logo, participo

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