sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Maria de Boliqueime lança um derradeiro apelo às forças políticas: "lembrem-de de que a politiquice é vossa, mas a saúde do meu Aníbal é minha, e de aqui a seis meses são as nossas reformas, e já não o Orçamento de Estado, que vão ter de pagar os comprimidos do professor Lobo Antunes, e que eu sou uma mulher que sofre, sempre de mão dada, e transpirada, com o meu esposo em cristo, não vá dar-lhe outra vez o ataque da Senhora do Ó e não queria, de tanto ter de andar de mão dada, de também ter uma solipanta e cair para o lado, morta e siamezada de mãos com o homem da minha vida, senhores, tende piedade da ceguinha, e deixai aqui uma moedinha..."

 
 

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