terça-feira, 8 de março de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Dasse!... Hà hêga de Constâncio!...."



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Não tenho culpa, mas já não posso ver a criatura, aquele seu permanente ar cruzado de Serenela Andrade com viuvinha compungida da Nazaré, aquele discurso oscilante, quase como dizia o outro, que a Economia era como os interruptores, umas vezes para cima, outras vezes para baixo, e, mais grave do que tudo, não lhe reconheço, nem moral, nem política, nem técnica, qualquer autoridade na matéria.
Para mim, não passa de um dirigente falhado do Partido Socialista, a quem arranjaram um tacho regiamente pago, cuja única função é de vir ao púlpito, de quando em vez, desmoralizar ainda mais o país e fazer fretes aos imbecis que estão no Governo, e, como boa vivandeira, fazer mesmo fretes a todos.
Lamento, e volto à Serenela Andrade: de cada vez que ele se apresenta com ar grave, só consigo imaginá-lo de mamas empinadas, os implantes bem recortados, a tirar bolas da Roleta, e a transformar a Realidade numa lotaria. Porque sempre que a "coisa" abre a boca, tudo pode acontecer, umas vezes é a retoma, outras, a depressão, umas, o "deficit", outras, a retenção, e se ele me aparecer um dia destes a falar de "superavit" é tão somente porque alguém lhe pagou para isso.

A verdade é que, num estado civilizado, cada aparição do Constâncio já deveria estar a ser imediatamente seguida por um gajo a vir sorrateiramente, lá do fundo, para lhe pregar, em directo, e para todas as televisões, com um bolo de "chantilly" bem chapado nas trombas.
 
 

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