sábado, 9 de julho de 2016

Brejos do Assa: Desestruturação emocional e parafilias, seitas religiosas e abuso de menores, um retrato de um certo país desconhecido e (ainda) impune



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


"A mulher caminhava, empurrando o carrinho, e por vezes parava no café antes ou depois de deixar o filho mais velho na escola, um rapazinho, na altura com sete e oito anos, de quem o pai abusava sexualmente, fingindo “brincadeiras de doutores”, de acordo com o despacho de acusação do Ministério Público (MP), com data de 23 de Junho de 2016. Os abusos aconteciam com o conhecimento da mãe, e muitas vezes na presença do filho mais novo de ambos, na altura com dois e três anos".

Uma variação do delírio do monstro de "Cyberstalking em Portugal": "Nua, louca, desvairada, a fazer broche a Jesus Cristo, uma mamada bem gostosa, com a minha mãe a ver e a bater palmas, e o meu filho  fazer minete à avó, e depois... Jesus Cristo vem-se no meu cabelo".

4 Responses so far.

  1. "Nem tudo o que ostenta, faz alarido, parece, é.
    Às vezes o ruído, o "bater de pratos", a indignação, correspondem ao desejo de esconder, de abafar - com muito, muito barulho - algo de absolutamente inaceitável":
    a gaja é capaz de ter razão: provavelmente estava a fazer um broche ao filho menor... :-\

  2. A suprema nojeira nisto é que a doente consegue estar a expor-se permanentemente e assina com as próprias referências.


    Estes casos continuam a acabar como capas de jornais, e só que quando já é demasiado tarde e já são irreversíveis.

    Disgusting :-\



 
 

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