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Diário do fim da Geringonça - Na Póvoa do Lanhoso, o Iuri desapareceu, e fez muito bem em desaparecer, por que, mal o Iuri desapareceu, entrou em cena um GNR fabuloso, da "Brigada de Odores Humanos". Um cu que é um monumento, património material da Póvoa do Lanhoso e arredores..., da Póvoa do Lanhoso e arredores... só?... sei lá, acho que é do país inteiro!... Com odores humanos daqueles, eu fazia sopa para o resto da vida. É cair para o lado, e pedir proteção do SIRESP, deus queira que o SIRESP demore muito a vir, pode demorar o tempo que quiser, para eu continuar a rastejar..., eu fazia de cadela, e tudo, e ia ratar o tacão das botas, enquanto ele andava à procura do Iuri do desmazelo dos pais, e podia demorar dias inteiros. As "manas" da Praia do Cavalo Preto, a banhos perto do "Gigi" pedem ao Iuri que desapareça mais vezes, para aparecer mais vezes aquele cuzão verde cinotécnico, e, se não for pedir muito, também queremos ver de frente, e queremos que o Iuri desapareça de vez, para podermos ter esta visão todos os dias. "Fui buscar os animais e quando abri a cancela ouvi um gemido. Fiquei a pensar quem seria..." Só podia ser a Cathia Sophia, a ratar na farda verde, pensava a Cathia que era alface com odores humanos... que homem tão bom, por amor da santa... Como ela diz, a foto é tão boa, tão boa, tão Prémio do World Press 2017, que até o cu do cão é bom :-)
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Agora tem explicação a linguagem da tarada na "Maria Portuguesa" do Disqus.
Buceta triste
Aquela fina linha que separa o humor negro, a liberdade da linguagem e a possibilidade do sentido crítico estão a tornar-se incompatíveis com o afunilamento mental das sociedades estranguladas.
Brevemente cairemos na mediocridade do Literal, o que é um dos sintomas da Nova Idade Média. Faz-me sempre lembrar aquela taxinomia de Borges, em que os animais começavam por ser separados naqueles que vinham nas "Categorias" de Aristóteles e os que não vinham.
Felizes do que vinham e não vinham
Uma singularidade destas incursões do "Jornal i" -- dos poucos cuja edição online leio diariamente, honra lhe seja feita -- pela Blogosfera é que acabam sempre... mal.
A primeira foi a deselegante conduta do Avillez com o autor de "O Jumento"; a segunda, com a do nosso colega Cosme.
Curiosamente, ambas as cabeças dos diretores rolaram, quase de seguida.
Creio que isto deveria ser um aviso à prudência, mas cada qual lá saberá as linhas com que se cose