quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Maria de Lurdes Rodrigues, sabes que, num estado civilizado, serias imediatamente acusada de homicídio (in)voluntário e afastada das tuas funções?..."



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Dedicado a Manuela Estanqueiro, executada por acto administrativo, cometido sob a tutela de Maria de Lurdes Rodrigues, ser monstruoso que 10 000 000 de Portugueses, com o seu silêncio, permitem que continue a ocupar a Pasta da Educação

Não, não era isto que me trazia aqui, mas um luto é um imponderável da escrita, e eu sou um homem da Escrita, vivo num Mundo onde as palavras têm um peso lapidar e definitivo, e onde cada sílaba contém um som que é som, e salvação, e morte, e é por isso, que, nesta noite particular, e a acreditar no que AQUI, e noutros lugares, é contado, decidi sentar-me ao teclado, para renovar, em cada um dos nosso leitores o sentimento de abominação e repugnância que o nome de Lurdes Rodrigues deve, doravante, e para todo o sempre, despertar, em todos nós.
Maria de Lurdes Rodrigues, você, e o escroque que a acompanha, Valter Lemosreconduziram hoje, no cargo de Directora da Região de Educação Norte um puro excremento humano, chamado Margarida Moreira. Toda a gente sabe que vocês não prestam, que foram escolhidos no rebotalho das licenciaturas portuguesas, Ele, Valter, numa Câmara onde não punha os pés, você, Lurdes, numa coisa chamada Sociologia, que o Salazar proibira, antes do 25 de Abril, talvez por já imaginar que produziria monstros do seu género, gente para quem as oscilações das sociedades são equivalentes a temperaturas numéricas, sístoles e diástoles de sistemas históricos, grandes curvas tridimensionais de modelos de variabilidade reduzida, e hipotética. Deixe-me, por isso, traduzi-la em três nomes, que são três constantes e três estigmas e três vectores de leitura que eu quero que, através da minha escrita, doravante, consigo se associem, à história decadente destes tempos de Era Final.
Quero aqui chamar-lhe, Lurdes, agrestemente, VÉRMINA; quero, aqui, adjectivá-la de ESCÓRIA HUMANA; quero, a partir de aqui, que, para sempre, lhe associem o epíteto de ASSASSINA, repito: VÉRMINA, ESCÓRIA HUMANA e ASSASSINA.
Releia bem, por que sou EU, a escrevê-lo, e isso tem um peso muito para lá do mais fantástico poder de qualquer arremesso, não um simples rosnar de dentes de Fernando Charrua, ou do invisual que você demitiu do cargo, a chamarem "filho da puta" à anedota política que preside ao vergonhoso Governo de Portugal.
Não, Lurdes, são palavras minhas; sou eu, Português, escritor, e, por azar, contemporâneo de um dos seres mais vis que já atravessou o panorama político do meu tempo vital, a condenar-te à pior execração, até ao Fundo mais Profundo da Eternidade.
Quero, Maria de Lurdes Rodrigues, que a Roda da Fortuna te possa conduzir às penas mais dolorosas, que nem Dante ousou prever no seu Inferno.
Quero que sejas, Lurdes, maldita, sob o nosso olhar, e para todo o sempre...
 
 

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