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Diário do fim da Geringonça - Na Póvoa do Lanhoso, o Iuri desapareceu, e fez muito bem em desaparecer, por que, mal o Iuri desapareceu, entrou em cena um GNR fabuloso, da "Brigada de Odores Humanos". Um cu que é um monumento, património material da Póvoa do Lanhoso e arredores..., da Póvoa do Lanhoso e arredores... só?... sei lá, acho que é do país inteiro!... Com odores humanos daqueles, eu fazia sopa para o resto da vida. É cair para o lado, e pedir proteção do SIRESP, deus queira que o SIRESP demore muito a vir, pode demorar o tempo que quiser, para eu continuar a rastejar..., eu fazia de cadela, e tudo, e ia ratar o tacão das botas, enquanto ele andava à procura do Iuri do desmazelo dos pais, e podia demorar dias inteiros. As "manas" da Praia do Cavalo Preto, a banhos perto do "Gigi" pedem ao Iuri que desapareça mais vezes, para aparecer mais vezes aquele cuzão verde cinotécnico, e, se não for pedir muito, também queremos ver de frente, e queremos que o Iuri desapareça de vez, para podermos ter esta visão todos os dias. "Fui buscar os animais e quando abri a cancela ouvi um gemido. Fiquei a pensar quem seria..." Só podia ser a Cathia Sophia, a ratar na farda verde, pensava a Cathia que era alface com odores humanos... que homem tão bom, por amor da santa... Como ela diz, a foto é tão boa, tão boa, tão Prémio do World Press 2017, que até o cu do cão é bom :-)
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Toda a história bate certo até chegar à triagem do Hospital. Depois, resta saber se o médico que o atendeu -- um "afogamento" não é uma coisa ligeira -- seria "irmão" e já teria instruções para semear confusão, mas a coisa realmente importante é apanhar os outros gajos, em processo de iniciação maçónico, que estavam naquela noite do ritual assassino, e ver que mão agarrou no telefone de João Gouveia, em estado de hipotermia, para fazer o telefonema de alerta.
Quando chegarem aí, é possível que a "Lusófona" feche, como fechou a "Moderna" e a "Independente".
É por isso que cabrões, como os Rangéis, andam cheios de prudências nas televisões, mas a Verdade é como o azeite, vem sempre à superfície.
Questão de tempo, e o tempo está a andar :-)