quarta-feira, 2 de março de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Elogio do Verde Pinho"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Eu gosto muito do Ministro da Economia: ele detém um suave milagre, que é o de conseguir manter-nos a crescer, no preciso instante em que tudo está a fechar. E isto é apenas a parte objectiva.
Depois, vem a parte subjectiva e, obviamente, a mais importante: tem bom ar, misto de nascituro de sete meses com batráquio dos novos charcos do Alqueva, e porque sabe, como ninguém, manter aquela magnífica pátina morte-em-veneza, que marca muitos dos membros deste Governo. Sente-se que a sua escolha teve, de raiz, o critério do velho baboso, que se "lêmbia" todo ao ver passar aquele adolescente promissor, que era o nosso socrático Tadzio.

Passaram os tempos, e Tadzio encaneceu, as babosas tornaram-se ainda mais babosas, foram a ministras, e tingem agora o cabelo todos os dias -- lembram-se daquele Ministro das Finanças que se foi embora, porque estava a perder dinheiro com a acumulação das reformas?... Lindo, sempre que chovia, escorria-lhe o piche do cabelo pela cara afora...

Adiante.


Disseram-me, já nos tempos do Santana, que havia uma chave secreta naquelas pulseirinhas, de pano, do Bonfim, que ambos trazem amarradinhas ao pulso: parece que, se for no pulso direito, é porque batem punhetas a si mesmos; se for no esquerdo, que passam a vida a masturbar os outros. Como sou canhoto, e, para além disso, torto e daltónico, como raramente os vejo ao vivo, e como na televisão, é como nos espelhos, o que é direito passa a esquerdo, e o que é esquerdo parece ser direito, fica para os estimados leitores a descoberta dessa chave encriptada da Retoma: punheta dele, dos outros, ou, como diz o Alexandrino, dos grilos.
 
 

Blogger news

Blog Archive