sexta-feira, 4 de março de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Hoje não me apetece ouvir Haydn"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Dedicado ao João Gonçalves do "Portugal dos Pequeninos"

Uma pessoa não pode andar em permanente estado de choque, mas tudo aponta para isso.
Hoje, de manhã, prometi que a tensão iria aumentar e vai, vai mesmo, pois.
Portanto, é assim: quando António Costa, figura número dois do execrável Governo de Sócrates, o governo ao serviço do maior número, e dos mais perigosos, interesses que já existiu em Portugal, pensei imediatamente que, num período crítico -- lá fora, já teria apanhado com um valente par de patins... -- o Vigarista de Vilar de Maçada vinha apenas fazer uma... sondagem.
Não perdia grande coisa: Lisboa tornou-se num raquítico subúrbio desabitado dos seus gigantescos subúrbios satélites, onde é mais fácil apanhar uma facada numa esquina das Avenidas Novas do que encontrar uma tia, a cair da tripeça, à porta da defunta "Versalhes".
Quando, se, como desejamos -- e tudo faremos para isso -- António Costa perder Lisboa, toda a gente, incluindo o súcubo da "Independente" se poria a assobiar para o ar, uma Câmara, ainda que de grande aldeia, não é o Governo, a Esfera Imóvel, a Cornucópia das Benesses, dos Eternos Crescimentos Virtuais, da Retoma-em-primeira-com-o-carro-permanentemente-engasgado-a-não-subir-a-rampa.
E Sócrates é Sócrates, desde a cicuta e da... mãe dele, para fazer a rima.
Todavia, a coisa é muito mais grave do que parecia: ELES, o SISTEMA, os ABADES, todos, ou quase todos os responsáveis, em todas as áreas do bloqueio do Estado Português estão aí, aliás, AQUI.
Não se espante, se encontrar um seu vizinho, um "olha-olha-cá-está-este-outra-vez", porque é mesmo verdade.
Sim, é ele, aliás, SÃO ELES.
AQUI, já lhes demos um primeiro tratamento, o segundo virá até Julho, diária, incansavelmente, como todas as armas que tivermos ao dispor, porque António Costa não é o Candidato de Lisboa, nem o Candidato de Sócrates, nem o Homem do Governo, António Costa é o mais descarado medir da tensão da COISA, do SISTEMA, do REGIME, a que já se assistiu.
Contas feitas, são os mesmos da Comissão do Manuel (de dia) Maria (de noite) Carrilho.
Você, boquiaberto, como eu, pode perguntar o que une António Serzedelo, Ana Zanatti, António Toscano, Filipe La Féria, Nuno Crespo, Manuel Luís Goucha ou Rui Vieira Nery, e eu poder-lhe-ia responder que... "um certo modo sexual de ser".
O que reuniria Inês Pedrosa, João Pinharanda, Possidónio Cachapa, Eduardo Prado Coelho ou Júlio Isidro? E eu teria de dizer: "A mesma mediocridade".
O que têm de comum Alexandre Melo, Tomás Taveira, ou Vítor de Sousa?... E eu teria de falar de "um certo gosto arquitectónico das traseiras".
Decerto o gosto do, enfim... "preto" reúne Manuel Reis, Leonor Coutinho e... uma pessoa que não posso pôr aqui (fica a dever-me essa, querida...).
Um "bacalhau já antigo", com Maria Velho da Costa, Maria Teresa Horta, Teodora Cardoso, ou Graça Lobo...
Mas a merda grossa vem a seguir: o eterno grupo dos "Pedros", que bloqueou a produção artística portuguesa num marasmo enconado de Américas Plagiadas, o Pedro Proença, o Pedro Portugal, José Pedro Croft, o Julião "Sarnento", o Leonel Moura, o Jorge Molder, o etc...
O Grupo dos Apreciadores de "Negócios", Vasco Franco, Carlos Monjardino, Armando Vara, António Almeida Santos, Murteira Nabo ou Horácio Roque.
Bom, eu não tenho todo o tempo do mundo para perder aqui: vamos, assim, directos à parte pior, os "sem-vergonha": Vasco Lourenço, José Sócrates, Edite Estrela, Emídio Rangel, Mário Zambujal, Freitas do Amaral, e outros que você aqui queira incluir, já que, à Umberto Eco (primeira maneira), esta Comissão de Honra é uma "Obra Aberta".
finalmente, o Limbo: Jorge Coroado, Nelo Vingada, Carlos Lopes e Manuel Maria Carrilho.
ah, sim,
e o Limbo dos Limbos: Eduardo Ferro Rodrigues, em representação de Paulo Pedroso, Hermann José e de todos os nomes que ficaram para trás, nos bons tempos em que António Costa não pretendia influenciar os eleitores de Lisboa, mas tão-só o funcionamento do Estado de Direito.
 
 

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