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"Fake News" - Novos desenvolvimentos da bicha-gay ameaçada no Mac Donald’s de Barcelona. A história foi mal contada: o agressor de preto queria transformar a bicha-gay em heterossexual para finalmente poder ser comido por um heterossexual a sério, e não por bichas-gay vestidas de paneleiras, como é cada vez mais moda e flagelo dos chats e aplicações de engate. O agressor tinha um ar horrível, de arrumador de carros das Amoreiras, embora se perceba que, ao longo do minuto e meio de conversa mole, a bicha-gay, daquelas muito palavrosas das mãos, até o acabaria por “fazer”, lá terá de ser, há tão poucos homens, hoje em dia, e tão poucos homens agressivos, mas a coisa não deve ter evoluído assim: como a história é mesmo má, e não queremos fazer previsões a não ser a partir do final do jogo, ainda assim avançamos que o mais certo é a bicha-gay e a paneleira heterossexual passiva de preto terem acabado, “ambas as duas”, com a velha das riscas a ver, a ser comidas pelo segurança, nas sombras do parque de estacionamento. (Pormenor: o de preto trazia uma cuequinha de racha atrás, por baixo do fato de treino. Que segurança barrigudo lhe ousaria resistir?...)
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Adoro que te digas fressureira querida.HÁ QUANTO TEMPO NÃO OUVIA ESSA PALAVRA...Será que nos encontramos alguma vez no MariGold? Talvez até tivessemos dançado as Papillons com as bichonas...Beijo aonde sabes.
Querida Generosa, saudades muitas, adoro que tenha logo sentido o apelo da selva no meu apodo de fressureira.
Claro que nos conhecemos muito, mas não do Marigold nem das bichonas, que eu não sou macha da noite, sou uma moira de trabalho, e mais nos vemos tantas vezes no nosso sagrado altar de tantas touradas de Lêngüistíca.
Volte sempre, mas só lhe “pesso” que tome muito cuidado ao vir e comentar, por que tudo o que aqui é escrito e comentado cai logo sob a supervisão do Flagelo do Canidelo, um braço armado da Opus Dei (?), que persegue e agride tudo o que aqui vem. Uma triste outra, cuja fruta é outra, e não gosta do feijãozinho, um "cougar" que só queria cacete de 20 anos, condenada que está ao uso de pau velho e incapaz…
Cuidado e “cuidesse”,
kisses nessa
su
xôxa :-)
a emoção resolve-se com dois metros de velcro e, voilá!