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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

No seu novo livro, "Nobody's victim", a advogada Carrie Goldberd reúne cinco anos de investigação de histórias de vítimas de perseguições virtuais ("Cyberstalking")




"A advogada Carrie Goldberg fundou uma sociedade para defender vítimas de abusos na Internet depois de ela própria ter sido assediada por um ex-companheiro. As histórias são narradas no livro Nobody’s Victim, publicado esta semana. Os gigantes da tecnologia têm grande parte da culpa."

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sábado, 2 de março de 2019

“The Braganza Mothers” apoia o juiz Neto de Moura, e concede-lhe o direito de defender a sua honra por todos os meios, nomeadamente, contra todos os gatos fedorentos que minaram, e são patrocinados para continuar a minar a qualidade moral do nosso quotidiano cultural e nacional. “The Braganza Mothers” sabe bem até onde pode chegar uma adúltera, sobretudo, aquelas adúlteras “nouvelle vague”, que atacam pela Net, enquanto os maridos estão, muito descansadinhos, a dormir em casa. Esta era/é tão má que até entrava pelo computador com o “login” do marido, enquanto lhe ia pôr os cornos pela Net fora, e se mais Net houvesse mais cornos ela lhe poria... Cita o meritíssimo o Código Penal de 1886, onde se considera, e bem, que "o adultério da mulher é um atentado à honra e dignidade do homem." É verdade, e nós também relembramos o Código Penal de 1852, Art.º 401 da Secção III, onde se diz que “o adultério da mulher será punido com o degredo temporário”, sendo que no ponto 3) do mesmo artigo, se relembra que “não poderá impor-se pena por crime de adultério senão em virtude da querela e acusação do marido offeendido”, o que aqui era impossível, por ele, marido, já estar ferrado no sono, enquanto a sua esposa navegava pelos blogues e caixas de comentários do Júlio Machado Vaz até de madrugada. Mas isto é só a ponta do icebergue, por que o Levítico 20, 10 diz que “O homem que cometer adultério com a mulher do seu próximo deverá morrer, tanto ele como sua cúmplice”. Como também diz o mesmo o Deuteronómio 22. 22, “Se um homem for apanhado em flagrante deitado com a mulher de outro, os dois deverão pagar por esse delito com pena de morte, o homem e a mulher com quem se deitou”. E como serão eles mortos?... Pois é Ezequiel 23. 47 que dá a resposta: “Então o grande exército (o GOE, supomos…) as apedrejará e as retalhará ao fio da espada”. Diz Ezequiel 23:45-47 que “homens justos as julgarão e sentenciarão ao castigo que merecem as mulheres que cometem adultério e derramam sangue inocente, porquanto são prostitutas, e há muito sangue em suas mãos culpadas”. Dado tudo isto, “The Braganza Mothers” posiciona-se do lado certo desta querela: por que, se a Bíblia é tão assertiva na condenação do ato de um só momento, agora imaginem o que faria Moisés e os outros todos, se já soubessem o que era a Net, os “chats”, os “fóruns” de sexualidade, os "sites" de encontros e troca de casais, as saunas mistas, as aplicações, os telemóveis, as sms, as mms, o Instagram, os Snapchats e os Whatsapps, os Facebooks, MSN e Skypes, etc?… Que fariam contra uma tarada, como a do Canidelo, que por nunca ter conseguido chegar ao seu ato mesmo assim não largou o osso e o continuou a perseguir durante 10 anos (!)... Ficamos a saber que havia a adúltera corrente, a adúltera má, a adúltera péssima, a adúltera inconcebível, a adúltera capaz de tudo, a pior de todas as adúlteras, e... e... e... a adúltera do Canidelo. Meritíssimo juiz Neto de Moura, será que a nós, que hoje aqui o apoiamos, poderá também ajudar-nos com o seu forte apoio?...




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Sim, é verdade que "Nem tudo o que ostenta, faz alarido, parece, é. Às vezes o ruído, o "bater de pratos", a indignação, correspondem ao desejo de esconder, de abafar - com muito, muito barulho - algo de absolutamente inaceitável". Falta agora redigir acórdãos contra o adultério dos homens, e lá ficavamos nós com o país vazio... 
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segunda-feira, 3 de julho de 2017

2 de julho de 2007 a 2 de julho de 2017 - Cumprem-se dez anos sobre o encerramento forçado da primeira versão do blogue "The Braganza Mothers", fruto da má-fé, traição e demência. Desde então, não cessou a perseguição obsessiva (cyberstalking) por parte da aberração da noite, afundada em pornografia, incesto, ameaças, calúnias, injúrias e difamações. Para memória futura: "Há monstros que nunca, nunca, nunca, devem ser acordados [...] As bruxas do Canidelo são fadas comparadas comigo!"




























































"Este texto destina-se exclusivamente aos nossos Colaboradores, Leitores, Comentadores, Apreciadores e Adversários: "The Braganza Mothers", para muitos, terá terminado inexplicavelmente, e é a esses, sobretudo, que devo estas palavras.

"The Braganza Mothers" espaço de livre pensamento e expressão de Criadores de Língua, Imagem e Som Portugueses sempre se regeu pelo seu carácter colectivo de expressão. Infelizmente, estamos num país pobre e triste, como diz o Abade Correia da Serra, "Dentro de cada português, mas dos puros, vibra a alma d'um familiar do Santo Ofício. A Nação não presta", mas a Nação é cada um de nós e o comportamento diário de cada qual.
Há várias semanas que se andavam a verificar estranhas manobras dentro do espaço "The Braganza Mothers". Sou um lógico, mas muito antes de um lógico, um intuitivo, e alguma coisa me dizia que o cheiro não condizia com a aparência pretendida. Ao longo da Vida, convivi com o Mal, nas suas três formas, a de Santo Agostinho, que dizia que " O Mal não era senão o Bem na sua forma degradada", a de Pascoaes, de Pessoa e a minha, que "O Bem não era senão o Mal na sua forma degenerada", e o outro Mal, o pior de todos, o Mal Substantivo, ou seja, o Mal Em Si.

Para que se esclareça o sucedido no "Braganza Mothers", durante semanas, um pretenso colaborador, de nome "Messalina", esteve, como um Cavalo de Tróia, oculto nas nossas fileiras. Que tenha conhecimento, ninguém, do "Braganza Mothers", o convidou para a nossa tertúlia. Sou um espectador desatento, quando me convém. Nunca o "Braganza" foi um lugar de espionagem ou de delação, daquela coisa obscena que é fazer uma queixa anónima, que poderá destruir vidas e carreiras. Também nunca fomos um espaço judiciário, ou judicial, por mim falo, que tanto detesto leis como adoro princípios, princípios fascinantes, palavras de auricalco capazes de modificar toda a História e todo o Tempo. Antes fomos um espaço de sátira, a Sátira de Borges, capaz de criar na pele doenças semelhantes à Lepra.
O tempo, infelizmente, não é para ingenuidades: estas coisas da Net são filhas da Cegueira e do Registo, não são voláteis, são pedras graníticas, que vamos semeando no nosso caminho.

Para os detentores de "Blogues", o termo "Administrador" alguma coisa dirá. Para os outros, doravante, passará a dizer: significa que ser "Administrador" é ter o poder de modificar o aspecto visual do "Blogue", convidar elementos, editar os seus e os textos dos outros, ou, num derradeiro instante, ter o poder de... apagar o próprio Blogue.
Nunca prestei muita atenção a "Messalina": em "Divvus Clavdivs", de Suetónio, sempre me coloquei ao lado do pobre Cláudio, literato, manco e gago, redactor da "História de Roma", enquanto a esposa se entregava a todas as devassidões do seu corpo e alma. Ontem, todavia, reparei que a estranha "Messalina", do "Braganza Mothers", sem nunca ter nada escrito ou manifestado, subitamente passara de "Convidado" a "Administrador": esse é o meu lado Cláudio, sou algo distraído quanto aos tempos, mas rapidamente percebo as intenções: entre os colaboradores do "Braganza" existia agora ALGUÉM, que ninguém convidara, um Mal Mecânico, ou Humano, com poderes para alterar textos, mergulhar nos arquivos, tergiversar palavras e tempos, falsificar comentários, tornar apócrifos testemunhos e comentários, mentir sobre o Passado e as intenções do Presente.

Não sou polícia, não tenho espírito detectivesco, antes prefiro o Sol e o Génio, que nos inspiram belas palavras, e semeiam, em nosso redor, clareiras de Assombro e Sedução. Escrevo pelo prazer de escrever o que dá aos outros prazer de ler. Creio que sempre fui eficaz, todavia, com a responsabilidade de ter convidado tantas cabeças e talentos, para erguer este espaço comum, e, ao descobrir que existia um Monstro nas nossas fileiras, imediatamente me lembrei da velha metáfora do Mal Substantivo, muito mais profundo do que o Bem degradado, ou do Mal Primordial, ainda não sublimado naqueles raros oásis do Benigno.

Vou crer que essa "Messalina" era um "autómato", uma coisa cega e insensível, posta a pairar entre nós, com plenos poderes para nos falsificar e destruir 18 meses de talentoso trabalho -- antes prefiro isso, a que tal seja fruto da maldade humana, para não ter de ter, todos os dias, antes de deitar, mais um pensamento de piedade para com uma pobre alma perdida -- e como sempre defendi ser este espaço um lugar de Liberdade e de Generosa Expressão, julguei ser demasiado indigno poder ter o fruto de tantas horas de criação sujeito a insondáveis desvirtuamentos, manipulações e outras palavras de sonoridade e sentido afins.

Não me podia sujeitar a ver o NOSSO trabalho gangrenado por uma mão estranha; não quis ver ninguém sujeito a ter assinado, em arquivos, textos que nunca engendrou; não quis ver uma Utopia transformada num Inferno. Deixo essas coisas para as mecânicas "Messalinas" deste Mundo, cegas, insaciáveis e sonâmbulas. Esse Mundo não é o meu mundo, nem o de ninguém que, de boa-fé, aqui colaborou. Não sei para onde íamos, mas, decerto, nunca iríamos por aí.
Finalmente, para o Capitão do Navio, quando nada mais resta, sobra aquele acto trágico que é a ordem de evacuação, antes de abrir a válvula que levará ao naufrágio da nave inteira. Ontem, por respeito, e para que a dignidade se mantivesse até ao fim, foi a decisão que tomei, eram, mais coisa, menos coisa, duas horas e meia da manhã, do dia dois de Julho do Ano da Graça de Dois Mil e Sete. Peço desculpa, mas era, no Código de Cavalaria, a derradeira opção".


          Cyberstalking: como um dos rostos da Civilização se pode tornar num dos instrumentos da Barbárie


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