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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

"The Braganza Mothers", na semana em que a Comissão Europeia começou a suspeitar de que o totó Mário Centeno tinha mesmo apanhado o Vírus da Zica

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domingo, 8 de novembro de 2015

Lenda do Poucochinho Monhé e da Múmia Má de Boliqueime




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos

A melhor qualidade da Democracia é a sua infinita capacidade de adaptação, por contraposição às enormes limitações, demonstradas pelos seus políticos voláteis. Sendo que esta frase constitui o lugar implícito de um ad libitum, fica para vocês declinarem os adequados corolários, e eu vou só aos que me interessam, começando pelo Quisto da Democracia, Aníbal de Boliqueime. Se fizermos um cronograma do período democrático, verificamos que há uma janela, entre 1974 e 1985, no qual se dá uma rapsódia de tendências, uma enorme panóplia de experiências, uma sucessão infantil de sucessos e fracassos, umas quantas coisas gloriosas, e outras tantas tenebrosas. Quando chega 85, chega a anomalia de Boliqueime, e cai uma cortina de cinza e silêncio sobre a experiência das agitações: Cavaco Silva foi a SIDA da Democracia, e com plena consciência e usufruto.

O resto já também sabem, e a coisa só poderia, como pode, piorar, com o seu regresso, em 2005, sendo que, dos 40 anos de Democracia em Portugal, 20 deles foram gangrenados por uma coisa que ninguém desejaria, insomne, perversa e estagnada. Tem este período a particularidade de ter constituído um para autismo nacional, já que enquanto a Europa navegava em plena Guerra Fria, nós davamo-nos ao luxo de andar a contar cravos e a fazer arruaças pelo campo; quando as trevas do reaganismo, do tatcherismo e do woytilismo caíram sobre o Velho Continente, nós já estavamos razoavelmente adaptados, e alinhamos, com uma múmia algarvia, na paralisação das frentes hippies. Os seus eleitores andam agora a uivar, às portas do Novo Banco.

O Sr. Aníbal, "integrado (no então) actual regime político", teve a estranha coerência de continuar integrado nele, mesmo depois de extinto, e esta é a primeira manifestação de complacência da nossa democracia, a de continuar a encenar uma bolha de neomarcelismo, para que o frequentador das escolas profissionais do Antigo Regime, e doutorado por York (!) -- as bolsas da Gulbenkian pagaram tudo neste país, até isso... --, pudesse viver na ilusão de que o "antigamente" tinha continuado, e ele podia, por imprevisto milagre post mortem, vir a exercer as funções com que sonhara, no País do Cabeça de Abóbora. A coisa nada tem de extraordinária, já que ao António de Santa Comba, já depois de caído da cadeirinha, e substituído pelo Caetano, também continuaram a assegurar pseudo conselhos de ministros, para que não percebesse que o seu tempo tinha acabado. Aparentemente, esta sucessiva folga para a farsa parece assentar numa espécie de saco azul dos orçamentos, e tem um lado pietista, já que permite a grandes cadáveres viverem num estranho verão indiano do seu autismo.

O Verão Indiano de Aníbal de Boliqueime durou 20 anos, e custou demasiado caro à Democracia. Veremos o que lhe vai agora suceder.

A seguir a Aníbal, não vêm os políticos, mas, curiosamente, os comentadores políticos. Os comentadores políticos dividem-se em três espécies, os muito bons, os correntes e os maus. Como dizia Satie, esta última espécie não existe. Na verdade, o nosso ecossistema necessita de uma recalibração e qualificação da espécie: há os comentadores políticos de direita, os que acham que conseguem convencer o público de que não são de direita, os que têm dias, e os chatos de esquerda. Na cauda disto tudo, estão o Luís Delgado, o Marques "Magoo" Mendes e a Ana Gomes, quando o álcool bolsa nela, ou cretinos absolutos, como o "Dona Coisinha", Álvaro Barreto. Sobre esta fauna, curiosa, insuportável e impulsionadora de bocejos, caiu um raio, em outubro de 2015. Como atrás disse, as Legislativas de 2015 ficaram marcadas no meu coração como o último momento em que a Democracia se podia exprimir, para poder dizer ao Cancro de Boliqueime quão nefasto ele lhe tinha sido. Creio que arranjaram uma solução elegante para lhe provocar mal estar, e mostrar que a Democracia, é, de facto, mais forte do que todas as neoplasias cavacais e marianas, e é, pois é. Não vamos entrar no domínio das suposições, e imaginar que uns poderiam ter perdido por um pouco mais, e os outros ganhado por um pouco menos, a verdade é que, para grande desilusão das infeções da comunicação social, as coisas não correram como previsto. Isto, apesar de uma gloriosa última noite de injeção, a que assisti, boquiaberto: a garganta funda de Portugal, Maria João Avillez, de sotaque de barril, de um lado, e o Júdice, sinistro, do outro, a fingirem que eram os matizes do Centro, um mais de um lado, o outro, mais do outro, mas, na verdade, a carburarem o pleno das madrassas balsemânicas. Puseram-se nos bicos dos pés, embalaram as serpentes dos votantes, mas não conseguiram o prodígio das maiorias absolutas. Tiveram azar.

Como democrata, intelectual e artista, detesto as maiorias absolutas. As maiorias absolutas são a expressão parlamentar da intolerância, e o governo ostensivo da arbitrariedade, ao contrário dos jogos palatinos do entendimento, da superação e da cordialidade. Creio que se fosse necessário resumir numa frase o que me separou de Cavaco Silva, para sempre, mentiria, e diria que foi exatamente isto, e nada mais do que isto. Ao contrário dele, estou sempre desintegrado de todas as soluções políticas, e sempre à espera de que os regimes iniciem uma rota de ascensão, de modo a chegarem ao patamar elevado das nossas reflexões. Curiosamente, em outubro de 2015, o regime, depois de ter sido substantivas vezes dado como agonizante, resolveu surpreender-nos, mostrando que a Democracia estava ativa, efervescente e queria renovar-se. Não vou entrar em considerações sobre o que agora está a acontecer: António Costa, o homem do momento, está a jogar uma extraordinária cartada histórica, e, ou é bem sucedido, ou arrasta para sempre, e para um limbo indescritível, um pano inteiro do multipartidarismo. Vamos ser otimistas, e acreditar que a experiência será revitalizante: o resto são considerações humorísticas. Por um lado, as considerações do ecossistema alteraram-se: como as criancinhas foram todas obrigadas a emigrar, os comunistas já não têm que comer ao pequeno almoço, pelo que me parece igualmente arriscada uma libertação condicional do Carlos Cruz. O Bloco cumpriu o desígnio para que Guterres o criou, o de se aliar ao Partido Socialista, e ainda agora a procissão vai no adro. O resto são alianças com animais.

Poderia, e depois escreverei, como um governo que venha a integrar o Galamba, tal como aquele que integrou o Carrilho, é, por essência, uma nado morto. Enquanto durar, todavia, cumprirá o ditame da folga das costas, tal como a enuncia o ditado, e permitirá os verdadeiros aconchegos dos bastidores, como o arranque para catedrático do mestre do Galamba, o filho do Outro: o concurso está aí, e nós vamos pagá-lo, tal como pagamos as nomeações, in extremis, do Coelho da despedida. O país não mudou em nada, e não há reformas estruturais que logrem alcançar este patamar do sarro nacional: é endémico e sistémico, e só gemem os que ficam sempre de fora. Curiosamente, toda a gente dá o Aníbal como manietado, mas eu sou mais prudente. A criatura é sinistra e já deve ter percebido que a aliança de "esquerda" é um recado envenado para que ele, que julgava ir inscrever-se na História como um tempo mais pardo da Democracia, lá acabe associado a uma linha em que se dirá que teve de dar posse a um Governo dos "comunistas". Pelo que conheço das suas limitações, isso é demasiado para o seu poder de encaixe, limitado à Assembleia "Nacional", ao Dia da Raça e à Mocidade Portuguesa. Quem lhe fez isto fez-lhe muito bem feito, nem que tenha sido apenas para o folclore.

Este texto iria para o infinito, e não pode. Esta semana será gloriosamente eloquente e autodefensiva. Esta breve é apenas um esboço, e poderia estender-se por muitas outras mais. Para mim, que não estou afeto a clubismos políticos, apenas vejo o filme passar com o ar divertido das novidades. Espero que faça mossa, muita mossa, ao aleijão de Boliqueime, e lhe torne pesados os derradeiros meses do mandato. Curiosamente, acho que ele ainda nos reserva surpresas, nenhumas delas, obviamente, positivas, como nunca reservou. Pessoalmente, preferia que cometesse o gesto extremo de se demitir, para não dar posse a um governo contra a sua vontade, já que o cargo apenas foi ocupado para lhe fazer as vontades, mas a Democracia é demasiado poderosa, sobretudo agora, para olhar para ele com mais do que com uma reservada complacência.



(Quarteto do poucochinho monhé, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")


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sábado, 7 de novembro de 2015

A semana do Poucochinho Vermelho

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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Pronto, já está: "a" Armando Vara já está cá fora, "fresca", "jeitosa", muito "sucateira" das partes... :-)

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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

As Legislativas de 2015, entre as Madrassas Balsemânicas e as Manas Mortágua




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Para mim, homem do visual, que não assistiu a um único debate, toda a euforia da campanha se poderia resumir e assentar na riqueza dos cartazes. Como estou no nível mais básico de Parsons, todos os cartazes da campanha foram bons, e todos os cartazes da campanha foram iguais. Só depois desta seleção eu me ergui e fui votar. Eu sei este método pode ter parecido simples, mas também não é genuinamente verdadeiro, já que o toque final, na verdade, veio mesmo de um decisivo bouche/oreille, ou seja de um suspiro de última hora, apanhado num intervalo de duas caixas da Louis Vuitton: dizia um veterano para o outro se ele já tinha reparado nas Manas Mortágua, de onde fiquei a saber que as manas mortáguas eram aquelas damas esfíngicas dos cartazes do Bloco de Esquerda.

Eu gosto muito de esfinges, e sobretudo das do discurso subliminar que transportam. Se a PaF ganhou por fé, e foi fé até ao fim com o crucifixo -- e a dívida pública duplicada, creio... -- no bolso, já o Bloco de Esquerda teve uma forte ascensão sustentada pela líbido dos velhos babosos. Parece que as manas Mortágua não são as dos cartazes, mas isso também me é indiferente, posto que só votei nos cartazes, e apeteceu-me acreditar que aquele era um cartaz de manas, e o que é certo é que as manas dos cartazes fizeram tocar uma sineta qualquer do badalo da Terceira Idade. Por prolongamento e extensão, tudo aquilo que as gerações mais novas têm em si da terceira idade também acabou por se projetar no inconsciente baboso dos militantes de barba e cronologia menos definida: já que entre duas falsas manas e o lesbianismo o intervalo epistemológico é nulo, e onde o intervalo epistemológico é nulo há sempre lugar para uma enorme fantasia libidinosa, devem as Mortágua ter sido, por confusão, entendidas como as suas antepassadas Guardiolas, e o voto desvairado no Bloco de Esquerda obedecido assim a uma eufórica deriva de fressura. Não me atreveria, dada a literatura deste texto, a concluir que as grandes vencedoras da noite foram as fressureiras, mas para vocês fica esse sombrio tirar de ilações.

Numa perspetiva mais racional, da enorme degradação que foi a noite eleitoral, aparentemente, apenas um partido venceu o escrutínio, e venceu-o pelo mesma mesma métrica de fé e fidelização com que as velhas da Avenida de Roma foram todas votar na coligação que lhes tinha assaltado as reformas. Há um princípio genuinamente português, que se reveste de uma enorme universalidade, e que é traduzido na profunda espiritualidade da frase "podia ter sido pior", e esse é o verdadeiro epitáfio dos quatro anos catastróficos do Passosportismo. Tudo o resto são pormenores, e já foram esquecidos, já que tudo podia ter sido pior.

Há 900 anos que tudo podia ter sido pior, mas até não foi, e assim chegamos a esta imparidade insossa, de seu nome Portugal.

Dentro desta fatalidade, temos o timbre próprio do nosso infortúnio, que passa pela emoção própria do "ai, aguentam, aguentam", e do quanto pior, apesar de tudo, melhor. Há, neste permanente espírito do tripas à moda do porto, um implícito masoquismo histórico, com dupla face, já que, não sendo consensual, sempre que se estende ao masoquismo do parceiro se pode imediatamente revestir de uma forma particular de crueldade. Não será preciso reler Freud para encontrar o clássico par sadomasoquista, e toda a veia estrutural de um modo peculiar de estar, no qual, estranhamente, nos definimos como identidade histórica.

Não sei se o meu colega de academia, José Gil, quererá, nas suas reflexões sobre a idiossincrasia lusitana, desenvolver o tema, mas aqui fica o repto: particularmente libertos da responsabilidade de votar, dentro da flexão muito própria que foram as legislativas deste início de outubro, os Portugueses puderam finalmente dedicar-se ao exercício muito especial, de, em vez de mostrarem o que queriam, terem uma excelente oportunidade para mostrarem o que eram, e o que são é uma simples turba agachada, com pouco lugar para a imaginação.

Do ponto de vista dos grandes ciclos políticos, as Legislativas de 2015 também trouxeram uma alteração paradigmática, já que não incumbiram, como usual, o partido alternante de pagar as despesas do alternado. Para quem queira fazer algumas contas de cabeça, a tal coligação PaF, responsável por um dos períodos de maior desastre e atropelamento de valores, ficou assim incumbida, por um certo princípio de bonomia e crendice, de restabelecer a ternura da relação. Ignoro se, na célebre Síndroma de Estocolmo, estará incluído um princípio de redenção, no qual o carrasco se transforma no afagador. Tenho a minha opinião, mas prefiro guardá-la para de aqui a alguns meses, quando esta euforia toda se começar a deteriorar...

Esquecida a afetividade, fica a dureza própria dos ditames das Economia, e veremos se, depois das tempestades, das austeridades e das restrições assistiremos a um banho certo de realidade. A hipótese alternativa é mais adversa, já que poderia chegar à conclusão de que o caminho estava certo, e teríamos aqui uma receita para mais 40 anos de estabilidade...

A partir com isto tudo, assistimos a um dos mais perversos exercícios de contaminação da opinião pública, por parte das madrassas balsemânicas. Durante semanas, e com o apoio dos brilhantes publicitários que dinamizaram o Passosportismo, foram-nos substituindo a realidade por uma ficção tecida todos os dias. Na fase final, até já vinham as carochas do costume, na forma da voz etilizada das Manas Avillez, nas quais incluo o Júdice do Alto do Parque. Todos os esforços de Balsemão para que se chegasse a uma maioria absoluta forma gorados, sendo substituídos, como tanto ansiei, por um pesadelo para a Múmia de Boliqueime. Para o espectador de Lineu, ficaria, e ficará, sempre a incerteza de ter sido o que realmente aconteceu o acontecido, ou o produto de uma elaborada ficção. Mas, para não tornar indecente a ligeireza desta farpa, ficará para uma próxima.

Comecei por dizer que os Portugueses, libertos da responsabilidade de votar, se permitiram não escolher o que queriam, mas dizer o que eram. Estava a ser incorreto: ao escolherem o que escolheram, disseram o que eram, e o que somos impede-nos de qualquer modo de renovação, ou de ilusão da renovação, como na farsa grega. Na realidade, há uma claustrofobia coletiva que nos impede de ir mais além, e, mais grave do que isso, de estar permanentemente a deixar os outros ir. A recente morte do grande Vilhena, uma exceção num país de pantanosos saramagos, revela essa dura realidade: a Censura ficou por cá, em todas as suas formas, sem Estado que hoje lhe dê postura de estado, mas discretamente difusa por infinitos coios familiares, focinhos exaltados, fuinhas do ódio, hienas do mal, atrás dos seus pobres teclados manchados, numa longa e fracassada cruzada contra a expressão, liberta e una, como o artista a tivesse concebido. O lado interessante desta impossibilidade de diferença é a execução, no próprio ninho, das ascensão dos oportunismo epifenoménicos, como os ruis tavares e os marinhos pintos, e as próprias mamas penduradas e o golpe da barriga intentado pela outra.

Mais para escrever haveria, e ficará para uma próxima breve. De tudo isto só uma coisa generosa e certa emerge: depois de uma noite inteira de comentários, pode ver-se que o Professor Marcelo, o próximo Presidente, está num mesmo estado de tiques de boca do que o Vacão de Boliqueime: brevemente se afundarão ambos no mesmo pântano neurológico, o que explicaria, e apontaria, para um certo acordo pós eleitoral centrado em mais um Professor, desta vez, o neurologista Lobo Antunes. Um certo avanço, num país onde, como se sabe, se costuma ascender pela lógica própria dos desmanchos.


(Quarteto do bocejo, das mortáguas mortagueiras, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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domingo, 4 de outubro de 2015

Sampaio da Nódoa, perdão, da Nóvoa, enviou sms a Passos Coelho e Paulo Portas, e mostra-se "recetivo a um apoio da nova maioria", sendo que poderá juntar esse apoio aos votos do PS, e também não dirá que não aos apoios do BE e do PCP, e... ah, sim, do Rui Tavares, também desde que todos percebam quão único ele foi, é, será, na História de Portugal :-)

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4 de outubro de 2015, 20.00 h. - Múmia de Boliqueime reage, em direto, aos resultados das Legislativas :-)

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
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Instalação do quartel general da PaF defronte do Parque Eduardo VII terá sido exigência discreta do Ministro de Estado, Paulo Portas

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Apesar dos conselhos contra da sua boca da servidão (continua a segurar-lhe a mão com muita força, para evitar que caia alguma peça...), Aníbal de Boliqueime deixa transparecer para a Comunicação Social as suas primeiras reações às projeções eleitorais. Francamente, isto não se faz...

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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Peixeiras recebem António Costa, Ferro Rodrigues, João Galamba e Manuel Alegre, em fúria:"O vosso partido está na prisão!...". Supomos que se estejam a referir ao pardieiro da gaja que o apanhou nos outros colos, onde Sócrates está alojado, no pardieiro e não nos colos, por que ninguém mora ao colo, exceto as visitações da Casa Pia

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Terceiro Cavaquistão poderá deixar Galambismo nos cuidados intensivos

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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

"The Braganza Mothers", na semana em que António Costa se continuou a afundar nas sondagens, apesar das ameaças de ir haver sangue, do Galamba, e da campanha do carinho, da Maria Antónia Pila, perdão, Pala (São capazes de tudo: se for preciso, matam o Soares velho, para apelar ao coração dos indecisos...)

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António Costa sai à rua, e dá o tudo por tudo para que o Galamba possa telefonar ao pai e dizer, "pai, já sou Ministro de Estado", mas acho que isto já lá não vai, nem com a Maria Antónia Pila, perdão, Pala :-)

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"Olha a Manuela, cuidado com ela". Depois de ter votado em Cavaco, colou-se agora ao Costa. Dizem que há nela uma galambista de gema, mas ela nega, e diz que ainda é virgem. Supomos que das arcadas das orelhas, pensamos nós de que...

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

António Costa empolga-se e começa a falar do BPN e dos submarinos. Acredita-se que, brevemente, estará a falar da Ota, do Freeport e do "Casa Pia"

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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O fim antecipado do Galambismo: vem aí o terceiro cavaquistão

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Vem aí o Centrão. Miguel Macedo já fazia favores ao Socratismo. Um gajo de visão :-)

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Última hora: José Sócrates já está no "Cantinho do Abade", da Abade Faria :-)

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