#Post Title #Post Title #Post Title #Post Title
Mostrar mensagens com a etiqueta Salazar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Salazar. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Finalmente a coisa se tornou pública, e acaba com a velha polémica de que o Nazismo e o Estado Novo não tinham nada em comum. Tinham, sim: para além do célebre ouro dos cofres do Banco de Portugal, do Vacão de Santa Comba Dão, que vinha todo da fundição das próteses dentárias dos judeus exterminados nos campos de concentração alemães, o Salazar andava, como o Hitler, a dar no "Eucodal", estupefaciente de brutas pedradas. Via tudo cor de rosa, e às vezes até o solzinho dançava, como se sabe. O importante é que ele se sentia bem, e o país à sua volta era todo radioso. E para quem já não se lembra disso, finalmente se descobre que andámos 48 anos nas mãos de um drogado, com Portugal inteiro, continental e ultramarino, transformado na sua sala de chuto... :-\

[ Read More ]
quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sophia de Mello Breyner já repousa no Panteão Nacional, transportando consigo um terrível segredo, que se estendeu dos "Ballet Rose" aos "Ballet Bleu". A seguir virá Eusébio, com os mesmos terríveis segredos

[ Read More ]
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Correio da Lola - "Foram-me à pensão, o meu querido Papa Francisquinho anda a telefonar para as Irmãzinhas do Carmelo, e agora... agora... o Eusébio. Será que o Mundo vai acabar em 2014?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Querida Lola:

Sou sua leitora, desde que escrevia crónicas para o "Notícias de Lourenço Marques", e acredito tanto nas suas palavras como no discurso do Pai Santo, Francisquinho, mas estou muito perturbada, porque vou ter cortes na reforma, acho estranhos os telefonemas de Sua Santidade... e agora (chora) morreu o Eusébio, um dos homens da minha vida. Eu acho que o Mundo vai acabar, já em janeiro...

Vera Jardim, Bairro do Catujal


Querida Vera:

Como sabe, o Mundo acaba um pouco, todos os dias, e, para muita gente, às vezes, até acaba, sem ter começado, como as abortadeiras do seu bairro, que fabricam dezenas de anjinhos para mandar para o céu, com agulhas de croché... Deixe que lhe diga que hoje, mal cheguei aqui à esquina, começaram todas aos gritos, a dizer que tinha morrido a Pantera Negra. Ora a Pantera Negra, deus me perdoe, é uma colega minha, ali, do quarteirão de cima, uma guineense, analfabeta e "agarrada" no crack, que o "Major" trouxe para Lisboa, para lhe dar trabalho, quando ainda era Cônsul Honorário da Guiné. A especialidade dela, embora o assunto não lhe interesse certamente muito, é a "espanholada", a punheta de mamas, e disso eles gostam, só que o problema das nossas mamas, ao contrário das da Teresa Guilherme e da Angelina Jolie é que são todas de plástico: aquilo basta um bocadinho mais de esforço e começa a rasgar. Ela adorava que lhe torturassem os bicos, a modos que havia dias que chegava aqui abaixo com as tetas em farrapos, como fica a bandeira nacional, naqueles dias em que o Alto do Parque é o Monte dos Vendavais, ou o Cavaco abre a fossa  para soltar asneiras, e eu pensei, desta vez mataram-na, mas não... era só o Eusébio, uma das glórias do Salazarismo. Eu até pensava que ele já estivesse morto, porque sou muito confusa da cabeça, imagine, querida, que pensava que era a Amália que ainda estava viva, e não ele. Coitado, temos pena, mas chegou a sua hora. Uma chutava com a goela, o outro cantava com as patas. Nesse tempo, o Futebol ainda não servia para branquear capitais: estava na sua infância, e só servia para branquear Regimes. Tenho de lhe confessar que o Eusébio nunca foi meu cliente, ao contrário de alguns colegas dele, das célebres cinco da manhã, em que todos os gatos são pardos. Sei que é uma linha que nunca terei no meu currículo, e por várias razões, a primeira, por que ele frequentava outras "geografias"; a segunda, porque eu, embora já vá longe, nasci... menino, e mesmo que o tivesse conhecido nesses bons anos, nunca teria tido a sorte de ser estreada por ele, que, dizem, adorava era desflorar meninas de 11 anos... É a rude voz de África, que quando se junta à voz dos Regimes, se eleva em cântico, e dá direito aos "Ballets Rose". Consta que o Eusébio era o prato de reforço desse refustedo todo, tendo introduzido a categoria do "grande e grosso", que nunca mais abandonou o nosso palco. Era a chaimite negra, e dura, o quebra gelo que abria caminho para a flacidez da brigada do reumático. Serviu o Estado Novo, e depois até conseguiu continuar, no meio de enfartes, rezas e mezinhas, a servir este Estado Velho, a que estamos todas condenadas... Lamento a sua morte, mas doeu-me mais a da Irmã Lúcia, que vivia exclusivamente para o Senhor e para o "Business". Os Três Éfes estão a chegar ao fim, incluindo Fátima, que pensa que se protegeu, ao ampliar-se, mas só vai dar mais trabalho aos demolidores de idolatrários, quando chegar a sua hora... Quanto à sua pensão, querida, olhe, nada posso fazer. Possivelmente, andou a descontar 40 anos, para receber agora 500€, que são o limiar da riqueza, na ótica da Paneleira de Estado, Paulo Portas. Teve azar: devia era ter feito como as suricatas da Assembleia "Nacional", dar faltas injustificadas durante cinco anos, e estar a receber agora 10 000€, como o Senhor Presidente da República. Com esse é que estou preocupada, porque, brevemente, não vai ter dinheiro para os medicamentos, e lá terá o seu célebre ataque de Boca em "O", o que ainda fará aumentar mais os juros da dívida. Comoveu-me vê-lo e ouvi-lo, ele, que nunca acha que é altura de se pronunciar sobre nada, dizer que o Eusébio era das personagens mais fascinantes que tinha conhecido, o que diz muito pouco sobre o Eusébio, e diz tudo sobre a Múmia de Boliqueime. Tenho muita, muita, muita pena dele, do Sr. Aníbal, que no organigrama do Pedro Miguel Cruz -- um homem que eu aviava com todo o gosto, ai, aviava, sim... -- só aparece ligado ao Banco de Portugal, por amor da santa, o rapaz enganou-se, ele esteve ligado a tudo o que é mau, em Portugal, a começar pelo BPN e a acabar no segundo resgate. Nós, por exemplo, que descontamos do corpo uma via inteira, não temos direito a nada, depois de velhas, se... se... quando lá chegamos, porque muitas de nós acabam esfaqueadas por pretos e moldavos bêbedos, os únicos que nos dão grandes fodas, mas depois ficam furiosos, quando descobrem que também temos "chicote"... Dura vita sed vita. Pensões, filha... acho que nunca verei nenhuma, aliás, minto, já vi as da Rua Bernardim Ribeiro, quando os vãos de escadas estão em dia de overbooking, e até foram juízes conselheiros que me as pagaram, para lhes satisfazer as bordas... Agora, preocupante, preocupante, são mesmo os telefonemas do Papa Francisquinho para as Carmelitas Descalças de Lucena. Toda a gente sabe que as carmelitas descalças, e até algumas calçadas, não podem falar, portanto, telefonar para lá é já saber, à partida, que o telefone se vai levantar e vai haver um enorme silêncio, a não ser que, como o homem tem um, aliás, vários parafusos a menos, tenha ligado, e dito, "olha, fala o Bergoglio, irmã, estás boa?...", e a outra, muda por castidade e voto, não pode fazer mais do que grunhir, "hmmmmm???...", e ele, "estou, sim, fala o Bergóglio, que estais a fazer?...", e elas, "HHHMMMMM!!!...". Só se pode imaginar que tenha havido uma grande pausa, muito sonsa, e Sua Santidade lhe tenha perguntado... "estás... estás... a... senti-lo?... sim, querida... hmmmmm... estás a senti-lo?... Queres mais?..." Eu acho isto decadente: prefiro os árbitros que veem cá, para serem fecundados, depois de terem estado a celebrar as derrotas da Seleção, entre pitas e muito álcool. Agora, um Papa, a fazer sexphone, isso, sim, querida Vera, pode ser o fim do Mundo, ou um ensaio geral para ele. Prepare-se, que o Ano do Cavalo vai doer. Kisses na xoxa, e um bom 2014.
[ Read More ]
quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Uma alimária chamada Nuno Crato

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Sei que já o disse muitas vezes, mas nunca são poucas as que o repito: há, em Portugal, duas pastas, que, pelo seu caráter específico, podem sempre ser ocupadas por qualquer pessoa, e estou a falar da Educação e da Cultura. A da Cultura é indiferente, já que a Cultura ou existe, ou não existe, e a nossa está a apagar-se, sendo que o respetivo Ministro, ou Secretário de Estado, é um mero "bibelot" que lhe põem em cima, para dar trabalho, e dinheiro, a um amigo, de preferência, profundamente estúpido e arrivista, e mostrar ao Mundo que nos estamos a tornar progressivamente irrelevantes, nos nossos sinais heráldicos. 

A Educação já é mais complexa, porque a questão é sempre do que estamos a falar, quando falamos de Educação?

Em Portugal, já que ainda não chegámos à fase de poder dizer "Educação = Cristiano Ronaldo", ou "Educação = Mourinho", o que não tardará muito, ainda se anda na fase das polissemias do "rigor", associadas às inúteis provas de esforço dos "exames", onde quem lá vai só ganha para o esgotamento nervoso, e para dar trabalho a uma enorme comitiva de espantalhos, que têm de ficar a fazer o número da estátua, pelas salas esburacadas, a fingir que a coisa tem dignidade, e depois apanharem com as chuvas de negativas.

Os exames já passaram por tudo, desde tentar ensinar Português através de tiras requentadas de jornal, do cocainómano Miguel Esteves Cardoso, até àquela patologia que nunca mais se titaniza, da insuficiência linguística do Mercador de Lanzarote. Com Crato, talvez a criatura mais estúpida, da tríade Lurdes, Alçada, e ele próprio, as aflições passaram para a Matemática, assunto do qual ele não percebe rigorosamente nada, já que, em vez de lhe perguntarem os cronogramas de exames a que devem ser submetidas as criancinhas, antes deveriam perguntar por que é que (-5) x (-5) é igual a +25, onde o homenzinho ficaria a gagejar, e lá acabaria num inevitável "porque sim", quando um dos fulcros da iliteracia matemática está, justamente, em apresentar, como postulados, o que não é mais do que um derivado de acerto de equações, ou seja, de operações com quantidades desconhecidas. Nesta fase, já ele estaria de boca aberta, a fazer "Han???... repita lá isso...", e enquanto ele fazia "haaaann???...", já o país teria perdido mais meio dia de atraso, relativamente à Civilização.

É sabido que Passos Coelho, um incompetente de carreira, foi escolhido pelo Sistema, para fazer recuar os índices de conforto e de literacia aos do tempo do Vacão de Santa Comba Dão, para que Cavaco Silva se cure do trauma de ter tido uma carreira interrompida por uma chatice, chamada 25 de abril. Fraquinho, remediado, com a sua mãe de santo sempre ao lado, a acompanhá-lo, para quando a coisa não vai a bem, e tem de meter macumbas, com o Relvas no bolso, a quinta essência da mediocridade do arrivismo e do despudor, aquele que se mantém, "não por que sabe, mas porque sabe como fazer", ou seja, o latoeiro, que dá um jeitinho na sucata, e consegue que o motor pegue, de empurrão, como naquelas tristes figuras de meio de estrada, em que uns neanderthais, de manga cavada, a tresandarem a álcool, e só com metade dos dentes na boca, conseguem entre baforadas de combustão tóxica, pôr uma carcaça, fora de prazo, passada com "luvas", na inspeção, a poluir mais uns quantos metros cúbicos de atmosfera, por ali afora.

No tempo do maior português de sempre, havia três categorias de portugueses, aliás, quatro: os que eram filhos de alguém, e faziam o Lyceu, para irem para um curso superior; os que fingiam ser filhos de alguém, e se punham nas pontas de pés, para imitarem os percursos dos filhos de alguém, e até lá iam, quando não se espalhavam pelo caminho; em seguida, vinham os que, por mais sonhos e aspirações que tivessem, se tinham de submeter aos atavismos da proveniência familiar, e aos apertadíssimos espartilhos financeiros, com que esse ogre, que nos deu 50 anos de atraso, os presenteava. A bem ou a mal, por que, como todos nós cá "éramos mais modestos", eles também tinham de se submeter às contingências da modéstia. A quarta espécie é a pior de todas, já que, desprovida do que quer que fosse, tinha de se contentar com assinar com o polegar molhado em tinta, e coexistir com a vergonha de pedir ao vizinho que lesse a carta do filho, que lhe vinha da Guerra de África, cheia de "propriedades", e, geralmente, com uma perna, ou uma mão a menos, quando não ficava lá o corpo por inteiro. Era uma desgraça, mas o país arrastava-se assim, tal como o retrata o brilhante documentário de João Canijo






Quem para isto olhe, das duas uma, ou fica de boca aberta, ou fecha-a com os dentes bem cerrados, para evitar morder alguém, porque ainda há quem ache que nunca deveríamos ter passado disso, e que nesse tempo "é que era bom".

Como em todos os tempos, era bom... para quem podia, e a maioria não podia, nem sequer sabia o que era poder poder.

Nuno Crato, o tal que não percebe peva da Pasta que ocupa, e não vem da Matemática, mas da Gestão, ou seja, tem os tiques da Lurdes, associados aos sorrisos de camelo da Alçada, e, agora, culminando numa economia de cadeiras, um pouco à Burkina Faso, em que, na sala, não podem estar todos simultaneamente sentados, e aqueles dois lápis têm de servir, à vez, para os quarenta desesperados, e enquanto o bico durar, porque não há aparador para a grafite, nem dinheiro para mandar vir mais, porque o BPN continua a carburar.

A fenda cruel da Lurdes, na qual alguns conseguiam encontrar o pré câmbrico do sorrir -- o que realmente separa o humano do não racional -- e ela não sorria, só entregava a fenda a ligeiras oscilações quânticas, que os jornalistas interpretavam como oráculos dos seus estados de alma, a que se seguiu o sorriso néscio da tia da "Versailles", que achava que ficava bem fazer um esgar, depois do capilé, culmina agora no arreganhar da tacha de Nuno Crato, onde a estupidez profunda, a incapacidade para esconder que está ali somente para fazer um frete encomendado por gerações de incompetentes -- nunca nos esqueçamos de que a moda começou com David Justino, uma nódoa, que era assessor do impoluto Isaltino de Morais, lá passou pela Pasta da Educação, que todos os portugueses, como comecei por dizer, podem ocupar, e acabou no presépio de Boliqueime, onde tem lugar tudo o que é remediado, sem pretensões, mas capacidade de ser nocivo -- e que agora culminou nas quotas da formação dos Portugueses.

A matéria prima da Educação são os jovens, e o seu fito a construção do Futuro: cada navalhada que seja dada na Educação é um comprometimento nacional, a longo prazo, muito pior do que os contratos assinados, em forma de concessão, por 30, 40, ou 50 anos, com os escroques das parcerias publico privadas, porque o horizonte da Educação é a Eternidade, seja lá o que isso for.

Com o sorriso da estupidez afivelado no rosto, um certo esgar, entre a bestialidade e o "tanto-podia-estar-aqui-como-noutro-lugar-qualquer", Nuno Crato, "o primo-sobrinho-trineto em 2º grau (?) do 1.º Barão e 1.º Visconde de Nossa Senhora da Luz", como reza a "Wikipédia", fez aquilo a que Salazar nunca se atreveu. Salazar limitava-se a acompanhar os fluxos, e não punha funis nos filhos de alguém, nos imitadores dos filhos de alguém, e, nem nos... outros. Este, com a desfaçatez que a ignorância sempre tem associada, passou do qualitativo ao quantitativo: 50% dos Portugueses serão "doutores", e os restantes... canalizadores, eletrecistas, modistas e reparadores de trompas de falópio de senhoras mal casadas e etc. afins.

Contrariamente ao Catolicismo, que permite que a alma condenada, por derradeira remissão, se salve no último dos últimos minutos, por arrependimento; do Luteranismo, que já é muito mais restritivo, mas ainda dá jus a uma escapadela, aqui, estamos perante Calvino e Zuínglio, que, no seu asqueroso ayathollismo, defendiam que a alma, se já estivesse condenada à partida, bem se poderia tentar redimir, que lá acabaria nas brasas, onde agora estão Eurico de Melo e Saramago.

Resta saber quem vai definir estas quotas dos 50% que terão a salvação, e dos 50% que terão a punição, mas talvez isso nos seja explicado pelo monetarista assassino, Carlos Moedas, pela boca pausada do seu fantoche das Finanças, a caricatura que dá a cara pelos sinistros bastidores que nos arrastaram, e arrastarão, para a ruína total.

Tudo isto é o quintal nacional: lá fora... está pior, com rabis vampiros a chuparem pilas de bebés, com Obama, esse cancro do séc. XXI, a ameaçar ficar "zangado", se o criminoso Assad utilizar as armas químicas que Saddam Hussein lhe pediu para guardar, e só usar, sob jura, depois de ter sido enforcado, coisa que já aconteceu. Todavia, nem tudo é mau, porque a Rússia voltou a tornar-se numa tirania, sob um tzar plebeu, e o "Curiosity" vai descobrir que havia vida em Marte, aliás, isso faz parte das promessas eleitorais do segundo mandato do caneco, que ainda não se sabe se será assegurado pelo caneco, em si, ou se pela sua nova hipóstase, um mormon, que defende que não deve haver aborto em caso de violação, ou incesto, para a mãe depois poder confirmar se a cria tem a cara de quem a violentou, ou se é igual ao pai-avô, que a montou, para estrear o que era dele...

A vida é sagrada, como se sabe, e já foi embarcada no "Curiosity", para ser posta à solta, mal isso convenha para a campanha eleitoral. Até já tem nome, e uma taxonomia associada: os vermes multirresestentes, com cona, receberão o nome de "michellídeos", enquanto os de dentes brancos e vaidade infinita serão os "obamídeos". Vai ser um milagre natural, misturado com causas da fé, e já procrastinados, metade deles, a serem vermes profissionais, enquanto os outros virão para a Terra, para frequentarem Harvard e Stanford, e até a Lusófona, através de equivalências, que lhes concederá os seus primeiros diplomas marcianos.


(Quarteto do tenho tanta, mas tanta, mas tanta vergonha de viver nisto... no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers", escola profissional, de longa data)
[ Read More ]
sexta-feira, 8 de junho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012

Cada vez mais licenciados sem emprego, mais cunhas com pluriemprego, e analfabetos como Ministros e Deputados

[ Read More ]
sábado, 28 de abril de 2012

Salazar e Cavaco, dois abortos, que, se tivessem sido feitos a tempo, não nos tinham tornado na Cauda da Europa

[ Read More ]
sexta-feira, 9 de março de 2012

Fracos com os fortes, e fortes com os fracos, seguida de uma urgente necessidade de matança do porco, na forma de Ferreira do Amaral

Imagem do Kaos

Todos os governos têm direito a um certo estado de graça, e a este eu dei-lho, aliás, na forma de prazo de validade, "governo para ano, ano e meio", evitando atacar o Passos Coelho, por causa de algumas relações próximas, e porque uns mesitos de experiência até podem transformar as almas. A verdade é que não transformaram coisa nenhuma, e Passos Coelho, neste preciso momento, não é mais do que um boneco engraçado, com figura relativamente agradável, considerando a média do pançudo e labrego português, herdado de Neanderthal, e da Moda Beirã, de onde vem tudo, ou quase tudo, o que arruinou Portugal.

Passos Coelho é um joguete de toda a porcaria acumulada, ao longo de décadas de "Democracia", e eu vou reconstruir a matrioska em que ele se tornou.

Há uns cavalheiros que gostam de situar a Origem do Mal, no Mário Soares. Pessoalmente, considero o aldrabão Mário Soares a única figura com estatura mundial que esta merda, a que chamam "Democracia", produziu. Começo, portanto as minhas causas da decadência dos povos peninsulares com uma coisa infinitamente pior do que todos os defeitos do trafulha, ladrão, vende pátrias, Mário Soares, e que se chama Aníbal Cavaco Silva, um Salazar de segundas vias, sem o maquiavelismo e a certa finura jesuítica do Vacão de Santa Comba Dão.
Com Salazar, sempre que se escava, encontra-se, por detrás de um crime, ou de uma multidão de imperdoáveis horrores, um determinado lugar em que uma certa alma pátria se revelava inviolável, e eu devo estar completamente drogado, ou tão desiludido, para escrever a linha que escrevi agora, mas já saiu e não a retiro...
Essa coisa de, num determinado momento, após anos de penúria, de vexames, de atrasos, de perseguições, de obscurantismo... essa coisa de se sentir que, no momento capital, o carrasco, afinal, levanta a mão, para nos proteger, e dizer "alto, que esse é dos nossos", é uma sensação transversal a muitos lugares da ética e da política, que Salazar, com tudo o que lhe é imperdoável, de quando em vez sabia fazer. Num caso extremo, não era qualquer um que levava a doutoramento o mais célebre preso político, Álvaro Cunhal, o deixava finalizá-lo, com a melhor nota, e o voltava a despejar na prisão.

Esses gestos seriam impossíveis, nesta multidão de reis ghobs que nos governa.

A corja que nos governa não sabe, e não sabe, mas não é de agora: não sabe, desde o tempo em que o Sr. Aníbal, que sabia tanto da aranha universal salazarista como sabe de postura humana e política, decidiu destruir o tecido produtivo e a coesão nacional do célebre "pobrezinhos, mas honrados". Quando lhe cheirou a dinheiro, ele, um canalha eurocético, que trazia um poço de boliqueime na imaginação, e uma cartilha mais desatualizada do que os neosalazaristas, saltou-lhe a bimbice toda para fora, e resolveu fazer o papel da virgem impoluta, na qual, honra lhe seja feita, Alberto João Jardim se desenvencilha de um modo muito mais brilhante, por detrás da aparente grosseria, ou traduzindo a coisa em lógica, o Alberto é um gebo por fora, e um hábil manipulador, por dentro, enquanto o Cavaco é um gebo por fora, por dentro, e aos lados.

Tudo aquilo de que Cavaco se rodeou era mau: o topo da escumalha, que ele incarnava, e incarna, conseguiu arregimentar uma legião de coisas pavorosas, ainda mais abaixo: ranhosos, como Duarte Lima, o Mister "Magoo", Marques Mendes, uma criação de sarjeta, nascida da coxa pedófila de Eurico de Melo; Dias Loureiro, um cadastrado de todos os crimes, mas ainda sem qualquer cadastro, o que é um dos milagres da fé do atual estado de desintegração do Sistema, e, depois, uns sucedâneos de uma velhas famílias de favores e linhagens, como o clã Beleza, onde uns davam ministros e outros criminosos, e o famigerado gang do Ferreira do Amaral, que vinha de carnificinas de Macau, onde tornou uma antiga gentileza imperial, num imperdoável vexame colonial .

Naturalmente, a linhagem não melhorou, ao ponto de chegarmos ao mais espantoso fundo de desaparição dos Fundos Estruturais, que foram as infraestruturas do Cavaquismo: estradas a fazer de autoestrada, com curvas e declives de morte, com fortes poupanças na camada de desgaste, para o tempo suficiente de fazer vista, e as célebres indmenizações dos IPs, onde os juízes conselheiros de 80 e 90 anos faziam variar o metro quadrado das expropriações entre os 5 tostões e os 5 milhões, consoante a graça dos interesses da corja que os detinha.

Essa forma de crime, uma das que precisava, e vai precisar, de um tribunal marcial, porque, como certos cancros, se desenvolveu, na sombra, subreptícia, mas eficazmente, até minar o país inteiro, ao contrário do título do Cesariny, num enorme Inverno Subjugado das Estradas, tem, como focinho, o focinho de porco de Ferreira do Amaral.

Dizem as más línguas que a célebre Ponte Vasco da Gama, que não acabava em lugar nenhum, acabava, afinal, nos terrenos por expropriar, da famelga Do Amaral. Os jornalistas que investiguem, porque, ao pé disso, o Freeport, dos Kusturica de Vilar de Maçada, que também deviam estar todos presos, é uma brincadeira de crianças. O Mineiro ficou com o resto, e as ostras receberam as sobras. E, quando eles deviam estar presos, também devia estar preso o presidente que permitiu o desastre do Socratismo, esse cobarde, sempre o mesmo, Cavaco Silva, que se borra com adolescentes da Francisco Arroio, e mais se borrou, ainda, com a Camorra do Aventalinho, o  Superpower da Pedofilia, e todos os "lobbies" a que sempre se vergou.


A sua última vergonha, chama-se Passos Coelho, para um ano, ou ano e meio, e as semelhanças com Américo Thomaz e Marcello Caetano são tão vagas que vai ser entre o tiro misericordioso e puxar do tubinho da eutanásia que a coisa vai findar.

A "Troika", essa epifania do Armagedão, como é sabido, vinha com a cartilha de eliminar o sarro acumulado entre os facínoras de Cavaco e os gangsters de Sócrates, as célebres parcerias público-privadas, onde o caseiro pilhava o Estado, arrogando-se de... privado; as coutadas, das empresas com pior serviço e mais pessoal da Europa civilizada -- talvez excetuada a França, onde fomos buscar todos esses "defeitos maus" -- a RTP, onde a Pedofilia grassava, desde a inocência de Carlos Cruz; a TAP, das putas e paneleiros, cujas estadias em hotéis de luxo continuamos a pagar, para ter o aeroporto mais inoperacional e corrupto da Europa; as autarquias das rotundas dos mil e uns isaltinos; os institutos dos salários de topo; o BPN, onde um gajo de que nunca se ouviu falar, vai receber metade daquilo que o mafioso do Mira Amaral, um joguete da mulata da Bonnie & Clyde, pago dos nossos bolsos, e mais uns tantos etc., todas essas coisas fortes, o Sr. Passos Coelho não afrontou, não fosse o Sr. Aníbal borrar-se pelo caminho, mas foram ferozes nas reformas das velhinhas, nas taxas moderadoras e no passe social, para o povinho não andar a armar-se em papa luxos.
Foi carinhoso, no motorista do pederasta Mota Amaral, mas decepador nas carreiras do subúrbio; cortou, nos subsídios da Dona Almira, que tinha 600 €, mas manteve as ajudas, nos muitos andrés wilsons da luz viola, que grassam na desgraça dos gabinetes, onde medra o analfabetismo, o compadrio, o apelido e a mediocridade.

O essencial é que a coisa dure, o tal ano, ano e meio, até que o Miguel Relvas consiga passar os restos de Portugal para as mãos criminosas do clã Dos Santos. Tudo o resto, acreditem, é mero entretimento -- medina carreirismo, com dizem alguns... -- para parolos.

Na verdade, não me apetece escrever mais: estou só à espera de que isto caia, e caia mal, e sobre os verdadeiros culpados. Já lhes escarrapachei os nomes aqui. A "Bruxa", do PSD, queria seis meses de suspensão da Democracia. Creio que se enganou na designação, porque nunca chegou, salvo raros suspiros, a haver Democracia. Ela antes queria dizer que era preciso suspender o Sistema durante seis meses. Por mim, era suspenso sine diae, aliás, melhor do que isso, os atores do Sistema deviam ser retirados, a bem ou a mal, o mais rapidamente possível deste palco deprimente, e levados a tribunal marcial. Infelizmente, não tenho armas, a não ser a da Escrita.

Mais uma vez, aqui ficou...

(Trio do rantaplan, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal" e em "The Braganza Mothers") 

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
[ Read More ]
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

"Salazar é a (puta) da tua tia!..."

[ Read More ]
 
 

Blogger news

Powered By Blogger

Blog Archive