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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Diário do Marcelo - Ricardo Quaresma nu, desnudo, pelado, à poil & stark naked... é... é... quando uma bicha quer :-)

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sábado, 5 de março de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Das brincadeiras aos enfermeiros e outras "parades" portuguesas"

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "O Blogue da Fernanda Canse-o"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Pois pesquisámos, e ele existe mesmo.
Chama-se "Glória Fácil", cof, cof, cof, obviamente não dispõe de caixa de comentários, não fosse aquilo descambar rapidamente para um espaço do deus-me-livre, jesus-credo, cruzes-canhoto, e até tem algumas hiperligações perfeitamente triviais, excepto uma para... vejam lá se adivinham... sim... não... sim.... não... frio... sim... não.... morno... não.... não... não...
Bem já vi que não vão lá sozinhos: pois, tem um "link" para a "Disfunção Eréctil".

Deus meu, os homens são os horríveis mentirosos, de sempre, e... no que estas mulheres ainda continuam a acreditar... em pleno séc. XXI...
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "A Amália e o "Diário da República"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Lembro-me eu, ainda não estava naquela fase de desligar sistematicamente a televisão, e "The Voice" ainda estava viva, de assistir a uma coisa chamada "Lançamento dos Poemas da Amália".
Ora eu pus logo os corninhos em pé, porque coisa escrita pelo punho daquela mulher, ou era para fazer cair o Carmo e a Trindade, ou era feita por mão alheia, porque ela já mal se tinha de pé, quanto mais escrever uma linha direita que fosse...
Depois, aparecia ela, toda recostada numa cadeira, já bem regada, para aguentar a cena, e uma franga qualquer -- adorava ter escrito o nome dela num papel, porque são estes pequenos protagonistas secundários que realmente escrevem a História -- uma franga que cantava as virtudes daquelas Rimas do Gargalo.
Achei logo que andava por ali abutre a tentar sacar papel, à pala daquele cadáver adiado, que o álcool tão bem conservava, e a confirmação veio logo a seguir, quando a entrevistadora se virou para a Gloriosa, e lhe perguntou, "então, Dona Amália, o que tem a dizer sobre os seus poemas?...", e a outra, olhar vidrado, vira-se para ela, ainda a tentar manter-se direita, e lança-lhe, com aquela fulminante voz de carrascão: "QUAIS POEMAS!!??..."
Coitada, nem a desgraçada sabia o que estava a fazer ali, nem o que lhe estavam a cozinhar nas costas.
Enfins, de outroras, ainda os dinossauros não estavam todos em museus.

Perguntar-me-ão o que é que isto tem a ver com o Choque Tecnológico, o Período Quaternário, e a Primeira-Ministra de voz agastada e cristalina. Pois a verdade é que quando a vi ontem, a anunciar que o "Diário da República" deixava de ser papel para ser um amontoado de megabites, pensei logo na Amália: naqueles dias em que o incauto cidadão quiser ir confirmar as nomeações-sombra, os valores das remunerações, e o teor das cláusulas, em caso de despedimento compulsivo dos amiguinhos, lá irá a maldosa mão da Sonsa Primeira-Ministra arrancar a tomada da parede, provocando um apagão informático e luminoso, para poder soltar, logo a seguir, aquele seu característico guincho de bichona pastosa: "QUAIS NOMEAÇÕES!!!???..."
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Cristiano Ronaldo, nu, desnudo, pelado, à poil & stark naked é o futebolista mais procurado do PornoHub, sinal de que continuam a preferir ficções a homens... :-\

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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

"The Braganza Mothers", na semana em que a "Sheilinha" mamou no Miguel Veloso

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Larama queria que lhe agarrassem na picha, mas nem os animais quiseram...

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sábado, 12 de setembro de 2015

Chantagem virtual aumenta em Portugal, o que é normal, num país onde só os outros é que fazem e são...

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domingo, 23 de agosto de 2015

Correio da Lola - "O Manoel de Oliveira morreu há tão pouco tempo, e já não se ouve falar dele, por que será?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Querida Lola:

Sou uma cinéfila, enfim, tento ser, que o Cinema anda pela hora da morte, e estou muito preocupada, por que há tão pouco que o maior cineaste de sempre, o NOSSO Manoel de Oliveira partiu, e já não se "houve" sequer falar dele. Será alguma censura dos órgãos de comunicação social?..."



Maria Adelaide Viana da Motta



Querida Milai:

Como pode imaginar, Manoel de Oliveira não é propriamente o tema que mais interesse a uma esquina de travecas, como a nossa, mas posso imaginar, pela tensão que se encontra nas entrelinhas do seu apelo, que seja sincero. Eu sei que, para pessoas que foram treinadas para acreditar que o Manoel de Oliveira existia, seja muito estranho que ele agora tenha desaparecido em meia dúzia de meses, quando se devia andar a ganir, pelos cantos, por ele, como faz a Viuvinha de Lanzarote, até que lhe doa a voz, e vai doer muito, até que se cale, e até que se cale, todos os dias muito se "houve" ela. Sabe que assim transitam as glórias do mundo, e não há qualquer censura dos órgãos de comunicação, já que o Manoel -- não se importa com que eu o trate assim, pois não?... -- se autocensurava. 106 anos, a punir-nos com a sua autocensura estética, filha. Toda a gente cumpriu o seu dever, de faz de conta, enquanto vivo, -- coitadinho, também precisava -- e a História faz hoje o seu papel, depois de morto. Mas vamos ao que interessa, já que a menina se diz cinéfila. Eu acho que, no fundo, também sou cinéfila, e muito. Pelo menos, adoro enredos, fazer teatradas e pôr os machos convencidos de que subiram ao palco do mundo, quando apenas estou a tentar que me montem, coisa que, como sabe, vai rareando, ao contrário da posição inversa... Agora, quanto à Sétima Arte, tirando os dias em que eles me levam para a fila do fundo das salas do Amoreiras, para fazer porcarias, enquanto as meninas comem pipocas e mexem nas braguilhas dos seus rastas, confesso que o que adoro mesmo são os vídeos da Sheilinha. Há mais Cinema num vídeo da Sheilinha do que em todos os filmes do Oliveira. Ela é puramente G_e_n_i_a_l, e, ao contrário do Manoel, que começou com o "Aniki Bobó" e imediatamente estagnou por aí, sendo tudo o resto uma longa agonia de mais de 100 anos, a Sheilinha tem um percurso estético muito bem balizado, pensado e conseguido, e também, curiosamente, com o bobó como grande leitmotiv. Ela é uma espécie de Grados ad Parnassum, cheio de modéstia e discrição, como compete a todas as mentes brilhantes de todos os tempos. Quem sou eu para lhe dar aulas de Cinema e de bom gosto, mas já que me escreveu, a Maria de Belém que eu tenho dentro de mim, pequenina, mas generosa, pede que lhe responda: e é assim, meu amor, a fase "Aniki-Bobó" da Sheilinha, vendo calmamente as coisas, deve começar com o seu célebre "Puto Futebolista", uma curtíssima metragem de 1' 20'', que, com escassíssimos recursos, consegue fazer reviver a densidade neorrealista de um fim de dia atrás do esférico. Uns vão para o balneário, a Sheilinha aproveitou para rodar uma obra prima, câmara estática, uma perspetiva de alçado, feita em mira fixa e com plano médio, apenas com o seu profundo e suspirado "o meu futebolista...", em que há mais poesia e naturalismo do quem em todo o Cesário Verde. Muitas vezes me pergunto, seria a Eunice Muñoz capaz de transmitir, melhor do que a Sheilinha, aquela colocação e projeção de voz?... Veja atentamente, e repare na qualidade dos cenários, dos adereços, do salto alto chinês, da liga, da meia de vidro rasgada, a evocar a "Grande Depressão", o maneirismo da média luz, da captação de som, que em nada se parece com a locução dentro de caixa de sapatos, nem com aquele grasnado falso e teatral, das múmias estáticas e ganzadas, dos filmes do Manoel. É um dos primeiros grandes papéis da nossa Sheilinha, e muito próximo do "Puto de Oeiras", outra obra prima, todo filmado à rebours, começando na leitada, e só depois recriando a esfrega que a ela conduziu, tudo em puro plongé, grandes planos, os diálogos reduzidos ao indispensável, ao "abre...", ao "castiga-me...", e um calor tão somente assegurado pelos dois intensos minutos de gemidos. Toda a inquietação da passagem da juventude à idade adulta, condensada numa mão cheia de magníficos segundos de bom cinema, é isso, e só isso. Na fase seguinte, a Sheilinha faz a sua primeira incursão pelo filme histórico. É a altura do "Pantera", uma vivida homenagem a Eusébio e ao mangalho de Barrancos, que depois virá a repetir, em "Mamada com o meu bonzão negro", e a de "Ricardão", que muitos consideram ser a sua "Salomé", dada a omnipresença da encantadora "Dança dos Sete Véus", com que a obra prima começa, e o seu São João Batista, que lhe mete a cabecinha do dedo, e acaba a enfiar a cabeçorra do caralho. Não há diálogo que ali não seja cuidado, e eu até quase que podia assegurar que lá está a mão e a visão premonitória de grandes vultos, como Agustina Bessa-Luís, Vasco Graça Moura e José Rodrigues dos Santos. Mas, na verdade, quem será o autor dos maravilhosos "Miau...", que vão pontuando todos os grandes planos que asseguram o enredo, e que a Sheilinha maravilhosamente incarna?... Há uma preocupação ecológica e de reaproveitamento de recursos: o seguinte penetra-a utilizando sempre o lubrificante do anterior. Já o "Sr. Doutor deu-me leite", querida, contornando todos os academismos e voltando a apostar num tirado polo natural, é um retorno à narrativa tradicional, que antecede a passagem às grandes produções, como "Foda à noite, em Coimbra", em que os valores do campo e da atmosfera noturna triunfam sobre a intensa voragem de interiores que a precedeu. É a sua fase Monet. Como no Período Barroco, a Sheilinha dirige os seus gloriosos concertos brandeburgueses a partir do cravo, e é simultaneamente realizadora e atriz, quando não está a levar atrás. Quer mais economia?... Quer mais precisão de estilo?... É o próprio Princípio de Maupertuis, a dizer que se pode chegar a grandes resultados com a maior economia de meios!... Presentemente, minha fofa, a Sheilinha inspira-se diretamente nos grandes clássicos, e no estar diariamente a recriar a sua "Olympia" nas molduras de espelhos das Folies Bergères. É o período atual, das crossdresser que se comem umas às outras, e parece indiciar um período intimista, muito mais autobiográfico, de uma grande carreira, que só agora começou. Outros dizem que caminhará para as épicas, a dois, a três, ou a mais, como Kurosawa, ou avançará para Shakespeare, mas... mas... who cares?... Eu sei que deve estar avidamente a ver todos os filmes que lhe recomendei, e acabará por me dar razão: neste poucos minutos da Sheilinha há, ou não haverá, muito mais arte e profundidade do que nos quilómetros de película queimada do Manoel?... Se isto não é Cinema, então, por onde andará o nosso Cinema?... Precisou de alguns subsídios do Estado, para produzir obra prima atrás de obra prima?... Não!... Quer que seja sincera?... Ela é o nosso Eisentein, sim, o nosso Eisenstein, a inspiração de todas as crosdresser deste país!... Deleite-se com o que é bom, por que, por melhor que agora se ande a anunciar por aí o "Montanha", de João Salaviza, tenho um dedinho que me diz que ainda acabarão os dois, o Salaviza e a Sheilinha, a rodar uma mega produção, que o Cinema Português bem anda há muito tempo a precisar dela, pois anda. E por aqui ficamos. Um kisse nessa xôxa, meu amor, e espero que tenha ficado saciada.


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sexta-feira, 19 de junho de 2015

20% dos gays não sabe se teve contacto com HIV. Já os heterossexuais apresentam uma margem de conforto muito maior, por que são quase 80% a desconhecer

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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Em Portugal, já há 19 000 cães perigosos, à espera de abate

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Misteriosa "condessa", paga por Sócrates, ou seja, pelos contribuintes portugueses, poderá ser muito bem aviada, e parece que os deixa todos rebentados nas traseiras... :-)

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Há 10 anos que José Sócrates e o seu Polvo, de ladrões, vigaristas, sucateiros, lixeiros, futebolistas, mulheres compradas, jornalistas de pé descalço, pedófilos, traficantes e escroques começou, com Maioria Absoluta, a arruinar Portugal

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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Correio da Lola: "Querida Lola, fui eu que espalhei bactérias da Legionella pelos ginásios da Grande Lisboa, para acabar, de vez, com os heterossexuais passivos, mas tenho medo de ter ido longe de mais..."




Querida Lola:

Não consigo ir para a cama, com a consciência, de pesada que a tenho... Portugal inteiro está em pânico, com uma coisa de que só eu sei a causa, e estou lavado em lágrimas... Só deus sabe se deus me perdoará o que fiz, mas, confesso, fui eu que roubei uma amostra de Legionella do Instituto Gulbenkian de Ciência, fui ao ginásio, e para me vingar dos casados mal fodidos, que lá andam à procura de picha, larguei aquilo nas caldeiras e fui-me embora... Agora... agora... agora, tenho uma dor tão grande, tão grande, no coração... Acha que Portugal inteiro vai morrer?... Ajude-me, por favor, se puder... :-\



Xxxxx Xxxxxx, de Xxxxxxx Xx Xxxx

Querido  Xxxxx:

Tive uma semana tão horrível que só a sua carta me poderia ainda pôr mais mal disposta. Sinceramente, espero que os Serviços  Secretos da República, como é hábito, não nos estejam a ler, por que o me está a contar é o equivalente a uma pura tentativa de genocídio. Se eu fosse uma traveca decente, em vez de lhe responder, enviava já isto para o Tribunal Internacional de Haia, e eles punham-lhe à perna o Eddie e a Keela, para o apanharem logo, pelo seu mccaniano odor de cadáver. A verdade é que a vida está cara, e eu vivo disto, de maneira que vou fazer um horroroso esforço, e vou mesmo responder-lhe. Para já, devo dizer que compreendo perfeitamente o seu asco sempre que, de cada vez que tenta entrar num ginásio, tem logo 30 casados passivos atrás de si, a tentarem mamar-lhe na picha... Eu sofro do mesmo, no Conde Redondo, mas é completamente diferente de apanhar com isso num espaço fechado, limitado e cheio de vapores de sauna. Contam-se histórias horríveis, de paneleiras e de senhores decentes, alguns, até titulares de cargos políticos, que passam o dia, não no tapete, a queimar gorduras, mas nos duches, a queimar as pestanas com o desfile dos caralhos peludos. É normal que tenha decidido optar pela Decisão Final, e arranjado uma doença que se propagasse especificamente pelos vapores dos chuveiros e dos banhos turcos: é justo, legítimo e eficaz. Também não é o primeiro na História e não será o último Adolph, se deus quiser. Igualmente compreendo que a solução biológica lhe tenha parecido a mais simples: um saltinho ao IGC, onde é fácil ir buscar qualquer vírus ou bactéria, e depois deitar aquilo nos ventiladores do seu ginásio, que não sei se é o Holmes Place, se o Ginásio dos Bombeiros Sapadores de Vila Franca, o que vem dar ao mesmo, e... olhe, vou ser sincera, pelos contornos da história, e apesar de me ter enviado a carta anónima, só me faz lembrar um certo Ivo, dessa zona, muito conhecido, que tem passe-duches, e andava de Holmes em Holmes, a mamar mangalhos, e a arriar cacetes, muito fresca, muito cool, muito donzela, mas depois acabava nas estevas de Entrecampos, com polícias ajoelhados a aviarem-no a ele, e a engolirem, mas isso são outras longas histórias... Como lhe disse, esta semana tem corrido péssima, já que depois do berbere passivo, a situação está a agravar-se no Algarve, por que parece que a "Sheila" e a Laura "Bouche" viram outro camionista ótimo descer da cabine, pôs-se no chão de cu para o ar, a falar sozinho, a outra viu um homem fantástico, de cu para o ar, pensou logo, "quer apanhar no rego", e pôs a sarda de fora, ao pé da cara dele... Foi muito mau, por que ele era muslim, estava na oração, e rogou-lhe pragas que nem Maomé quando lhe falaram do toucinho!... Felizmente foi perto de Boliqueime, onde não acontece nada, desde a Idade Média, por que se tivesse sido em Homs, tinham logo decapitado aquelas duas paneleiras. Enfim, voltando ao nosso assunto, como disse, estou profundamente solidária com o seu desconforto, já que deve querer dar músculo ao seu corpo, para acabar numa sarjeta da Teresa Guilherme, e depois está permanentemente a ser incomodado, com passivas que querem mas é ginasticar a fêmea, ou o vírus, que têm dentro de si. Este é o Portugal real, o tal que não passa nas televisões generalistas, mas acontece todos os dias, hora atrás de hora, 24 horas por dia, já que a paneleirice, ou o vício de pegar macho, é o império onde o sol nunca se põe, filho. Contam-se histórias inacreditáveis desses antros de depravação, de passivas, que levavam raspadeiras, só para arrancar a proteção das paredes de vidro dos duches, para poderem ver o sardão molhado do lado; gente que escorregou em tapetes de lagonha, sei lá, tanta coisa... Eu sei que está com a consciência pesadíssima com o seu ato, e tem razões para estar: Beria começou, e acabou, assim. Pol Pot... o mesmo, e King Jong-un, também, embora não vá durar tempo suficiente para o saber, como o Al-Baghdadi, que, finalmente, acabou, ontem, sem pernas, nem braços, numa cadeirinha de rodas. Agora, como deve ter conhecimento, tenho uma mente muito pragmática, e vou responder-lhe seriamente. Como sabe, por cada heterossexual passivo que venha a morrer, em Portugal, vai ficar, pelo menos, uma viúva e três órfãos, o que quer dizer que, de um núcleo familiar, inicial, de cinco pessoas, o seu ato vil vai obrigar a uma redução de 5 para 4, ou seja, de 20% dos lares portugueses... Isso não é mau, pode ser saudável, para a quebra dos números do Desemprego, e até pode ser ainda mais afinado, mas acolchoado, já que, se o heterossexual passivo fizer parte das Famílias Numerosas, da Opus Dei, o estrago até pode ser menor, e reduzir só para 10, ou, mesmo, 5%... Na verdade, não sei até onde podem ir os estragos da sua vingançazinha pessoal, mas a verdade é que, dando essa coisa da Legionella como exponencialmente expansiva, pode acabar, mesmo, com os heterossexuais passivos, em Portugal, ou colocá-los no nível periclitante de existência do Lince Ibérico. Cheira-me a que vamos ter então um programa do Attenborough ou daqueles chatos, da Quercus, na RTP-2, que felizmente já ninguém vê, exceto a "Maria Adelaide" Poiares Maduro -- olhe, desculpe o àparte, mas já pensou em arranjar uma legionella especial, só, só, mesmo só, para "essa" histérica?... Era um favor que nos fazia, por amor da santa... -- Depois, pelo que diz o "Expresso", isso parece que só ataca acima dos 30 e até aos 90, o que pode atenuar o seu crime, caso venha a ser destinado a prescrever na Relação, já que uma praga, em massa, nas idades avançadas, poderá ser uma forte jogada e um ovo de colombo no declínio do sistema de reformas, da Segurança Social. Já reparou na alegria da Troika, se subitamente os reformados morressem todos nos duches?... A poupança que de aí viria?... Será essa a tal "surpresa" de que a Loira Sebosa das Finanças fala?... Então, nós iríamos ter um mundo só de adolescentes e vinteagers, o que seria a alegria, o nirvana, da Teresa Guilherme, e só cheio de crianças órfãs, o que poderia pôr a bancada renovada do PS, António Costa, a babar-se, e com os olhinhos a brilhar, muito cintilantes, com ver Portugal, finalmente, transformado naquela gigantesca Casa  Pia com que sempre sonharam. Isso, sim, é que seria a reforma estrutural do Estado. Agora, há uma coisa que lhe vou dizer, para esfriar os ânimos: no meio disso tudo, ainda se arriscava, numa população onde os cuidados sanitários não são muito cuidados, e há muita gente que não toma banho de qualidade nenhuma, a só ver sobreviver os feios, porcos e os maus, meu deus, uma gigantesca necrópole de sem abrigo, de gordas mal cheirosas do Pingo Doce e de criancinhas perdidas, com o Ferro Rodrigues atrás, atrás, anda cá meu menino, que eu tenho aqui uma legionella muito linda para te mostrar. Deus nos "Livre", não acha?...
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