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quarta-feira, 31 de outubro de 2018
sábado, 27 de outubro de 2018

Brasil, #ÓdioNão

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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

O Brasil precisa do apoio dos cidadãos da Aldeia Global: partilhe a imagem de uma semana decisiva, #AllweAreBrasil

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terça-feira, 23 de outubro de 2018

Um dever de liberdade: publicação integral do último texto de um jornalista assassinado, Jamal Khashoggi



"No artigo intitulado “O que o mundo árabe precisa mais é de liberdade de expressão”, Jamal Kashouggi começa por notar que, olhando para o relatório “Liberdade no Mundo”, relativo a 2018, o único país árabe classificado como “livre” é a Tunísia, sendo que a Jordânia, Marrocos e Kuwait são considerados “parcialmente livres”. Todos os outros são considerados “não livres”. Conclusão? “Todos os cidadãos árabes que vivem nesses países são desinformados ou mal-informados”, sendo por isso incapazes e impossibilitados de discutir publicamente os assuntos que dizem respeito às suas vidas diárias porque “a narrativa estatal domina a mente pública”.

“O mundo árabe estava cheio de esperança durante a primavera de 2011. Jornalistas, académicos e a população em geral estavam cheios de expectativas de uma sociedade árabe brilhante e livre nos seus respetivos países. Esperavam emancipar-se da hegemonia dos seus governos e das tentativas consistentes de censura da informação. Mas essas expectativas foram rapidamente destruídas e essas sociedades ou recuaram para o antigo status quo ou enfrentam agora condições ainda mais duras do que antes”, escrevia Jamal, criticando o “silêncio” da comunidade internacional perante os casos de jornalistas que escrevem de alguma forma contra o poder instalado e que acabam presos.

Segundo escrevia Jamal Kashouggi, os governos árabes foram tendo cada vez mais carta branca para silenciar os media. “Houve um tempo em que os jornalistas acreditaram que a Internet iria ajudar a propagar a informação, longe da censura e do controlo a que a imprensa escrita estava sujeita. Mas estes governos, cuja existência depende em grande medida do controlo da informação, acabaram por bloquear a internet, tal como prenderam repórteres locais e pressionaram anunciantes a prejudicar a receita publicitária de determinadas publicações”, acrescentava, ressalvando que aqui ou ali havia um oasis. É o caso do Qatar, cujo governo “apoia a cobertura internacional de informação”. “Até o Líbano, que é a joia da coroa do mundo árabe no que diz respeito a liberdade de imprensa, acabou por ser vítima da polarização e da influência do Hezbollah pró-Irão”, diz.

O mundo árabe está a enfrentar “a sua própria versão de cortina de ferro”, escrevia o jornalista saudita um dia antes de desaparecer no consulado do seu país na Turquia. E dava o exemplo do que se passou na Guerra Fria, onde a Radio Free Europe teve um importante papel em manter a liberdade. “Os árabes precisam de algo parecido”, escrevia. “O mundo árabe precisa de uma versão moderna da antiga media transnacional para que os cidadãos possam ser informados dos eventos à escala global. Mais importante: precisamos de uma plataforma para as vozes árabes. Sofremos de pobreza, má gestão e fraca educação, se criarmos um fórum internacional independente, isolado da influência dos governos nacionalistas e da sua propaganda de ódio, os cidadãos do mundo árabe poderão finalmente pensar sobre os problemas estruturais da sua sociedade”, rematava".
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Exclusivo "The Braganza Mothers": primeiras imagens de tomada de posse de João Galamba, o doutorando do "filho do outro", como Secretário de Estado da Energia... Negativa :-)

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sábado, 13 de outubro de 2018

Nas tardes dos frutos sextos e bissextos

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

The Special One… percent, Cristiano Ronaldo, diz que não dá nem mais um tostão à Kathryn Mayorga, para ela se calar sobre a violação anal (anal rape) -- ai, meninos, dá deus cona a quem tem nozes!... --, e achamos que ele faz muito bem, por que isso dos “Tostões” é do tempo da miséria do Bairro de Santo António, em que a Dolores andava de porta em porta, a tentar juntar vinte escudos, para pagar mais um vidro das vizinhas, que o filho, burro como as casas, e mentiroso, tinha partido com as boladas obsessivas dele. Dizia a Dolores, “não lhe perguntem nada, por que ele vai sempre negar, e dizer sempre que foi um outro, minha senhora, isto é uma grande infelicidade, eu prefiro pagar já, por que não quero mais vergonhas neste bairro, o meu Dinis já está caído ali na esquina, perdidinho de bêbedo, o álcool já era a nossa desgraça, e agora veio mais este filho, tanto sofrimento… olhe lá, quanto foi o vidro?... Tome lá, por amor de deus… Prometo que ele não volta a partir… pelo menos, esta semana…”, e lá ia a Dolores, coitada, nem ela sabia que um dia ia ter de fazer uma corrente na “Intermete”, para defender o seu filho mentiroso, #ronaldoestamoscontigoatéaofim, até já mandou um email à mãe do Renato Seabra, para saber como é que estas coisas se fazem, para não correr mal desta vez, e não é só a Dolores que está com ele, e a torcer por ele, por que também nós, “The Braganza Mothers”, estamos agora também com The Special One… percent, e #estamoscomocristianoronaldoatéaofimassimcomoestivemosdesdeoinicioadesmontarafarsa, sobretudo agora, que o fim chegou. E quanto à Kathryn Mayorga, avisamos já que ela não é de aceitar “tostões”, prefere cash e em dólar forte, e tanto pode pagar ele, como o primo, se ele for porco suficiente para acusar o primo do abuso anal, que ele é menino para isso e para muito mais, e já sabemos que a Kathryn até está aberta a um acordo mais amplo com The Special One… percent, que é aceitar ser a Dolores Aveiro a pagar pelo filho mentiroso, nem que o guito saia do bolso dela, ou seja, que tenha de meter no prego os dentes que o filho lhe mandou compor em tempos, numa loja de ferragens do Funchal 😊



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



#ronaldoestamoscontigoatéaofim: "Apesar do ar de rufia que o cabelo meio comprido, a roupa suja e os dentes tortos lhe davam, Cristiano Ronaldo não era maldoso. Só tinha mau feitio. A sua alcunha era Menino Chorão pelas birras que fazia sempre que perdia um jogo no Andorinha, onde o pai tinha posto uma cunha para ele jogar. O treinador, Francisco Afonso, conta à SÁBADO que as fitas no balneário eram tão grandes que até lhe pediu para não aparecer mais no estádio nos dias dos jogos com o Marítimo – onde a derrota por uma goleada era certa.

Na Rua Quinta do Falcão, a sua fama não era melhor. Os vizinhos odiavam os pais de Ronaldo, que permitiam que ele passasse as noites a dar pontapés numa bola contra as paredes ou a partir os vidros das suas casas. Depois fugia e dizia sempre que tinha sido outro miúdo. A mãe nem queria ouvir falar em ter de assumir essas despesas. "As pessoas não ficavam nada satisfeitas. "Ele estava sempre a incomodar", conta [...] Joel Santos, dono de um bar que ficava a 50 metros da antiga casa da família Aveiro".
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

"The Braganza Mothers" apoia Paulo Dentinho e o excelente texto sobre as putas do Futebol, que redigiu, por que há os botas de ouro de primeira, os botas de ouro de segunda categoria, os botas de ouro de terceira categoria, etc. Depende do estatuto deles, mas, sobretudo, do estatuto de quem os inventou. Questão de perspetiva... Um “não” de uma puta – e as putas também têm direito a dizer “não" às putas de bota de ouro – vale nada, nada, nadinha de nada. Um bota de ouro é uma mercadoria. E se a puta tiver auréola de herói nacional, é puta de certeza, no mínimo dos mínimos, um aproveitador sem escrúpulo algum, logo, uma valente puta!... Os factos... mas quem é que se importa com os factos, carago, que se fodam os factos!... Estava mesmo a pedi-las, e foi o que foi. Felizmente não é a mamã, a Dolores Aveiro, a filhota, ou o filhote das barrigas de aluguer de alguém. Por que, nesta justiça das filhas, será sempre um filho da puta, uma puta filha de ninguém...



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Tudo o que ela sentiu foi um hacker que lhe entrou pelo modem e simulou as sensações. Feridas feitas pela realidade virtual, com o ADN do primo, que o tinha posto na ponta da picha, só para incriminar a melhor bota de ouro de sempre.  The special one... percent não participou, e ficou só a ver :-)
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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Cristiano Ronaldo está em Lisboa, com a sua boca da servidão, Georgina, e veio encontrar-se com os seus caríssimos advogados, para largar o guito e forjar a nova versão, Carlos Cruz, da violação anal da Kathryn Mayorga: afinal, assim como o Carlos Cruz tinha um sósia, que punha os órfãos da Casa Pia a snifar coca, antes de os vestir de toureirinhos à antiga portuguesa e os enrabar depois, nos bastidores do Teatro Vasco Santana , também The Special One... percent... tinha um sósia, o primo, que a tem grande e grossa, a viajar incógnito, sempre no meio dos amigos. E era tão sósia, tão sósia, e tão primo que até o ADN nas feridas traseiras da violação da Kathryn Mayorga era igual ao ADN do The Special One... percent original. Estes sósias é que são bons e caros, e não são sósias para todos, são sósias só para quem tem primos e cunhados, e para quem phode... perdão, para quem pode. Corja :-)

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Divulgado o acordo para Kathryn Mayorga ficar calada sobre as feridas anais provocadas pelas investidas do Special One... percent, Cristiano Ronaldo. O acordo, lido ao contrário, é uma confissão, assinada pelo próprio One Percent. Pois, se foi assim que ele o quis, que assim seja... :-)



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  1. A senhora P. deve ser totalmente responsável por todas e quaisquer dívidas.
  2. O processo de resolução deve ser pago dentro de sete dias consecutivos depois de (a) a senhora. P. dar o processo resolução final executado e (b) o advogado dela dar instruções completas de pagamento, incluindo um formulário W-9 à firma de advogados dela.
  3. As partes e conselheiros concordam com (a) confidencialidade em relação aos termos do acordo, discussões respeitantes ao acordo e discussões tidas durante a mediação, (b) um acordo de não divulgação dos alegados eventos e eventos subsequentes, incluindo discussões com as autoridades e profissionais de saúde (e documentação que tenha resultado das mesmas); não obstante este cláusula de não divulgação, a senhora P. tem permissão para divulgar os alegados eventos aos prestadores de cuidados dela desde que não divulgue a identidade do senhor D., direta ou indiretamente.
  4. As partes também concordam que no caso de divulgação dos alegados eventos a terceiros fora do controlo da senhora P, ela não será responsabilizada por quaisquer danos sofridos pelo Sr. D. desde que (a) ela não seja responsável pela divulgação, (b) até sete dias após a assinatura do acordo, ela aconselhe esses terceiros que saibam dos alegados acontecimentos e estivessem a par da identidade do senhor D. a não revelarem esse conhecimento (c) se questionada a propósito dessa revelação ela não desse resposta e se afastasse (se questionado pessoalmente) ou desligasse (se questionada por telefone)
  5. As partes concordam numa não-depreciação mútua entre eles.
  6. A senhora P. deve retirar quaisquer acusações criminais contra o senhor D., mas as partes reconhecem que a senhora P. não tem qualquer controlo das ações policiais.
  7. As partes abaixo assinadas acordaram resolver a disputa acima indicada por um total de trezentos e setenta e cinco mil dólares americanos como resultado de uma mediação. Documentos de acordo oficiais, consistentes com esta memoração, vão ser elaborados assim que for possível. Cada parte vão acartar com os seus custos e despesas judiciais. O seguinte descreve o acordo:
  8. A senhora P concorda em entregar ao senhor D os primeiros nomes de qualquer pessoa a quem tenha contado (a) a sua alegação de violação (b) a identidade do senhor D. Ela também concorda em fornecer ao seu advogado, quando fornecer o acordo final executado na data de hoje, uma lista dessas mesmas pessoas com os seus nomes e apelidos, para uso no caso de uma reivindicação de uma divulgação não permitida posteriormente.
  9. O senhor D concorda que no caso de o teste de doenças sexualmente transmissíveis da senhora P, até 14 de junho de 2010, der positivo e for notificado disso, deverá, em 30 dias, fornecer à senhora P um exame médico para DST obtido depois de 12 de janeiro de 2010.
  10. As partes acordam que a senhora P vai escrever uma carta para o senhor D (que não esteve presente em pessoa na mediação) que deverá, como condição para o acordo, ser lida ao mesmo pelo seu advogado português, o senhor Osório de Castro, que deverá depois garantir à senhora P que a mesma carta foi, de facto, lida ao senhor D. A carta deverá ser entregue ao advogado ao mesmo tempo que a senhora P lhe entregar uma cópia do acordo final; e a carta deve ser lida ao senhor D num prazo de duas semanas a partir do momento em que o senhor Osório de Castro a receber; e a comunicação dela para o senhor D deve ser feita à senhora P imediatamente depois da sua ocorrência.
  11. Ao mesmo tempo que a senhora P entrega ao senhor D uma cópia do acordo final, ela deverá também entregar o certificado de que destruiu ou eliminou permanentemente qualquer acordo e outros materiais eletrónicos ou escritos gerados ou recebidos como resultado dos alegados eventos, exceto para revelar a provedores de cuidados de saúde, numa base de necessidade de conhecimento, informações relativas à sua condição e lesões, mas sem nunca divulgar a identidade do Senhor D.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Brasil





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Há os povos da boa fama e os povos da fama duvidosa. Se esquece o lugar dos últimos, pela força do seu mau exemplo. No lado inverso, se aumentou o povo alegre brasileiro. Em cidades e florestas de um mar enorme, não morre ele de fome, nem de tristeza. E quando lhe fadam um pé descalço, logo veste a face do seu melhor sorriso.

Diz-se dos brasileiros enganarem dias maus a cantar, e em dança vencerem quaisquer restantes. O seu sotaque é verde, e a voz pintada de amarelo. Por ali existe um país tisnado de sorrisos, a dominar os enormes hemisférios. Pois assim se fez a imagem de um vasto festival de cores.

O brasileiro singra agora um mau momento. Como em Goya, e deitado no divã da sua análise, reviu os monstros todos da Razão adormecida. Ao reabrir os olhos, se multiplicaram bocas estridentes de frases fáceis. E em todas elas sempre as crónicas encontraram guerra extensa. Pois nunca a pobreza ditou conselhos de boa política, mas tão-só as palavras divisoras das gentes.

No fechar da semana, terminará a psicanálise deste voto brasileiro. Dela se viu ter sido penosa, e mostrado ao mundo um espanto de inquietação. Nela, mais se não pressentiu do que o Brasil inteiro, a duvidar das nações felizes.

Domingo, haverá os brasileiros quebrados de um grande mal, e também haverá os brasileiros órfãos dos males maiores. E só nesse tempo se poderão contabilizar as horas tantas perdidas. Porquanto diz a História ser rápida a morte dos tiranos, enquanto é longo o luto dos seus seguidores.

Mero navegador do Tempo, relembro de Oscar Wilde o dizer das boas reputações, que só quando deveras perdidas, recebem o seu devido valor. Ora devem as vozes civilizadas desejar um exemplo de fama generosa ao povo irmão. Pois não haverá harmonia nas restantes gentes, antes de que os brasileiros enterrem as suas sombras, e regressem à serenidade simples do seu sol de sempre.




(Luís Alves da Costa, outubro de 2018)
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domingo, 29 de outubro de 2017

mais uma hora

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Antes que chova, que me constipe, que me pique. Antes do solstício, da nortada, da fila na estrada. Antes do Natal.
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domingo, 22 de outubro de 2017

paisagem sem árvores

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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Constança Urbano de Sousa, uma consciência pesada (em atualização)

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Constança Urbano de Sousa, uma consciência pesada (em atualização)

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domingo, 15 de outubro de 2017

as outras cores

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Definiram o território comum e o que não pode ser partilhado, cigarraram loas às noites quentes e aos dias mornos, vestiram-se de outras cores
Alheadas, as folhas insistiram em cair, mas eles não perderam o sul. Delas fizeram barcos e diz-se que navegam ainda em águas calmas.
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domingo, 8 de outubro de 2017

sete de outubro

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Não fora este calor, ia para a escola outra vez. Sujar as mãos de tinta, esconder uma folha vermelha entre as páginas treze e catorze do livro de leitura, jogar à barra, saltar o plinto, comer pão com marmelada e chá gelado. Eventualmente, aprender a escrever.
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Lua cheia de outubro

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