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domingo, 17 de novembro de 2013

Passos Coelho quer que os Portugueses se unam todos. Mas nós estamos todos unidos, pá, unidos, contra... ti e a tua corja :-)

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Cartas anónimas bombardeiam Paulo Portas, e avisam-no para deixar de sonhar com ser Primeiro Ministro, e que, se for preciso, vai-se reabrir tudo, desde o Processo do Parque aos duches do Estoril

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terça-feira, 16 de abril de 2013

O criminoso Ulrich "está perplexo" com as declarações de Passos Coelho. Nós também, mas achamos que ele (Ulrich) aguenta, ai, aguenta, aguenta :-)

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sábado, 2 de março de 2013

2 de março: os Portugueseses que nunca viveram de cambalachos vêm para a rua dizer que querem viver em Democracia, numa sociedade regida pelo Direito e não pelas Sombras e compadrios

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do Kaos

Queremos uma sociedade onde Cavaco Silva deva estar em Tires, e não em Belém; uma Justiça capaz de prender e punir Dias Loureiro, Armando Vara, Pinto da Costa, José Sócrates, Paulo Pedroso, Ferro Rodrigues, Jaime Gama, Isaltino de Morais, Valentim Loureiro, Nobre Guedes, Durão Barroso, ou Paulo Portas; um país onde ministros como Miguel Relvas se deviam demitir, à mínima suspeita sobre o seu percurso e as suas ligações; um país onde o Governo possa sair à rua, sem ser sob o permanente apupo das multidões. Queremos um quotidiano calmo e justo, onde olhemos para o lado, e vejamos que o que triunfa é o mérito e não o compadrio. Queremos ligar a televisão e saber o que está a acontecer em nosso redor e no mundo, sem sermos imediatamente afogados em horas de Fátima, Futebol e lixos afins. Queremos ser governados pelos Partidos nos quais votamos, e não pelos agentes das sombras, e suas dinastias, a terem início em Euricos de Melo e a acabarem em Marques Mendes, ou a começarem em Vítor Constâncio, com apeadeiro em João Constâncio, e a culminar nos "jovens turcos" (?) do P.S., como João Galamba. Não queremos ter como Supremo Magistrado da Nação um indivíduo que arruinou o País, vendeu a Agricultura, as Pescas e a Indústria por um punhado de moedas e favores, e esteve rodeado dos culpados dos mais diversos crimes, desde o favorecimento, o nepotismo, a fraude, o roubo do erário, o assassínio e a destruição da identidade nacional. Queremos saber porque continuam a sorrir, nas televisões, Leonor Beleza, Catroga, Mira Amaral, Zeinal Bava, António Mexia, António Borges, Vítor Gaspar, Carlos Moedas, Jorge Coelho e Nuno Crato. Queremos um país de homens que usem calças, e não avental. Queremos um país de gente que use o cérebro e não se autoflagele, com os chicotes da "Obra", durante a noite. Queremos um país onde o Presidente do principal órgão de soberania, a Assembleia da República, não seja um fantoche rotativo, entre a Maçonaria e a Opus Dei. Queremos que todos os processos cheguem ao fim. Queremos saber quem são os pedófilos que governam Portugal. Queremos saber para onde vai o dinheiro dos nossos impostos. Queremos que o Caso BPN seja esclarecido e todos os seus responsáveis punidos. Queremos saber a lista mais secreta de Portugal, a dos acionistas privados, donos do BPN, que teve força suficiente para levar a que o maior escândalo financeiro da história do país tivesse forçado um governo a nacionalizá-lo (!), e a pôr-nos, a todos, num regime de protetorato estrangeiro, tutoreado pelo FMI.

Queremos cumprir o sonho de Afonso Henriques, e não sermos governados pela sociedade criminosa de Bilderberg e do Senhor Balsemão, nem pela Goldman Sachs, nem pelos inúmeros bandos de assassinos económicos sem rosto, que estão a minar o Mundo. Queremos levantar dinheiro do multibanco, sem que ele cheire logo a sangue de Angola, dedadas amarelas da ditadura chinesa ou ao cheirar da coca da Venezuela.

Queremos ser Portugueses. 
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Lisboa saúda os estivadores europeus :-)

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sábado, 17 de novembro de 2012

Miguel Macedo borrou-se de medo, porque sabe que os regimes caem assim, e deu ordem à polícia para... carregar :-)

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O comportamento dos sistemas longe do equilíbrio, d'après Prigogine, com a Assembleia "Nacional" como miserável pano de fundo

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Hoje, vinha escrever sobre a mulher mais poderosa do Mundo, mas a súbita degradação do clima social português obriga-me a voltar à teoria dos sistemas.

Num patamar eidético, todas as imagens televisivas, com as infindáveis montagens permitidas pelas televisões e outros órgãos de intoxicação social, são sulfurosamente mais poderosas do que o enunciar dos discursos. Algures, num desses canais de paralelização da Realidade, na forma de metadiscurso ideológico, passaram, ontem, imagens de violentas cargas policiais, entremeadas de um Cavaco, senil, e idêntico à imutável caricatura de si mesmo, que cultivou, desde os idos de 80.

No imediato, e no subliminar, a mão organizadora do instrumento visual estava a fazer um apelo à indignação, nas formas extremadas da sublevação.
Há um axioma da Sociologia que diz que, quanto menos forem sofisticadas as sociedades menos terá de ser sofisticado o encriptamento subliminar, e isto é um enunciado trivial, tão trivial que, para espectadores posicionados em patamares infinitamente afastados da base, como é o meu caso e o dos meus leitores, o caráter sistematicamente pouco elaborado dos processos de instigação torna-se inquietante, porque revela que o público alvo, decididamente, deixámos de ser nós, e a "target", neste momento, desceu aos tristes limiares da claque de Futebol-very-lights, dos apreciadores literais da "Casa dos Segredos" e dos tristes rastejantes de Fátima.

Num isomorfismo da Lei de Jakobson, e passe-se a controvérsia que, nos seus fundamentos, a abala, por excessiva simetria, há uma hierarquia do progressivo grau de intoxicação dos enunciados miméticos da Realidade que é inversamente proporcional ao nível crítico dos seus intervenientes.

Posto isto por palavras simples, há que perguntar aos atores dos crescentes combates de rua se têm consciência do que ali estão a fazer, em benefício de quem agem, e qual a real consequência dos seus comportamentos.

Num espaço teórico, comportamental, com N graus de liberdade, o que aproximaria a nossa análise da Utopia, mas simultaneamente lhe confere uma enorme franja de crítica, a quem queira desconstruir este texto, e num espaço de monitorização, com um número propositadamente mais restrito de níveis de variância, que poderei enunciar, para ajudar a acompanhar o raciocínio, o sucessivo crispar dos esgares do Saloio de Boliqueime, o precoce envelhecimento de Passos Coelho, ou o número de vezes que a palavra "filho da puta" é enunciada, por aposição ao nome de qualquer político, nesse espaço teórico de liberdade, como noutro texto referi, há uma aposta no tratamento topológico daquilo que designarei por hipersuperfície do descontentamento social dos Portugueses.

Por razões cartesianas, e aprioris kantianos, esse desenvolver topológico, que está a ser ensaiado através de gradientes ocultos -- para os incautos -- só nos é sensível e visualmente inteligível em cortes de dimensão máxima 3, ou seja, em eventos cuja tridimensionalidade nos seja acessível, embora comporte uma brutal elisão das restantes variáveis em jogo. Na verdade, o aumento de tensões, em níveis muito acima desses 3 graus, está a gerar aquilo que os comentadores de sola de sapato, como o Mister Marques "Magoo" Mendes, o perpétuo indignado Medina Carreira, que, por lapso, por fim -- descaiu-se!... -- se percebeu que papel estava, desde sempre, a desempenhar ali, o de arauto do colapso do Estado Social, uma criação dos governos liberais, para evitar o predomínio das correntes extremistas de teor marxista, como o recentemente desaparecido Hobsbawm bem acentuava, em contraposição com as correntes de "esquerda" de hoje, que já se esqueceram de que não têm dele a paternidade, a não ser na forma do "contra vós foi feito"; ou de outras anomalias, de patamar mais baixo, como aquelas que despacham o noticiário sério, em cinco minutos, para depois poderem estar a perorar meia hora sobre o que realmente interessa, o Futebol, a Seleção e o enxerto de porrada que o filho das barracas, Quaresma, deu no polícia.

As grandes culturas afundaram-se na proliferação dos espetáculos efémeros. Roma multiplicou-se nos combates sanguinolentos, ao ponto de levar à extinção muitas das espécies selvagens da orla afro mediterrânica. Constantinopla foi destruída, durante a revolta de Niké, por causa de lixo, ao nível dos clubes do Pinto da Costa, e daqueles que atiram petardos, naquela aberração arquitetónica -- o "berço" -- que os nossos fundos desviados construíram defronte do Colombo, tão má que conseguiu fazer do Colombo um Guggenheim de sarjeta, e a nossa civilização está-se a afundar nas drogas sintéticas e na iliteracia, que, numa meia dúzia de anos, se chegarmos a ter essa folga, levará a quem nem se perceba o que está escrito num cartaz de protesto.

Os sinais são sinistros. A América, afundada num deficit que faz parecer todos os deficits de todos os países da Europa brincadeiras de crianças, já nem escondeu que só estava à espera da caraça que iria ser eleita, para que a máquina oculta voltasse a pôr-se em marcha. Escolheram o caneco, e logo Tel Aviv foi bombardeada, para mostrar que a urgência era máxima. Se fosse o Romney, era o mesmo, porque a Guerra já está agendada. 
Afundados em fait-divers, como essas brincadeiras dos casamentos gay, entre outras, ou os sucessivos escândalos de pedofilia das hierarquias católicas, levam à enunciação de um aforismo, transponível para todas as sociedades anexas: quanto mais falam em casamentos "de ce genre", maior é o sinal de que estão divorciados da restante sociedade, a qual por extensão, acaba por ser a sociedade inteira, ou seja, o nível de divórcio dos políticos das massas é total e irreversível, já que os paliativos de redução de nível de violência são agora meramente transitórios.

Nas bancadas do derradeiro conforto, os manuéis alegres deste mundo, primeiras damas de honor da eleição e reeleição da Caricatura de Belém, continuam a falar do indivíduo, esquecendo-se de que a unidade mínima sociológica, nesta sociedade minada pelos excessos, pelas sobras e pelos inúteis, a unidade mínima é, hoje, a tribo, e, quanto mais primária, mais facilmente manipulável, nesta dinâmica do extermínio, que estamos a viver.

Já referi, e volto a referir, que os confrontos entre exaltados e barreiras policiais são mero desperdício de energia, já que, como alguns gritavam, "vocês (polícias) estão à frente, mas "eles" estão lá atrás", e isso deveria ser o leit motiv para os operacionais, que tardam a entrar em campo. A estratégia do Sistema é levar a topologia das massas, por extensão, a patamares de insustentabilidade de coesão, com superfícies de colapso de extensão e cronologia indiferenciadas, que levarão a um puro canibalismo dos processos. Estes germes de guerra civil deverão ser um dos mais sibaríticos momentos de contemplação e aplauso de quem, na sombra, está a elevar os patamares de entropia a tais níveis de insustentabilidade. Alguém terá de alertar as tribos que pensam estar a combater o inimigo de que o inimigo está, realmente, lá atrás.

Há uma corrente, pessimista, que diz que isto não é senão o começo, por mais que os anormais dos comentadores televisivos vos queiram fazer crer o contrário. Alguém utilizou a frase fatal de que esta violência era atípica, nos nossos processos sociais, o que é falso: ela costuma estar focalizada nos chamados alvos domésticos, ou semipúblicos, bater na mulher, violar crianças, queimar gatos, abusar de velhotas e animais, ou insultar os árbitros.
Deslocou-se, agora, para chamar "filho da puta" ao Passos Coelho, tratamento que ele nem merece, por estar substancialmente abaixo disso.
Esta violência, todavia, é a morfogénese de um sistema que, na ótica de Prigogine, tem estado demasiado longe dos seus patamares de equilíbrio, e é por isso que somos um povo atípico, já que a nossa normalidade são os patamares de instabilidade dos outros.
O que vem aí, agora que nos estamos a aproximar do desvio anormal da nossa idiossincrasia é... muito mau, e passará por coisas que não me apetece enunciar: citando os pessimistas, nada do que está a acontecer é o que parece, mas, tal como Hitler mandou incendiar o Reichtag, para dizer que tinham sido os Judeus, in extremis, o Parlamento acabará incendiado, antes do final do mês, como prenúncio de um "putsch", de extrema direita, em dominó, por todas as democracias do Ocidente, cujo sinal de arranque foi a reeleição de Obama, tal como poderia ter sido o advento de Romney.


Este é um texto desprovido de humor, pelo que é melhor terminá-lo com um sorriso: nos meus diários relatos da irrealidade quotidiana, para Laura "Bouche", exilada nas suas manilhas do broche algarvias, há sempre um suspiro de esperança: sonha com que os tumultos subam a Rua de S. Bento -- vulgo Rua Laura -- queimem o sacrário daquela que sustentava o Mundo, Amália Rodrigues, e lhe queimem uma das casinhas, mais a velha que mora por debaixo, e está sempre a telefonar aos Sapadores para cortarem a água à "vizinha", não vá a inundação engoli-la. A razão da vontade de ver a casota incendiada é elementar, o seguro cobre, pelo que fica já o convite ao movimento dos indignados: da próxima, em vez de apedrejarem polícias, peguem logo fogo à barraca da brochista!...

(Quarteto do ai-ai-ai, que vão desflorar a Senhora Bosca de Mota Amaral, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Sr. Passos Coelho, não é o "deficit" que está a cair, é o nível do mar que está a subir...

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Peixe com pénis na cabeça não se importa de ir para um aquário, em casa da Clara Ferreira Alves, mesmo que os angolanos não a queiram a dirigir a RTP

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

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