#Post Title #Post Title #Post Title #Post Title
Mostrar mensagens com a etiqueta Bilderberg. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bilderberg. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 7 de junho de 2019

"Fake News" - Então, foi mesmo o comendador das ordens de Rio Branco, do Infante D. Henrique e da Grande Ordem Militar de Cristo, o aventalado de Bilderberg, Vítor Constâncio, pai do outro, que autorizou o Berardo a levantar 350 000 000 de euros da Caixa Geral de Depósitos. A única garantia pedida foi que negasse sempre quem lhe os tinha dado, ainda que ele, Vítor Constâncio, já não estivesse em Portugal, e até fosse considerado, no estrangeiro, por que o estrangeiro é como a Legião Estrangeira, branqueia as piores reputações, dizíamos, que o comendador Vítor Constâncio fosse considerado no estrangeiro como um homem sério, e não um vigarista, que já devia estar preso, como toda a gente sabe. Um verdadeiro país de comendadores, como já o Eça o tinha definido, e em cuja atmosfera o ranço da Agustina bem convivia, e progredia

[ Read More ]
sábado, 8 de dezembro de 2018

Gilets jaunes au pouvoir :-)

[ Read More ]
sábado, 10 de novembro de 2018

Pronto, já está: Pinto Balsemão, Darth Sidious, nascido Sheev Palpatine, (também conhecido como Senador Palpatine), finalmente vai assumir o que, desde o tempo do "Expresso", anda a tentar (?) fazer no nosso país, um Bilderberg “à Portuguesa”, ou seja, um situacionismo de uns quantos, capaz de perpetuar um grupo decisório de medíocres, em todas as frentes de escolha e poder, capaz de perpetuar o “status”, e o ir transmitindo, silenciosamente, de geração em geração, para que haja recursos e território para sempre os mesmos e seus sequazes. A coisa vai entender-se da Economia à Finança, passando pela Comunicação Social, a “Cultura” (?) e a Educação. Se for necessária polícia, para manter os outros calmos, também se mete, discretamente, mas em força. Aguarda-se luz verde de Fátima. Não haverá reflexão política, já que ninguém precisa de política, depois de ter estrangulado todos estes setores. Para o "Encontro de Cascais" já se avançam nomes, como Leonor Beleza, especialista no extermínio de hemofílicos, a Maria Cavaca dos Presépios, o “Dona Coisinha”, Álvaro Barreto, o “Paramécias”, Ângelo Correia, Rui Machete, "Nosferata" Nobre Guedes e Dias Loureiro, alguns nomes sonantes do “Casa Pia”, que nos pediram, por agora, para não ser já incluídos aqui, Pedro Cabrita Reis, Joana Vasconcellos e o Bordallo II, a Marisa, a Maria Leal, Pedro Paixão e Miguel Esteves Cardoso, a Clara Pinto Correia e a Clara Ferreira Alves, Ricardo Araújo Pereira, Rui Zink e Felícia Cabrita. Carlos Cruz poderá, embora incognitamente, comparecer. Igualmente estarão presentes Pinto da Costa, José Mourinho e Cristiano Ronaldo. Os clãs das Finanças e da Indústria pediram-nos recato e sigilo, e vamos, por agora, mantê-lo. Podemos adiantar que os “Encontros de Cascais” tiveram como núcleo fundador o “Grupo da Coca”, mas o dever de sigilo obriga-nos, por agora, a não adiantar mais, até por que não há nada que no "Google" se lance que não satisfaça, muito melhor do que nós, a vossa compreensível curiosidade. Diz-se que nem Mao sonhou com isto, mas o Balsemão sonha, a máquina age, e o pântano instala-se, ou, pelo menos, tenta instalar-se, e assim será, até que a “branca” o leve para junto de si 😊

[ Read More ]
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
quarta-feira, 24 de outubro de 2018

O Brasil precisa do apoio dos cidadãos da Aldeia Global: partilhe a imagem de uma semana decisiva, #AllweAreBrasil

[ Read More ]
quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Veneza dá o mote, e quer restringir o consumo de álcool nas ruas, para evitar continuar a ser um local de despejo das sobras humanas da Easyjet, que lá vão tirar as drunk-selfies em cenário cultural, e convida Lisboa e todas as cidades vítimas do grande plano de Bilderberg para destruição do individual, da identidade local, da história, da ideia de passado e de cultura, a fazerem o mesmo. Contras as redes de tráfico humano a operar em plena força, em barcos de borracha no Mediterrâneo e em rotas de pé descalço, no espaço aéreo europeu :-\

[ Read More ]
terça-feira, 20 de março de 2018
sexta-feira, 2 de março de 2018

The Braganza Mothers apoia Kevin Kuehnert na sabotagem da coligação-pântano da sopeira Merkel



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Essa era uma das promessas do Clube de Bilderberg, e é prima da Teoria do Fim da História, cuja primeira consequência é que os ricos vivam muito e sejam ricos e lindos para sempre, e os pobres, pobres e feios, até morrerem cedo.

Kevin Kuehnert denuncia haver uma geração inteira que, no Poder, só conheceu a mastronça da Angela Merkel, uma coisa que não se deseja nem ao pior inimigo. Nós desejamos-lhe boa sorte, para conseguir acabar com a coligação contra natura da Merkel com o SPD.
[ Read More ]
quinta-feira, 20 de abril de 2017

Diário do Sarampo - Jogue Blue Whale (Baleia Azul), o jogo preferido de Kim Jong-un: jogue já hoje, e seja canonizado pelo ceguinho em Fátima, no dia 13 de maio

50 desafios do jogo Baleia Azul


1. Com uma navalha, escreve a sigla “CR7” na palma da mão e em seguida envia uma foto para o teu chefe de equipa

2. Assiste a filmes de terror às 4:20 da manhã, mas não quaisquer filmes, o chefe dirá quais, e lembrando que te fará perguntas sobre as cenas, pois ele quer realmente saber se as viu

3. Corta o braço com uma lâmina, “três cortes grandes” mas é preciso ser sobre as veias e o corte não tem de ser muito profundo. Envia a foto para o Kim, e segue para o nível seguinte

4. Desenha uma baleia azul e envia a foto para o Erdogan

5. Se estás pronto para te tornar numa baleia escreve “SIM” na perna. Se não, corta-te muitas vezes. “Castiga-te”.

6. Tarefa em código (ver o solzinho a dançar)

7. Escreve “FIFA” na tua mão, e envia uma foto ao Putin

8. Escreve na tua rede social e no teu status do VKontakte, ou no Facebook: “#i_am_whale”  , “Eu sou uma Baleia”

9. Ele vai dar-te uma missão baseada no teu maior medo, por que quer que tu superes esse medo

10. Acorda às 4:20 da manhã e sobe no mais alto telhado possível

11. Desenha,  com uma navalha, uma foto de uma baleia azul na mão e envia a foto para o Obama

12. Assiste todas as tardes a filmes de terror

13. Ouve as músicas que os “pastorinhos” te enviarem

14. Corta o lábio

15. Fura muitas vezes a mão com uma agulha

16. Faz algo doloroso, “agride-te”, apanha sarampo

17. Procura um telhado alto, e fica na borda por algum tempo

18. Sobe para uma ponte e senta-te na borda por algum tempo

19. Sobe ou tenta subir num guindaste

20. No próximo passo, o Kim Jung-un irá verificar se és de confiança

21. Encontra-te com outra baleia azul, “outro participante”, que o Grande Líder te indicará

22. Pendura-te novamente num telhado alto, e apoia-te na borda com as pernas penduradas

23. Outra tarefa em código (vê o solzinho a dançar)

24. Tarefa secreta (apanha sarampo)

25. Reunião com uma baleia azul que o Galamba te indicará

26. A Theresa May dirá a data da tua morte, e tu aceitarás

27. Acorda às 4:20 e vai para uma linha de caminho de ferro

28. Não fales com ninguém o dia todo

29. Jura que és realmente uma Baleia Azul

30-49. Deves acordar todos os dias às 4

20 da manhã, para ver vídeos de terror, ouvir a música que o “ISIL” te envia, fazer um corte no corpo por dia, e falar com outra "baleia”, durante os intervalos dos desafios

50. Elimina a tua própria vida.
[ Read More ]
segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Diário do Trump - Arábia Saudita ameaça Donald Trump, caso ele queira interromper o normal financiamento americano ao Daesh, através da Arábia Saudita

[ Read More ]
quarta-feira, 9 de novembro de 2016

President Trump

[ Read More ]
segunda-feira, 7 de novembro de 2016

President Trump



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Faço parte dos cidadãos do Mundo que têm observado a campanha americana com o sensor de tédio ligado ao máximo. Corrijo: faço parte dos cidadãos do Mundo cujo sensor de tédio há muito que discretamente me afastou dos desenvolvimentos da campanha presidencial americana. No outro dia, por desfastio, liguei a televisão e estava a passar uma gaja pausada, cheia de comprimidos. Rapidamente compreendi que ela se estava a candidatar contra um outro, bastante descomprimido e cheio de gajas, e que aquilo era o estado presente da coisa americana. Nada de estranhar, como nada é de estranhar, depois de Obama. Ela falava no mesmo tom com que as jeovás apocalipsam o fim próximo do Mundo, e ele no tom de quem acredita que é mesmo o Fim do Mundo, o que, da parte dele, é uma forma de imodéstia a mais.

A realidade é que no estado em que o Mundo está dá muito trabalho acabar com ele, ele, Mundo, e não Trump, e, depois de um pouco de observação, percebi que a senhora não tinha mais programa do que deixar que o Mundo não acabasse já, e o tipo, do que andar assustar a senhora com o trabalho que estava a conseguir dar a ela. Na verdade, numa termodinâmica de economias e consumos, ele gasta muito menos do que ela, já que, de cada vez que ladra, logo ela acorre a fechar todas as portas e janelas, o que é um colossal dispêndio de energia, para um simples ladrar. A coisa, ao fim de semanas, converteu-se num mero patético espetáculo de bancada, em que um apenas toureia os receios do outro, para que, por detrás do boneco da outra, logo venha uma multidão imensa compor o boneco, para se fingir que ela não está completamente borrada de medo, com o medo do boneco dele.

Acontece que, na nossa sociedade teresoaguilhermada, o boneco Trump até tem graça, e a graça do boneco Clinton é uma perfeita desgraça. E onde nada disto tem graça é que não estamos num reality-show, mas durante o processo de eleição para um dos cargos mais poderosos da Aldeia Global.

Alguns céticos comparam este processo penoso à fase catalética da Academia Sueca, e, num raciocínio de transitividade elementar, dar a Casa Branca ao Trump acaba por estar para o Donald, como o Nobel recentemente esteve para o Dylan, ou seja, o apertar de mão de duas formas muito próprias do vazio. O problema desta forma de analogias, é que, estando o Donald para o Dylan, também o Saramago teria estado para a Clinton, e isto começa a aproximar-se muito da realidade, já que radiografa a contemporaneidade americana, do mesmo modo que, ao longo dos tempos, o Nobel da Literatura nos foi revelando o relatório clínico da sua longa agonia.

Há muitos que preferiram lançar o Dylan no anedotário, mas o Dylan é uma coisa séria, aliás, ele é rosto de um estado de coisas muito sérias, tal como o Trump é a cara chapada de um certa seriedade do estado atual das coisas. Tudo o resto é axiomático, já que a morte da Literatura conveio muito bem à morte do Nobel da Literatura, depois de um processo em que o próprio Nobel procurou adiar a sua morte, aliando-se a alguns escritores, para depois se ter o inverso, com alguns escritores nado-mortos a procurarem no Nobel um impossível fôlego para a sua triste agonia, para chegarmos ao presente estado das coisas, em que este duplo velório mais não pode ser adiado.

Acontece que, como não sou pessimista, e a análise da coisa está mesmo num impasse, é importante que se lhe traga uma grelha mínima de leitura, e retomamos, ninguém duvida do estado moribundo da Literatura e do estado ainda mais moribundo do Nobel da dita cuja, e, não duvidando deste estado de coisas, era urgente que algo se fizesse, e assim se fez, atirando-se o prémio numa direção imprevista. A Academia fez o seu coming-out, e deu um salto kitsch, numa direção francamente hyppie. Mais friamente, e como caminhamos para uma Nova Idade Média, cheia de Webs Summits, onde a narrativa dos artefactos traz muito mais imaginação do que todos os milénios da Literatura -- sobretudo quando nessa literatura, como o Saramago, nenhum milénio estava guardado para qualquer poesia ou imaginação, -- a Academia resolveu atribuir o prémio a um bardo, relembrando que, nos anos da outra Idade Média, também a voz literária gravitava entre lugares da luz, só mantida pela voz dos trovadores, e aqui regressamos ao tema central, em debate nestas presidenciais, o próximo regresso à nova Idade Média.

Para os apologistas de que os políticos mais não são do que fantoches nas mãos dos interesses que os colocam lá, lanço agora o desafio de acreditarem piamente nas suas palavras, e olharem com os próprios olhos da sua perspetiva, na direção de Trump e da Senhora Clinton, já que, numa forma aguda, eles não representam mais do que o estado previsível dessa infeção. Para os seguidores de debates -- eu continuo a preferir os combates tradicionais de gladiadores --, esquecidos de que aquilo mais não é do que uma forma não muito sofisticada de entretimento, deve ter sido interessante perceber as jigajogas que estavam por detrás de um e de outro, sendo talvez a maior curiosidade destes eventos que, num puro desespero de causa, a viuvinha Clinton tenha desistido de defender qualquer ideia, e acabado a dizer que mais não era, afinal, do que o bastião final de defesa do atual estado de coisas.

Curiosamente, esse é o maior capital do Trump, uma personagem que se pensaria impossível, antes de termos assistido ao Putin, ao Barroso, ao Erdogan, ao Kim jong e a uns quantos outros que agora se instalaram pelos vários pelouros da contemporaneidade, já que, de cada vez que a outra se arroga vir, para defender todas as coisas tal qual como estão, imediatamente engrossam as fileiras dos cada vez mais prejudicados pelo establishment, e são muitos, e todos frutos das muitas facetas de tal estado insuportável de coisas. Trump é o Ronald Reagan possível de hoje.

Atrás, enganei-vos, quando vos disse que a Literatura estava morta. Não está, apenas mudou de palco, e escreve e continua a escrever, como eu acabei de fazer, e durante mil anos ela fez, rabiscando glosas e escólios na margem dos pergaminhos. Vocês caíram no erro e leram, validando a minha tese, e assim impugnando dylans, nobeles e saramagos, e assim vamos continuar. Creio que do desastre Clinton/Trump igualmente emerge uma leitura fria, que é a da agonia da Política. Depois de terça-feira, é provável que também regresse à margem dos pergaminhos, em glosas e escólios, queira lá isto dizer o que quer que seja. 


É óbvio que os perfis radicais podem ser perigosos, e, sem chegar a perorar, como certas cassandras, que é da massa dos Trumps que sempre se fizeram os hitlers, a verdade é que sempre foram as massas das clintons a permitir, no limite, que emergissem cada vez mais trumps, e eles são hoje, como se sabe, mais do que as mães. Está por comprovar que da massa das clintons emerjam quaisquer hitlers, mas não podemos dizer que dessa água não beberemos. Na verdade, as bolsas não têm hoje qualquer paciência para hitlers, e os catalisadores são-lhes indiferentes, desde que não colidam com a lógica dos mercados: quem se lhes oponha surge e evapora-se em dois dias, como os palermas do "Brexit", e este é o verdadeiro prognóstico da Era Trump, uma coisa que aí vem, independentemente do Trump. Depois de terça feira, iremos ver como é fraco o ladrar de qualquer político, perante as vozes de fundo das correntes que os mandataram, ou, mais frio do que isto, como essas correntes já podem prescindir do ladrar dos políticos para fazerem ouvir diretamente as suas vozes.



Aparentemente, tudo indica que o paradigma pós industrial está a querer mostrar, em direto, que já não precisa mais de atores públicos para se fazer representar social e politicamente, e isto é um ato profundamente político, já que terça irão eleger um balão vazio, perante uma plateia que está no mesmo estado do "À espera dos Bárbaros", do Kavafys, que nunca teve o Nobel. A isto chama-se "Era Trump", cuja maior encenação cenográfica, e preparação, tem sido, com bastante sucesso, o Daesh dos subúrbios.


O final deste texto é técnico. O sistema eleitoral americano -- que, no fundo, irá aproveitar esta oportunidade para mostrar que, contrariando tudo o que escrevi atrás, felizmente está vivo, mas na peculiar maneira -- assenta numa sólida topologia de alternância. A grande lógica do seu modelo matemático é uma invariância global dos ciclos de sístole/diástase, o que, trazido para a linguagem política, fala de uma estabilidade do modelo de sucessão entre períodos democratas e períodos republicanos. Por outras palavras, é o ciclo de alternância que é imutável, e são apenas os seus protagonistas que vão variando, assegurando sempre o mesmo programa eleitoral, petróleo, fabrico de armas e status quo. Os eleitores limitam-se a validar vagamente um xadrez de colégios eleitorais, e a isto se chama por lá democracia. A última demonstração da frieza deste sistema revelou-se quando Bush, a quem tinha sido incumbida a Missão Nine Eleven, teve mesmo de vencer Al Gore, independentemente da contagem local dos votos. Se é certo que este mesmo modelo revela algumas exceções, elas estão sempre associadas a períodos fortemente atípicos, que é o que aqui nos interessa, já que esta eleição, em novembro de 2016, apenas nos vai dar o sinal de estarmos perante um ciclo de estagnação, ou de necessitarmos mesmo de uma emergência de rotura, capaz de inverter a lógica do ciclo. Deste modo, creio que nos devemos serenamente concentrar em apenas três questões: "processa-se esta eleição num período de tal modo crítico que o ciclo de alternância se veja coagido a alterar-se momentaneamente?"; "É a Senadora Clinton de tal modo extraordinária que permita uma extensão anómala do ciclo democrata?" e "É Donald Trump realmente tão mau que mereça destruir a própria lógica profunda da alternância?".

Se respondeu uma vez "sim" a pelo menos uma destas questões, eu, e todos nós, já ficamos imediatamente a saber onde o meu caro leito iria votar. Pela minha parte, e sem querer ser pessimista, prefiro continuar a responder "não" às três questões, sendo certo que também não voto, nem quereria, num cenário destes. Certo é que todos nós, na próxima terça feira, nos iremos espantar com mais uma irónica solução da História.

Lá estaremos para ver, companheiros :-)




Quarteto da Era Trump, no adormecido "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e no "The Braganza Mothers"
[ Read More ]
quinta-feira, 9 de junho de 2016

Diário do Marcelo - A ex loura sebosa das Finanças já está a caminho de Bilderberg 2016. AÍ, Fadista!... :-)

[ Read More ]
terça-feira, 3 de maio de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016

Diário do Marcelo - Deflação europeia será generosa com Portugal

[ Read More ]
quinta-feira, 7 de abril de 2016

XÔ, DRAGHI!!!... #notwelcome

[ Read More ]
 
 

Blogger news

Powered By Blogger

Blog Archive