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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013

Os cidadãos de Portugal pedem aos "cidadões" de Boliqueime que reúnam urgentemente um "Concelho" de Estado que os devolva à sua sarjeta natal, a bem da Nação


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


A Cultura é tudo aquilo que fica, depois de nos esquecermos do que aprendemos, dizia um velho rodapé de um jornal já extinto -- (não, não era ao "Expresso")...

Durante muito tempo, ou seja, até hoje, reiteradamente sofri de um problema de confusão percetiva, que sempre julguei ser mau, até descobrir que era bom, que era o de, nos pormenores da nossa mundana vida, que também a tenho, de cada vez que alguém se me dirigia como "O Sr. Engenheiro", eu olhar para trás, com medo de ter passado inadvertidamente à frente de alguém, que estivesse ali na bicha (salvo seja).

Com o tempo, esse grande escultor, tal defeito gestaltiano transpôs-se para a Política, e acontece que, de cada vez que alguém se refere -- e são muitos, desde o Jerónimo de Pericoxe à Paneleira da Miss "Fardas" -- ao "Sr. Presidente da República", eu tenho de pensar duas vezes, no que será isso, do Presidente da República, ou, mais precisamente, em QUEM será o Presidente da República.

Tecnicamente, o último Presidente da República que Portugal teve chamava-se Mário Soares, e toureou, que nem um valente, um arrivista de Boliqueime, cuja vida tinha sido interregnada por um evento que ele nunca deglutiu muito bem, chamado 25 de abril, uma data que se interpôs entre os tempos em que andava, na bomba do pai, a snifar "gasóil", como as crianças da Favela do  Vidigal, e o dia em que resolveu trair o Centrão, para se tornar no Cancro da Democracia Portuguesa.

Como não tinha espaço nela, nada melhor do que destruí-la.

Tenho de dizer que Cavaco Silva, o ódio de estimação da minha vida de cidadão, cumpriu exemplarmente o seu papel, e atrever-me-ia, mesmo, a dizer que, de entre os "cidadões" Salazar e Aníbal, o Aníbal ainda conseguiu ser mais Português, porque o de Santa Comba tinha uma sapiência, com todos os defeitos, substancialmente acima do nível da taberna, em que se move o Vacão de Boliqueime e a respetiva Boca da Servidão, totalmente identificados com os patamares dos mourinhos, ronaldos e joanas vasconcelos, do nosso quotidiano.

Este texto é para ser breve, e encomiástico, para fazer jus à imagem do "Kaos", que devia ter vindo ontem, quando a Saloia fez sair da Gruta das Aparições a Sétima Avaliação da Troika. A verdade é que o Aníbal, que está na fase terminal, consegue superar-se a si mesmo, e, hoje, foi para as quintas, fazer a apologia das hortas, e sentir um ar mais refrescado... --- é melhor parar, que já estou a garretear para aqui... -- esquecendo-se de que era Presidente da República de um estado urbanizado, por muito que lhe custe enfiar isso na sua cabeça de saloio.

Fez bem, como ilustrado, em defender a Educação, e falar em Cultura, que, semanticamente, tanto nos serve para as batatas como para o "Livro de Horas" do Rei D. Manuel. A minha cultura, como a de muitos cidadãos portugueses, passa pela segunda. A dele, com um pequeno esforço, escava na primeira, onde enturma com outros "cidadões", como o Cristiano, que lhe foi dar um bilhete, para "você" (!), ele, Aníbal, ir ver o Futebol (!).

Mesma prateleira, mesma linguagem, o Aníbal deve ter-se babado, fez aquele típico gesto de língua, que tantas vezes faz, para caçar o perdigoto da beiçana, e lá terá ido ver o jogo, que desconheço qual, e ainda bem que desconheço.

A Cultura dos "Cidadões" é uma coisa que os adoradores do Camarada Enver Hoxha, como Nuno Crato, acabarão por integrar nos programas de (an)alfabetização, como os antecessores do vereador Justino integraram, quando se tratou do Nobel da Marcenaria, José Saramago, ou das tirinhas do Esteves Cardoso. Em Literatura, como em tudo, estamos por tudo.

Em Melgaço, as Termas eram boas para os diabéticos, mais propriamente, para os "cidadões" diabéticos, ávidos de Educação e Cultura. Felizmente que a minha cultura nunca passou por Melgaço, que, onomatopaicamente, me faz sempre lembrar uma melga que se descuidou e acabou a sua cidadania, num copito de bagaço.

Para que o texto não seja totalmente destrutivo, temos de reconhecer que o Saloio está a fazer progressos: já não fala só de vaquinhas, nem de abóboras, já conseguiu descer o nível aos pastorinhos da trissomia-21, e, hoje, voltou à Lenda, invocando S. Jorge. Creio que, para o seu patamar "cultural", S. Jorge seja aquela ruína mandada reconstruir por Salazar, na acrópole de Lisboa, e o Dragão aquele antro de oligofrénicos, onde Pinto da Costa manda celebrar as Bacanais. Com um pouco de sorte, antes do "Concelho" de Estado de segunda, talvez divirja pelas Fábulas de La Fontaine, ou pelas máximas latinas: "Em boca fechada não entra mosca" (Tutum silentium praemium).
Em nome dos "cidadões" portugueses, se implora que esse "Concelho" de Estado seja como as Cortes antigas, que punham e depunham o Rei.

No caso deste cangalho, que o remeta, de vez, ao silêncio.

(Quarteto dos "cidadões", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")


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terça-feira, 16 de abril de 2013

Sim, Maria, é um caralho das Beiras, do séc. XVII, que foi usado por Eva Braun, Elena Ceauşescu, Kim Il-Sung, e é o sonho da vida de Aura Miguel :-)

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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A Festa do Pontal, seguida da Peste do Final

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Dedicado ao Leão Pelado, com quem o autor do "Arrebenta" tem trocado longos emails sobre diversas patologias nacionais e virtuais

Um pouco à maneira de Epitecto, vou pôr a coisa simplificadamente: há os blogues  que defendem o Sistema e os blogues que se estão nas tintas para que o Sistema seja defendido.

Aqueles, nos quais este texto será  difundido, como é sabido, praticado e consagrado, pertencem a uma das categorias, ao contrários dos "Abruptos", dos "Blasfémias", dos "5 Dias", e de uma multidão de afins -- lembrei-me destes, como me poderia ter lembrado de quaisquer outros, tão só, porque nunca lá vou -- onde os denominados "blogueres", ou lá como é que essa porcaria se escreve, vêm prolongar, pelo espaço virtual os seus telefonemas frequentes, os seus jantares, os seus sólidos assuntos de família e arredores, e que se inserem na outra categoria.

Como é sabido, começam com textos muito lidos e isentos, e rapidamente se encontram por gabinetes, assessorias, secretarias e outras tantas porcarias.

Ora, isto deriva de um fragmento de texto, que de facto, foi enviado ao "Leão Pelado", onde, de repente, e passo a citar: "Há uma coisa que lhe queria dizer, e que não sei se já pensou nela: enquanto andamos numa de “Mentirosos”, “Leões”, “Arrebentas”, “Kaos”, etc., com essa gentinha toda a saber mais do que sabida quem é quem, nós estamos a fazer um trabalho terrível, primeiro, o de canalizar energias, que poderiam degenerar em violência, para a leitura, o humor, a sátira, ou a catarse contida num comentário bem feito, como os seus, por exemplo. Com isso, vamos desgastando governos, e fazendo cair gente incapaz, que é substituída, sempre, por gente... ainda mais incapaz, e mantendo o pagode, que ainda lê, entretido. Já pensou no bom serviço que fazemos, e... grátis? Tantas haveremos de fazer que, um dia, por inépcia, chegará ao Poder a verdadeira camada de lama, que já tirou senha de espera, no lodo da sua sombra, e só aguarda a sua hora. Aí, limpam-nos, como deve estar para acontecer, quando a ultradireita americana assumir o Poder, depois deste ridículo interregno, chamado Obama."

Se quiserem tirar ultradireita americana, e pôr lá Obama II, fica tudo exatamente na mesma, já que o pensamento é preocupante: neste núcleo de blogues não alinhados, que não tem qualquer aspiração a visibilidade, ou representação política, exceto a que lhe inerente, e consequente, a de permanente voz crítica, o que tem sucedido é que temos contribuído ativamente para a dissolução de governos, e para a sua substituição por outros, cada vez mais incapazes. Num sistema que se fundamentasse em alguma regulação, e, neste caso, estamos a falar de sistemas de inibição autoritária, já há muito que teríamos sido apagados do mapa, sem deixar qualquer rasto. Tomo aqui a palavra pelo "Braganza Mothers", a quem, contrariando o anterior, já foi feita a cama muitas vezes, mas isso entra na categoria dos episódios esperados, ou seja, de tempos a tempos, toda a gente sabe que mudamos de lugar, mas lá continuamos, refinados e... piores.

O "Democracia", com as suas aspirações e uma militância pela Democracia Direta, sofreu, recentemente, um contacto com a Realidade: o Português não gosta de livre expressão, e, sempre que puder coartará, ou tenará coartar, a liberdade de verbalização de quem se atreve a pensar, e, mais do que isso, tem o dom de o passar a texto escrito. Fica aqui implícito o elogio às nossas equipas, muitas delas comuns, e a muitos nomes que não são aqui citados, mas cuja presença é relevantíssima. Cada imagem do "Kaos" tem muito mais impacto do que meses de sonolência das "Blasfémias"; cada insólito documento que a "Karocha" saque da carteira provoca muito mais inquietação, e só o diabo saberá por quê, em muita gente...; cada manta de raciocínios que eu despeje, aqui, arrasa meses de tentativas de recomposição do desastre nacional, feitas pelos imbecis que ocuparam as pastas ministeriais, e que falam, na TV, dos estragos, como se fossem de gente externa, e, como nós, muitos, por aí fora.

Tudo o que a esta dinâmica se oponha, não passa, na terminologia da sanita, de sarro, que um bom detergente fará desaparecer de vista.

Se querem rir-se, adorava ir a um "Combate (?) de blogues", mas uma coisa a sério, que metesse a "horizontale" Clara Ferreira Alves, o "Kaos", o Professor Marcello, o "Arrebenta", a Karocha, a miserável Helena Matos, o Medina Carreira, o "Mentiroso", a "Moriae", a "Kaotica", a "Tânia Vanessa", e, por que não, a "Lola Chupa", o Dias Loureiro e também o Manuel Luís Goucha?... Seria interessante, não acham?

O complexo do sistema está enunciado no fragmento de email, que decidi aqui reproduzir. Se, em vez de andarmos em textos elaborados, em curtos comentários, em polémicas vãs de "Facebook", em "fait-divers", como histórias de diplomas, de submarinos, de ares condicionados, e quejandas, e, antes parássemos para olhar um pouco para os figurantes que nos preenchem o cenários político, ficaríamos horrorizados.

A televisão, um dos cancros da Sociedade de Intoxicação, já que despeja, ignorando, salvo raras exceções, os jusantes e os montantes da coisa, ou, simplificadamente, encarando, sempre, a notícia como um ato isolado, uma epifania, sem passado, nem arredores, nem consequências futuras, é, talvez uma das principais culpadas deste estado de entorpecimento em que estamos, e que me atreveria a designar por Síndroma do Eterno Presente. Exemplifico, para clarificar: de repente, abrem telejornais, com caras devastadas, muitas vezes, pela silicose, a falar de esplêndidas reaberturas de minas, de multiplicações de exportações de ouro, sem paralelo, sem que, imediatamente, se ponha a questão: sendo a exploração de minérios, quer histórica, quer, mesmo, pré histórica, uma das grandes razões de atração dos povos para a Península, por que razão se deixaram fechar, ou entrar em declínio?

É consabido o meu ódio a Cavaco Silva, o político mais nocivo do neosalazarismo em que estamos, mas a genealogia é exata: depois de uma continuidade milenar de exploração, o Cabresto de Belém mandou fechar a coisa, quando decidiu que nos ia tornar num país sem infraestruturas económicas, industriais e agrícolas. A partir de aqui, devia haver uma retroatividade de assacamento de responsabilidades, e, como já noutro texto de intervenção sugeri, que se começassem a ler as assinaturas dos atos públicos que nos conduziram à ruína, e se começasse a organizar uma espécie de Tribunal da História de Portugal, onde, como veriam, rapidamente de desmoronariam fachadas e tendências partidárias, e chegaríamos à conclusão de uma existência contínua de predadores.

Aquela coisa do Pontal, onde o desgraçado que faz o papel de "Primeiro Ministro" de Portugal -- uma "Doce" macho, apreciadora de rata negra, e múltipla, já na fase andropáusica das madeixas de caju -- que anuncia uma retoma (?), em 2013 (!), suponho que esteja delirante, a não ser que, polissemicamente, "retoma" seja aqui entendida como, "... ora, toma lá mais... do mesmo".

Não tenho qualquer sensação relativamente a Passos Coelho, o que, em Política, é grave, ser um cidadão insensível a um alto cargo. Contrariamente a Cavaco, que agora está senil, e, portanto, inimputável criminalmente, o mesmo já não acontecendo com os crimes de lesa pátria que cometeu, durante dez anos de maiorias absolutas, os figurantes que escondem as sombras que anseiam pelo Poder, são penosas, ridículas e irrelevantes.

Fala-se de remodelação, é certo, e era urgente: o Primeiro Ministro envelheceu dez anos, e devia ir repousar um pouco; Miguel Relvas, queimado, por ter feito o que muitos, caladinhos, fizeram, a mando dos "lobbies" da RTP, da TAP e das autarquias de mesmo apelido, já devia estar fora do baralho, há meses; do da Economia, não vale a pena falar, porque sofre daquele delírio de pensar que existe, o que muito -- juro -- me faz sofrer: é um pastel de nata canadiano, que escorreu pelas canadianas abaixo, com o "lobby" do "Expresso" a ver. A Cristas -- e olhem para ela com atenção -- tem as arcadas supraciliares e as maças do rosto hipertrofiadas, tal como é descrita a extinta (?) raça de Neanderthal. O Ministério tem futuro, já que cada vez haverá mais gente a plantar batatas, a Ministra... não, já que não pesca nada, nem do assunto, nem das pescas; a Cultura deve ser mantida, com o seu atual Diretor Geral, posto que está exatamente à altura do que nós produzimos; já na Educação, a anomalia estar ali, ou no Tagusparque... é indiferente, de modo que defendemos o seu  rápido regresso ao Taguspark, onde ganha mais, e provoca menos estragos; Finanças?... A Bela Entorpecida?... Devia voltar ao banco da escola, e tentar nascer outra vez: Milton Friedmann é um nome condenado, desde que assassinou vários estados; Defesa Nacional???... Pelas razões atrás expostas, e já que a Nação está a ser cobardemente entregue ao estrangeiro, devia sofrer uma remodelação profunda, a começar pelo seu Chefe Supremo.

Acreditem que não me lembro se há, ou não, mais fantoches a fazer de ministros. Regressando ao parágrafo de mau augúrio que inseri neste texto, só uma coisa é certa: ele já é um contributo para que estes saiam, e venha, em breve, um lodo ainda pior.



(Quadrado de pontas pontais, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers") 
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terça-feira, 5 de junho de 2012

España é um país feliz, como Portugal: já não está à beira do abismo, também já está NO abismo :-)

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