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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O Bufo Destruidor e o Presidente Patriota

O Bufo Coveiro



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O Presidente Patriota

Leia este resumo (é um resumo) até ao fim porque – segundo a sua idade – vai gostar de recordar ou de aprender. No fim compare este homem com as corjas de canalhas e ladrões, traidores e destruidores nacionais e actue em consequência sem se esquecer qual é a pena aplicável em todo o mundo a esta ignóbil gentalha.

Marechal Francisco Craveiro Lopes

Esta fotografia é propriedade do Museu da Presidência da República

Insigne militar e político descendente duma família de várias gerações de notáveis generais que ocuparam os mais distintos cargos do país, com renome de rectidão, honestidade, lealdade e patriotismo.
Filho do General João Carlos Craveiro Lopes.
Neto do General Francisco Higino Craveiro Lopes.
Bisneto do General de Brigada Francisco Xavier Craveiro Lopes.
Trineto do Major Higino Xavier Lopes.
Outros Generais na família próxima.

Em 1916 combateu as tropas alemãs no norte de Moçambique. Por estes feitos em 1917, aos 23 anos, recebeu a Cruz de Guerra e foi feito Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.

A sua vida decorreu em feitos semelhantes, de valor e de alto nível.

Em 1941 foi Comandante-geral da Aeronáutica e negociou as condições de utilização da Base Aérea dos Açores pelos Estados Unidos. Em seguida comandou a Base Aérea dos Açores. De 1944 a 1950 foi comandante-geral da Legião Portuguesa.

Foi desempenhando diversos altos cargos até que em 1951, já general, foi indigitado pela União Nacional como candidato às eleições presidenciais, sendo eleito a a 21 de Julho de 1951. Embora tenha sido indigitado por o partido confiar nele, bem depressa as suas relações com Salazar arrefeceram e as suas simpatias pela oposição se concretizaram. Pelo que o partido não o propôs para um segundo mandato presidencial.

Acção pós-presidencial
Após a presidência retirou-se da vida activa política e foi nomeado Marechal da Força Aérea. Manteve sempre estreita relação com a oposição, destacando-se os Generais Humberto Delgado e Beleza Ferraz e o Capitão Henrique Galvão, entre muitos outros. Esteve associado à tentativa de golpe de estado do General Botelho Moniz, a Abrilada de 1961. Humberto Delgado afirma que não concorreria à presidência se o presidente o fizesse. Teve ligado à frustrada revolta da Sé, em Março de 1959, chefiada pelo Capitão Almeida Santos, militares seus próximos e amigos dos seu filho, Major João Craveiro Lopes. A intenção dos conjurados era de recolocá-lo na presidência e Marcelo Caetano a chefiar o governo. Porém Caetano acobarda-se, não comparecendo às reuniões, enquanto o Marechal se expõe abertamente, usando mesmo o seu uniforme solene em 13 de Abril na Cova da Moura. Sabe-se como terminou pela antecipação de Salazar, que por essa altura já os demitira.

Foi ele quem pôs em movimento o impulso que viria a derrubar o regime na Abrilada de 1974. Faleceu aos 70 anos, em 1964, «em situação pouco clara (enfarte do miocárdio?)». Um herói hoje praticamente esquecido pelos bastardos, vigaristas e rascas que se serviram das suas ideias. Acobardaram-se com eles os medrosos chefes militares e desistiram sem responder à incitação de coragem do Marechal, quando se tinham todas as condições para avançar e triunfar, incluindo o apoio dos EUA. Sendo o Marechal dificilmente atingível, a vingança caiu sobre o seu filho e ajudante de campo, João Carlos, «deportado» numa comissão para zona de guerra ao norte de Angola. Os restantes conjurados foram punidos ou desterrados para a guerra colonial.

Com os conjurados desmembrados a penar ou desterrados para a guerra, Craveiro Lopes, único marechal e prestigiado ex-presidente, passou a ser considerado o inimigo público número um do regime. O prefácio que escreveu no livro de Manuel José Homem de Melo, «Portugal, o Ultramar e o Futuro», uma aberta crítica à ditadura que discordava da política ultramarina e defendia a sua discussão aberta, livre e sem censura, que todas as opiniões deviam ser escutadas, era incendiário. o livro foi apreendido e o seu autor interrogado pela PIDE.

Após uma viagem a Moçambique, em 1961 e outra a Angola, no ano seguinte, critica a política ultramarina por carecer de mudança de rumo. Numa entrevista ao Diário de Lisboa, em 1963, desalinha-se positivamente da ditadura e tyam uma repercussão decisiva nas embaixadas e nos governos internacionais, assim como na imprensa

Como era um personagem demasiado importante para ser atacado abertamente, continuou na perseguição do regime salazarista. Diante da dificuldade de o abater, O regime fê-lo alvo do ataque mesquinho, da chantagem, da baixeza. da pressão e do incómodo contínuos. Enfraquecido, acaba por sucumbir a um ataque cardíaco.

Perdida a oportunidade do golpe falhado que ficou conhecido pela Abrilada de 1961, em que o Soares e outros estafermos e parasitas tinham sido postos de parte, perderam-se 13 anos em guerra colonial, à espera que os capitães substituíssem os generais, donde a rasquice que surgiu por fora do tempo, os oportunistas, a ladroagem imediata, o empobrecimento, a falsa ilusão de enriquecimento com os fundos de coesão europeus desbaratados e roubados, um povo convertido em rebanho de carneiros, como Marcelo Caetano previra, mas que não soube evitar por cobardia. Políticos de meia-tigela que chegam a presidentes com sorrisos cínicos. Um povo perfeitamente estupidificado, chupado e explorado que acredita piamente que esta estrumeira se assemelha a uma democracia. Acreditam, morrem contentes.
[Baseado num texto de Nuno Craveiro Lopes]


Integridade moral [Início de transcrição]
Sobre o seu carácter recto e integridade moral, é conhecido que todas as ofertas de estado e presentes pessoais que lhe ofereceram, foram doados a instituições e obras de caridade. Apenas guardou para si algumas das medalhas e ofertas de menor valor.

Conta-se que seu filho, Nuno Craveiro Lopes com sua mulher, então grávida, se encontravam entre os passageiros do comboio da linha do Estoril que descarrilou devido à derrocada da barreira junto ao farol de Caxias, em 1952. Embora não tenham ficado feridos, no meio da confusão entre mortos e feridos a esposa ter-se-á sentido mal. Não sendo possível arranjar transporte no local, o filho telefonou ao Presidente, no sentido de lhe enviar um carro da Presidência para os levar a casa. Francisco Higino, depois de se certificar de que se encontravam bem, retorquiu que não podia dar ordem para enviarem o carro pois estes eram exclusivamente para serviço oficial; que procurassem um taxi para o efeito. E seu filho assim fez: foram andando a pé em direcção a Lisboa e um pouco adiante conseguiram apanhar um taxi.

Como norma, nas viagens e visitas, não eram oferecidos objetos de valor, conforme o desejo do Presidente que era transmitido préviamente às entidades pelos elementos do protocolo. Apenas aceitava flores, medalhas comemorativas e diplomas honoríficos. Livros, só oferecidos pelos autores. Isto devia-se ao facto de que durante a inauguração das Feiras do Livro, era usual nos governos anteriores enviar uma camioneta que os livreiros faziam carregar com livros, facto que o Presidente achava despropositado. Do mesmo modo, nas visitas ao Ultramar, fez saber que não aceitava diamantes, metais de valor, peles, marfim, e coisas semelhantes. Até um boi que lhe foi oferecido pelo Rei do Congo, que não podia recusar por motivos de protocolo, foi abatido e comido pelo seu povo, com grande satisfação.

O Generalíssimo Franco ofereceu em Maio de 1953, quando este visitou oficialmente a Espanha, um automóvel Pegaso, na altura, um topo de gama desportivo, orgulho da indústria automóvel espanhola. Porque o General Craveiro Lopes, homem de grande honestidade e escrúpulo, não desejava conservar presentes recebidos durante o seu mandato de imediato o registou, em 5 de Abril de 1954, em nome do Estado Português, Presidência da República. Foi poucas vezes utilizado pelo General Craveiro Lopes mas o seu filho, Capitão Aviador João Carlos Craveiro Lopes, rodou alguns milhares de quilómetros até que em 1958, quando o Almirante Américo Tomás foi eleito Presidente da República, o Pegaso ficou imobilizado no Palácio de Belém. Mais tarde foi transferido para um armazém do Ministério das Finanças, em Xabregas, onde veio a sofrer graves danos com as inundações que assolaram Lisboa, em Novembro de 1967. Acabou por ser recuperado nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico de Alverca, obtendo-se um perfeito restauro na forma original. Encontra-se actualmente exposto no Museu do Automóvel do Caramulo em Portugal.

No fim do mandato de Presidente da República, o Governo de Salazar tentou "amenizar" a desfaçatez de não ter proposto o General Craveiro Lopes a um novo mandato com a sua promoção a Marechal, incluindo também a atribuição de uma casa para sua residência, e um automóvel do Estado, para seu uso pessoal. O ainda Presidente Craveiro Lopes, fez constar que não aceitaria qualquer benefício ou privilégio de parte do Governo, que não estivesse do antecedente, já publicado em lei. No respeitante a uma eventual promoção a Marechal, só a aceitaria se ela fosse da iniciativa das Forças Armadas e não do Governo. Entretanto, o General Botelho Moniz, indigitado novo Ministro de Defesa incitou o Presidente a aceitar a promoção nas condições que pretendia, pois assim não passaria à situação de reforma, continuando no activo, o que designou como "reserva de Nação". E foi assim que num dia do mês de Fevereiro de 1959, uma representação de Oficiais Generais foi recebida, pelo então ex-presidente, na casa alugada para sí por seus filhos, sita na Rua Sinel de Cordes (hoje Rua Alves Redol1 ), num 1º andar em Lisboa, onde o foram cumprimentar e transmitir a sua promoção a Marechal. Do mesmo modo a viatura que passou a dirigir, um modesto Ford Perfect, foi-lhe também oferecido por seus filhos.

O bastão e estrelas de Marechal da Força Aérea, para vergonha do governo de Salazar, foi-lhe oferecido em 1958, por subscrição pública da população de Moçambique que nutria por si um carinho e admiração especial, principalmente pelas posições que defendia, contrárias às políticas coloniais de Salazar. A iniciativa foi do Diário de Notícias de Lourenço Marques e foi um êxito, tendo-se recolhido uma pequena fortuna. Por seu desejo expresso, após a sua morte, foram oferecidos à população de Moçambique, ficando depositado no Museu Militar da Fortaleza de Lourenço Marques. [Fim de transcrição — Fonte: Wikipédia]

Referências:
Museu da Presidência da República
Liga dos Amigos do Colégio Militar
Wukipedia



Felizmente, o Marechal Craveiro Lopes não foi o único português nem o único presidente honesto. Outros, tais como o primeiro presidente da república, poderão ser admirados por motivos idênticos. A nossa história tem um grande número de gente honesta e de esforçados militares, alguns bem jovens, como D. Nuno Álvares Pereira, cuja sua maior façanha a cumpriu no seu 25° aniversário, tendo D. João I 28 anos de idade. O próprio Almirante Américo Tomás, conhecido pelo «corta-fitas», deposto e expulso do país e da marinha pela Abrilada, jamais abusou do poder. Não vivia em Belém, nem lá fazia festanças à conta do povo como os miseráveis chupistas de hoje e o labrego de Boliqueime, que roubam o estado; só o usava como escritório ou para cerimónias ou actos oficiais. Que comparação entre estes homens e os filhos da puta e traidores que nos roubam há décadas? Merecem a sorte de outros traidores: passados a fio de espada, enforcados ou fuzilados. Fizeram dos portugueses um povo menor, incongruente, sem consistência, sem persistência, volúvel, fútil, incapaz de comparações ou de projectos frutuosas, inepto à reflexão, ao ponto de ser considerado pelos outros europeus como de atrasados mentais. País que tem gente incapaz e é da pior camada que saem os governantes.

O mais inspirador de tristeza e profundamente aflitivo e constringente é reconhecer que o mal que estes heróis combateram com convicção é menor do que aquele em que vivemos na actualidade devido aos traidores e bandoleiros que nos governam com o nosso próprio consentimento. Se a Abrilada de 1964 nos poderia ter trazido liberdade numa conjuntura favorável, a de 1974 trouxe os maléficos tubarões das oligarquias mafiosas com as suas escolas de crime,vigarice e ladroagem (Jotas) que substituíram um sistema – ainda assim – melhor, tal é a desgraça nacional em que nos afundámos e que nos vai levar a uma segura bancarrota.


Como se estas desgraças não bastassem, temos ainda todas as características dum sistema pior que muitas ditaduras. Sim, temos a prova, que a ditadura que precedeu a Abrilada 74 só era funesta para políticos e jornalistas do contra e protegia o povo deles. Agora é o contrário: protege as bandas de malfeitores e ladrões do povo e saca ao povo para lhes dar. A constituição menciona a igualdade, mas tira ao povo as armas para a defender, afasta-o completamente do poder e deixa-o à mercê dos vampiros, únicos que conquistaram liberdade à custa da nossa e sem uma possibilidade de os controlar como numa verdadeira democracia. Para nos enganarem instigaram-nos a gastar acima das nossas possibilidades, causando a miséria actual em que nos fazem pagar os seus crimes e impõem-nos a sua imunidade escandalosa e injuriosamente.

Oligarquias e privilégios depravados de todos os tipos, tamanhos e importâncias, tais como partidos, magistrados, juízes, jotas, fundações, PPPs, observatórios. Às centenas, com benefícios à custa dos contribuintes pagadores, do leite dos bebés, da falta de médicos substituídos por outros proibidos de exercer em qualquer país medianamente avançado, da falta de tratamento, das casas perdidas, da espoliação e da miséria geral dos que não estiverem incluídos nessas oligarquias. Por gerações, a guardar na memória.

Nos outros países atingidos pela crise, governantes e políticos cortaram voluntariamente os seus ganhos totais entre 20% (Irlanda) e 30% (Espanha e Grécia). Em Portugal anunciaram falsamente que cortavam 5%, mas só o fizeram aos funcionários. Contas feitas, ainda ganharam um acréscimo em média de €80/cabeça e mudaram os nomes aos subsídios (como publicam no DR) para continuarem a recebê-los. Giro, os traidores fartaram-se de grunhir que os sacrifícios eram iguais para todos e que não havia direitos adquiridos, mas guardam os deles aos quais, aliás, nunca teriam direito numa verdadeira democracia.

  • São nojentos antidemocratas.
  • Os privilégios que se arrogam são um escarro no povo.
  • São traidores dos Portugueses.


Para recordar:
14 de Agosto e 1º de Dezembro são os dia nacionais tradicionais de limpeza de traidores.
Imagem da Wikipédia
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Sacrifícios Iguais Para Todos
Miséria para Gerações


Este governo destruiu a vida das pessoas e o emprego, chama piegas aos portugueses que ficaram tesos. Em conjunto com o Coveiro da nação, proclama que os sacrifícios são a dividir por todos e diz que faz esforços para criar emprego. O emprego vai atingir cerca de 20% pelo fim do ano. Com os cortes parciais dos salários, a que chamam inapropriadamente subsídios, dos subsídios de desemprego, para alimentar e vestir os filhos vai ser preciso roubar.

É este o panorama actual, e o do futuro anuncia-se muito mais negro e de longuíssima duração. Se o povo continuar a acobardar-se em lugar de se defender como em países democráticos, como aconteceu na Islândia, será sangrado e morrerá de esvaimento total enquanto uma parte da população lhes bebe esse sangue. Se as corjas não quiserem civilizar-se a bem, que seja a mal. Melhor morrer a peste do que uma população inteira Se não, vejamos por alto, porque profundamente a verdade afigura-se terrivelmente mais negra.

Mais grave que tudo o que este artigo encerra – embora dele dependa em totalidade – é o futuro de Portugal. as previsões, baseadas na realidade e não na ficção com que os ladrões nacionais nos querem emprenhar pelos ouvidos com a sua contínua vergonhosa banha da cobra, churros de mentiras para crianças mentais em nome de interesses bem conhecidos, não vai volatilizar-se como o FdP do criminoso cadastrado nos quer convencer. Não vai haver nenhuma recuperação cedo como dizem, como o modo como destroem a produção. Os aumentos dos impostos jamais conseguirão sequer igualar as perdas encaixadas. A dívida não pode ser paga desta forma. A prosseguir do mesmo modo, o governo de incompetentes, vendidos e ladrões irá pedir uma nova ajuda financeira. Cairá num ciclo vicioso com origem no empobrecimento da população já mais miserável da Europa e inigualável na sua maior divisão entre ricos e pobres. Nada de nada foi ou está a ser feito para uma recuperação e tudo o que se inventa é palavreado oco. Haverá flutuações, mas nada é sustentável. Há mais de um século que em Portugal nunca houve verdadeiro progresso, mas agora os próprios rudimentos básicos foram ou estão a ser destruídas. As comunicações os seus custos (compare-se com os países mais ricos), a instrução, a justiça, o aperfeiçoamento e a valorização da mão-de-obra, a saúde, etc., atacadas ou sem devido interesse nelas, não proporcionarão o progresso. Daí que o atraso não vai durar dois ou três anos. Se não tirarem o poder a estes destruidores e os substituírem por outros capazes e controlados, a miséria ficará permanentemente até que estas medidas ou semelhantes forem tomadas.

A destruição começou pelo governo do Cavaco, quando os fundos de coesão europeus para adaptação e modernizar as empresas e dos trabalhadores, preparando-os para a concorrência, hoje. Esses fundos foram roubados e postos em circulação para dar a ilusão de riqueza e a reeleição do governo, como aconteceu. Tudo isto foi previsto há muitos anos e publicado na internet (http://www.leaopelado.org/estado.htm). Todos conhecemos os ladrões e sabemos que andam à solta porque a corrupção geral das oligarquias política em que os partidos estão organizados como associações de criminosos fazem leis para protegerem os roubos com que enriquecem ilicitamente com toda impunidade e legalidade. Com estas leis, a corrupção e a ladroagem não têm controlo. Continuam todos à solta. Muito mais fácil com uma justiça fantoche e corrupta de que toda a população em peso reclama. Veja-se como funcionam o parlamento, a justiça e os políticos no combate á corrupção em Portugal: na busca do YouTube coloque «Opinião Pública - Corrupção».

Aquilo a que chamam subsídios de Natal e de férias, são partes integrantes do salário e assim consideradas para todos os efeitos, incluindo impostos. Foram assim baptizadas para que se pensasse que eram benefícios graciosamente concedidos pelo governo que lhes deu esse nome errado para sacar votos a papalvos. Lembrem-se! A classificação fictícia tornou-os vulneráveis. Acreditamos que não foi essa a ideia do Coveiro, mas o efeito foi o que se conhece. É por isso que em lugar desses montantes serem distribuídos pelos 12 meses, como em todo o mundo (ou por semanas, na Inglaterra), estão em dois acrescentes. Esta medida anterior com a única intenção possível de os mascarar de benefício gracioso tornou-os vulneráveis por desvio da ideia daquilo que são. Aproveitando-se duma nomenclatura errada, cortaram parte dos salários. Mas conservam os seus – ver despachos da ministra da justiça 1210/2012. Conservam subsídios, abonos subvenções, tudo e nalguns casos aumentados.

Segundo o DN, pelo despacho n.º 15 296/2011, Paulo Núncio, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, transferiu João Pedro Martins Santos, do Ministério das Finanças para seu chefe de gabinete, aumentou-o de €2.000 mensais mais subsídios de férias e de Natal. Na sua nota informativa escreveu «A remuneração atribuída ao Mestre João Pedro Santos está dentro dos limites legais e orçamentais aplicáveis e será objecto de publicação, nos termos aplicáveis ao pessoal dos Gabinetes.» Tem razão, é legal. Os seus acólitos e padrinhos fizeram e aprovam leis destas para que outros como ele as pudessem aproveitar.

Menos de três meses antes da eleição do actual governo, uma certa jornaleira escrevia muito justamente uma crítica contra a conjuntura que se vivia com um título ligado aos exemplos aqui apresentados. Nove messes depois, foi nomeada assessora de imprensa do Ministro da Economia (o tal que quer modificar tudo e diminuir os salários e arruinar os que menos têm), com vencimento equiparado a director-geral: €3.900 por mês, acrescidos de ajudas de custo e subsídios de alimentação, Natal e férias. Com remuneração superior, só a chefe de gabinete desse aborto impostor Álvaro Pereira: €5.900 por mês mais ajudas de custo e subsídios de alimentação, Natal e férias. Porque não, se é legal?

São apenas alguns exemplos do seguimento das leis aqui apresentados, não excepções. É o corriqueiro e normal, de acordo com as leis feitas por aqueles que dizem que nos representam. Não são casos excepcionais.

Querem emprego bem remunerado e reforma aos 40 anos? Alistem-se num partido político! A presidente do parlamento obteve a sua reforma aos 42 anos de idade com 10 da trabalho. O segundo magistrado da nação é um ladrão legal. Acham que esta corrupta e parasita não ajudará a continuar a aprovar leis que vão no mesmo sentido?!

Os orçamentos são concebidos no sentido de agravarem as diferenças sociais e as já maior fossa europeia entre rios e pobres.

Note-se que o presente artigo nem menciona se devíamos ou não pagar as dívidas do banqueiros, amigos e associados que exportaram os fundos roubados, nem se os encargos deviam ser suportados pelos que compuseram os governos e destruíram o país. Aqui, o limite é de lembrar de que a intenção do governo não é de distribuir os sacrifícios por todos, mas de dá-los apenas aos que menos têm. Nem os funcionários do governo são submetidos aso cortes dos restantes funcionários públicos porque fazem parte da máfias políticas que roubam a nação. Nos países mais atingidos pela crise, políticos e governantes reduziram os seus ganhos entre 20% e 30%, é facto conhecido. Reflicta-se, compare-se e conclua-se. O que nos contam são histórias de embalar bebés que, como se prova, têm convencido um povo desinformado e desmiolado a portar-se como o que é: um rebanho de carneiros masoquistas com mentalidade inferior à dos bebés. Basta ouvir o tom dos discursos do Criminoso para que nos demos conta de que sabe como falar a gente deste nível.

Só ingénuos e fanáticos partidaristas cegos acreditam que mudando de governo se poderá resolver o procedimento dos políticos. Ora, para compreender a imbecilidade que essa profunda estupidez encerra, basta comparar o grau de corrupção nos outros países em relação ao controlo exercido pela população sobre a legislação e os políticos. Valerá a pena notar que o grau de corrupção é inversamente proporcional ao grau desse controlo? Se nada se fizer para corrigir esta situação catastrófica os resultados catastróficos só podem continuar a progredir. Nada existe que os possa fazer regredir. Os carneiros confiam na boa vontade dos políticos corruptos. É a anedota do milénio.

Se a população admite tudo isto e muito mais, por que razão hão-de os corruptos rejeitar o que se lhe oferece numa bandeja? Porquê? há verdadeiros anjinhos inocentes que acreditam que os sindicatos lhes resolvem os problemas. Nem os de que reclamam desde que não haja legislação adequada. Os ferroviários, usufruindo dos maiores salários – alguns os €50.000 – são os que mais greves fazem suportados pelos sindicatos que mal defendem os que menos ganham. Alguma ouvimos qualquer sindicato ou partido de qualquer cor reclamar contra os caos aqui apresentados ou congéneres? Não lhes interessa, o povo que se lixe. Só as uniões populares apartidárias e independentes de sindicatos, de defesa de interesses nacionais comuns podem obter algum resultado. Ou o povo amotinado, como ma Islândia. Onde conseguiu prender os principais culpados da ruina do país 8que não era o último primeiro-ministro, obviamente, que vinha de longe, os banqueiros ladrões, e enfim, colaborou directamente na redacção duma nova constituição que não permitisse a essa repetição desastrosa e que aumentasse o controlo dos políticos e governantes. Todos os seus tostões são investigados.

Como é que é em Portugal e que se pode esperar? Com a desinformação de vento em poupa, a manipulação e fabricação das notícias, raros têm uma opinião com bases confiáveis baseadas em factos que desconhecem por lhos esconderem. Veja-se – no DN – como se se manipulou uma reportagem das férias do Coelho criminoso e fabricou uma imagem de promoção política: vergonhosos jornaleiros desonestos, falsários e impostores! A corja que encobre os crimes dos corruptos políticos.

Algo digno de nota é que o Coelho foi único político que até hoje chegou ao governo já com um longo cadastro agrilhoado às patas. Este facto deve servir de reflexão sobre dois pontos: (1) a jornaleiragem defende os que destroem Portugal e são declaradamente contra a população, sendo este o modo preferido para usarem a liberdade que conquistaram na Abrilada – se assim não for, que o provem; (2) substituir governos por outros iguais só tem piorado o estado do país e destruído qualquer esperança numa possível futura democracia, já que até hoje nunca existiu senão na boca que se servem do termo para roubar impunemente.


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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Os Carneiros Pagam a Crise Provocada Por Políticos e Agiotas
Parte I

Quantas vezes ouvimos o primeiro-ministro e outros ministros da oligarquia governamental – excepto o da economia (porque será?) – e até o coveiro de Portugal afirmarem que os sacrifícios decorrentes da aplicação do plano capitalista que dá o nosso dinheiro aos bancos é para todos. Será mesmo? Será o que se está a passar ou estaremos a ser mais uma vez vítimas do roubo descarado das máfias políticas?

Os portugueses estão habituados ao fanatismo partidário, pelo que sempre desconfiam com razão, mas mal, pois que excepcionalmente se escapam a cair como parolos nas artimanhas das oligarquias políticas. Acreditam mesmo que o dito Movimento para a Democracia Directa, iniciado por um pequeno punhado de gente honesta, não esteja comido pelo partidarismo sectário que se aproveitou desse movimento como o lobo na história do capuchinho vermelho. É verdade que ainda lá continua uma parte de democratas honestos, mas a malvadez dos outros destruiu a louvável obra dos seus fundadores. Que miséria! E há quem se que os políticos procederem de forma tão semelhante.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O Grande Bluff

O governo cumpre tudo o que o partido apodrecido tem vindo a anunciar desde há anos: o alargamento da fossa entre ricos e pobres, que já era a mais profunda da UE. Como nos admirarmos quando o partido no governo cumpre honestamente aquilo que, abertamente ou não, sempre mostrou ser o que intencionava fazer?

Muitas outras afirmações de banha da cobra fez durante as eleições, mas faz agora o contrário. Porém, sobre esta não fez juras nem promessas, mostrou claramente a sua vontade e intenção que agora cumpre. Por muito mau que posse ser é impossível de incriminar com objectividade e honestidade. A clara intenção é a de tirar aos que menos têm e fazê-los pagar a crise que a corrupção e a ladroagem originaram a começar no governo do Cavaco (como já por várias vezes aqui exposto). Nenhum dos que se seguiram sequer tentou reverter o caminho em que o país fora lançado. Aos que mais têm nada é tirado.
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