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sábado, 11 de agosto de 2018

Silly Season II - North Sentinel Island

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sábado, 4 de agosto de 2018

Mauritius

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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Sim, já fizemos a folha ao Ricardo Robles, numa velha tradição de fazer a folha a essa corja toda, a que chorava, a Constança Urbano de Sousa, o Relvas, que nem chorar sabia, o Coelho, que acabou em "catedrático" (!), a Portas, "Miss Fardas", que continua a gostar dele grande e grosso, a Carrilha, que gosta do mesmo, o Paulo Pedroso e o Ferro Rodrigues, que querem ser indemnizados só por alguém insinuar que eles gostam de fruta da verde, o Aníbal de Boliqueime, o cancro mor da Democracia, e a sua Maria, modesta e modista, o José Sócrates, o Vigarista de Vilar de Maçada, e a sua mãe Adelaide, a jeová... meu deus, são tantos, que agora se tem mesmo de descansar um pouco, um poucochinho monhé: pois, então, "The Braganza Mothers" entra na "silly season" :-)

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Praia dos Carneiros (Brasil - PE)

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sábado, 22 de agosto de 2015

Teahupoo

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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

O que acontece à sua mala, depois de passar o check in, no aeroporto, e ser atirada, à bruta, para o carregador do avião (versão completa, incluindo passagem pelo Raio X)

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domingo, 9 de agosto de 2015

de passagem

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Não viajo no banco de trás, disse o sapo. E acrescentou, é ponto assente. Será, pensei eu, ainda me tramo com esta mania de adotar sapos. Mas acho-lhe piada, tem um humor escorregadio e quando dá gargalhadas faz abanar as canas da Índia. Assim posso sempre imaginar que estou do outro lado do mundo.
Respondi, está bem, levo-te num copo de água. Se deslizares não te queixes, pagas a multa se a brigada de trânsito nos apanhar.
Não gozes comigo, coaxou ele, ninguém acredita que os sapos também vão de férias.
Pois não. Estamos de passagem.
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terça-feira, 21 de julho de 2015

"The Braganza Mothers" entra em Silly Season, em Hanauma Bay, uma das melhores praias do Mundo

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terça-feira, 18 de março de 2014

Baía do Sancho, em Fernando de Noronha, declarada a mais bonita praia do Mundo :-)

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domingo, 14 de julho de 2013

zeferino e o peixe

Zeferino era magrinho como uma cana-da-índia, esperto como um rato do campo, mas era do mar. Zeferino tinha um barco pintado de branco, duas riscas à volta, uma amarela a outra encarnada, na proa um olho espreitava para o livrar do mal e das tempestades, das vozes das sereias e das correntes malsãs. Zarpava ao entardecer e regressava ao nascer do sol, as gaivotas a esvoaçar a proa, calmas e mansas como se inútil tivesse sido a pescaria.
Não havia quem lhe ganhasse a escalar um peixe. Uma faca estreita e comprida e um movimento delicado e certeiro ao longo da espinha, uma erva, o sal marinho e as brasas no ponto. Depois um fio de azeite a desenhar círculos e ninguém resistia a dizer-lhe, não foras tu pescador, serias chefe de cozinha. Ele encolhia os ombros, indiferente, se não fosse pescador seria coisa nenhuma.
Nas noites de lua cheia, não pescava. Ficava ao largo a ver passar os cardumes prateados de peixe miúdo aos saltos sobre as ondas e esperava-o, ao peixe-pico. Não era pontual, chegava quando queria e era o peixe mais divertido das águas de Sesimbra. Contava anedotas de peixe e quando se ria o seu corpo redondo enchia-se de picos que tocavam uns nuns outros fazendo um ruído sibilante que confundia os peixes maiores. Às vezes perguntava, ó Zeferino, tu que és tão fino, porque é que nunca me conseguiste pescar? E rebolava-se a rir à tona de água e Zeferino ria-se e chorava a rir e até o olho pintado no barco deitava uma lágrima de alegria.
Quando a lua se escondia, o peixe pico ia à frente e o barco atrás com Zeferino à ré, navegavam algumas milhas, davam a volta aos rochedos, tocavam os faróis, descodificavam os sonhos das tartarugas marinhas e por fim adormeciam.
Muitas foram as histórias que contei de Zeferino o pescador, umas inventadas outras não, mas esta do peixe–pico é a mais feliz.
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Férias

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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Férias

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