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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Correio da Lola: "Tenho sido vítima de violência doméstica, e acho que com o António Costa isto ainda pode piorar..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Dedicado à Isabel Pires, à Karocha e ao Octávio, como prende de aniversário atrasada



Querida Lola:

Vivo um inferno, entre perseguições, "Stalking e Cyberstalking", enxovalhos por todo o lado, contas atrasadas, ameaças por telefone, vídeos porno no "Skype", e acho que não vou aguentar isto muito mais tempo. Nunca recebi ajudas de custo da Tecnoforma, nunca fui submarino e não sou da Família Espírito Santo, mas preciso urgentemente de apoio...

Isabel Branco Pires, aká "The Cougar", Conde Redondo



Querida Isabel:

Lamento imenso, mas vou ter de responder à sua carta, que me parece de pedido de auxílio, mas está cheia de "offshores" africanos, do Pau de Cabinda... A primeira coisa é um desabafo, já que posso ter este ar de insuflada, o meu silicon valley já muito pisado, como o da Clara Pinto Correia, o meu clit atrofiado a cheio de nódoas negras, da fome com que eles se deitam a ele, os joelhos cheios de calos, de estar com o cachaço noites e noites a oscilar, em vãos de escada escuros, enfim, apesar deste ar exótico que tenho -- uma espécie de "Livre" do broche e da enrabadela -- também sou um ser humano, sujeito às leis da concorrência, com o salário indexado à produtividade, e, se até agora resisti a emigrar é por que me saiu tudo, e sai, do coiro. Tenho de dizer que, desde que a menina veio refugiar-se na minha área de intervenção, sofri um arrombo, como só os taxistas levaram, com aquelas trotinettes do António Costa, que devem dar de comer aos offshores do Zé que faz falta, e já tenho clientes a pedirem-me informações sobre as novas senhoras  que aqui moram. Suponho que seja o toque, a ver se eu sei alguma coisa da menina e da Karocha. Por mim, respondo sempre, como o Sr. Primeiro Ministro, que "não me lembro", até por que, a haver "senhoras" aqui na zona, que eu saiba, a única sou eu, e vocês são apenas vizinhas do sexo feminino, para tratar o assunto com a densidade científica que merece. Sei a sua história toda, desde que ia para o Sindicato, ou dizia que ia, por que a via lá pouco, e era mas era daquelas que parava o elevador entre dois andares, para tentar caçar umas ejaculações precoces do Mário Nogueira. Deve ser por isso que ele foge, sempre que a vê, por que menina faz sempre assim, com o mindinho a murchar para baixo, e ele percebe MUITO bem, e imediatamente, do que estão a falar... A sua fase seguinte considero eu ainda mais deprimente, já que se reunia com dissidentes do PCP, para enfiar chouriços no cu, o que eu acho o patamar mais baixo a que uma sindicalista pode descer, e já não falo aqui das cenas da paiola de Barrancos, e da morcela de Avintes, para não juntar os Sindicatos todos do Norte, Sul e Oeste. Apenas lhe digo que tudo o que há de sórdido e ocorre na "Festa do Avante" chega aqui em três minutos, aqui mesmo, ao Conde Redondo, até a sua tentativa de se insinuar com o Arménio Carlos. E até já corre uma versão de fressura com a Ana Avoila, mas aí ponho eu as mãos no fogo por si: o Arménio já está fora de prazo, e fressureira nunca foi, nem a menina, nem eu, embora, se tivéssemos sido, teríamos chegado mais alto, como aquela ex diretora do "Independente", que tem as mãos do Abominável Homem das Neves e é conhecida pela Pintelheira de Mato Grosso, coitados dos piolhos e das lêndeas, que não se orientam ali nem com GPS... Vocês dizem-se perseguidas, mas deram-me cabo do negócio, por que isto parece a triangulação das esfomeadas: eu, cá em baixo, é como o caudal do Tejo, antes de chegar à Trafaria, já as outras lhe mamaram, em cima, as águas -- as águas e os leites -- na Extremadura e na Castilla la Mancha. Eu sei que a minha vida foi sempre apanhar com os restos das últimas divisões, com os árbitros passivos e as claques das cinco da manhã, em que quem lhes faz os clapes sou eu, a bater as palmas dentro daqueles cagueiros, se as damas deles vissem o estado em que aquilo está, aliás, se se fizesse -- coisa que o António Costa nunca fez - o levantamento do estado das traseiras (e dos traseiros) em Lisboa, acabava tudo no Dr. Ivo Pitanguy, e com a necessidade de obras de intervenção, relançava-se a Construção Civil toda em Portugal. Deixe que faça um parêntesis e lhe diga que estranhei muito o apoio do Taveira ao António Costa, mas deve vir nessa linha, da longa genealogia do Bonga Arrebenta Bilhas e do Reinaldo, da Fátima Padinha,  e das brutas canzanadas à la Laura Diogo e outras lauras... Que vergonha, até nisso somos enganados: quando se fala de traseiras urbanas, em Lisboa, toda a gente imagina velhas desdentadas, com lençóis esburacados a pingar, e ratas recém lambidas por gatos negros, mas a verdade é  bem outra, a quantidade de marquises que os maridos, e as mulheres, desconhecem que estão naquele estado, parecem os sapatos do Papa Francisquinho, e olhe que eu também desconfio muito daquela garupa dele, parece uma potra argentina derreada, completamente viciada em mate, que acha que o Maradona só snifava beladona, aquilo deve ser o Rocinante da Kirchnner, mas, olhe, íamos muito longe por esse caminho e vamos voltar ao seu caso. É público que é perseguida, mas também fez e investiu muito, nisso e por isso, por que deixava uma máquina de filmar ligada a noite inteira, a filmar, enquanto se rebolava na cama, e tinha sonhos úmidos com o Macau, enfim, em palavras curtas, nem de noite parava, até que aquilo foi parar ao "Skype", quem lá o pôs vai ter de pagar uma indemnização de caixão à cova, a verdade é que à pala desse vídeo fazem fila aí à porta, para ver o original, até o seu vizinho, o Salazar, que parece que tinha casa aí perto, se rebolava na tumba... Quando a coisa estava mal, veio a Karocha, para piorar, essa mulher é capaz de tudo, até fizeram uma montagem, no Photoshop, para a porem a nascer defronte de um prédio que nem existia, esta gente e capaz de tudo, sei, de fonte segura, que o referendo da Escócia foi uma derradeira manobra de bastidores em que se disse, muito claramente, o bolo todo não leva, mas podemos dar-lhe a Escócia, se os Escoceses forem por aí, mas, como as manipulações são muitas, nem isso, e a velha Betsy, mais uma vez, ficou a ronronar. Não há de ronronar sempre, lhe garanto, mas isso fica para outro episódio. Cá para mim, a menina, que se está a fazer de vítima é a verdadeira, a genuína, a única, a célebre, a incomparável, "A Senhora PSD", aquela que nasceu nos subúrbios de Gondomar, ascendeu pelos salões de cabeleireiro de terceira, da Trofa, do Fojo e do Canidelo, até chegar ao topo da base, as casas de alterna do Luís Filipe Menezes, o verdadeiro Conselho de Estado da Nação. Ora, quando se chega a esse patamar, tem-se mesmo o país real na mão, e não é muito difícil, basta ver os infiltrados todos, que se apresentaram como "simpatizantes" do PS, vindo de todo o lado, CDS, PSD, os 100 militantes do "Livre", e até do PNR, para darem uma mãozinha à candidatura do Tição de Bombaim, para eles se comerem uns aos outros, e conseguiram: veio uma maré negra atrás, parecia um entupimento do esgoto, a coisa que mais me enterneceu o coração foi ver a Maria Antónia Pila, perdão, Palla, a ronronar que tinha sido à pala de tanta pila que o filhote estava agora nos braços da vitória. Já só falta o Garrafão de Águeda candidatar-se outra vez às Presidenciais, e lá teremos o Pedro Santana Lopes em Belém, enquanto os pedófilos se encavam uns aos outros, os primos e meios primos, os meios tios e as testemunhas de jeová, todas coligadas com o Pedroso, o Aventalinho, os offshores, meu deus, o "Freeport", a Ota, os submarinos, e a "sexta pessoa" que recebeu as luvas, o Novo Aeroporto, dois, ou três, aliás, a Isabel e o Dos Santos, um TGV para ir do Héron Castilho à Casa dos Érres e a Elvas, o Carlos Cruz a dirigir os três canais da RTP, jesus, que festival que vem por aí, a menina, que se diz perseguida, imagine os gritos que o Costa vai dar, quando descobrir a escumalha que vem atrás dele. Isso, sim é um arrastão, um arrastão muito maior do que aquele em que a Teresa Guilherme se esqueceu de que estava na mudança para a Hora de Verão, e foi apanhada na cama com o Figo, quando era suposto já ter sido feita a substituição do meio tempo, com o Fernando Couto. Consta que se deitaram os três no relvado, e foi um esplendor na relva, ainda ela tinha os bicos à altura das ancas, e já não nas subcaves, como agora: é o horror do superpovoamento do Mundo, tem de se apostar no estacionamento subterrâneo, já que não há superfície, nem mucosas, para alojar tanto visitante.  E como esta resposta vai longa, vou terminar, e vou pôr aqui a verdade, toda a verdade e só a verdade, como aquele advogado da Teconforma, que me deixou toda úmida, quando disse que ia meter a alavanca a fundo: quando eu contar que a menina tem um comando, tipo comando de garagem, e basta clicar, quando se sente ameaçada, e imediatamente lhe aparecem 20 polícias daqueles, dos bons, olhos azuis e verdes, tipo Islandeses, e lhe sobem a escada, sem perguntar, a dizer "é a senhora que está a ser ameaçada?... Nós estamos aqui para a proteger!...", e eu sei bem como ronrona, enquanto ajeita o roupão, faz descair estrategicamente o soutien, e os faz subir a escada, a bater com as botas, e lhes diz, "sou eu, sim, mas é ali mais acima...", e os empurra para o seu colchão de água, e mia, como a badalhoca da "Senhora PSD" disse à Judiciária, "Catch me if you can (!)...", mas com a adrenalina toda a escorrer-lhe pelo corpo. Já pensou que não há corpo de mulher que suporte ter vinte machos em cima, a não ser que seja mesmo a Guilherme, ou a Tânia Vanessa, e que vai ter de haver um momento em que, pensando que a estão a "proteger" a si, se estão mas é a "proteger" uns aos outros, e já pensou que isso é como os tigres, depois de provarem dessa "proteção", o filme sobra é sempre, como de costume, para mim, sim, querida, lá para as cinco da manhã, quando a sua máquina está em modo automático, a fazer vídeos "Skype" do seu corpo suculento e lábio leporino, que vão ser a alegria dos pívias de meia Lisboa, é quando a desgraçada da traveca, depois, fica a aviar as sobras da sua mesa?... Pena tenho eu é do "Gastão", que o Ferro Rodrigues, nos bons tempos, quando não tinha mais nada à mão, enrabava, até que ele fugiu, por pura violência canídea. Agora, deve estar velho, surdo e mudo, senão acabava com queixa naquele novo filme dos maus tratos aos animais... Kisses e trate-se, que na minha terra isso não é fome, é mas é fartura!...
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Correio da Lola - "Também já há carne de cavalo no Conde Redondo?..."

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Dedicado à Claudia Girelli, com o atraso todo do aniversário (tenho muitos homens para mamar, querida...)



Querida Lola:




Cá em casa andamos muito preocupados, com a crise da carne de cavalo. Pensámos que isso estivesse a minar a dieta do Conde Redondo, e achei que só a querida nos poderia informar sobre se é verdade...


Raquel Rocheta, Rochedo do Pedófilo



Querida Raquel:



Ia-lhe dar a resposta mais curta da minha vida, e vou dar: no Conde Redondo, nós não temos problemas de carne de cavalo, antes tivéssemos, filha... O nosso problema é que, quando eles aparecem, naqueles carros transformados, vidros fumados, que baixam, para vir lá de dentro um cheiro a charros e a machos, eu penso logo: "cá vem cavalão, lá vou em acabar nas urgências de Santa Marta, como antigamente, com a "marquise" toda arrombada..." Engano de alma, ledo e cego, que a realidade não deixa durar muito: 10 minutos passados, já tenho o machão, que não era carne de cavalo, ou ajoelhado, numa de carne de cera, à Ratzinger, ou numa de carne de porco, de gatas, do género, "enterra-o todo, que eu eu quero ser comido bem à porca -- mais outro tipo de carne --, por ti...", Ora, por amor da beata Aura Miguel, eu vim para esta vida, para ser comida como uma cadela -- outra carne que eu adoraria deglutir -- não andar a fazer o papel da vaca invertida, que tem de comer o pseudocavalão. É evidente que, com toda esta corrupção do Futebol Internacional, cada vez mais os árbitros vêm desativados, flácidos, e com as nalgas prontas para o autogolo. Não há clítoris que aguente, filha, uma mulher envereda pela passividade, em teoria, mas há sempre uma encíclica do faz de conta, que nos obriga a montá-los, e eu sou bem mais vaca do que cavalona, por mais que isso me custe. Vai ao Chiado, quer um homem?... Impossível: ali, só carne de canguru, com as aquelas paneleiras todas, rua acima, rua abaixo, com os pulsos quebrados em forma de tarso de marsupial. O Desemprego, amorosa, também não ajuda, já que são muitos a chegar agora perto de nós, com pedido de foda parcelada (!). Ora, isso é como chouriço às rodelas; uma foda não se dá em parcelas: ou se dá, ou não se dá, e, às vezes, o rendimento social de inserção, apesar de nós termos cortado drasticamente os preços, às vezes, nem para 10 segundos de mete e tira dá. Já pensei em lançar o Passe Lola 123, mas ainda iam pensar que eu estava a relançar o Carlos Cruz, que é uma coisa efémera, já que, brevemente, vai voltar a fugir do país, como bom adulto, heterossexual e "ativo" (!). O nível de frustração é muito grande, querida, de parte a parte, e tem provocado clivagens, coisas muito graves, que até os sindicato das travecas já meteram, há muita, muita, carne de cabra, e até de cabrona, pelas esquinas, daquelas capazes de lixarem uma colega, só por causa do salve-se quem puder em que isto tudo entrou, com o começo da era Franquelim Alves, mas o pior de tudo, ainda, é a concorrência do Conde Redondo Alto, onde a Karocha se instalou, uma desavergonhada, que não poupa quem anda a dar o couro pela esquina, minha linda. Para ela, o sonho era uma vida inteira de perna aberta -- o sonho de todas nós, aliás --, e a verdade é que, no meio do chique, do chique, do chique, nos anda roubar os polícias todos, pelos menos, aqueles que ainda são capazes de comer uma "mulher"... Aí, com a Karocha, a carne é mas é de víbora, e da pior, até chego a pensar que ela nos manda só as fardas passivas, para ver se nós desanimamos, e abandonamos a zona. Querida, isto não é uma mensagem subliminar, é uma declaração de guerra: ou a menina arranja carne de cavalo, aliás, de cavalão, para todas, e não só para si, ou nós pomos a boca no trombone, e a Escócia -- saias já eles usam, e, como nós, também têm "uma surpresa debaixo das saias" -- separa-se mesmo das terras da ingrata da sua mãe!... Kisses, para ambas, que nos amamos muito, como todas as víboras e cascavéis do Ramo de Windsor, do Conde Redondo.



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