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sábado, 10 de março de 2018

Exatamente antes

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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Lua cheia de outubro

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sábado, 18 de março de 2017

Maroneia

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Aigues Mortes (janeiro de 2017)

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sábado, 8 de outubro de 2016

Os meus dias de verão dos primeiros dias de outono

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Madeira: 40 anos de autonomia da Ilha mais Bela

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terça-feira, 22 de março de 2016

O ditador Raul Castro faz "mãozinha de vaca" com Obama, o idiota

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Pierre Boulez (1925 - 2016) - "Dialogue de L'ombre Double"

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sábado, 12 de dezembro de 2015

Aurora em Canopus

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Diário da Guerra - Cimeira do Clima

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

A maravilhosa névoa de Plutão

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sábado, 4 de julho de 2015

O Omphalos de Delphos

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Lua cheia de verão

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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Vénus e Júpiter, na alta nave dos céus

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

ΑΘΉΝΑ

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terça-feira, 30 de junho de 2015

Αθήνα

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domingo, 28 de junho de 2015

Αθήνα

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sábado, 20 de junho de 2015

Les Grandes Décorations (2015)

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sábado, 6 de junho de 2015

Atmosferas

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domingo, 7 de dezembro de 2014

primeiro conto do anoitecer

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas 

Era uma vez um plátano antigo e chegado a dezembro despiu-se de folhas. A mais pequena delas, da cor do fogo quando crepita, foi levada pelo vento norte e viajou dez dias e nove noites para um outro país. A segunda em tamanho e em beleza acobreou-se, veio uma rapariga e disse, dava uma jóia de encastrar e cativou-a para si. A terceira e última folha quebrou-se, perdeu o pé nas pedras da calçada, andou por ali, aos pedaços.
Todos os dias o plátano sentia saudades das suas folhas e chamava-as com voz de árvore e guardava-lhes um espaço no lugar do coração, acaso não fosse árvore mas gente.
Uma noite chegaram dois cisnes negros e um branco e quem sabe não eram cisnes mas gente e perguntaram, podemos ficar. E ficaram.
Ainda não era natal.
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