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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2009), a propósito da acusação da "Operação Marquês": “Como prometido, iniciamos a publicação das transcrições das escutas Armando Vara versus Sócrates, mandadas destruir pelo Pelos na Orelha do "Aventalinho"


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Imagem do KAOS




CD 3 – minuto 3, segundo 12 (Da série mandada queimar pelo Orelhas de Bode, do Supremo Tribunal de Justiça)


Zé – Olá, mano, tudo bem?... Viste o noticiário hoje?... A gaja da TVI tem de ser queimada, pá, é assim, não foi isto que combinámos no início, é todos os dias a mesma merda, os putos, na escola… pá… não podem estar a ouvir todos os dias o que dizem de mim…

Mano – A gaja tá protegida na TVI, mas aquela merda pode-se dar um toque à PRISA. Eu amanhã vou para Madrid, tenho lá um jantar com umas gajas… (silêncio) Pá, desculpa lá… (risos) se eu soubesse que tavas nessa onda até te convidava… (risos) São da Letónia, ou uma dessas merda desses países que inventaram agora… Pá… lindas… mandaram-me o catálogo, têm olhos que parecem aquelas pedras dos anéis..., lindas, bué, Zé..., lindas… águas marinhas, ou lá o que é, muitas vieram clandestinas para pagar a vida da mãe, que tá com cancro… foda-se, estes gajos das redes não respeitam nada, mas a casa é um espetáculo, nada daquelas porras onde eu ia com o Madaíl, em Vouzela, as gajas até cheiravam mal, estas é tudo limpinho, foda-se, boas como o caralho (silêncio)… Zé, eu já meti a língua em duas…

Zé – (silêncio)

Mano - … e volto domingo, deixei uns gajos cá, no gabinete, a aldrabar umas contas no BCP, segunda devo tar com uma ressaca, mas tenho de fingir que tive a tratar dos negócios, há uns gajos dos petróleos, que vieram de Paris, acho que vão lá estar, mas nem me tou pa chatear, pá, foda-se, o fim de semana é pra um gajo se esticar, mas é assim, Zé, se nas Russas estiver lá algum gajo da Prisa… não, com os paneleiros eu não vou negociar, isso depois podemos marcar uma reunião informal, em Queluz, mas eu posso dar o toque. Pessoalmente, também tou farto da gaja, parece uma boneca insuflável, antigamente, tinha a boca grande, agora tem tudo grande e a boca ainda maior, acho que tem mesmo de ser trocada…

Zé- Pronto, então é isso, eu aqui posso pressionar o Paes do Amaral…

Mano – (risos) Vais “pressionar” o Paes do Amaral???... (risos) Como é que tu vais pressionar o Paes do Amaral???... O gajo ainda é mais passivo do que tu, deixa-te de caralhos, eu vou falar diretamente com o Penedos, o gajo mexe-se bem na Holanda, no fundo, nunca deviam ter deixado essa merda da Endemol tomar conta disto tudo. Aquilo é bom para os “cámones”, o pessoal aqui gosta é de gajas com grandes cus e futebol. O problema vai ser que não pode ficar à vista… (silêncio) No “Casa Pia” eles não ficaram com nenhum cu de fora?... Parece que a gaja vendeu a casa no Alto do Restelo e népia de mais valias… Podíamos atacar pelo lado do Fisco, foda-se, sei lá, numa só de desmoralizar, como fazemos com o Portas...

Zé – Do Fisco não sei nada, e do “Casa Pia”… deixa ver, o Paulo ainda não veio da Roménia, está a acabar os contratos, para ver se aquilo passa rapidamente para os Franceses, que não quero o meu nome misturado nem com a "Lena" nem com a "Abrantina", vocês isso prometeram…

Mano – Tá prometido, tá cumprido… Sabes se o gajo se tem safado com os putos?...

Zé - Mano, tou mais preocupado com as fugas, a Cabrita já anda à perna, o Monteiro anda a fazer jogo duplo na Procuradoria e a gaja, qualquer dia, enturma com a outra…

Mano – Yeah, isso é mau… sim, isso é mau, tou farto dessas gajas da coca, a história começa aqui, amanhã já está o Balsemão a snifá-la, aquilo do “Expresso” e da “Sic” acho que está mesmo muito mau… (silêncio) Olha, já te chegou alguma sobre o Miguel ir para a “Sic”?...

Zé- Qual Miguel?...

Mano – Pá, o filho da outra, o que copia os livros…

Zé – Quais livros?... Há tantos a copiar livros

Mano – Pá, o dos comentários da TVI, ele não está feito com a da boca grande, mas se se vir entalado faz maioria… esse é daqueles que é tudo menos merdas, por causa da mãe…

Zé- Tá morta. Essa, ao menos, já foi, senão tínhamos de ir arrumá-la ao lado do Ferro…

Mano – Ou do Carrilho, na Unesco… olha, tinha sido mais fácil calá-lo assim. Agora, há um problema nisto tudo, é que eu preciso de fundos, para comprar algumas coisas, sabes como é, o pessoal anda todo um bocado enrascado com a crise, se tu chegares e puseres um saco de notas em cima da mesa, a conversa é sempre mais rápida…

Zé- Tens a faturas do Godinho, mas podemos usar o nome da REN, para sacar alguma coisa da fatia do BPN, ninguém nota, no meio do buraco... Mais logo, vou telefonar ao Zé, quando ele chegar de Bruxelas, aquilo ali está mesmo denso, parece que andam a queimar o nome do Blair, para depois avançar com o nome de um dos nossos, para a Presidência Europeia…

Mano – E então?...

Zé -… e então, pá, tivemos de negociar. O pessoal, aqui, cala-se, oficialmente, vamos com a Espanha, e aí avançamos com um nome dos nossos, parece que é um Belga, mas deixei ali o nome no bolso do outro casaco, não sei dizer-te quem é, mas é poderoso, daqueles que conseguiu bloquear o Caso Dutroux. Em contrapartida, os gajos fecham os olhos ao nosso deficit aí uns dois anos, pelo menos...

Mano – E isso do deficit está como?... Lá no banco falam de uma porrada de dinheiro…

Zé- Tá mau, mas a gente aguenta-se. A Loja deu ordens ao Vítor para agarrar os números, e só virem depois das eleições…

Mano – Mas tipo o quê?...

Zé – (silêncio) Pá, já passou os dois dígitos, mas isso não se pode saber, e também não interessa, que eu nessa altura já espero não estar cá. (silêncio) Agora que isto está mau… está, está muito mais do que se pensa...

Mano –E o que é que diz a Loja?... Tenho tido pouco tempo para ir lá, com isto das Russas…

Zé- Até agora estão a aguentar a coisa. A eleição do Obama calou os toscos, na América, e aqui vamos ver se conseguimos manter a calma até à próxima reunião de Bilderberg.

Mano – Já sabes onde é?...

Zé- O Aguiar Branco disse-me que pode ser na Sicília, mas já me chegou, por outras vias, que vai ser no Rio de Janeiro.

Mano – Boa!... Para ver se dividimos os gajos. E sempre vai dar para falar diretamente sobre o plutónio, com o Hugo.

Zé- … é… Isso é outra coisa que me anda a tirar o sono. Quando era uma de estarmos a fazer entrar a coca, ainda podíamos ter a “Air Luxor” e a as velhinhas de Arraiolos, agora, com o plutónio… É complicado, já pensámos em Marrocos, ou Cabo Verde, para depois vir via os voos de Angola. Depois mete-se nos camiões e é mais fácil, os gajos nem sabem que aquilo mata (risos)

Mano – E como está a conversa com Teerão?

Zé- Bastante boa. Se houver crise do petróleo, os gajos asseguram os stocks até 2015, mas precisamos de pôr lá 10 toneladas, senão nada feito…

Mano – 2015 é porreiro, pá… Achas que em 2015 já estamos outra vez com Maioria reforçada?

Zé- o Zé diz que sim. Está agora a montar uma empresa de sondagens…

Mano – Ah, ganda Magalhães, sempre a faturar (risos). E achas que é merda para se aguentar?...

Zé- Ele disse-me que é tudo baseado em escutas, portanto, não precisamos de amostragens, diz o gajo. Tem uma equipa que escreve o que o pessoal diz ao telefone, e ninguém vai mentir, ao telefone sobre onde vai votar… 0% de margem de erro!... (risos)

Mano – E o Corno de Belém, anda manso, ou com os tremeliques?...

Zé - Anda manso. Por aí está tudo controlado. Pelo menos, é o que tenho ouvido nas gravações. Parece que ainda pensa que é Presidente (risos)

(Fim da secção)


( Duo da Coxa no "Arrebenta-SOL", e no "The Braganza Mothers" )


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quinta-feira, 3 de março de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "O Bom Jesus de Vilar de Maçada"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Dedicado a todas as crianças do Mundo que nunca serão gente, para evitar que seja arrastado pela lama o bom nome de gente boa; dedicado a uma sociedade doente; finalmente, dedicado a todos os colaboradores do "Braganza" Mothers", que passam a vida a esgatanhar-se que nem crianças. Deus vos pague.


Para mim, que passo a vida em banco de trás de motorista e entre a Linha Vermelha, a Linha Verde e a Linha Azul -- é o Metro, não a Política, filhos... -- Vilar de Maçada é um povarelho terrível, com duas velhas desdentadas, com tendências lésbicas e inclinações zoófilas para o último rebanho de ovelhas que por lá resta, mais as visitas do Zé Luís Paxaxa, que vai lá "aprender a escrever", pá, em Vilar de Maçada só nasce geada, erva saramaga e coirões, AQUI é que se aprende a escrever,
portanto,
A Coisa espanta-me bués, "because" num país de paneleiragem mal assumida, e tão santificada, espanta-me que só haja um altar de santo de cu pró ar, por exemplo, se alguém souber, diga-me em que posição está o santinho da terra onde nasceu a Senhora de Mota Amaral, o Heterossexual Melão, o Cláudio Ramos, ou aquele jogador que foi um escândalo, porque andava com o Melão, foi tudo desmentido, a verdade é que desapareceram todos do mapa, "as usual".
Tenho, por Vilar de Maçada, o mesmo carinho que pela Casa dos Érres: sei que tudo o que por lá passava era bom, mas como tudo o que é bom ou é pecado, ou faz mal, ou chama-se Fado Alexandrino, a Dona Adelaide, parideira prevenida, que já sabia que iam deslocalizar-se os partos, resolveu ficar de balão em Vilar de Maçada, mas ir ter o nascituro no Porto -- mais perto do Triângulo das Bermudas Guimarães/Famalicão/Santo Tirso, onde todas as pistas pedófilas desaparecem, sempre, misteriosamente -- , e, logo a seguir, trazê-lo de volta para a aldeola, aquilo estava cheio de memórias, o avô que tinha vendido volfrâmio para fora -- o único avô de Portugal que não vendeu volfrâmio a Hitler -- e a criança foi criada entre ovelhas, visitada por três fadas, a Fada Merdinha, a Fada Merdosa e a Fada Merdona -- esta última chegou atrasada, e pôs-lhe à perna um linfoma-a-sócrates chamado Vítor Constâncio, um capacho de rafia, onde toda a gente limpa os pés, mas nunca absorve a sujidade, aliás, Vítor Constâncio parece aquele carimbo do Bilhete de Identidade, que a gente fica com o dedo do meio sujo de tinta, da última vez, eu ia dando um enxerto no segurança, um "Hammerskin" -- que por acaso até era bom, fazia-lhe "uma gulosa", se ele limpasse mesmo o sarampo a dois ou três que bem precisam -- porque não me queria lavar as mãos, e eu chorava, benzendo-me, Pilatos sou,
ai que seca de prosa do caraças (!...),
a Dona Adelaide levava o filho ao altar do Senhor Jesus da Capelinha, e todos os dias o Zé -- todos nós precisamos do Zé, como diz agora aquele cartaz de rua da cocainómana Alixada num Traste -- perguntava à mãe, "ó, mãe, por que é que o santo está deitado, e de cu para o ar?...", mas ela já sonhava com o Heron-Castilho, com dar a golpada na velha espanhola, que lhe vendeu, com o argumento de que o Mundo ia acabar em breve -- Testemunhas de Jeová rules!... --- por 60 000 contos, uma coisa fabulosa, Art Nouveau, em pleno centro de Lisboa, a duas braçadas do brochanol do Centro Comercial Castil, quase defronte do "Expresso" de antigüamente, pertíssimo do quarto escuro do Bric-a-Bar" e a dois golpes, sei lá, de tanta coisa, a velha disse, nunca mais trago este carago aqui, o puto estava mais virado para ser vigarista do que Jeová, mas ficou-lhe na massa do sangue -- do sangue, não, que é proibido!... -- que ia fechar tudo o que fosse Centro de Saúde, Maternidade e essas merdunças, onde toda a gente pensa estar a ver critérios economicistas, estão, não é, mesmo, né?, está mas é uma testemunha de Jeová de segunda geração, o filho da Adelaide, divorciada, e professora de Cascais, que ainda nos há-de pôr imposto em tudo o que é proibído, em matéria de Saúde, por o Yahavé da Boa Nova,
grande cabrão, foste apanhado agora!...,
quanto às Finanças, Jeovás!?... toda a gente sabe que são unhas de fome, o Dízimo certinho, sem I.V.A., nem I.R.S., nem declarações ao Fisco, as declarações ao Fisco são para os Hereges, que não andam, aos pares, a pregar o Fim do Mundo -- o Fim do Mundo foi o azar de ter dado uma maioria absoluta a um partido com um canalha deste calibre à frente!... --escrúpulos-zero; vergonha-zero; pudor-zero; sensibilidade-zero; valor histórico-zero, e o contador só rebenta do lado da Vaidade, porque nunca se pôs de perfil ao espelho, para ver aquela batata de merceeiro, que tem no lugar do nariz, coisa genética, de algum avoengo que copulou com um daqueles macacos narigudos da Selva Tropical,
ora,
se o Senhor Jesus da Capelinha passava os dias de cu alçado, por que não haveria sua excelência de fazer o mesmo em plena Lisboa, no Heron, ou no Clube 7, o difícil era lá chegar, mas foi-o fazendo por passinhos lentos, primeiro, o ser pago como engenheiro na Covilhã, depois, umas notas lançadas, em Coimbra, entre hurros de "Viva Vasco Gonçalves!..." -- este é para a Moriae e para o Luikki, embora o Luikki seja mais de lamber o cu peludo ao Manuel Alegre (deus me perdoe, até se me revoltou o estômago...), depois, passou o processo todo para o I.S.E.L., a Universidade dos Engenheiros Fracos, e, como nem aí atracava de popa, agarrou-se, com unhas e dentes à "Independente", de onde saiu com um Inglês e Português Técnicos impecáveis.
O espanto, nisto tudo, é que o Senhor Jesus da Capelinha, enquanto ele pagava MBAs, em troca de minetes que alguém fez à Sopeira da Educação (argh...) continuava de cu alçado, coisa que devia ter a influência da Opus, coisa sagrada entre todas, mais do que Fátima e Paulo Pedroso, que ainda pensa que o Portas não ataca mesmo na A5, agora quanto a Fátima, a outra, é tudo mentira, porque Nossa Senhora NUNCA poderia ter aceitado ser Mãe de um povo com tantos "defeitos-maus", nem a Senhora da Aparecida, tão do agrado da Ilda Machadão, ou dos G.N.R.s que vão a Casa da Pimpinela para serem comidos -- é sempre a primeira vez, e só fazem aquilo porque a mulher está grávida, ainda me "hádem" explicar que necessidade é que um Português tem de apanhar no cu sempre que a esposa engravida, mas isso ou se insere nas Causas Naturais, ou nos Milagres da Fé, queria Einstein uma Teoria Unificada, quando, em Portugal, há uma Teoria Bifurcada, a dos referidos Milagres e Causas,
coitado do Senhor Jesus da Capelinha, como deve ser duro estar na posição do frango assado a vida inteira, nem a Sheila, que ainda há-de acabar a fazer sexfone com a Punctum contra Punctum -- travesti gira, com os peitos em tratamento, procura camionista do IP5, para ser humilhada, sonho de qualquer Lola, que chupe, de qualquer Amélia Gay Culasso, ou das drogadas aqui do blogue, a nossa Aflita Cabrícia, jornalista e puta, Katia Rebarbado de Abreu. Em notas de rodapé, o Mango, que aderiu e se calou, o João Gonçalves que escreve muito bem, mas tem de perceber que aqui vale a lógica do deboche, e a E-konoklasta que nunca mais posta aqui as suas investigações sobre Bildelberg e os Illuminati,
estou farto de escrever, os não-citados estão convocados para um "post" obrigatório aqui, fim de semana, e quanto à Kaotika, que tem aquela cruz lá em casa -- coitada a vida não é fácil... -- que só lhe dá para fazer imagens que ridicularizam as coisas sérias, e santas, que Portugal ainda tem, os Políticos, o Padroeiro de Vilar de Maçada está de cu alçado, e nós, aparentemente, cada vez mais, também.

ponto final, senhora enfermeira, agora, injecção, camisa de forças e cama, que se faz tarde.
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sexta-feira, 6 de março de 2015

"Sim, eu sei que ele frequentava outros colos, e até lhe parti o braço com um candeeiro, por causa disso, mas, no fundo, era um querido, e quando eu vi 1 600 000 €..., 1 6 000 000, ouviram bem... em meu nome, pensei, Sofia, e que tal esquecermos tudo?... E assim se fez" :-)


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Uma gaja bem subsidiada vai connosco até ao fim do Mundo. Pena eu só gostar de gajos :-)
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Entre volfrâmios e plutónios, um dia, a ideia de que o dinheiro da Dona Adelaide vinha exclusivamente do dízimo das Testemunhas de Jeová deixou de colar, e... e... e... foi uma chatice, pá :-)


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Da fábula dos volfrâmios ao horror dos plutónios. Foi o fim do mundo da costureira de Cascais. Jeová juntou-te, no destino, ao teu irmão, Simão das Braguilhas :-)


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sábado, 22 de novembro de 2014

Na expectativa da detenção de Paulo Portas, a prisão do vigarista de Vilar de Maçada, José Sócrates, já é o evento do mês. Por que não aproveitar para visitar o "Licenciada ma non troppo"?...


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"Licenciada ma non troppo", um clássico, em todos os sentidos :-)
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