#Post Title #Post Title #Post Title #Post Title
Mostrar mensagens com a etiqueta Margarida Marante opening the legs. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Margarida Marante opening the legs. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 18 de abril de 2013

Correio da Lola - "Irá o Conde Redondo manter serviços mínimos, durante a Guerra?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Querida Lola:

Sou desempregado de longa data, pertenço à Geração à Rasca, e os meus colegas dos charros andam a dizer-me que, quando houver a guerra, o pessoal vai ter de ir para a frente de batalha. Eu não quero ir, porque não tem discotecas, e os meus pais já disseram que... tipo... sei lá...


Jorge Jamaica, Telheiras





Querido Jorge:

É bom saber que os seus colegas, entre as pastilhas, e os ácidos, já começaram a perceber que a guerra vem aí. Como sabe, a guerra, quando nasce, é para todos, embora seja sempre mais para uns do que para outros. Hoje foi o dia em que o Demónio levou para junto de si a cadela protagonista da última guerra do solnado do séc. XX, uma disputa por um punhado de rochas, que nunca se conseguiu perceber se era do Hemisfério Sul, se do Hemisfério Norte. Creio que o Papa Francisquinho, brevemente, fará uma encíclica sobre o assunto, De Rerum Malvinorum, a explicar que aquilo, quando muito, interessa para a postura de ovos dos pinguins mais aventureiros do Sul, ou para as Kircheners deste mundo, e há muitas, se masturbarem, a pensar que basta nadar uns quilómetros, para serem comidas por uns fuzileiros de Sua Majestade, que enjeitou a nossa Karocha Diaz-Bérrio, ainda era ela menina, só para não lhe pagar a educação e os direitos que tem, como Infanta do Reino Unido. Imagino que isso, tudo somado, deva hoje fazer umas larguíssimas "tranches" da "Troika", aliás, acho que quando a minha vizinha Karocha recuperar o que é dela vai pagar um jantar alargado ao pessoal, e há muitas de nós que poderão deixar a vida, se bem que, deixar a vida, meu querido, é fácil de dizer, mas isto, depois, é um vício que se entranha... Quando eu vim para aqui, isto eram só ruas e ruas de pardieiros, candeeiros fundidos, e vãos de escada, onde nos podíamos entregar livremente a atos contra a natureza, com todos os homens mal casados deste país, e olhe que são mesmo muitos. Depois, o Santana mandou emparedar as portas vazias, para nos obrigar a fazer sexo em plena rua, e, com o Monhé, ainda foi pior, porque transformou a Avenida da Liberdade num Hipermercado de marcas estrangeiras, para Angolanos, que nem Português sabem falar, não terem de andar a fingir, criolês, ou angolar, pelos Champs Élysées acima, e onde os cruzeiros de chinesinhas agora fazem escala de uma tarde, para comprar coisas, e depois voltam ao navio, sem sequer verem as coisas importantes, o Mausoléu da Amália, o Idolatrário de Fátima, ou a Fundação do Chula, da badalhoca da Pilar del Rio, que já nem na própria esquina vende. No outro dia, apareceu aí uma brigada da ASAE, que queria que "nos vestíssemos decentemente..." Corremos com eles à pedrada, como se uma traveca se pudesse vestir decentemente!..., e já pusémos um abaixo assinado a correr, para que nos financiem, não o vestir, mas o despir decentemente -- o Ulrich que pague!... --, coisa que, com, ou sem, guerra, se está a tornar cada vez mais difícil. O Mundo já não é o que era, e, se para começarem uma guerra, fazem bombas de panelas, isso deve deixar supor que aí vem, finalmente, a Guerra dos Paneleiros. Em Portugal, então, se os recrutam todos, ficam as ruas vazias, todas cheias de romenas dos tremeliques e de cabo verdianas da limpeza. Creio que Deus, quando entregou a redação do seu Apocalipse a João, nunca pensou que as coisas fossem acabar assim, mas isso está tudo previsto na Teoria do Caos, um mau calçar do Papa Francisquinho, na promiscua Residência de Santa Marta, ou lá o que é, pode gerar a paranóia de um tarado, na Coreia do Norte. Quanto à Guerra, querido, é certa, e já deu sinais: deve ser convencional, já que enviaram rícino (?) ao Escarumba da Casa Branca, como as cantáridas da Lucrécia Bórgia, em vez de lhe mandarem pó moído de corno de rinoceronte queimado, como a avó dele costuma fazer, sempre que quer exterminar, ou deitar mau olhado a algum vizinho, lá, da cubata dela. Portugal vai estar representado, na linha da frente, pelo seu Comandante Supremo das Forças Armadas, Aníbal de Boliqueime, com umas fraldas postas pela Maria, para não se borrar todo, a caminho de Teerão, e vocês, a Geração à Rasca vai no ir atrás, porque em cada guerra tem de haver carne para canhão. Temos de fazer a limpeza das gerações mais novas, e das mais velhas, também, para chegar ao número ideal de uns quantos milhões, como está previsto pelo Clube de Bilderberg. Vai ser muito mau, porque vai ser como no naufrágio do Titanic, toda a gente a tentar tirar senha para o bote, e não haver. Chegou-me que nem para a cria da Assunção Cristas vai haver vaga, portanto, imagine como isto está. Discotecas?... Haverá, como aquela do Rio Grande do Sul, em que tudo arderá, com o fogo de artifício, e as portas estarão trancadas, vai-se divertir, tipo, assim, como numa rave, tipo, um gajo vai para lá, tipo, saio quando me apetecer, mas depois, tipo, não deixam ninguém sair, tipo, começa a cheirar a carne queimada, começam as cenas de sadismo, tipo, violar os mortos, e quando não houver mortos, fazem orgias gay, ou seja, passa-se de carne para canhão para carne para colhão, coisa que sempre manteve vivas todas as frentes de batalha do Mundo, desde as Termópilas ao Afeganistão. Por mim, vou ficar, muito descansadinha, à espera de que volte a paz, e vou ler uns contos da Manuela BaPtista, ou uns poemas do Nilson Barcelli, enquanto as minhas colegas vão arranjar umas toiletes à Thatcher: com o desaparecimento do original, não vão é faltar clientes para serem encavados, nos vãos de escada, por damas de chicote, com ar de baronesa do ferro da puta que a pariu, que já devia ter morrido, mal nasceu. Kisses, desta toda sua. Toda sua, e de quem calha, também.


[ Read More ]
quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Laura Diogo, Margarida Marante, a Opus Dei e as Eleições Presidenciais antecipadas

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Há uma súbita vertigem, nos órgãos de intoxicação social, através dos notáveis comentadores, que, em nada, contribuíram para a destruição de Portugal, numa necessidade de um Governo de "União", onde "todos os Portugueses se reunissem, para salvar Portugal".

Estou totalmente de acordo, com a ressalva de dois pontos, o primeiro é que a expressão "todos os Portugueses" teria de ser reescrita como "todos os Portugueses, exceto os que trouxeram até este ponto de dissolução da identidade nacional", e é uma ressalva entre o ético e a necessidade política. A segunda é muito mais de natureza técnica: constitucionalmente, os Governos da III República necessitam da existência de um Presidente, que lhes dê posse. Acontece que o mandato de Cavaco Silva é dos eventos mais bem balizados de toda a História de Portugal: começou no dia em que teve o "ataque" e acabou ao som dos gritos da Luísa Trindade, em 5 de outubro de 2012, dia no qual, com toda a dignidade com que sempre soube desempenhar o cargo, nem parou, nem mexeu um músculo, enquanto uma só voz gritava por 10 000 000 de conterrâneos.

Ora, é consequência do anterior que, estando o Palácio de Belém desocupado, urge convocar Eleições Presidenciais antecipadas. Para os "troikistas" ortodoxos, o evento, em nada, desestabilizaria os mercados, bem pelo contrário, mostraria que os Portugueses estão atentos, e que têm autonomia suficiente para proporem os necessários reajustamentos políticos, sempre que tal se revele necessário. A alternativa, como se sabe, é os militares virem para a rua, e obrigarem a uma alteração menos suave da Desordem Constitucional, instituída pelos grupos de pressão em campo, Lojas de cariz maçónico-criminoso, Clubes Angolares, Círculos Sino-Indianos, fanáticos do chicote, da Opus Dei, os Amigos de Chávez, as diferentes mafias, sempre em complexos equilíbrios homeostáticos, e o Aurora Dourada dos medicamentos pela porta furada.

Uma vez eleito o Presidente da República, que não poderia provir do eixo Maçonaria-Opus Dei e estar completamente desvinculado de qualquer atividade política anterior, poderia proceder-se ao levantamento das pessoas capazes de constituir esse "Governo de Salvação Nacional", cujo filtro, por exemplo, também poderia incluir a cláusula de nunca terem sido entrevistados pela Margarida Marante.

Como nos concursos-surpresa, ao contrário da "Casa dos Segredos", onde já se sabe que irá ganhar o "Rosso Escort", Cláudio Fernandes, um Renato Seabra bem comportado, estive a entreter-vos com este texto, quando, na realidade, o que me apetece pôr aqui hoje é um outro texto, que está a fazer furor nos emails, sobre o cariz e o carisma da defunta, atrás citada, e passo a transcrevê-lo, tal como o recebi: "A morte [...] da jornalista Margarida Marante, vitima de um ataque cardíaco fulminante, não deixa de suscitar interrogações sobre a hipocrisia desta vida. Traçam-se agora os maiores encómios à atividade passada de Marante, como entrevistadora corajosa, desde que começou a carreira, aos 20 anos, no semanário o ‘Tempo’, e, mais tarde, na RTP, onde se distinguiu nos programas de grande entrevista política, tendo integrado a equipa fundadora da SIC, onde apresentou programas como ‘Sete à Sexta’, ‘Contra Corrente’, ‘Cross Fire’ e ‘Esta Semana’. Mas esquece-se o maior drama da sua vida, que, provavelmente, levou à sua morte precoce! Fala-se dessa carreira emérita mas esquece-se que o esquecimento a que foi votada por muitos amigos e familiares (houve excepções!) a levou a rumar para os caminhos perigosos do consumo de drogas que arruínaram a sua vida profissional e pessoal. Nem a desintoxicação numa clinica em Navarra,paga pelo seu amigo do Opus Dei, Jardim Gonçalves, a levou a deixar esses caminhos torturosos, ela, que tinha tudo para ser feliz: apresentadora temida em programas de TV, presença habitual nas revistas «cor de rosa» onde surgia ao lado do marido, Emídio Rangel, com amigos influentes – entre os quais, o ex-marido, Henrique Granadeiro, pai dos seus três filhos, homem forte da PT, que sempre a acarinhou, mesmo nas horas infelizes - passando por José Sócrates e a ex- namorada deste (?), Fernanda Câncio, habituais frequentadores de sua casa, tendo-se Fernanda Câncio tornado testemunha presencial de cenas dramáticas a que foi sujeita. Inexplicavelmente, ligou-se a Fernando Farinha Simões, um cadastrado com ligações ao Caso Camarate (que denunciou agora através de uma carta as várias implicações deste crime que continua impune), que dizia ter em seu poder vídeos comprometedores para personalidades influentes do meio social e político, a quem fornecia droga, e apanhara em grandes orgias. Os alvos principais foram Margarida Marante e o marido, Emídio Rangel, o jornalista que conhecera quando ainda estava na prisão, onde cumpria pena por tráfico agravado de droga e que o convidara a participar, como informador, num programa na forja da SIC sobre o Caso Camarate. Repudiado na sua relação amorosa com a jornalista, depois de se ter envolvido nove meses com ela, resolveu contactar o jornal «O Crime» para se vingar. O «tiro» havia de lhe sair pela «culatra»: antigo colega nos anos oitenta de Marante no semanário «Tempo», o jornalista que Simões contactara reatou o contacto com a antiga apresentadora. E foi ela quem acabou por lhe revelar todo o seu drama, recebendo-o, em sua casa, com lágrimas nos olhos, aliviada por saber que «o monstro que lhe atormentara a vida estava de novo preso». Fernando Farinha Simões, que deverá sair muito em breve da prisão, era um cadastrado capaz de se dar bem com Deus e o Diabo. Antigo motorista de Sousa Cintra, foi considerado um «chibo» (informador) nas prisões por onde passou. A sua aparente simpatia e inteligência fizeram com que mantivesse relacionamentos surpreendentes, até junto dos mais altos quadros da PJ, onde gozava o «estatuto» de infiltrado junto do DCIT, o órgão de combate ao narcotráfico. Nos finais dos anos noventa, a passagem pelo estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz tornar-se-ia penosa para este personagem: «Estava sempre a levar estaladas por se chibar», confidenciou um seu antigo companheiro de cárcere. Tony, o ex-namorado de Arlinda Mestre, a concorrente da «1ª Companhia», um indivíduo que esteve ligado ao grupo de traficantes do colombiano Pablo Escobar, foi um dos que afogou as suas mágoas na cara de Simões. Aliás, esta faceta de denunciante e de «fura-vidas» também se revelou no decurso dos trabalhos da V Comissão de Inquérito Parlamentar ao caso Camarate, quando Fernando Farinha Simões foi à Assembleia da República, conduzido sob escolta, fazer revelações surpreendentes. Sem pejo, FFS denunciou José Esteves, seu antigo companheiro nas redes bombistas do chamado «Verão Quente de 75», como tendo sido o homem que fabricou a bomba que fez cair o Cessna que transportava o então primeiro-ministro. Mais tarde, numa entrevista à revista «Focus», Esteves confessou ter sido um dos autores do atentado, lançando as culpas da autoria moral para as chefias militares, sobressaltadas com a iminência da revelação de comprometedora documentação na posse Adelino Amaro da Costa envolvendo-as nos desvios dos dinheiros do Fundo de Defesa do Ultramar – uma espécie de «saco azul» destinado a financiar ações ilegais, entre as quais, soubemos, a compra de armas para a guerra Irão/Iraque. Foi com o intuito de procurar tirar dividendos desses seus conhecimentos sobre o mistério Camarate, pensando num atenuação da pena, que Fernando Farinha Simões testemunhou na Comissão de Inquérito na Assembleia da República. Ao mesmo tempo, ofereceu os seus préstimos a Artur Albarran e a Barata Feyo (então responsáveis do programa «Grande Reportagem» da SIC e que preparavam um trabalho sobre a morte de Sá Carneiro). Foi desta forma que conheceu o director de informação daquele canal: «O Rangel soube que o Fernando Simões estava a par de muitas informações sobre o que aconteceu em Camarate. Resolveu contratá-lo como informador para um documentário com 12 episódios sobre o caso. Chegava a mandar o motorista da estação de TV buscá-lo num Mercedes a Pinheiro da Cruz quando ele saía nas precárias. E de informador passou a ser seu companheiro mais chegado, acompanhando-o nas noitadas», referiu Margarida Marante. O tal seriado sobre Camarate terá custado uma pequena fortuna a Pinto Balsemão – Margarida fala em 50 mil contos na moeda antiga (250 mil euros actuais) – mas a mini-série nunca foi para o ar, e apenas um episódio terá sido produzido. O relacionamento de FFS com a jornalista iria perdurar muito para além do seu divórcio atribulado com o ex-diretor da SIC. Marante explicou os motivos pelos quais acedeu relacionar-se intimamente com um indivíduo de passado mais que duvidoso: «Encontrava-me fragilizada depois de anos e anos de um casamento marcado pela violência com o Rangel. Por outro lado, a minha formação católica – sabe, sou do Opus Dei? – levava-me a acreditar na redenção humana. Todo o homem, por mais miserável que seja, deve ter uma segunda oportunidade. Apreciava a forma com ele, amava a sua neta. E pus-me a pensar: será que eu devo duvidar de um homem que tem este comportamento tão humano, que me ampara a mim e aos meus filhos, que se mostra tão dedicado para connosco?». A alma e a carne são frágeis. E Marante, vulnerável, assumiu esse relacionamento que acabou por se tornar demasiado íntimo. Havia também outros interesses em jogo. Atentemos no que escreveu um dos juízes relatores no acórdão da sentença da 2.ª Vara Criminal, que condenou Fernando Farinha Simões a seis anos e meio de prisão pelos crimes cometidos contra Marante, justificando os motivos pelos quais achava que o arguido deveria também ser penalizado por tráfico de droga: «Foi manifesto das suas declarações que a assistente sempre dependeu de outrem para obter cocaína (primeiro, do seu então marido, depois do arguido) não sendo em meu entender líquido que tivesse recursos para procurar outra fonte de abastecimento, antes se deixando entregar às mãos do seu “fornecedor”, pelo menos enquanto o pudesse fazer, como fez, por ter recursos financeiros para tanto». Fernando Farinha Simões acabou por ser condenado por três crimes de sequestro, dois por coação grave, três por violação de domicílio, os quais praticou quando a apresentadora pretendeu acabar com a relação que se ia tornando cada vez mais obsessiva. E aí começou o terror: «Queria mandar em tudo, até na minha conta bancária, nos cartões de crédito, na escolha dos meus amigos… Assumo que foi um erro ter ido para a cama com ele… talvez o tenha feito por me sentir revoltada. Os dias passavam e cada vez me sentia mais angustiada. Queria vê-lo fora de casa, longe dos meus filhos (que deixaram de a frequentar) e ele não me largava. Até que o proibi de ir a minha casa. Mas ele nem assim desarmou: introduzia-se no meu apartamento, passando pela varanda de um andar ao lado, depois de ter subornado o porteiro do prédio. Comecei a viver dias e noites de autêntico terror. Por várias vezes, acordava durante a noite, com ele no meu quarto, aos pontapés à cama. Cheguei a barricar-me no meu quarto, mas ele partiu a porta aos pontapés», contou Margarida Marante. Das «invasões» do domicílio às agressões e ameaças foi um pequeno passo. A antiga apresentadora chegou mesmo a ser intimidada com uma faca, que FFS lhe encostou ao rosto, e, numa outra ocasião, como nos revelou a jornalista, o cadastrado introduziu-lhe o cano de uma arma «Glock» no sexo. Na 21.ª Esquadra da PSP, de Campolide, choveram várias queixas de Margarida. Mas as suas súplicas não eram atendidas. «Provavelmente, pensavam que eu não estava boa da cabeça», sublinhou. O rapto e sequestro para a Figueira da Foz, onde, durante o trajeto, Margarida -- contou ela. numa carta que enviou a amigos, alertando-os para o seu drama -- chegou a ser a amarrada a uma árvore, enquanto FFS lhe encostava uma arma à cabeça, poderá ter «sensibilizado», de forma definitiva, a Polícia a agir. As brigadas Anti-Crime da PSP e a DCCB da PJ entraram em campo, e foi emitido um mandado de detenção contra o ex-presidiário. Este acabou por ser detido em Cascais, mas, aproveitando uma ida à consulta no Hospital de São José, acabou por se evadir. Foi durante este interregno que Fernando Farinha Simões contactou «o Crime» para um encontro num café nas proximidades do jornal, dizendo estar na posse de provas comprometedoras para Margarida Marante e Emídio Rangel. Mas o único documento que acabou por exibir foi, precisamente, o mandado de detenção emitido por um juiz do TIC, para ser conduzido, sob custódia, no âmbito de uma queixa apresentada pela jornalista. Nos dias seguintes, FFS deixou de dar notícias. Havia uma explicação para o facto: é que fora detido na noite de 28 de Janeiro de 2006, à porta do prédio onde reside Margarida Marante, quando se aprestava, uma vez mais, para invadir o seu domicílio. Mais tarde, Margarida Marante haveria de confessar os motivos que a levaram a tornar públicos estes factos (que criaram muitos «estilhaços» nos meios onde se movimentam as nossas vedetas das TV, entre as quais, o consumo de droga era assunto sigiloso) uma atitude pouco comum nas figuras em destaque nos vários quadrantes da sociedade. «Foi por causa das chantagens que o Farinha Simões me fez, ameaçando incriminar amigos próximos, alguns deles bastante influentes na sociedade portuguesa, ameaças que iam desde o fornecimento de droga, a suspeitas sobre a sexualidade. Por outro lado, quis expiar os meus pecados. Quero voltar à vida». Um propósito que está a ser difícil de concretizar: a jornalista nunca mais foi estrela nos ecrãs da TV.  Morreu agora, triste e só, esquecida pelo grande público, longe dos holofotes da fama que ela tanto ansiava voltar a recuperar. Era de facto uma grande jornalista mas escolheu mal as suas companhias que arruinaram a sua vida. Paz à sua alma!" (Lucas Carré)

O texto é interessante, e até poderíamos criar as verões vegetariana e/ou picante, se acrescentássemos à porcaria dos nomes que aí pairam, os restantes, os do costume, as ferreiras alves, os catrogas, os mexias, os bavas e todas as gentes sérias que têm uma opinião e comentam a nossa desgraça, e até a alimentam, o que, de facto, implica uma limpeza geral, antes da formação de qualquer "Governo de Salvação Nacional".
Há que, de facto, reconstruir, primeiro, a "Nacionalidade", definir o que é "salvar", e, só então, já com um Presidente da República digno desse nome, avançar para uma fórmula governamental. Como estão a ver, é quase elementar, embora os Portugueses se pudessem sentir órfãos de não reconhecerem nenhuma das caras da permanente paródia televisiva.

Sei que me estão a fazer sinais, a dizer que me esqueci da Laura Diogo. Não esqueci, não, foi discretamente substituída por uma camada mais jovem, a recibos verdes, e continuam a ser rebentadas, quando não nos estão a rebentar a nós, pelo "Clube de Angola"


(Quarteto da Margarida Marante, fazes cá tanta falta como uma viola num enterro, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

[ Read More ]
quinta-feira, 29 de março de 2012

Solidão de Lucy mantem o seu código genético até hoje, em Portugal

[ Read More ]
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

António Costa rejeita bordéis, mas aposta nas "safe house", como a RTP, a TAP ou o BPN :-)

[ Read More ]
 
 

Blogger news

Powered By Blogger

Blog Archive