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sábado, 20 de outubro de 2018

Tancos, ou o nome do fim de António Costa

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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Tancos, enquanto novela camiliana do enorme romance do tráfico de armas português

A história, hoje, tem duas partes, sendo que uma é a primeira, e a segunda, na verdade, não passa de uma sequência da anterior. Sabe-se que a (falta) de qualidade dos governos se mede pelo maior ou menor tempo que medeia entre a opinião pública ter percebido que um ministro morreu, e a teimosia que o títere, que cabeceia o bando, demora a pô-lo na rua. Até agora, o pior exemplo dessa estupidez institucional era o subproduto de Boliqueime, Aníbal, cujos ministros eram todos demitidos nas capas de jornais do Portas, mas ele insistia em sustentar, até acabaram (quase) todos, em casos de polícia e de prisão.

O António Costa insiste em seguir-lhe o exemplo, e brevemente até quererá ultrapassá-lo, sem perceber que os tempos mudaram e a sensação do penoso, para o cidadão comum, se agravou substancialmente. Durante seis meses, tivemos uma tipa, vestida de tricots, a não se demitir, com mortos de fogo e cinza a caírem-lhe, às dezenas, aos pés. Seguiu-se um traste maçónico, de óculos de fundo de copo de três, que quis ignorar que a sodomia, pelo menos desde as Termópilas e Alexandre, era um assunto das fardas, e também não percebeu que não se podem matar rapazes em treinos de uns psicopatas de pendor sádico, que insistem em envolver a palavra “pátria” nas suas surdas perversões sexuais: sustentada pela sua “Loja”, a criatura durou um penoso ano, quando toda a gente já tinha percebido que o problema de Tancos não tinha saída política, mas mais ninguém no Poder percebeu.

A pérola mais recente neste rol é o sinistro Galamba, que os bate a todos, já que é um protagonista que incarna uma coisa surpreendente, a figura de um governante que devia ter sido demitido muito antes de ter sido nomeado... Com esta espécie de “jat-lag” que existe entre o situacionismo e a brigada do reumático do Gajo de Goa, tenho agora, em cima da minha mesa privada, uma aposta sobre o tempo que ele, Galamba, vai levar a vir para a rua, mas depois vos direi, quando “la chose” acontecer. Informo que fiz o mesmo exercício mental com o Carrilho, e acertei sempre. E esta foi a primeira parte da história.

A segunda também gira em redor de Tancos, e centra-se num episódio que foi apresentado como “roubo”, mas que, com a minha costela teorética da conspiração, não passou de mais um penoso episódio de uma máquina muito poderosa do tráfico de armas, na qual Portugal é um nó fulcral, diz-se, pelo menos, desde o fim da Guerra Colonial. A par com o tráfico de droga e dos corpos, dos quais o “Casa Pia” foi só um suspiro, constituem o tripé nos quais assentam os “Sucessos” dos centenos e afins deste mundo. Dizem que, nos idos de oitenta, o assunto desse tráfico custou a vida ao Adelino Amaro da Costa, e é possível que sim, embora o assunto enforme agora a arqueologia das conspirações mal resolvidas.

A ser verdade o episódio de Tancos ser mais uma página sórdida do tráfico de armas em Portugal, a história constrói-se assim: nada foi roubado, por que há muito que não estava lá, por apenas ter lá feito breve escala, antes de ter integrado o circuito habitual de distribuição das “armas sujas”. Num dado momento, ou houve um incauto que descobriu que os paióis estavam vazios, e ninguém o informou que há muito que não estavam, ou nunca tinham estado, cheios, ou alguém ficcionou o espanto, para que a opinião pública fosse alertada para qualquer coisa de monstruoso que se desenrola, há décadas, sob os nossos pés, e fora do alcance dos nossos olhos.

O resto é pior, por que, uma vez alertadas as máquinas de investigação para o “furto”, arriscava-se a ser descoberta toda a rede e os seus elos. Gente poderosa, entre o discreto e o muito conhecido, que não suportaria quaisquer holofotes. Parece agora que houve uns operacionais que se mexeram, uns badochas lá para o Algarve que se chegaram à frente, e aquilo apareceu, à maneira do Solnado, que é o mesmo que dizer à maneira idiossincrática do português, num quintal de uma avó. Só faltava ter sido o Ronaldinho ou a Maria Leal a descobrirem a coisa. E, ainda à portuguesa, até apareceram mais umas coisinhas do que as que tinham desaparecido, e até largaram os nomes de uns bodes expiatórios, uns peões mal tatuados, ligados à noite e aos tráficos.

Penso que para a maioria dos fãs do Galamba e do festival da bifana, tudo teria assim acabado em bem. Para mim, desta vez, tudo aponta para que se tenham acendido subitamente as luzes, na fase em que o pessoal ainda estava todo com as calcinhas na mão. Não é por acaso que se sacrificam uns peões, ex fuzileiros, e as coisinhas, ou outras coisas, a fazerem a vez delas, são todas repostas no lugar da avó, não vão as investigações chegar ao fundo da coisa, e os portugueses serem alertados para o mundo em que vivem e descobrirem o "who is who" desta pocilga. Na verdade, a coisa está em riscos de acontecer, e nós vamos ficar muito chocados. E, como já me estendi muito, prefiro ficar por aqui, mas acreditem que o que eu não estou a verbalizar é infinitamente pior...
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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Pronto, já está: quem se mete com os amigos do Poucochinho Monhé, António Costa, leva. E assim correram com a Joana Marques Vidal, que estava a tornar-se muito chata e impertinente...

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quarta-feira, 8 de agosto de 2018
sábado, 28 de julho de 2018

Exclusivo "The Braganza Mothers" - Visite aqui, e veja no "Google Maps", em que estado estava o investimento do Ricardo Robles e da Lígia, para especulação imobiliária ("Short term rental, oportunidade única em área turística no coração de Lisboa"(?), antes do empréstimo de 650 000€, dado a quem declarou ao Tribunal Constitucional receber 1 500€ por mês (e então, sem juros, e a pagar 800€ por mês, vai levar 100 ANOS a pagar a dívida, coitado, é um mandato inteiro da CML...). A imagem é boa, e até se vê o restaurante "Capicua", só deus alguma vez saberá, saberá, se foi esse ou o do lado, o despejado por 5 000€, que pôs o Robles e a Lígia em tribunal, e também se vê a Dona Irene, de braço dado com a D.ª Idalina, do 2.ºB. Já não moram lá, por que saíram amigavelmente, em troca de duas notas de 100 dadas a uma e outra, pelo Robles, mais um saco de rebuçados. Ó, Robles, vai-te embora e vai-te foder!...




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Carregue na ligação, e veja aqui como se comia muito melhor no "Capicua" do que nas manjedouras do Avillez. E se o jipe não é o jipe do Robles, até podia ser. E, se tiver tempo, veja ainda como ele ganhou, com a oferta de compra que ele e a Lígia fizeram à Segurança Social, coisa, como sempre, fazendo parte do seu património, e do meu, municipal e nacional, do qual o Ricardo Robles, nos despejou, em 2014, por 347 000 €, para o transformar em "short term rental, oportunidade única em área turística no coração de Lisboa". Bem bom... :-)
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Afinal o Robles foi para a "Câmbra" para poder ser protegido como proprietário, na lógica dos cambalachos, mas a "Câmbra" falhou-lhe, e nós achamos que como a "Câmbra" lhe falhou, a "Câmbra" devia agora indemnizar o Robles. Ó, "Câmbra", indemniza lá o Robles, e não despejes o Robles de vereador :-)

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terça-feira, 27 de junho de 2017
sexta-feira, 23 de junho de 2017

Diário do fim da "Geringonça" - "El Mundo" prevê a queda do Poucochinho Monhé, à pala do Pedrogão. As manas Mortágua não confirmam, nem desmentem, portanto, ficamos na mesma :-)

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Os últimos cem dias de Cavaco Silva, com cheiro de caril, sabor de paprika e licor de fel



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


O facto mais relevante da vida política portuguesa terá passado despercebido, ao espectador de Lineu, e refiro-o aqui, apenas com o carinho ditado pelas efemérides, e também por que o saber não ocupa lugar. Falo, evidentemente, dos últimos cem dias da agonia de Cavaco Silva. Para mim, talvez dos portugueses para quem a vida foi ditada pelo maior desastre daquela Democracia em que acreditei, o ocaso cronológico da estirpe de Boliqueime é importante, existencial e obsessivo. Se o mundo não acabar antes, em março de 2016, essa criatura terá sido empurrada para o limbo crepuscular de onde nunca deveria ter saído.

Como muitos sistemas estelares, a época que estamos a viver é uma era de dois sóis, um algarvio, que já está a acabar, e um prodígio estelar de Goa, que pensa estar a nascer em força. Para mim, situado nas bancadas da Terra, ambos não passam de um espetáculo, é certo, ditado pelo ágon, mas substancialmente desfasado da realidade intelectual em que me movo. Une Cavaco Silva, a António Costa, a mesma obsessão de que iriam chegar a qualquer lado, com as diferenças de que o primeiro aspirava chegar a um posto do Antigo Regime, e chegou, numa bolha temporal que a paciente Democracia consentiu, de fingir que continuava lá, enquanto o outro delira com ser o Fim da História, e assumir o lugar de condottieri do Parlamentarismo do faz de conta. Deve-se-lhe a lufada de ar fresco de ter devolvido, ou ter tentado devolver, à Assembleia, o poder de legislar, depois de décadas de caixa de ressonância de governos autoritários e dirigistas. 

Sobre Cavaco Silva, tudo, ou quase tudo já foi dito. Repito "tudo, ou quase tudo", por que ainda há mais bancos para falir, e em três meses ainda pode acontecer muita coisa. O Cavaquismo, uma coisa que minou a Liberdade, arrastou-se, grosso modo, entre 1985 e 2016, o que é muito tempo. Correspondeu ao desmantelamento da Agricultura, das Pescas e da Indústria; à ascensão do novo riquismo e da insignificância, e à proliferação das soluções locais do neo liberalismo chão. Na fase final, o seu entretimento favorito foi levar à falência bancos, e não banqueiros, e tornar o país num pântano de incredulidade. A Islândia prendeu-os, o Cavaco medalhou-os. Cavaco Silva, um algarvio típico, autista e miserável, nunca percebeu que estava em Democracia, e menos ainda percebeu que tinha arruinado o país, para os próximos cem anos. A História se encarregará de o reposicionar, com palavras mais duras do que as minhas.

Cavaco Silva foi o ovo da serpente do poucochismo monhé, uma corrente local, que, depois de muitos flagelos, Portugal ainda teve de aguentar. O poucochismo monhé é uma forma de nasrcisismo equivalente à anterior, mas com manifestações mais suaves, mais up to date, e com maiores pretensões. Enquanto um foi a York sacar um doutoramento em arruinar países, o outro ficou por cá, e, entre tirar as putas do Intendente, para entregar o Intendente aos amigos, resolveu transformar o restante país num incidente camarário. A coisa é interessante, já que abalou a monotonia em que o país estagnara com Aníbal, para quem as maiorias absolutas eram um sucedâneo do monocordismo da Câmara Corporativa, e introduziu um novo paradigma, onde os ganhadores das eleições não são os mais votados, mas os arranjismos do dia seguinte, de acordo com os projetos conjugados.

Sendo a Democracia um lugar das surpresas, António Costa mostrou-se supreendente, e conseguiu surpreender-nos. Ficamos, pela primeira vez, a saber que havia um gajo em campo que, quer ganhasse, quer perdesse, ganhava sempre. Suponho que seja isto o estalinismo, enunciado na célebre forma de que o que conta não é quem vota, mas quem conta os votos. António Costa contou os votos, e não os contou sozinhos. A diferença é que o eleitor ficou a assistir à contagem, e percebeu que, doravante, devia votar de modo a que não acontecessem marés de segundo plano. Supõe-se que, esgotado o modelo político de António Costa, também nos devamos acautelar contra os perdedores da segunda fila.

Ao contrário de Cavaco, figura deplorável, desde sempre, e para sempre, não se pense que sinto o mesmo por António Costa, por que não sinto. Matematicamente falando, acho-o uma figura surpreendente de um tempo monótono, já que afastou o espetro da cardinalidade dos resultados eleitorais e introduziu um novo paradigma em rede, muito mais próximo da Teoria dos Conjuntos. Doravante não ganhará que se enumera em crescendo, mas quem melhor se reúne em grupo, e eu diria que a Democracia é mesmo isso, ou, melhor, também pode ser isso. A coisa ameaça pegar, alastrar às presidenciais, onde ninguém ganhará, mas nos arriscamos a ter um punhado de candidato fracos, muito chegados à primeira fila, e até deixar de ser portuguesa, para ser peninsular, ibérica, e por aí fora, o que ainda concederia ao António Chamuça uma maior singularidade e uma estranha oportunidade histórica. Mais uma vez, enquanto intelectual, e, portanto, incompatível com as frágeis razões da Política, remeto-me ao lugar do espectador, e limito-me a conceder-lhe o benefício do lúdico, mas com uma irremediável reprovação do ético, e quem entender estas palavras que medite bem nelas, pois são clarividentes. Como diz a voz do povo, o mestiço não serve ninguém a não ser a si próprio, com a exceção de Cavaco Silva, um reprovável mestiço de raça única, algarvia.

Após uma primeira planagem, António Costa prepara-se agora para atingir a altitude demagógica do cruzeiro, com os teclados das diferentes sensibilidades: foi erguido ao pódio pelos vencidos da linha de trás, e, agora, sempre que os derrotados da segunda fila imergirem nas suas idiossincrasias próprias, ele escolherá a razão de estado, que mais genericamente rege as correntes conservadoras. Utilizando palavras simples, governará à esquerda, sempre que puder, e encostará à direita, quando tal convier. De um certo ponto de vista, isto é brilhante, e eleva-o à condição de condottieri, já que transforma a tradicional oscilação das alternâncias numa mera questão de sabores, entregues aos paladares do líder único. Na essência, poderia ser uma aspiração a governar muito tempo e para sempre. Creio ser isto o lado Jabba de António Costa, mas a sua Guerra das Estrelas é muito pobre, e muito cheia de banifs, e durará tão só o tempo que durarem as efemérides e as ocorrências.

Mais surpreendente do que tudo, vai ser um cenário em que os próprios partidos do monolitismo vão poder permanecer idênticos a si mesmos. Para os incautos e nefelibatas, o Partido Comunista Português tinha, finalmente, dado o grande salto no sentido do aggiornamento, mas a verdade é que não deu: Cavaco Silva sempre se serviu a si mesmo, António Costa está a aprender como se pode servir, e o PCP continua-se a ser autofágico, através de quem calha. Geometricamente, sempre que o âmago ideológico dos neo estalinistas o leve a dar esticões de veto e de niets, cá estarão os papalvos coelhistas para o suportar, e, quando lhe convierem algumas inovações, lá embarcará na sinistra. Na essência, continuará o mesmo, já que se o povo não quer, ou não pode, mudar, muda-se o povo.

À margem disto, ou, em quarto com vista para isto, o grande mérito de António Costa será o de ter evitado um Bloco Central, através da emergência de um estranho Bloco Descentrado, e nós iremos pagar isso ao preço das inovações.

Como não é interessante perder tempo com previsões, nós vamos deixar as coisas correr, e a realidade banifar-se. Os islandeses puseram todos na prisão, mas nós somos mais modestos, e vamos contentar-nos com pôr todos cá fora, como de costume. Como dizia o outro, creio que já nem um segundo vinte e cinco de abril chegaria para limpar todos estes estorvos.

Reentro na realidade, e relembro ser este um tempo natalício, um tempo da família, daquele primo do Mourinho que deu sem secretário de estado, e lembro que nos devemos preocupar com as coisas íntimas, as coisas do coração, aquelas que verdadeiramente nos tocam, e, se muito não for pedir-vos, por favor, votem a favor da conservação, na Torre do Tombo, do formidável espólio imagético de Maria de Boliqueime, teras de fotografia, que, entre a ternura e apelo do coração, polvilharam de profundidade, de carinho e de muito engenho, estes dez anos de desastre português.

Muito boa noite, e umas festas felizes, sim, muito na graça de Deus.



(Quarteto da teoria dos conjuntos, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Diário da Guerra - pronto, já está: António Costa a caminho do Governo e Carlos Cruz a caminha da vida antiga. Cuzinhos imberbes, cuidai-vos, ui, ui... :-)

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

António Costa, o "Poucochinho Vermelho", prepara-se para arruinar o que resta da pouca saúde da Múmia de Boliqueime

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Casa Civil da Presidência da República não confirma nem desmente que Aníbal de Boliqueime levará, para a reunião com António Costa, e pela primeira vez em 40 anos, um cravo vermelho na lapela... Oh, Maria, onde é que fica a lapela?...

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Confirma-se: Rui Rio é candidato à puta que o pariu

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sábado, 22 de novembro de 2014

Primárias do PS poderão ser marcadas pela ausência de muitas caras conhecidas, não vão pensar que aquilo possa ser alguma Portela, e saírem com algemas, antes de terem sequer entrado :-)

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Olha, prenderam o Sócrates!... Que pena... Agora, só falta o Cavaco, o Durão Barroso e os amigos pedófilos do António Costa :-)

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