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sábado, 23 de março de 2019

"The Braganza Mothers" apoia o Rui Pinto, por que ele parece uma Copiapoa Cinerea

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sábado, 2 de março de 2019

“The Braganza Mothers” apoia o juiz Neto de Moura, e concede-lhe o direito de defender a sua honra por todos os meios, nomeadamente, contra todos os gatos fedorentos que minaram, e são patrocinados para continuar a minar a qualidade moral do nosso quotidiano cultural e nacional. “The Braganza Mothers” sabe bem até onde pode chegar uma adúltera, sobretudo, aquelas adúlteras “nouvelle vague”, que atacam pela Net, enquanto os maridos estão, muito descansadinhos, a dormir em casa. Esta era/é tão má que até entrava pelo computador com o “login” do marido, enquanto lhe ia pôr os cornos pela Net fora, e se mais Net houvesse mais cornos ela lhe poria... Cita o meritíssimo o Código Penal de 1886, onde se considera, e bem, que "o adultério da mulher é um atentado à honra e dignidade do homem." É verdade, e nós também relembramos o Código Penal de 1852, Art.º 401 da Secção III, onde se diz que “o adultério da mulher será punido com o degredo temporário”, sendo que no ponto 3) do mesmo artigo, se relembra que “não poderá impor-se pena por crime de adultério senão em virtude da querela e acusação do marido offeendido”, o que aqui era impossível, por ele, marido, já estar ferrado no sono, enquanto a sua esposa navegava pelos blogues e caixas de comentários do Júlio Machado Vaz até de madrugada. Mas isto é só a ponta do icebergue, por que o Levítico 20, 10 diz que “O homem que cometer adultério com a mulher do seu próximo deverá morrer, tanto ele como sua cúmplice”. Como também diz o mesmo o Deuteronómio 22. 22, “Se um homem for apanhado em flagrante deitado com a mulher de outro, os dois deverão pagar por esse delito com pena de morte, o homem e a mulher com quem se deitou”. E como serão eles mortos?... Pois é Ezequiel 23. 47 que dá a resposta: “Então o grande exército (o GOE, supomos…) as apedrejará e as retalhará ao fio da espada”. Diz Ezequiel 23:45-47 que “homens justos as julgarão e sentenciarão ao castigo que merecem as mulheres que cometem adultério e derramam sangue inocente, porquanto são prostitutas, e há muito sangue em suas mãos culpadas”. Dado tudo isto, “The Braganza Mothers” posiciona-se do lado certo desta querela: por que, se a Bíblia é tão assertiva na condenação do ato de um só momento, agora imaginem o que faria Moisés e os outros todos, se já soubessem o que era a Net, os “chats”, os “fóruns” de sexualidade, os "sites" de encontros e troca de casais, as saunas mistas, as aplicações, os telemóveis, as sms, as mms, o Instagram, os Snapchats e os Whatsapps, os Facebooks, MSN e Skypes, etc?… Que fariam contra uma tarada, como a do Canidelo, que por nunca ter conseguido chegar ao seu ato mesmo assim não largou o osso e o continuou a perseguir durante 10 anos (!)... Ficamos a saber que havia a adúltera corrente, a adúltera má, a adúltera péssima, a adúltera inconcebível, a adúltera capaz de tudo, a pior de todas as adúlteras, e... e... e... a adúltera do Canidelo. Meritíssimo juiz Neto de Moura, será que a nós, que hoje aqui o apoiamos, poderá também ajudar-nos com o seu forte apoio?...




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Sim, é verdade que "Nem tudo o que ostenta, faz alarido, parece, é. Às vezes o ruído, o "bater de pratos", a indignação, correspondem ao desejo de esconder, de abafar - com muito, muito barulho - algo de absolutamente inaceitável". Falta agora redigir acórdãos contra o adultério dos homens, e lá ficavamos nós com o país vazio... 
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segunda-feira, 3 de julho de 2017

2 de julho de 2007 a 2 de julho de 2017 - Cumprem-se dez anos sobre o encerramento forçado da primeira versão do blogue "The Braganza Mothers", fruto da má-fé, traição e demência. Desde então, não cessou a perseguição obsessiva (cyberstalking) por parte da aberração da noite, afundada em pornografia, incesto, ameaças, calúnias, injúrias e difamações. Para memória futura: "Há monstros que nunca, nunca, nunca, devem ser acordados [...] As bruxas do Canidelo são fadas comparadas comigo!"




























































"Este texto destina-se exclusivamente aos nossos Colaboradores, Leitores, Comentadores, Apreciadores e Adversários: "The Braganza Mothers", para muitos, terá terminado inexplicavelmente, e é a esses, sobretudo, que devo estas palavras.

"The Braganza Mothers" espaço de livre pensamento e expressão de Criadores de Língua, Imagem e Som Portugueses sempre se regeu pelo seu carácter colectivo de expressão. Infelizmente, estamos num país pobre e triste, como diz o Abade Correia da Serra, "Dentro de cada português, mas dos puros, vibra a alma d'um familiar do Santo Ofício. A Nação não presta", mas a Nação é cada um de nós e o comportamento diário de cada qual.
Há várias semanas que se andavam a verificar estranhas manobras dentro do espaço "The Braganza Mothers". Sou um lógico, mas muito antes de um lógico, um intuitivo, e alguma coisa me dizia que o cheiro não condizia com a aparência pretendida. Ao longo da Vida, convivi com o Mal, nas suas três formas, a de Santo Agostinho, que dizia que " O Mal não era senão o Bem na sua forma degradada", a de Pascoaes, de Pessoa e a minha, que "O Bem não era senão o Mal na sua forma degenerada", e o outro Mal, o pior de todos, o Mal Substantivo, ou seja, o Mal Em Si.

Para que se esclareça o sucedido no "Braganza Mothers", durante semanas, um pretenso colaborador, de nome "Messalina", esteve, como um Cavalo de Tróia, oculto nas nossas fileiras. Que tenha conhecimento, ninguém, do "Braganza Mothers", o convidou para a nossa tertúlia. Sou um espectador desatento, quando me convém. Nunca o "Braganza" foi um lugar de espionagem ou de delação, daquela coisa obscena que é fazer uma queixa anónima, que poderá destruir vidas e carreiras. Também nunca fomos um espaço judiciário, ou judicial, por mim falo, que tanto detesto leis como adoro princípios, princípios fascinantes, palavras de auricalco capazes de modificar toda a História e todo o Tempo. Antes fomos um espaço de sátira, a Sátira de Borges, capaz de criar na pele doenças semelhantes à Lepra.
O tempo, infelizmente, não é para ingenuidades: estas coisas da Net são filhas da Cegueira e do Registo, não são voláteis, são pedras graníticas, que vamos semeando no nosso caminho.

Para os detentores de "Blogues", o termo "Administrador" alguma coisa dirá. Para os outros, doravante, passará a dizer: significa que ser "Administrador" é ter o poder de modificar o aspecto visual do "Blogue", convidar elementos, editar os seus e os textos dos outros, ou, num derradeiro instante, ter o poder de... apagar o próprio Blogue.
Nunca prestei muita atenção a "Messalina": em "Divvus Clavdivs", de Suetónio, sempre me coloquei ao lado do pobre Cláudio, literato, manco e gago, redactor da "História de Roma", enquanto a esposa se entregava a todas as devassidões do seu corpo e alma. Ontem, todavia, reparei que a estranha "Messalina", do "Braganza Mothers", sem nunca ter nada escrito ou manifestado, subitamente passara de "Convidado" a "Administrador": esse é o meu lado Cláudio, sou algo distraído quanto aos tempos, mas rapidamente percebo as intenções: entre os colaboradores do "Braganza" existia agora ALGUÉM, que ninguém convidara, um Mal Mecânico, ou Humano, com poderes para alterar textos, mergulhar nos arquivos, tergiversar palavras e tempos, falsificar comentários, tornar apócrifos testemunhos e comentários, mentir sobre o Passado e as intenções do Presente.

Não sou polícia, não tenho espírito detectivesco, antes prefiro o Sol e o Génio, que nos inspiram belas palavras, e semeiam, em nosso redor, clareiras de Assombro e Sedução. Escrevo pelo prazer de escrever o que dá aos outros prazer de ler. Creio que sempre fui eficaz, todavia, com a responsabilidade de ter convidado tantas cabeças e talentos, para erguer este espaço comum, e, ao descobrir que existia um Monstro nas nossas fileiras, imediatamente me lembrei da velha metáfora do Mal Substantivo, muito mais profundo do que o Bem degradado, ou do Mal Primordial, ainda não sublimado naqueles raros oásis do Benigno.

Vou crer que essa "Messalina" era um "autómato", uma coisa cega e insensível, posta a pairar entre nós, com plenos poderes para nos falsificar e destruir 18 meses de talentoso trabalho -- antes prefiro isso, a que tal seja fruto da maldade humana, para não ter de ter, todos os dias, antes de deitar, mais um pensamento de piedade para com uma pobre alma perdida -- e como sempre defendi ser este espaço um lugar de Liberdade e de Generosa Expressão, julguei ser demasiado indigno poder ter o fruto de tantas horas de criação sujeito a insondáveis desvirtuamentos, manipulações e outras palavras de sonoridade e sentido afins.

Não me podia sujeitar a ver o NOSSO trabalho gangrenado por uma mão estranha; não quis ver ninguém sujeito a ter assinado, em arquivos, textos que nunca engendrou; não quis ver uma Utopia transformada num Inferno. Deixo essas coisas para as mecânicas "Messalinas" deste Mundo, cegas, insaciáveis e sonâmbulas. Esse Mundo não é o meu mundo, nem o de ninguém que, de boa-fé, aqui colaborou. Não sei para onde íamos, mas, decerto, nunca iríamos por aí.
Finalmente, para o Capitão do Navio, quando nada mais resta, sobra aquele acto trágico que é a ordem de evacuação, antes de abrir a válvula que levará ao naufrágio da nave inteira. Ontem, por respeito, e para que a dignidade se mantivesse até ao fim, foi a decisão que tomei, eram, mais coisa, menos coisa, duas horas e meia da manhã, do dia dois de Julho do Ano da Graça de Dois Mil e Sete. Peço desculpa, mas era, no Código de Cavalaria, a derradeira opção".


          Cyberstalking: como um dos rostos da Civilização se pode tornar num dos instrumentos da Barbárie


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