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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

"Carrilha" e "Bocarra" Guimarães: luta entre "fêmeas" coloca em risco segurança de menores

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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Bárbara Guimarães corta nas gorduras dos enxertos de porrada, e Carrilho faz-lhe pequeno desconto na indemnização

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Correio da Lola: "Fiquei tão chocada com o dívórcio do Carrilho e da Bárbara, faziam um par tão lindo, tão, sei lá, tão unido, tão exemplar..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Querida Lola:

Todos nós temos referências, sei lá, há pessoas que são como faróis da nossa vida. Eu, que tenho um marido alcoólico, desempregado, e que me bate todos os dias... sempre, sei lá, sempre vi no casal do Carrilho e da Bárbara um modelo para toda a felicidade que eu própria desejaria ter. Até o meu sétimo filho, coitadinho, que tem trissomia-21... lhe pus o nome de Dinis, em honra, em homenagem, ao casal perfeito da minha vida. Estou tão triste. Acho que hoje é o dia mais triste da minha vida, acho mesmo, juro...


Maria da Piedade Poiares, Linhó



Querida Maria da Piedade:

Compreendo a sua dor, todos nós temos os nossos ídolos, na vida. O meu, durante muito tempo, foi a Senhora de Mota Amaral, já que tínhamos em comum ser virgens de mulheres, embora, agora, me excite muito mais com o Cristiano Ronaldo, que deve ser o único garanhão do Mundo que nunca tem namoradas, mas só ex namoradas... Vá-se lá perceber o que vai na cabeça dos homens. Contudo, deixe-me que lhe diga que essa sua mundividência do Linhó é um bocadinho, sei lá, limitada, por que, se, para si o Manuel Maria e a Bárbara eram o casal perfeito, está a deixar de fora e de lado casais ainda mais perfeitos, como José Sócrates e Fernanda Câncio, e a esposa austríaca do Figueiras, para já não falar na perfeição que deve sair do casamento, aos 71 anos, do José Cid -- o Elton John português --, com a Gabriela Carrascalão, que vai receber belos beijos daquela linda boca, que mamou todos os seminaristas do Alentejo e arredores... As mulheres adoram estas coisas, imaginar que encontraram o homem da vida delas, já muito depois de eles terem encontrado o homem da vida... deles. Aqui, na esquina, como pode imaginar, o assunto tem interesse zero, já que ele prefere favelados do Rio de Janeiro, a gajas transformistas, como eu, e está no seu direito. Quanto à Bárbara, tenho imensa pena dela, por que é uma rapariga séria, com carreira feita, não é como aquelas porcas, que nascem do nada, e caem, de repente, no estrelato, só por que a mãe, nos belos tempos em que o aborto clandestino ainda era mais clandestino do que agora, usava os recursos do Hospital de Santa Maria, para os fazer à bela sociedade que tínhamos, e temos, tal como o Carlos Cruz usava as películas da RTP, para filmar as suas aventuras de "adulto, heterossexual e ativo", com órfãozitos da Casa Pia, a troco de chupa-chupas, daqueles doces, mesmo de chupar, não do célbre pau com bolas... Compreendo perfeitamente que ela não tenha querido ter o mesmo destino da outra: uma coisa é uma pessoa casar-se por interesse, que pode ser mútuo, como neste caso, onde a peneira de um tapava o sol do outro, e viceversamente, a outra é correr o risco de cair nas mãos de um sádico homicida, como a outra desgraçada, a primeira, que ia bater à porta da nossa amiga Teresa, aos gritos, a esvair-se da consciência, por sucessivas tentativas de estrangulamento, e com as costas todas marcadas pelos cigarros que ele apagava nela. Havia, e há, um Marcuse nele, tirado o talento, mas as mulheres do Carrilho não são forçadas a ser marcuseadas, não é?... Há limites para o sofrimento de uma mulher, e até ele acha que esse episódio é para esquecer, melhor, para não ser relembrado, tanto que já a apagou, aliás, as duas, das sua miserável página da "Wikipédia". A criatura, caso não saiba, é horrorosa, consegue estar um patamar abaixo do Proença de Carvalho e do Pinto da Costa, o que é difícil, como muito bem contava a ex telefonista da FCSH, da UNL, que, de cada vez que el ia ao PBX, timha de desinfetar o telefone com álcool, "não fosse apanhar alguma coisa, nunca se sabe...", mulheres à antiga, previdentes, sérias, limpas e honradas, que já não assistirão à agregação do João, filho do outro Constâncio, em Estética, coisa da qual ele percebe tanto como o Carrilho percebia de Filosofia, embora, como saiba, estas coisas não são assuntos de percebimento, mas de decisão maçónica: o avental manda, a criatura metamorfoseia-se, e o país atrasa. Já há umas más línguas, aí, a dizer que ele está a tentar uma ressureição, como o Sócrates, de quem o Mário Soares, que já está naquela fase terminal da Amália -- coitadinho, para o ano lá nos irá deixar... --, disse ser "um brilhante aluno de engenharia", e já publica teses de mestrado, esquecido do episódio da Madame Miriam, e do suicídio do patrão de Sciences Po, e depois de vencida a síndrome do Inglês Técnico... Isto, em Política, é como aquelas pessoas que sobrevivem aos cancros generalizados: entramos do domínio da realidade diretamente no da ficção e do delírio, sem transição, mas é por isso que somos a Cauda da Europa, porque tudo é reciclável, é só uma questão de tempo, olhe, por exemplo, estava a lembrar-me de outro casal exemplar, os McCann, onde ele fazia de pipeta, e ela de recetora de perna aberta. Tiveram azar, porque, na noite do ritual satânico, a Kate estava enfrascada, e sempre pensou que era a brincar, mas não era, gritou, "the fucking bastards has taken her", coisa de que ela já estava avisadíssima, porque fazia parte do contrato, e desatou aos gritos, deitando tudo a perder. Um homem que poderia ser hoje o Secretário da Saúde Britânico, continua como simples médico de província, por causa dos gritos de uma histérica mal fodida. A verdade é que estas coisas das seitas são mesmo para levar a sério. Agora, numa fase em que Portugal está falido, por causa do BPN, do Saloio de Boliqueime, resolveram ir abrir uma investigação, só porque uma seita belga tinha dado ordens para arranjar uma menina loura e de olhos azuis, para satisfazer a lubricidade de uma pessoa que possivelmente já está morta, já que o Rei dos Belgas adora rapazinhos, e detesta menininhas peçonhentas, como qualquer monarca normal: No meio disto tudo, sinta-se feliz: ao menos, no seu casamento, alguma coisa a pode deixar feliz, e identificada com esse casal de escroques, é que, tal como ele, o seu marido lhe dá porrada todos os dias: aproveite, que não é para todas. Kisses na xoxa.


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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

"The Braganza Mothers", no dia em que Bárbara (Bocarra) Guimarães descobriu que podia acabar transformada num cinzeiro humano. Acordaste, tarde, filha, ou, melhor, estiveste sempre acordada, só que agora é que percebeste que a coisa era mesmo perigosa, e é, filha, acredita que é... :-)

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Depois de Diogo Infante, Manuel, de dia, Maria, de noite, Carrilho poderá fazer, já em novembro, o seu "coming-out". Parabéns, Man'el, pela coragem :-)

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domingo, 4 de novembro de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012

Uma certa boca

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do Kaos

Dedicado à Isabel, na esperança de que a outra não perceba que isto está, mas é, direitinho, feito para encaixar nela... :-)


Como dizia a Gertrud Stein, uma boca é uma boca, uma boca, uma boca, uma boca..., e tinha todas as razões do Mundo, se lhe anexarmos a assimetria, já presente no célebre momento do Big Bang, de que todas as bocas são bocas, sim, mas nem todas as bocas são iguais.

É claro que este texto é como a virgindade: antes de eu o ter escrito, não ia começar toda a gente, ó meu, ó meu, a olhar à sua volta, e a classificar as tipologias das bocas, mas lamento, se, mais uma vez vos arranquei um pouco da virgindade. Sintam-se como aquelas suecas que o Assange violou (!), quando toda a gente sabe que violar uma sueca é uma anomalia tão incompatível com a racionalidade como acreditar na virgindade da Santa com cara de saloia, que os acrobatas carregam aos ombros, ao som do "Avé, avé, Maria", o hino do sodomita António Botto, composto expressamente para a Igreja do Salazar o deixar voltar a Portugal, uma espécie de "redenção", que não é redenção, porque toda a gente sabe que a paneleirice nunca se cura, só consegue sofrer agravamentos.

Honra lhe seja feita, porque pôr as velhas, pelo menos uma vez por ano, às vezes, duas, a agitar lenços a um ídolo de porcelana, com um "sound" homo, faz daquilo -- e a isso chama-se "génio" -- faz daquilo o maior "Gay Pride" Português,
mas,
voltemos às bocas.

Há as bocas em forma de fenda, como a da defunta Lurdes Rodrigues, essa alimária, que, pelo Princípio de Peter, foi promovida, de Sinistra da Educação, a gestora dos lobbies suspeitos da Fundação Luso Americana para a colonização cultural de Portugal. Numa boca em forma de fenda não cabe nada, a não ser uma chave de fenda, eventualmente destinada a estimular a úvula, que é uma espécie de clítoris que as brochistas têm no fundo da garganta, o que não era o caso da Lurdes, que nem para o broche servia.

Há as bocas à Manuela Boca Guedes, que são um pouco como as tripas dos enchidos de porco negro, e vão servindo, para, com os anos, se irem enchendo de botox: há uma teoria que defende que o botox está numa crise de escassez só equivalente à (falsa) escassez de petróleo, de maneira que quem tem botox chama-lhe... seu.

Há as bocas iconográficas, como a da Bocarra Guimarães, que, tal como os inseticidas naturais já traziam botox antes de o haver. Consta que Carrilho consumou com ela o seu casamento homossexual para poder ter, por perto, sempre uma fonte inspiração, de cada vez que lhe apetecia um chupa chupa. Chupava ele, e ela ficava a ver.

As bocas de charroco são apanágio dos Teixeiras dos Santos e dos Catrogas, sempre pagas a preço de ouro, que é o valor mais elevado com que devemos recompensar a ignorância e a venalidade, e a História foi injusta nisso, porque Rodin deveria ter conhecido os dois modelos, antes de moldar o seu "Baiser", que, diga-se de passagem, iria ter a subtileza de um Botero, com dois hipopótamos colados pelas beiças, a serem pagos milionariamente. Felizmente, Rodin morreu primeiro.

Há a boca de amêijoa, também chamada boca com visão periférica, já que tem uma tal amplitude que dá para estar a comer as entradas pelo lado esquerdo, e a sobremesa, simultaneamente, pelo lado direito. Para as pessoas apressadas, é a ideal, já que, quando têm 70 e tal cargos em assembleias de empresas, como o uranista Paes do Amaral, sobra-lhes pouco tempo para comer, já que no comer, aqui, também se tem de reservar uma margem de manobra, para as necessidades de ser comido, coisas humanas, e que pagam caro, a partir de certos patamares.

Em "Un Chien Andalou" de Dali/Buñuel, também aparece uma mulher sem boca, o que certos estudos mostram ter alguns traços evolutivos, sendo o Intelligent Design a cuidar de que aquelas galinhas que passam horas de estridência a cacarejar, se calem, de uma vez por todas. Sou daqueles que prefiro ouvir o canto dos rouxinóis.

Ora, para que isto não se alongue muito, esta boca, em especial, cujo nome aqui não posso pôr, nasceu leporina, mas leporina de uma forma tal, que começava racha, em baixo, e ia racha por ali acima, até findar no nariz. Graças a deus que isto aconteceu antes do encerramento da Alfredo da Costa, por ordem da Opus Dei, para dar origem a um caixão de betão, residência de numerários, do arquiteto oficial da "Obra", Biancard da Cruz, mas as enfermeiras sentiram um terrível arrepio, porque um corpo daqueles era equivalente a uma fenda com duas pernas, que chorava, não se sabe se com a cara, se com todas as partes do corpo.

A Universidade de Aveiro, especialista em novas tecnologias, foi imediatamente consultada, assim como um padre, não fosse aquilo ser a semente do Diabo. Não era, era demasiado pequenina para isso, embora com os anos, se viesse a "achar", como é típico em Portugal, sobretudo nas camadas mais medíocres, que nós costumamos situar no topo da nossa miserável pirâmide política e cultural.

Sendo esta boca prima da boca da Duquesa de Alba -- que já na taxonomia das bocas, de Lineu, vinha em nota de rodapé, como "boca da Duquesa de Alba (sic)" -- da qual apenas herdou os diademas (!), a intervenção médica tinha de ser extraordinária, e foi: agarraram num fio de sola de sapateiro, e coseram aquilo tudo por ali acima, deixando apenas um escoadouro, cá em baixo, e um sorvedouro, lá em cima. Só depois de tudo suturado é que os ilustres cirurgiões se lembraram de que, na boca da servidão, não ficava espaço para as visitas do negrão do "Luanda", mas como Deus é grande e sábio, lá se decidiu que tudo aquilo que não entrasse, pela frente, encontraria alojamento nas traseiras, mais rotura, menos rotura. Quanto à mini boca, ficava reservada a abafar a palhinha, o que não seria indigno de tal aristocracia novecentina.

Ora, nesta altura, já a barraca chamada Obama teria considerado que eu estava a utilizar armas químicas, e estou, porque amor com amor se paga: uma boca daquelas ficava inibida, para sempre, de quaisquer excessos, ou seja, a viver no limbo de um perpétuo ramadão, quer alimentar, quer sexual. Acontece que, como sou um exagerado, não vou parar já, e peço que notem, com atenção, que essa maravilhosa boca, que chegou a posar para revistas francesas do jet-set -- suponho que no tempo da Coco Chanel, já para não recuar à Imperatriz Eugénia, pelas rugas de expressão... -- tem um ligeiro descaimento para um dos lados, que não consigo bem precisar, já que, como canhoto e daltónico, confundo esquerda com direita, até politicamente, o que me tem poupado alguns dissabores, o chamado requebro da zézinha-que-deus-tenha, ou um ferrorodriguismo incipiente, mas isso avaliarão vocês, se lá chegarem.

O  Lagerfeld mandou a Pipa Midletton, uma pindérica inglesa, mostrar mais o cu e menos a cara. No caso desta, infelizmente, acho melhor que ponha burka em ambas, já que devia saber que, em cama de dois, não cabem três, sobretudo quando o cu é um expositor de celulite, que atira para fora do colchão as mulheres honestas, que ainda as há. Se nem em Portugal, muito menos no Reyno dos ALLgarves...

E para acabar esta maldade, que vai levar dias a ser desencriptada, queria encerrá-la com uma maldade ainda maior. Ao contrário da Pipa, esta devia, mesmo, ter uma burka da cabeça aos pés, porque o espécime é de tal modo horroroso que, só num país onde se copula com os bigodes da Nazaré, tem viabilidade.
Por mim, não voto contra, veto, e, já que estamos em bocas, tenho de confessar para onde vai a minha preferência, especial, mesmo sibarita: é a boquinha de fazer broches a grilos, da Ana Drago, que se deve despachar, porque o Partido Oportunista está em extinção acelerada, e sabem por que adoro aquela boquinha?
Pois termino com mais um enigma: sempre que olho para ela, faz-me sentir... a pujança do elefante...

(Quarteto da língua viperina, e do "non sense", tout juste para a silly season, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")
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