#Post Title #Post Title #Post Title #Post Title
Mostrar mensagens com a etiqueta anal rape. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta anal rape. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Num desabafo que vai ficar para a História, Elma Aveiro, toda nua, desnuda, pelada, à poil & stark naked -- mais uma da prole da barraca de Santo António do Funchal --, resume o Futebol, e toda a vida do irmão, Cristiano Ronaldo, "The Special One... percent", numa única frase: “Infelizmente isto é o mundo (em) que se vive da podridão, (da) máfia e do filha da puta do dinheiro”…, ao que nós acrescentamos todo o tipo de tráficos e branqueamentos. Quanto às indemnizações que brevemente começarão a ser pedidas por residentes, pessoas decentes e turistas, quando, em voo para a Madeira, lhes for anunciado que o avião se prepara para aterrar em cima do nome de um gajo suspeito de violações e anal rape, a Elma é omissa, mas nós levantamos a lebre. Talvez agora se deva aos madeirenses, e a todos os portugueses, a reparação da urgente alteração de nome de um aeroporto internacional. Para vergonhas, já basta terem-lhe dado, em vida, o nome de um produto de um mundo de podridão, de máfias e da filha da puta de todos os dinheiros sujos… :-\



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



“Mas eu e muita gente irá ver uma coisa, justiça, e o poder de Deus é muito maior que essa podridão toda. Deus tarda mas não falha”. Ela e nós vamos lutar até ao fim para que o aeroporto de Santa Cruz volte a ter um nome que não apele à indecência... :-\
[ Read More ]
terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Estudo revela que a média dos fretes sexuais feitos entre macho e fêmea dura, em média, 5,4 minutos, com forte incidência nos casos de 33 segundos. Dado o estudo, é agora possível afirmar que os 5 a 7 minutos em que, em 2009, "The Special One... percent", Cristiano Ronaldo, esteve a violar analmente ("anal rape") Kathryn Mayorga estão claramente acima da média dos outros machos, o que explicaria as muitas vezes em que ela gritou "no, no, no!...", justificaria os hematomas e as nódoas negras, e também as manchas de cuspo na cama e as feridas na mucosa anal. E o mais terrível disto tudo é que, dada a ineficácia da coisa, ele ainda teve de "tocar ao bicho", para fazer sair as borras. Foi terrível, e o que aí vem ainda vai ser pior... :-\

[ Read More ]
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

"Der Spiegel" tem mais novidades sobre a noite de estupro e "anal rape" de Kathryn Mayorga por Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”: afinal, enquanto ele tentava enterrar-lhe o pau na bunda, ela guinchava como uma americana, e dizia “no, no, no!...”, mas como o inglês do “The Special One… percent” é tão fraquinho como o português, ele pensava que estava na anedota da japonesinha a levar com o mangalho todo do navegador africano, e só fazia “hi, hi, hi!...”, e o negrão pensava que, com o “hi, hi, hi” dela, ela estava a pedir ainda mais, e dava-lhe mais, e assim fez, até ela ficar toda em sangue, e cheia de nódoas negras, e ele com umas borras de leitinho deslavado nas mãos. Em sua defesa, só encontramos que foi sincero em tudo o que fez, já que o amigo marroquino Badr Hari lhe tinha ensinado que com as “gaijas” é assim que se faz sempre, mete-se primeiro e só se pergunta depois, por que elas gostam todas, sobretudo se forem gajos pesados, como eles, e com as carteiras ainda mais pesadas, por que, quando elas dizem que não querem é por que se estão a fazer de esquisitas, e é mentira, por que as “gaijas” são todas iguais, querem sempre é "dar a rata" e levar com ele. Preocupa-nos que “The Special One… percent” se tenha sentido diminuído com uma simples “cal-girl” de Las Vegas, uma "gaija" batidona das noites ao balcão, e não lhe tenha conseguido transmitir a intensidade do seu desejo de macho lusitano, que era muito, e ele até sabia como fazer tudo, que é como aquela camaradagem do balneário faz toda, quando está à rasca e não há “gaijas” por perto, “vira-me esse cu, e aí vai uma “mãozada de cuspo”, chavalo, uma “bola de cuspo”, para escorregar melhor, o que custa é a cabecinha, tudo o resto é pescocinho, vou-te rebentar com a bilha, filhota, no fim vais curtir bués… vá, anda, “toca-me aqui ao bicho”, para ele ficar rijinho, e eu depois como-te esse cagueiro todo… O maravilhoso disto foi a conversa ter sido acompanhada em direto pelos advogados, e eles, o Francisco Cortez e o Osório de Castro poderem ter trocado impressões “live” sobre a tradução da “mãozada de cuspo”, do “tocar ao bicho” e do “partir a bilha”. Infelizmente, o inglês é uma língua fraca, da qual o “Brexit”, felizmente, nos vai afastar para sempre, e a “bola de cuspo” e o “tocar ao bicho” empobreceram muito na versão final, e deram em “spit” e “touch my dick”, que depois ainda foram disfarçados em “saliva” e “tocou-lhe no pénis”. No fim, se a coisa for bem tratada, tudo acabará com a Dolores Aveiro, que bem sabia o que eram nódoas negras a sério, nos tempos em que o marido entrava completamente tocado na barraca deles, a vir a defender o seu aleijãozinho no Facebook, e a dizer que nem percebe do que é que essa Kathryn se está a queixar, já que em Portugal todas gostam daquilo que ele lhe deu e ela, e se ela não quer, que se enxergue e entenda que há muitas que gostariam e não têm… A vida é muito injusta…

[ Read More ]
sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas





“NÃO, NÃO, NÃO”

Mas, alegadamente, Ronaldo não desistiu. “Virei-me. Ele tentou tirar-me as cuecas. Virei-me de costas para ele e enrolei-me como uma bola. E pus a mão na vagina. Foi aí que ele me saltou em cima.” Ela afirma que disse “não, não, não, não”.


“Depois de me ter agredido, não me deixava ir embora. Não me deixava ir. Chamou-me ‘baby, baby’. E lançou-me um olhar, um olhar culpado. Quase como se sentisse culpa. Não me lembro bem, mas tenho quase a certeza de que disse ‘desculpa’ ou ‘magoaste-te?’. Nesta altura, ele está de joelhos. Diz aquilo dos 99 por cento.” Diz que ele insistiu que era “boa pessoa” exceto aquele “um por cento”.

Foi nesse momento, diz, que percebeu pela primeira vez o que lhe tinha acontecido. “Aconteceu tão depressa. Não sabia bem o que tinha acontecido. (…) Senti que estava como que a pairar. Era como se não estivesse ali. Como se estivesse fora do meu corpo. Não consigo descrevê-lo em palavras.” A seguir, declara, “pensei que tinha apanhado uma doença”.

“Pensei que ele tinha SIDA. Por isso, disse: ‘Tens de me dizer se apanhei uma doença. Apanhei uma doença?

E ele disse: ‘Não, não. Sou atleta profissional e sou testado de três em três meses. Não conseguia jogar se tivesse uma doença’.”
[ Read More ]
sexta-feira, 12 de outubro de 2018

The Special One… percent, Cristiano Ronaldo, diz que não dá nem mais um tostão à Kathryn Mayorga, para ela se calar sobre a violação anal (anal rape) -- ai, meninos, dá deus cona a quem tem nozes!... --, e achamos que ele faz muito bem, por que isso dos “Tostões” é do tempo da miséria do Bairro de Santo António, em que a Dolores andava de porta em porta, a tentar juntar vinte escudos, para pagar mais um vidro das vizinhas, que o filho, burro como as casas, e mentiroso, tinha partido com as boladas obsessivas dele. Dizia a Dolores, “não lhe perguntem nada, por que ele vai sempre negar, e dizer sempre que foi um outro, minha senhora, isto é uma grande infelicidade, eu prefiro pagar já, por que não quero mais vergonhas neste bairro, o meu Dinis já está caído ali na esquina, perdidinho de bêbedo, o álcool já era a nossa desgraça, e agora veio mais este filho, tanto sofrimento… olhe lá, quanto foi o vidro?... Tome lá, por amor de deus… Prometo que ele não volta a partir… pelo menos, esta semana…”, e lá ia a Dolores, coitada, nem ela sabia que um dia ia ter de fazer uma corrente na “Intermete”, para defender o seu filho mentiroso, #ronaldoestamoscontigoatéaofim, até já mandou um email à mãe do Renato Seabra, para saber como é que estas coisas se fazem, para não correr mal desta vez, e não é só a Dolores que está com ele, e a torcer por ele, por que também nós, “The Braganza Mothers”, estamos agora também com The Special One… percent, e #estamoscomocristianoronaldoatéaofimassimcomoestivemosdesdeoinicioadesmontarafarsa, sobretudo agora, que o fim chegou. E quanto à Kathryn Mayorga, avisamos já que ela não é de aceitar “tostões”, prefere cash e em dólar forte, e tanto pode pagar ele, como o primo, se ele for porco suficiente para acusar o primo do abuso anal, que ele é menino para isso e para muito mais, e já sabemos que a Kathryn até está aberta a um acordo mais amplo com The Special One… percent, que é aceitar ser a Dolores Aveiro a pagar pelo filho mentiroso, nem que o guito saia do bolso dela, ou seja, que tenha de meter no prego os dentes que o filho lhe mandou compor em tempos, numa loja de ferragens do Funchal 😊



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



#ronaldoestamoscontigoatéaofim: "Apesar do ar de rufia que o cabelo meio comprido, a roupa suja e os dentes tortos lhe davam, Cristiano Ronaldo não era maldoso. Só tinha mau feitio. A sua alcunha era Menino Chorão pelas birras que fazia sempre que perdia um jogo no Andorinha, onde o pai tinha posto uma cunha para ele jogar. O treinador, Francisco Afonso, conta à SÁBADO que as fitas no balneário eram tão grandes que até lhe pediu para não aparecer mais no estádio nos dias dos jogos com o Marítimo – onde a derrota por uma goleada era certa.

Na Rua Quinta do Falcão, a sua fama não era melhor. Os vizinhos odiavam os pais de Ronaldo, que permitiam que ele passasse as noites a dar pontapés numa bola contra as paredes ou a partir os vidros das suas casas. Depois fugia e dizia sempre que tinha sido outro miúdo. A mãe nem queria ouvir falar em ter de assumir essas despesas. "As pessoas não ficavam nada satisfeitas. "Ele estava sempre a incomodar", conta [...] Joel Santos, dono de um bar que ficava a 50 metros da antiga casa da família Aveiro".
[ Read More ]
 
 

Blogger news

Powered By Blogger

Blog Archive