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sexta-feira, 9 de outubro de 2015
sexta-feira, 20 de junho de 2014

Maria Luís Albuquerque, Miss Swaps, ameaça pedir a reintegração no seu lugar do Pólo de Setúbal da extinta "Universidade Moderna", caso o Tribunal Constitucional venha a chumbar, como virá, todas as medidas que os agentes estrangeiros a mandaram tomar

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Enquanto aguarda ser posto na rua pelos próximos chumbos do Tribunal Constitucional, Passos Coelho diz que "não está em cursos nenhuma guerrilha", e tem razão, é só um "diálogo" entre defensores da Lei e fora da Lei

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quarta-feira, 18 de junho de 2014

"The Braganza Mothers", no dia em que "Maria Adelaide" Poiares Maduro, a boneca fanhosa, finalmente percebeu que o Tribunal Constitucional não é um blogue, onde "ela" faz um "post" e depois fica à espera de que venha uma meia dúzia de oligofrénicos masturbar-se, nas caixas de comentários

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Com a sua voz frágil de boneca fanhosa, "Maria Adelaide" Poiares Maduro relembra os Militares de que, dada a irregularidade instalada entre os órgãos de soberania e o estado de saúde "grave" do Presidente da República, deverão intervir, para repor, discretamente, a legalidade constitucional

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sábado, 31 de maio de 2014

Zsa Zsa Gabor ameaça com "vingança terrível", devido ao chumbo do Tribunal Constitucional

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Portugal, um país "europeu", onde a Oposição se chama Tribunal Constitucional

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sábado, 21 de dezembro de 2013

A Prova Geral de Abcesso


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Detesto repetir títulos, e acho que já escrevi um texto com este nome, mas não faz mal. fica à pala daqueles porcos, como o Catroga, que acumulam duas reformas, e ninguém lhes diz nada.

A verdade é que estamos a caminho do fim de 2013, e o país se transformou numa paródia, mas daquelas boas, de antigamente, misto de teatro de revista com "Casa dos Segredos". Economicamente, estamos a sofrer um  verdadeiro "milagre económico", já que parece que estamos a crescer às centésimas de coisa nenhuma, o que é um autêntico prodígio. A Banca está sólida e segura, e assenta na venda de Mirós de terceira linha, que um gajo, profundamente doente, Oliveira e Costa, comprava, com a mesma falta de gosto do Berardo. Parece que aquela merda vai valer 97 000 000 €, numa época em que se podem comprar Picassos por 100€, o que deve fazer parte da Retoma. O Deficit subiu ao empíreo, e está, estavelmente, com todas as manobras de falsificação daquela figura de segunda ordem, Maria Luís Albuquerque, agente do agente da Goldman Sachs, Carlos Moedas, na zona dos 5,5%, de onde nunca sairá, como Keynes, ensinava, com a agravante de que deficits de 5%, no tempo de Maynard Keynes, estavam então associados a crescimento económico, e não à agonia de um estado nação, como o que está a acontecer a Portugal. Se recordarmos as centésimas de Vítor Constâncio, que andavam sempre por volta dos 6 vírgula oitenta e tal, o homem era um vidente e um profeta.

Todavia, uma das minhas razões de provocação natalícia é vir aqui saudar o novo partido político, que, desculpem-me o desabafo e a imodéstia é o partido político da minha vida, já que reúne tudo o que execro: os Gatos Fedorentos, a Pilar del Rio, viúva de profissão, e um gajo, que nem sempre escreve mal, mas "consta-se de que" tem uma formação académica arrelvada, "mestrado", sem "licenciatura", ou vice versa. Eu, como dupont et dupont, acrescentaria: nada de espantar, já que o Daniel Oliveira, o verdadeiro, até tem coluna no "Expresso". Para o ramalhete deste "partido" estar perfeito, só lá faltam a Clara Ferreira Alves e a Clara Pinto Correia, o Galamba, e, ah, sim, a Teresa Guilherme. Mal se coliguem com o "Aurora Dourada", lá darão os típicos 0.67% do M.R.P.P. Estamos, pois, de parabéns, e em contraciclo com as tendências europeias, que apontam para o neofascismo. Dado o perfil dos protagonistas, e pensando bem, talvez nem haja contradição...

Contudo, tudo isto são trocos, quando comparados com a Prova Geral de A(b)cesso, que nos deram algumas das mais excelentes imagens televisivas dos últimos tempos, só comparáveis com a invasão da escadaria das Cortes pelos polícias: falo, obviamente, dos professores em fúria, uma ira irada de uma classe altamente escolarizada, a chamar imbecil ao traste que lhe puseram como Ministro. Não vou perorar aqui muito sobre o Ministério da Educação, já que mil vezes repeti ser a pasta -- a par com a da Cultura -- de mais fácil ocupação, na Cauda da Europa: qualquer um pode, e, quando qualquer um pode, qualquer um quer, e lá vai.

Nuno Crato, um traste, educado no enveroxhismo albanês, sabe o que é "qualidade", já que a Universidade de Tirana, no tempo em que a Albânia era o paraíso na terra, tinha gerado alguns dos maiores intelectuais e académicos do séc. XX. Muitos ainda por aí andam, embora não se dê por eles, exceto pelo Nuno Crato, que, como o Senhor Santo Espírito, está presente entre nós. Duvida dos Politécnicos e das Escolas Superiores de Educação, e tem razão, porque a sua fêmea dá, ou lá deu, aulas.

Mas, melhor do que isso, muito se fala do "Eduquês", coisa que passa por ser a obra prima da criatura, e é texto que nunca li, nem lerei, pelo que, dado isso, e como é usual em mim, estou amplamente à vontade para criticar. Excluídos os reparos ortográficos que se lhe pudessem fazer, derivados da ainda não aplicação do Accordo Ortográphico, convém que nos debrucemos sobre a substância, já que nos é mais cómoda do que os atos.

Dado o anterior, na página 5, escreve o ogre, "Tampouco as ideias associadas à pedagogia romântica são novas", sendo que "tampouco" é uma forma reforçada de afirmar "nem" ou "também não". Assim sendo, e dada a frase anterior, existe um escusado esforço de estilo, que eu apodaria de assaloiado, já que a frase completa rezava assim: "O epíteto de «romântico», aliás, não é novo em pedagogia teórica. Vejam-se, por exemplo, os textos sobre a «escola centrada na criança» de G. Stanley Hall (1844–1924), professor de John Dewey (1859–1952) em Johns Hopkins, e de outros. Tampouco as ideias associadas à pedagogia romântica são novas", a qual, reescrita corretamente, de acordo com a linha ortodoxa da Prova Geral de A(b)cesso, deveria ser assim reformulada: "O epíteto de «romântico», aliás, não é novo em pedagogia teórica (DOIS PONTOS) Vejam-se, por exemplo, os textos sobre a «escola centrada na criança» (VÍRGULA) de G. Stanley Hall (1844–1924), professor de John Dewey (1859–1952) (VÍRGULA) em Johns Hopkins, e de (o "e de" é redundante, bastando escrever OUTROS...) outros. Tampouco as ideias associadas à pedagogia romântica são novas", pelo que passamos à reformulação, versão dois, invertendo a posição da partícula de objeção, "aliás", só para poupar uma vírgula, uma virgulazinha: "Aliás, o epíteto de «romântico» não é novo em pedagogia teórica; vejam-se, por exemplo, os textos sobre a «escola centrada na criança», de G. Stanley Hall (1844–1924), professor de John Dewey (1859–1952), em Johns Hopkins, e outros, do mesmo modo que não são novas as ideias associadas à pedagogia romântica". Dado o anterior, temos 4 erros de pontuação, um regionalismo associado a "tampouco", que pode ser fletido numa forma sintaticamente mais simples, e estilisticamente menos rebuscada. Digamos que o Crato cometia aqui 4 erros e 3/4, numa pontuação benévola, já que estou muito generoso, dada a proximidade do Natal.

Passando para a página 6, depara-se-nos o seguinte: "Vale a pena ler alguns dos documentos destes pensadores para perceber que a «escola nova» vai pouco além dessas propostas velhas", onde falta uma vírgula, já que o "para" introduz um segmento explicativo da frase. Estilisticamente, já que o eixo retórico, e argumentativo, assenta na antinomia entre "nova" e "velha", convém que se faça uma inversão da adjetivação, evitando que o texto assuma uma vulgaridade associada a "propostas velhas". No campo das ideias, como o sr. Nuno Crato deveria saber, não há propostas velhas, isso era do tempo da mãezinha dele, e referia-se a tentar baixar os preços em metadiálogos do baixo ventre, com a defunta Marreca de Monsanto, pelo que a frase, corretamente reescrita, digamos, reescrita no nível adequado de expressão de um Ministro da Educação e da Ciência de um país minimamente civilizado, deveria vir assim: "Vale a pena ler alguns dos documentos destes pensadores (VÍRGULA) para perceber que a «escola nova» vai pouco além dessas obsoletas posições", de onde, aos 4 erros e 3/4, anteriores, passamos para 5, por falta de pontuação, e acrescentado mais 1/4, por causa da disparidade do nível de língua, logo passamos a SEIS erros.

Ainda na página seis, encontramos mais um pouco do eduquês do traste: "Há ideias diferentes e muitas vezes contraditórias. Mas há, como veremos, um conjunto de ideias chave que foram defendidas umas vezes por uns outras por outros, umas vezes expressamente outras de forma subentendida e que estão subjacentes ao essencial do discurso educativo dominante".

Creio não ser necessário apontar que a falta de pontuação torna o texto confuso, já que há uma tentativa de explicação e de repartição de responsabilidades explicativas que tem de ser assegurada por uma adequada pontuação, e hierarquização: "Há ideias diferentes e muitas vezes contraditórias. Mas há, como veremos, um conjunto de ideias chave que foram defendidas (VÍRGULA) umas vezes por uns, outras (VÍRGULA) por outros, umas vezes expressamente (VÍRGULA) outras (VÍRGULA) de forma subentendida (VÍRGULA) e que estão subjacentes ao essencial do discurso educativo dominante".

Claro que isto das vírgulas precisa de explicação, embora pudéssemos passar, quase sem elas todas. Há a vírgula que surge, e tem de surgir, porque, entre o ator da frase e a ação elidimos o verbo actante, e há a vírgula que estabelece um seccionamento da parte final da frase, posto que ela não está conectada com a secção intermédia do exposto, mas remetida para um sujeito dominante, remoto, com que o parágrafo foi iniciado. Reescrita a frase, viria então assim: "Há ideias diferentes e muitas vezes contraditórias" (até aqui, deveria haver vírgula antes do "e", já que o verbo "haver" está a atuar simultaneamente em duas secções de igual importância semântica: "há ideias diferentes"/"há ideias muitas vezes contraditórias"). Então, assim sendo, "há ideias diferentes, e muitas vezes contraditórias. Mas, como veremos, há um conjunto de ideias chave que, umas vezes, foram expressamente defendidas por alguns; por outros, de forma subentendida, e que estão subjacentes ao essencial do discurso educativo dominante".

Pronto, creio que já chega. Como prometido, nunca li, nem lerei, o "Eduquês", pelo que estou plenamente habilitado para o arruinar, e bastaram-me duas páginas de escrita do Sr. Ministro da Educação e Ciência, o protoalbanês Nuno Crato, já que, tudo somado, temos SEIS erros de pontuação, mais CINCO de seguida. Se juntarmos a má estruturação sintática das frases, e sendo benévolos, dava DOZE erros, em duas páginas.

Parece que os probadores da prova provada reprovavam com dez calinadas.

Coisa injusta, com um "ministro" que dá doze, em duas páginas... É evidente que, feitas as contas, tal como ele as gosta de fazer, se, em duas páginas dá 12 erros, sendo o PDF dessa merda do "Eduquêsocupador de 14 páginas, suponho que, por uma regra de três simples, também conhecida por princípio da aplicação da proporcionalidade direta, se encontrei 12 erros em duas páginas, haverá um pressuposto de suspiro estatístico que me deixará supor existirem, nessas 14 páginas, 84 ERROS, o que é insustentável, para quem tutela a Educação, não acham?... Claro que a isto poderiam ser acrescentadas algumas pérolas, como citar, como referência, David Justino, o vereador do pelouro da educação, ou cultura, ou lá o que era, do escroque, Isaltino de Morais, o que já diz tudo, quase tudo, ou um pouco mais do que tudo, mas isto é o país que temos, e do qual, como diz o ilustre analfabeto, Passos Coelhos, devemos, e rapidamente, emigrar.

Nada mais quero acrescentar, desejando umas festas felizes a todos, e esperando um ótimo 2014... já sem Nuno Crato.


("Eduquês" é sinónimo de mandar o Nuno Crato levar delicadamente na peida, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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terça-feira, 12 de novembro de 2013

As histórias da Joaninha, enquanto carochinha, seguidas de umas brutas chancelleradas de Machete, à moda de uma Troika Tea Partyda


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Imagem do Kaos




Tanto quanto  me lembro, Portugal foi palco de uma luta feroz entre uma das últimas rainhas com horizontes, que tanto tinha de visão, como de puta, Carlota Joaquina de Bórbon y Bórbon, filha de Carlos IV, de Maria Luísa de Bourbon-Parma, e de Godoy (cavalo do bom, que comia o pai e a mãe...) -- na altura em que as putas ainda se podiam candidatar a rainhas, e não a ficar como meras apresentadoras de "trash", nas televisões públicas e privadas -- e o filho, Pedro de Bragança, depois, Imperador do Brasil.

A luta não foi por causa da tutela do Dinis Maria, mas por que o Senhor D. Pedro queria impor em Portugal, tal como fez no Brasil, uma coisa chamada Separação dos Poderes, que tem uma praça única, no Mundo, na fantástica Brasília -- um dos poucos sítios em que ainda me sinto em casa --, com o mesmo nome.

Como toda a gente sabe, o chamado 25 de abril foi uma agitação política que permitiu tirar uns cangalhos dos seus poleiros de Estado, para lá colocar uma série de outros, quiçá piores, porque não descolaram, até hoje, procriaram e infestaram a sociedade inteira. Trocando mutilados por pobres, pusémos uns territórios ultramarinos -- Portugal é dos poucos estados europeus que não tem territórios ultramarinos... -- nas mãos de algumas famílias honradas, como a Dos Santos, e seguimos para a primeira bancarrota. Também houve uns sobressaltos, do lado das Finanças, mas o Saloio de Boliqueime encarregou-se de repor tudo, em pior, durante os dez anos em que esteve a arruinar Portugal, como Primeiro Ministro. Coisas que lá vão, embora tendo deixado doloroso rasto, como o que estamos presentemente a viver.

Quanto aos Tribunais, como se sabe, não sofreram a lavagem que deveriam, e continuaram a manter a sua velha forma, que vinha da Santa Inquisição, e depois sofreu um aggiornamento, transformando-os em Tribunais Plenários, no qual a vítima era sumariamente condenada, sem direito de defesa, às ordens do Maior Português de Sempre, até chegar ao estado presente, em que as condenações são como o boletim meteorológico, e têm oscilações, entre a freira que é condenada por não pagar bilhete e a prescrição do homicídio dos hemofílicos pela Leonor Beleza, assim, muito só por alto.

Passados estes anos turbulentos, emergiu uma coisa chamada FMI, que era uma espécie de porquinho das moedas internacional, que, sempre que um país estava aflito, se partia, para dar umas moeditas ao desgraçado, com a condição de que, se se sentisse pior, ficava a dever dois porquinhos das moedas cheios, a quem lhe dera o primeiro...

O FMI, entre muitas coisas, foi um dos rostos que os países ditos "civilizados" tinham de manter oprimidos por dívidas monumentais os chamados países do Terceiro Mundo. Com a Globalização, tudo passou a ser Terceiro Mundo, e uma alma boa lembrou-se de que a escravização colonial (financeira) dos territórios ricos em recursos podia -- et pour quoi pas? -- ser estendida à decrépita Europa. O processo não teve nada de especial, e caímos que nem patinhos, porque, ao colocar nas mãos do Banco Central Europeu, através do Tratado de Lisboa, também conhecido por Tratado do "Porreiro-Pá", ou Tratado de Bilderberg, a gestão, ou amordaçamento financeiro dos estados europeus, retirava-lhes qualquer autonomia na chamada Política Monetária, que correspondia a dar uns jeitos nos valores das moedas, jogar com flutuações cambiais, ou fazer injeções locais de capitais, para permitir que corressemos decentemente.

Chegada a praga Obama, uma alma, ou várias, almas boas lembraram-se de que, estando amordaçados, agrilhoados, com sapatos de cimento, e subservientes todas as economias clássicas do Velho Continente, por que não aplicar-lhes as receita de décadas atrás, de as arruinar, enquanto estados, utilizando um espantoso cavalo do tróia, essas estranhas organizações transnacionais e sem rosto, Troikas, FMI, Bancos Mundiais, Goldman Sachs, Agências de Rating, que passaram, em estados impotentes para se defenderem, a permitir a ingestão de órgãos financeiros externos nas suas políticas nacionais mais estruturantes e estruturais?...

O resultado está à vista: um, após outro, os países europeus estão a cair em situações de pobreza extrema, caciquismo, extremismo de desigualdade social, excentricidades de cristianos ronaldos a par com bairros, vilas, cidades, inteiros, caídos na miséria, festas da Baía de Luanda e beach parties de Moscovo, onde nem praia há, exceto os arenais da Mafia da coca, dos corpos e do Futebol.

Confessemos que a coisa foi bem preparada, estudada, e aplicada. Evidentemente que, dentro das "fronteiras" fictícias destes espaços pilhados, era necessário manter enterteiners bem pagos, marcelos, sócrates, putas ferreiras alves, anões de Fafe, medinas carreiras e tantos outros, para "explicarem" ao povinho, hipnotizado, como a coisa era boa. Claro que o nosso típico pendor masoquista tornou este ajuntamento de pessoas, que D. Afonso Henrique teria, hoje, vergonha de revisitar, em um dos palcos ideais para a "experiência", que se traduz numa única frase: como injectar numa crisálida indefesa, os ovos do mosquito parasita, que o vão devorar em vida, para depois sair em liberdade de infetar as populações em redor?...

A crisálida indefesa é a Europa, transformada num estado global, em vias de se tornar terceiro mundistas, enquanto o Obama e amigos tentam salvar um estado outrora sério, e agora à beira de uma bancarrora monumental.

É curioso que, com tantas brilhantes cabeças, tantas teodoras, tantos ulrichs, tantos cabrões como o catroga, tantos outros, andem a olhar para números como 3%, enquanto os seus patrões americanos se dão ao luxo de terem desvios de contas da ordem dos quatrilões, todos eles nas mãos especuladoras da China, da Rússia e de estados pária, como a Arábia Saudita, ninho do terrorismo, ninguém tenha dado uma punhada na mesa e dito "basta".

O meu desconhecimento da teia global leva-me a descer aos patamares da porcalhota: cito Vítor Constâncio, um dos maiores canalhas da contemporaneidade; o traidor da pátria, Durão Barroso, um agente do Tea Party, depois de ter sido agente de Mao Tse Tung, e que hoje se descaiu -- obviamente por vingança, por que a criatura realmente não presta -- depois de ter sido criticado por andar a pressionar o Tribunal Constitucional, lembrar que talvez o Tribunal não fosse o que pensávamos, já que tinha lá dentro um Machete júnior... Como podem imaginar, isso são trocos, para quem já tem um Machete sénior, nos Negócios Estrangeiros (!), onde já deu vastas provas de que, apesar de agente da CIA, como o Amado, e tantos outros, também serve Angola, a China e tudo o que estiver à mão.


Para terminar como comecei, Carlota Joaquina tinha razão: era o tempo das putas, e os poderes nunca deveriam ter sido separados, mantendo-se a lógica do absolutismo, e juntando aos três poderes o poder da Finança, que é hoje primordial: todos os outros não passam de meros bobos da Corte.

O pai macheta no Governo, enquanto o filho chancerella no Constitucional, e o neto lá será um Dinis Maria: é normal, só que ligeiramente, muito ligeiramente, mais discreto do que na Coreia do Norte.

A esperança, mas esta é um boutade críptica, é que a Joaninha, muito conhecida pela sua ombridade, já que nos belos tempos da passa ficava incomodada com os procuradores todos envolvidos em festas nebulosas de haxe, e os seguranças cá fora, a vigiar, sem saberem o refustedo que ia lá dentro, ponha um pouco de ordem nesta coisa, e olhem que eu até gosto dela, senão, sinceramente, só mesmo os militares, e já vêm atrasados, muito atrasados, meus amigos, muito atrasados...


(Quarteto chancerelle de machete, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

"The Braganza Mothers", no dia em que se descobriu que os Machetes, afinal, não eram um, mas vários, como sempre :-)


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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Aníbal de Boliqueime cita Kissinger, nas suas certezas sobre o BPN, e nas suas incertezas sobre o Orçamento 2014: “O ilegal fazemos de forma imediata, o inconstitucional demora um pouco mais”

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sábado, 6 de abril de 2013

Maria Cavaco Silva adianta-se ao seu Aníbal, e responde "SIM", ao apelo do "Governo" de Portugal: vai recebê-los, o mais rapidamente possível, e na cozinha, como convém a uma sopeira digna de tal nome!.. :-)

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Conselho de Ministros reúne-se, para apresentar "Plano B": divulgação da lista dos acionistas privados do BPN, e da parte do pagamento do "buraco" do mesmo que lhes cabe. Invocação do interesse nacional, para liquidação de PPP, e imediata cativação de fundos em offshores, acima de 1 000 000 €. Imposição do Princípio "Soft-Spring", que impede salários de topo ultrapassarem 5 vezes os salários de base


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Imagem do Kaos


Carlos Moedas já recebeu um email oficial da Goldman Sachs, a dizer que a instituição lhe retira a confiança, mas isso não é mau, porque, com as medidas anunciadas, sairemos, ainda esta semana, da crise, com um superavit de fazer inveja a toda a Europa. Depois, é só investir, para criar empregos e riqueza. O "Pügrèsso", em suma, meus amigos :-)
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