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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Diário do Marcelo - Manuela Moura Guedes responde a Fernanda Câncio, e diz-lhe que o importante não é estar viva, mas ver o solzinho a dançar



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Ambas viram o solzinho a dançar, há muitos anos: Isto é que é uma jornalista com "faro"! Fernanda Câncio, como namorada de Sócrates, usufruía de um estilo de vida que só mesmo muito dinheiro poderia proporcionar mas nunca achou estranho. Enternecedora esta ingenuidade e principalmente a fé no namorado. Nunca lhe passou pela cabeça mesmo com as suspeitas no caso Cova da Beira, Freeport, escutas no Face Oculta, as aldrabices da licenciatura, as casinhas da Guarda... Não, a jornalista Câncio sempre achou normal que o ex-primeiro-ministro se comportasse como um milionário. Poderia ter sido a paixão a cegá-la. Mas não, Fernanda é simplesmente igual ao português comum que reelegeu Sócrates em 2009 enquanto se caminhava alegremente para a bancarrota ,o português que aplaude quando ele vai ao Marão ou a Paredes de Coura dar lições de sapiência sobre o País que ele afundou. A única diferença, e é circunstancial, é que a incauta Simplesmente Fernanda precisa neste momento de limpar o nome, a imagem e não direi a alma porque essa estava cega, surda e muda. Agora finalmente falou e falou alto para dizer que abandonou o barco” 
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "As "Licenciaturas" de Sócrates, deitadas no divã de Freud"







Para mim, com uma Quarta Classe das antigas, puta nas horas vagas, e mulher-a-dias do Regime a tempo inteiro, foi com enorme orgulho que recebi, no I.S.P.A., uma Pós-Graduação em Psicanálise (4 dias, de 2 horas intensivas, que bem me saíram do corpo e da carteira...).

Fiquei a saber que, para Freud, os anos mais importantes da nossa vida eram os 5 primeiros, sobre os quais -- azar -- logo tombava uma cortina de sombras, que durava a vida inteira, exceptuados os sobressaltos e as recaídas no Inconsciente.

Estou agora a terminar uma tese de doutoramento, em que defendo que, bem mais importantes do que esses 5 anos da Infância são os 5 anos da Licenciatura. Esse, sim, é o tempo da verdadeira angústia.
É, pois, com a Dor de Sócrates que eu sofro: aquela Pós-Graduação de 4 dias fez-me saber o que pode ser o sentimento de inferioridade de um cavalheiro que quer galgar a todo o custo, e sabe não ser detentor de um canudo.
Há, em José Sócrates, um pouco de Harry Potter. Ele sabe mexer a varinha -- ou o varão -- e as coisas aparecem todas feitas. "Consta-se de que", mal seja apeado involuntariamente do Governo, já se está a preparar para a Beatificação. O "Expresso" de hoje avança com o seu primeiro milagre: o de ter criado, do Nada, um Reitor.

Isso é uma coisa lindíssima, e acho que nem a Sãozinha, nem a Santa da Ladeira, nem a Irmã Lúcia, no tempo das suas melhores "performances", conseguiram tais feitos...

Nomear um Reitor é algo de bem mais profundo do que pôr um paralítico a andar, um cego a ver, ou o Mega Ferreira à frente do Centro Cultural de Belém.
Resta a matriz psicanalítica da coisa, e essa é o centro deste texto: até agora, nunca tinha percebido a raiva desmesurada contra certas classes da Sociedade Portuguesa, justamente, aquelas onde se congregam mais licenciados, Médicos, Juristas e Professores.

Era, afinal, um problema psicanalítico, não o dos 5 primeiros anos de vida, mas o dos intermináveis 5 anos da sua "Licenciatura", em irremediável forma de Quasímodo.

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Maré de retornados ameaça baixar, já no Natal, as habilitações médias portuguesas

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sexta-feira, 10 de julho de 2015
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Fotógrafo engana-se, e apanha Almeida Santos na perspetiva errada: devia ser a entrar e não a sair do Estabelecimento Prisional de Évora...

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sábado, 22 de novembro de 2014

Na expectativa da detenção de Paulo Portas, a prisão do vigarista de Vilar de Maçada, José Sócrates, já é o evento do mês. Por que não aproveitar para visitar o "Licenciada ma non troppo"?...


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"Licenciada ma non troppo", um clássico, em todos os sentidos :-)
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Olha, prenderam o Sócrates!... Que pena... Agora, só falta o Cavaco, o Durão Barroso e os amigos pedófilos do António Costa :-)

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terça-feira, 30 de abril de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013

Anulação da licenciatura de José Sócrates poderá levar, por arrasto, "habilitações" de Clara Pinto Correia, e o célebre "Apto", de Nuno Crato

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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Cândida Almeida está muito espantada com o Caso BPN ainda não ter sido julgado. Nós partilhamos desse espanto, e do espanto de todos os outros afins :-)

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sábado, 14 de julho de 2012

A Lusófona, a universidade onde os políticos davam aulas uns aos outros, e as vice reitoras tinham cátedras por equivalência curricular de orgasmos :-)


Orgasmos da ex Vice Reitora, Clara Pinto-Correia





Não gosto muito de repetir textos, mas este é outro, de 2007, aquando da crise da Universidade Independente, que se tornou, subitamente (im)pertinente, portanto, aqui vai.

É voz corrente que a Universidade Lusófona é uma mera fachada para os políticos acelerarem os percursos académicos de muitos que os não têm, ou, sendo ainda mais cínico, uns, de habilitação duvidosa -- com as devidas ressalvas -- que, ali, "aceleram" os CNOs dos outros, com habilitação ainda mais duvidosa.

Só para quem possa estar fora do meio académico é que escândalos, como o de Fernando Santos, corrido, um dia, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, por razões que é melhor nem pôr aqui, para vocês não se assustarem, acorda, no dia seguinte, já como Reitor (!) da Universidade Lusófona...

Quanto a Clara Pinto-Correia, a célebre Vice-Reitora, é melhor não falar: entre plágios, velhos da Califórnia, chutos de tudo quanto era Academia séria, suponho que tenha tido uma equivalência em... orgasmos.

Segue-se o texto, uma bem humorada ficção, dedicada às pessoas sérias que andam a pagar, para tirar cursos sérios, numa instituição que já se percebeu o que era.

Não, ainda vou acrescentar, mais uma coisinha... isto é só a ponta do icebergue, e os objetivos políticos ainda são mais terríveis: em risco, vai ficar a Universidade, a cabeça de Nuno Crato -- a de Relvas já não conta -- e, em derradeira análise, a queda de Passos Coelho, o que muito agradará às piranhas do PSD.

Claro que não me esqueço, quando o assunto estava na versão 1.0 do software, do Reitor xexé da Moderna, a falar de "uma coisa horrível, que metia droga, armas e mulheres". Passaram dez anos, e já vamos na versão 10.5.3 do software. Façam a analogia, se puderem, ... e... fiquem com insónias :-)


Segue-se o texto, de 2007, do malogrado primeiro "Braganza Mothers":

"Ontem, tocou um dos meus telefones em escuta. Bocejei e atendi. Geralmente, costuma ser a Sheila, a contar-me os camionista que "fez", no IP5, mas foi, com grande surpresa, que reconheci a voz da Vice-Reitora da Lusófona.

Convite para jantar, de ali a uma hora, e sem hipótese de recusa...

Eu sei que a Histeria e a Ninfomania já não têm o significado que tinham, no tempo de Charcot, são, hoje meras Parafilias do Excesso, mas, pelo sim pelo não, telefonei ao Fado Alexandrino, para ver se me desenrascava desta, "pá, é assim, eu vou mandar reservar a mesa maior, a das conferências, no "Gambrinus", mas nós chegamos primeiro, e tu ficas debaixo, escondido pela toalha, para o quer e vier..."

Há alturas em que me apetece preservar a minha integridade física, e a Páscoa é uma delas... E lá fomos, o Alexandrino com uma coleira de picos, de Pitt-Bull, enfiei-o debaixo da mesa, compridíssima, ela chegou, já não me lembro se vinha toda de leopardo, se de pantera, mas acho que era misto de leopardo com hiena, umas botas de cano altíssimo, todas cheias de atilhos, tipo Madame Bobone, no tempo da Imperatriz Eugénia, de Montijo-Bonaparte.

O código era o seguinte: ela sentava-se numa extremidade da mesa, eu, na outra, com o Alexandrino todo enroscado, ao lado, caladinho que nem um rato. Se ela, de repente, começasse a avançar e a fazer abordagens, eu dava, com o pé, três pancadas no chão, o Alexandrino saltava, já com a língua a babar-se toda, e abocanhava-a, para a minetar, antes de que ela me atacasse a mim.

Combinado, amigos são para as ocasiões.

Eu gosto muito da Clara Pinto-Correia: acho que é o exemplo exemplificado do que deve ser uma carreira literária e académica, no Portugal Contemporâneo.

Aliás, para mim, com uma quarta-classe das antigas, é sempre intimidante ir jantar com uma Vice-Reitora.

Uma Vice-Reitora é sempre meio caminho andado para a Reitoria, e da Reitoria para o Ministério da Ciência e do Ensino Superior.

Ou seja, eu ia à mesma manjedoura do Poder.

Tudo nela cheirava a Ovário de Eva, mas essa cena dos Perfumes com Feromonas para atrair macho, dado o meu gene defeituoso, não funcionavam. Quer eu, quer o perfume, quer a táctica dela eram erros evidentes do "Intelligent Design": quando chegasse a hora, íamos todos direitinhos para a Reciclagem, e era a vida.

Ela estava excitadíssima com o Caso "Independente", eu ia pedir Linguado, mas achei que, com ela, era arriscado, e fui para os Salmonetes, enquanto ela quis -- "malgré" Sexta-Feira Santa, um "Cosido" à Portuguesa, e já se estava a preparar para mandar vir seis garrafas de "Dão Meia-Encosta", o que, no "Gambrinus", é como mandar vir à mesa seis copos de carrascão, mas o gosto é dela, quem sou eu, pobre mortal, para julgar as papilas gustativas de uma Vice-Reitora, tanto mais que por ali já passou tudo, até os eléctricos?...

Ficámo-nos, todavia, pelas três garrafas: nada pior do que uma Universidade ter de mandar outra vez para uma cura de desintoxicação alcoólica a sua Vice-Reitora.

Sabe, dizia ela, vamos ficar cheios de alunos!... É verdade, dizia eu, os Lindos Olhos de Mariano Gago já prepararam o colchão legal para as transferências, mesmo a meio do ano. Isto não há como Governo e Gestões de Privadas estarem em acordo para tudo se assemelhar ao Nirvana.

Quer ver o Edital?, disse-me ela, fui eu própria que o escrevi, ontem à noite!... e eu, pode ser -- pelo menos, enquanto lia o edital, não estaria a ser assediado...

Li, com atenção. Reparei que "aceder" estava escrito com dos "ss", ou seja, "asseder", como em "assédio"...

Querida, disse eu, o "c", antes do "e", lê-se como dois "ss", portanto, deveria estar aqui escrito, "[...] os alunos provenientes da Universidade "Independente", mercê do seu encerramento, poderão aceder, a partir de agora, às vagas existentes na Universidade "Lusófona"...

Verdade que "asseder" não se escreve assim?..., perguntava ela.

Não, querida, é "aceder"...

Pronto, temos lá uma tipografia, ao pé de nós, que faz sempre umas edições spé luxuosas, vamos fazer uma errata em papel couché, gramagem 120, vai ficar P-e-r-f-e-i-t-o e lindo!...

Nesta altura, já era o Alexandrino que me tocava com a mão na perna, para saber quando é que ela avançava, para a abocanhar, e eu, calma, calma, ela agora ainda está noutra... 

Não acha que fazemos bem em receber os sem-abrigo da "Independente"?, perguntava.

E eu, mas vocês não têm já tantos alunos?...

Ter, temos, mas nunca se sabe o que o Futuro nos trará. Acho que o Mariano foi F-a-n-t-á-s-t-i-c-o com o que fez. O Zé -- é assim que ela trata o Primeiro-Ministro -- vai ficar com o diploma nas mãos e a "independente" é fechada por irregularidades, ele fica ilibado, como aluno, das poucas-vergonhas que por lá se passavam -- acho que até se queimavam livros de termos, se compravam diplomas, e até de engenharia, uma coisa horrível, já viu um "engenheirio" comprar lá um diploma e depois acontecer uma ponte ficar dois metros acima da estrada que lhe dá acesso, como aconteceu na Zona Centro -- e eles vêm todos para a NOSSA Universidade!... E é já para a semana!...

(Nossa quer dizer dela e dos interesses do P.S. e afins)

Vocês, realmente, têm um quadro docente enorme, dizia eu...

E ela, aí -- começou a aproximar-se, para me falar ao ouvido, e eu começo a bater com o pé no chão, para o Alexandrino preparar a língua, mas graças a deus, apesar de um momento crítico de indecisão, só vinha mesmo falar-me ao ouvido...

Sabe a nossa "ratio", neste momento é de 1 Professor para 10 Alunos, o que é altíssimo, para uma privada...

1 Docente?..., dizia eu, 

... quer dizer, dizia ela, temos na Lusófona, neste preciso instante, um Militante para 10 Simpatizantes, do P.S., inscritos. O António Filipe, do P.C.P., por exemplo... Sabe que o Porta-Voz do Partido Socialista é colega de carteira do Vasco Franco?...

O Vasco Franco?..., o trapaceiro dos lambris?... Só a reforma antecipada conseguiu correr com ele da Câmara de Lisboa. Parecia os Tribunais, nem o 25 de Abril os conseguiu limpar!...

(Pausa)

Querido, hoje não vou assediá-lo, nem nada

(ouve-se um grunhido de desespero do Alexandrino, debaixo da mesa).

Estou cansadíssima. Ainda não recuperei do "jet-lag" de Toronto...

Toronto?...

Sim, fomos lá todos para o casamento do Nuno Graça Dias!..

Sabe quem foi o Padrinho?...

O Nuno Santos, da R.T.P.!... Um casamento lindíssimo!...

Quer dizer que o Arquitecto vai ser avô?...

(Pausa)

Querido, só se o Zé, entretanto, aprovar a legislação para adopção por casais...

Casais?...

Sim, casais...

Ah, sim, já entendi, casais "du même genre"... Olhe, dê-lhe os parabéns pela minha parte: já vão ser mais dois com direito a encornar, em Portugal. A minha querida sempre adorou casamentos gay. Imagine que já havia Toronto e legislação adequada cá, nos tempos em que o Mega estava para si, como os Lindos Olhos estão para o Mariano Gago. Kisses para si, e para o "Zé". Terça-Feira já o temos ressuscitado, na R.T.P.
Vamos abrir uma garrafa para comemorar Afinal, a culpa tinha sido da Universidade, aliás, em Portugal, como no Sherlock Holmes, o culpado é sempre o Mordomo, nunca as mordomias..."









[...] e diz ela assim, sim, porque eu já dou aulas há 24 anos, já sou Professora Universitária há 24 anos

e eu, isso, contando com as férias na Califórnia, não, e os "cut" and "past" nas revistas?...

(Pausa)

... já sabe que detesto que me fale na Califórnia... aquele velho horrível... (cospe para o chão)... bom, mas, se não fosse ele e, no fundo, tudo conta, e isso agora pouco importa, águas passadas, contas feitas, são, e são mesmo, 24 anos, a leccionar na Universidade!...,

e, eu, só me lembrava aquela anedota, contada pelo meu paizinho, do Américo de Deus Thomaz, que foi visitar a Orquestra Não-sei-das-quantas, devia ser da Emissora Nacional, e foram-lhe apresentar o homem do violoncelo, o Decano da Orquestra, já andava agarrado ao instrumento, salvo seja, há 50 anos, e o Américo Thomaz, o Cavaco da altura, vira-se para ele, e diz-lhe, 50 anos!?... e sempre a tocar o mesmo instrumento!?...,

e eu viro-me para ela, e digo, 24 anos, e sempre sem ninguém notar que você não sabe tocar?... [...]"








(Edição de dobre de finados, quando o Luís Filipe Menezes, que fez o Curso de Medicina, durante o PREC, avisou de que "é melhor estarem caladinhos", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")





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O escroque Menezes avisa um PSD decente que há um PSD indecente que não gosta da Verdade :-)

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Linhas curriculares como agente de Isabel dos Santos, em Portugal, terão dado equivalência a 20 cadeiras de Miguel Relvas, na Lusófona :-)

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Grandes êxitos de 2007: "Da Geologia das Licenciaturas"




Este texto é dedicado aos trabalhadores da Comunicação Social, que, ultimamente, muito nos têm visitado, facto que agradecemos, e que têm aqui suficiente matéria de investigação para fazer cair o Estado


Pronto, conforme me prometeram ontem, os Lindos Olhos de Mariano Gago já lançaram hoje, em "Diário da República", a permissão para que os alunos de qualquer Instituição de Ensino Superior possam pedir transição, em QUALQUER época do ano, de instituição que frequentam, para outra.
É justo, tínhamos discutido ontem a situação dos sem-abrigo da "Independente", e, se não for ao Partido Socialista cumprir alguns dos preceitos de justiça e acolchoamento social mínimo, que outro partido o fará?... Não garantir transição para os alunos da "Independente", depois da execução sumária dela, era tão injusto como tributar as reformas das velhinhas, aumentar o preço do pão, ou o dos medicamentos.
Já lhe telefonei a agradecer, é para isto que servem estes pequenos jantares de amigos, onde, tantas vezes, se decide o futuro do Mundo.
Em favor do Bem Público, atrevo-me também hoje, por ser Quinta-Feira Santa, a revelar algumas das páginas da minha Tese de Pós-Doutoramento, a decorrer no I.S.C.T.E., sob a orientação do Professor Doutor Paulo Pedroso.


O título do meu Pós-Doutoramento -- em primeira-mão -- é "Analogias e Discrepâncias sobre o Método Geológico de Concessão de Diplomas em Portugal, durante a segunda metade do Séc. XX".
Aqui ficam as linhas gerais, já que se trata, sobretudo, de tratamento de dados em "S.P.S.S.", embora com uma matriz estrutural que obedece aos princípios da Organização e Classificação correntes:

  • Licenciaturas do Pré-Câmbrico (anteriores ao 25 de Abril, e sempre na posse, salvo raras excepções, de filhos de "Alguém").
  • Licenciaturas Administrativas, resultado do saneamento de Docentes, durante o 25 de Abril. A nota era declarada de um lado do balcão da Secretaria, e logo anotada no Livro de Termos, do outro. Denominado "Período Valetudinense".
  • Licenciaturas do "P.R.E.C.", com lançamento, em pauta, não de nota, mas de resultados de votação, de braço no ar, de "Apto", ou "Não-Apto". Os mais aguerridos passavam primeiro, os menos, ficavam para o fim (Nota: este tipo de Diplomas deu lugar aos mais altos Cargos, nomeadamente Presidências de Comissões Europeias). É o chamado "Período Cherne-Maoense".
  • Licenciaturas compradas no balcão da Secretaria da Escola Secundária da Cidade Universitária (defronte do I.S.C.T.E., e, hoje, já extinta e demolida, por causa das tosses...) Este Período, chamado "Manequense", com Licenciaturas, lançamento de nome em pauta e Diplomas a 20 "contos", divide-se em três sub-períodos:
  • "Manequense Inferior", em que o "Manecas" ainda não tinha SIDA, e portanto gozava dos lucros.
  • "Manequense Médio", em que, já contaminado, era o irmão que beneficiava dos lucros. É o chamado Período Áureo, em que o maralhal, pela mão do "Tonico", frequentava o Clã de Isabel Câncio, e havia homens, dinheiro, e tudo aquilo que o dinheiro podia comprar, em fartazana, para todos/as. À porta da Escola da Cidade Universitária, os Ciganos vendiam os Exames que iam depois sair na Faculdade de Medicina.
  • "Manequense Final", em que a coisa estoirou, o "Manecas" morreu, o irmão teve de fugir para o Brasil, e as festas abrandaram.
  • Período Intermédio "Campo Santanense", em que os pais faziam bicha, defronte da Secretaria da Escola de Ciências Médias, para comprarem o Diploma de Médico para os filhos.
  • "Período Pulidense", em que houve Diplomados contemporâneos da passagem, pela Política, de Vasco Pulido Valente. Licenciaturas do "Gin-Tónico".
  • "Período Normalense", em que as pessoas foram MESMO obrigadas a frequentar e a concluir os Cursos.
  • "Período das Privadas", com todos os seus sub-períodos intermédios, em que o Dinheiro era forte aliado da Massa Cinzenta. Também conhecido pelo "Período das Omeletes sem Ovos".
  • Período da "Independente", lançada por Manuela Ferreira Leite, em que toda a gente que tinha pequenos defeitos académicos os podia ali corrigir. "Período Diamantense Angolar", na minha proposta terminológica.
  • "Período Opus Deiense", com Diplomas vindos da Complutense e de Navarra, e imediatamente acreditados em Portugal.
  • "Período Americanense", das Pós-Graduações "Light", em território americano.
  • Período "Pós-Moderno", das lavagens e branqueamentos da Universidade "Moderna" ("Coisas horríveis, que metiam Mulheres, Droga e Armas...", nas palavras do Reitor Xexé)
  • "Período Lusófono", da Catedrática, Vice-Reitora, Clara Pinto-Correia, onde, os que já tinham o diploma de trás, resolveram abalançar-se aos Mestrados e Doutoramentos.
  • "Período Actual", ou "Corruptense Generalizado", em que tudo isto funcionava em perfeito silêncio e harmonia, até ter estoirado o Escândalo Sócrates.




(Nota de apreço aos que, como muito boa gente, se esforçaram para tirar os seus Cursos, fora destes métodos. Deles não foi, nem será, nunca, o Reyno dos Céus)"






(Quarteto do Relvas, vai-te foder, tu, mais a tua patroa, Isabel dos Santos, o lambe conas de pretas, Passos Coelho, e a bêbeda Clara Pinto-Correia, no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers", o epiicentro do tema)






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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Alcoólicos anónimos alertam para que fecho da Universidade Lusófona poderá colocar em risco vida de Clara Pinto Correia

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segunda-feira, 11 de junho de 2012
 
 

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