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domingo, 8 de setembro de 2013

Comissão de Ética da AR = Comissão de Promoção da Corrupção

Não acredita no título porque só crê na papa já mastigada que os conglomerados de média, que são puras ferramentas de propaganda política, lhe impingem? Não nota que essa papa já trás o veneno dentro para lhe pôr a grilheta mental e continua a votar em quem lhe saca o que é seu e vive à sua conta.

Actualmente, 117 deputados fazem parte desse número, ou seja quase 51%, mais de metade. Porém, este número não é realista porque se a maioria está lá apenas por figurar nas listas dos paridos mais votados e sem ter sido eleita, alguns foram efactivamente eleitos.

Ora, se a maioria dos deputados infringe a legislação corruptamente, consoante as publicações nos links abaixo — que toda a gente pode ler — sem que a Comissão tome qualquer medida para o corrigir, de modo recursivo através dos anos, o mínimo que se pode afirmar é o que está no título e que os que a compõem são infames biltres empenhados na destruição do país. A destruição do país é a única consequência possível quando deputados com conhecidos interesses privados fazem leis nos interesses pessoais ou dos seus grupos e contra os interesses do país.

Será tão ingénuo que não acredite mesmo quando lhe sacam a carteira e a justiça não funciona? Que mais provas quer? Que lhe dêem um tiro na cabeça? Já faltou mais e os tiros podem muito bem ser disparados sem arma, por outros métodos com efeito idêntico, como os golpes no Sistema de Saúde, dizer que a culpa dos acidentes rodoviários é sempre do álcool e da velocidade em lugar de ensinar as pessoas a evitá-los, etc. Os métodos para matar um povo são inumeráveis e não se constatam apenas em ditaduras assumidas longínquas. Uma oligarquia como a nossa, mascarada de democracia — pois que dest nem os mais elementares fundamentos satisfaz — fá-lo de modo idêntico. É aceite pelos outros europeus? Qual é a novidade? Não aceitam sempre todos os outros países tudo, desde que não os afecte directamente, tal como aprovaram a ditadura do Estado Novo durante tantos anos?

Esta corrupção não existe em nenhum país democrático porque o povo tem controlo sobre os governantes (evidentemente, sem se importarem que nós o tenhamos ou não desde que não os afecte, como sempre), enquanto em Portugal a constituição o afasta determinantemente de qualquer participação no poder e na legislação. Por isso que num povo inculto e com a grilheta bem ferrada na mente por uma desinformação jornaleira, raros sabem o que é democracia e quase todos acreditam pia e estupidamente que esta desvergonha de corrupção obscena seja uma democracia. Para que a bandalheira tenha sido admitida e se estabelecesse sem objecção, tem havido um doutrinamento para a promoção dum exagero de tolerância a fim de que se esquecesse que a tolerância exagerada e despropositada é a origem da bandalheira em que tudo é admitido, obviamente incluindo a corrupção e o roubo dos políticos, desta forma verdadeiramente institucionalizados. A câmara de Lisboa chegou a mandar escrever nas paredes «Portugal país da tolerância», tal é o ponto que atingiu a lavagem cerebral.

Um doutrinamento muito diferente, mas com exactamente a mesma metodologia daquele que aconteceu na Coreia do Norte. Baseado na desinformação, na filtragem, manipulação e pasteurização das notícias. Fazer acreditar que mesmo com a nossa miséria, ignorância, docilidade e atraso somos «os melhores». Um método que funciona sempre. Um método de destruição bem conhecido: «Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição». A ignorância isola em todos os sentidos. Fomentar o individualismo afasta o desejo de viver em sociedade, de se agregar, agrupar e lutar pelas suas causas comuns. A implantação dum isolamento sob o pretexto de evitar a violação da privacidade — como não existe em democracias — fomenta enormemente o isolamento porque muitos dados devem ser de acesso fácil e os abusos podem ser evitados e reprimidos como se faz nas democracias. Em nada Portugal é uma ou se assemelha a uma democracia, seja sob que ponto analisemos.

Nos outros países em crise, governantes e políticos abdicaram de todos os seus ganhos entre os 20% (Irlanda) e os 30% (Espanha e Grécia). Em Portugal o Coelho vigarista ladrou imensas vezes que havia que fazer sacrifícios, sublinhando que estes eram para todos sem excepção, porque o país tinha vivido acima das suas possibilidades, Porém, logo em seguida começou a contradizer-se. No ano que seguiu àquele em que ele fez esse teatro de aldeia, aqueles que mais deviam descontar e dar o exemplo, como nos outros países, ainda ganharam mais cerca de €80/cabeça do que no ano anterior, antes de ele ter ladrado a sua impostura. Dissecando as causas, concluímos que se os portugueses em geral viveram acima das suas possibilidades foi devido a três políticas governamentais, a saber:
  1. Destruição de quase toda a produção nacional por incompetência do governo do ex-bufo da PIDE, enquanto os outros países desenvolveram os seus trunfos nacionais com a ajuda dos mesmos fundos da UE;
  2. Os fundos de coesão europeus, destinados a desenvolver o país, foram destinados ao roubo por políticos, familiares, militantes e amigos que enriqueceram da noite para o dia, como quem se lembra conhece bem; também foram dados a quem tinha cunhas e muitos desses também compraram propriedade à custa da desgraça do país;
  3. O restante foi posto em circulação, dando a ilusão de riqueza, e o governo do Cavaco conseguiu mesmo convencer o povo parolo de que desde que Portugal aderira à União Europeia não era preciso mais trabalhar. Criou a mândria nacional, lembram-se? Serviu para o que ele queria, sacar votos, e resultou.

De quem é pois a culpa dos portugueses terem vivido realmente muito acima das suas possibilidades e tenham começado a comprar e deitar fora, a comprar propriedades e casas sem dinheiro seu e como em nenhum país rico?

Não obstante, foram sempre os políticos quem viveu ainda muito mais acima das possibilidades do país e assim continuam desavergonhadamente. A subvenção vitalícia dos políticos foi uma invenção antiga e sem igual na Europa, para extorquir o dinheiro aos que trabalham e dar às sanguessugas parasitas. O Cavaco teve a ideia luminosa de as duplicar ao os beneficiários perfazerem 60 anos de idade, isto na altura em que também aumentou os ganhos de todos os governantes em 51%. Lembram-se? Não será que estão mesmo a viver muito acima das possibilidades do país, ou haverá quem julgue que não? Estas subvenções foram revogadas em 2005, mas o número dos benefiiários fora-da-lei continua a aumentar de vento em poupa, e as máfias tornaram-nas secretas. É esta a democracia em que só parolos acreditam e pelo que se vê, atrasados mentais (como os outros europeus acertadamente nos chamam) não faltam em Portugal, que em lugar de os controlar continuam a revezá-los no poder, aprovando assim a perpetuação do mal e de tudo de que se queixam. Não é de tarados completos? Se têm o que querem porque se choram, queixam, lamentam, refilam, fazem greves e outras touradas de tolos confirmados?

A podridão deste governo ainda é maior que a de qualquer outro anterior, salvo o do Cavaco, porque o Coelho mente sem parar. Garantiu que as nomeações seriam feitas com base no mérito e não políticas, mas até cerca de Maio de 2013 já havia feito 142 nomeações de boys a contrariar a sua banha da cobra de sacana falso e mentiroso. Os assessores foram substituídos por especialistas com três pelos na barba, filhos dos boys. Note-se que se ele é sacana, falso e mentiroso é apenas porque se lhe permite e a culpa é dos que aceitam, mais do que sua.

É intuitivo que só o controlo dos governantes, princípio básico e sine qua non duma democracia poderá domar esta cambada e fazer Portugal parecer-se um pouco com as que existem. Em Portugal, a maioria está erradamente convencida de que um eleito, por o ter sido, fica automaticamente isento do controlo dos eleitores, mas isso não é democracia, chama-se baixa oligarquia ou ditadura constitucional e já existia na Grécia antiga (Esparta) a par da democracia (Atenas). Portugal é hoje um povo inculto e ignorante no extremo da cauda da Europa, que assim continuará até que o povo compreenda e queira progredir, abolindo os heróis rascas que inventou e domine o seu futuro. [Um exemplo simples da ignorância geral é serem raros os que sabem quando e como utilizar as contracções dos artigos com preposições, pronomes, etc. Outro igualmente simples é como caem em votar para números de telefone 700.] Para evitar que o povo queira progredir, foi convencido de que era dos mais avançados. Como não há milagres, a recuperação levará tantas gerações quantas as que levou a cairmos na fossa da corrupção e o povo tome a sua sorte nas próprias mãos, como nos países democráticos, em lugar de a entregar a corruptos e ladrões sem outra qualificação e sem qualquer controlo. É fácil, basta copiar-se apenas o que provou estar bem e resultar no sentido desejado. Nem mais.

Como devido ao que observamos não é de crer que eles larguem a fonte do seu enriquecimento ilícito, a sua galinha dos ovos de ouro, de livre vontade, o povo terá que agarrar o touro pelos cornos em lugar de greves e demonstrações burras e amorfas, até estúpidas cantarolices em que são gozados como os animais que são por nem tampouco compreenderem e lerem o gozo nas caras e nos lábios daqueles que pensam atingir, como ficou evidenciado no caso gritante do Relvas. Olham, mas não vêem.

Estes links ao fim, para entrevistas e artigos publicados, mas que parece terem passado despercebidos, contam muito sobre a miséria financeira e intelectual nacionais e do que se esconde aos pobres atrasados mentais para os manter sob a grilheta mental concebida e aplicada por políticos e jornaleiros em conluio, os únicos que lucraram com a Abrilada 74. Tentem citar uma só pessoa fora desses dois grupos que tenha lucrado, à parte o ter vivido acima dos seus meios por alguns anos. Façam um pouco de ginástica cerebral e constatem como se livraram duma ditadura que valorizava as pessoas pelo que eram para caírem numa oligarquia insuportável em que são roubados, assassinados pelo sistema de saúde, logrados, gozados, cantarolam e grasnam como patos ao sol, contentes como os judeus quando foram conduzidos às câmaras de gás com pedaços de sabão, julgando irem ao banho. O método persuasivo é o mesmo e o resultado, ainda que a outro grau, comparável. Fizeram progresso? Fizeram, mas comparado à média europeia, Portugal registou oficialmente um atraso suplementar de mais de 30 anos desde a Abrilada. Votem neles e renunciam a controlá-los. Façam petições, que podem seguir o mesmo caminho que o Louçã deu àqueloutra enorme sobre o casamento dos anormais; é só um deles querer. Ninguém os controla.

Estão à espera de que a Comissão de Ética, que só serve para regular turras entre políticos (com extremas deficiências), acabe com a corrupção política a começar pela mais evidente, a dos deputados? Bem podem esperar, tentando ignorar que a verdadeira finalidade dessa comissão é a de fomentar, abençoar, abafar e encobrir a corrupção e a ladroagem. Não aprovou ela também o segredo sobre os novos beneficiários da subvenção atrás citada? Sem controlo dos governantes nunca houve, não há nem poderá haver qualquer tipo de democracia, visto ser esse o verdadeiro e único significado da palavra. No entanto, conhecendo a cobardia dos portugueses, que com ou sem razão de tudo reclamam, mas logo se acobardam e acomodam, mesmo que lhes tirem os olhos ou lhes matem os filhos e os netos, como agora, não será talvez desacertado vaticinar que a miséria está para muito mais tempo do que estaria para um povo normal. Jamais teriam o valor de proceder como na Islândia, por exemplo, sem um guia político. Um reles bando de cobardolas que tem a sorte que merece e com quem ninguém se importa nem dá importância.


Democracia sempre foi, é e será governo do povo e pelo povo; governo em que o povo exerce a soberania, directa ou indirectamente, no último caso imprescindivelmente sob o seu controlo não delegado (o próprio povo forma os seus órgãos de controlo e não os partidos). Prescindir do controlo, quando a democracia não for directa, não está englobado na definição. O resto não é semântica, mas pura banha da cobra para mentecaptos, incultos e ignorantes. Após alguma experiência decorrida, os portugueses devem escolher aquilo que querem ser.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Sacrifícios Iguais Para Todos
Miséria para Gerações


Este governo destruiu a vida das pessoas e o emprego, chama piegas aos portugueses que ficaram tesos. Em conjunto com o Coveiro da nação, proclama que os sacrifícios são a dividir por todos e diz que faz esforços para criar emprego. O emprego vai atingir cerca de 20% pelo fim do ano. Com os cortes parciais dos salários, a que chamam inapropriadamente subsídios, dos subsídios de desemprego, para alimentar e vestir os filhos vai ser preciso roubar.

É este o panorama actual, e o do futuro anuncia-se muito mais negro e de longuíssima duração. Se o povo continuar a acobardar-se em lugar de se defender como em países democráticos, como aconteceu na Islândia, será sangrado e morrerá de esvaimento total enquanto uma parte da população lhes bebe esse sangue. Se as corjas não quiserem civilizar-se a bem, que seja a mal. Melhor morrer a peste do que uma população inteira Se não, vejamos por alto, porque profundamente a verdade afigura-se terrivelmente mais negra.

Mais grave que tudo o que este artigo encerra – embora dele dependa em totalidade – é o futuro de Portugal. as previsões, baseadas na realidade e não na ficção com que os ladrões nacionais nos querem emprenhar pelos ouvidos com a sua contínua vergonhosa banha da cobra, churros de mentiras para crianças mentais em nome de interesses bem conhecidos, não vai volatilizar-se como o FdP do criminoso cadastrado nos quer convencer. Não vai haver nenhuma recuperação cedo como dizem, como o modo como destroem a produção. Os aumentos dos impostos jamais conseguirão sequer igualar as perdas encaixadas. A dívida não pode ser paga desta forma. A prosseguir do mesmo modo, o governo de incompetentes, vendidos e ladrões irá pedir uma nova ajuda financeira. Cairá num ciclo vicioso com origem no empobrecimento da população já mais miserável da Europa e inigualável na sua maior divisão entre ricos e pobres. Nada de nada foi ou está a ser feito para uma recuperação e tudo o que se inventa é palavreado oco. Haverá flutuações, mas nada é sustentável. Há mais de um século que em Portugal nunca houve verdadeiro progresso, mas agora os próprios rudimentos básicos foram ou estão a ser destruídas. As comunicações os seus custos (compare-se com os países mais ricos), a instrução, a justiça, o aperfeiçoamento e a valorização da mão-de-obra, a saúde, etc., atacadas ou sem devido interesse nelas, não proporcionarão o progresso. Daí que o atraso não vai durar dois ou três anos. Se não tirarem o poder a estes destruidores e os substituírem por outros capazes e controlados, a miséria ficará permanentemente até que estas medidas ou semelhantes forem tomadas.

A destruição começou pelo governo do Cavaco, quando os fundos de coesão europeus para adaptação e modernizar as empresas e dos trabalhadores, preparando-os para a concorrência, hoje. Esses fundos foram roubados e postos em circulação para dar a ilusão de riqueza e a reeleição do governo, como aconteceu. Tudo isto foi previsto há muitos anos e publicado na internet (http://www.leaopelado.org/estado.htm). Todos conhecemos os ladrões e sabemos que andam à solta porque a corrupção geral das oligarquias política em que os partidos estão organizados como associações de criminosos fazem leis para protegerem os roubos com que enriquecem ilicitamente com toda impunidade e legalidade. Com estas leis, a corrupção e a ladroagem não têm controlo. Continuam todos à solta. Muito mais fácil com uma justiça fantoche e corrupta de que toda a população em peso reclama. Veja-se como funcionam o parlamento, a justiça e os políticos no combate á corrupção em Portugal: na busca do YouTube coloque «Opinião Pública - Corrupção».

Aquilo a que chamam subsídios de Natal e de férias, são partes integrantes do salário e assim consideradas para todos os efeitos, incluindo impostos. Foram assim baptizadas para que se pensasse que eram benefícios graciosamente concedidos pelo governo que lhes deu esse nome errado para sacar votos a papalvos. Lembrem-se! A classificação fictícia tornou-os vulneráveis. Acreditamos que não foi essa a ideia do Coveiro, mas o efeito foi o que se conhece. É por isso que em lugar desses montantes serem distribuídos pelos 12 meses, como em todo o mundo (ou por semanas, na Inglaterra), estão em dois acrescentes. Esta medida anterior com a única intenção possível de os mascarar de benefício gracioso tornou-os vulneráveis por desvio da ideia daquilo que são. Aproveitando-se duma nomenclatura errada, cortaram parte dos salários. Mas conservam os seus – ver despachos da ministra da justiça 1210/2012. Conservam subsídios, abonos subvenções, tudo e nalguns casos aumentados.

Segundo o DN, pelo despacho n.º 15 296/2011, Paulo Núncio, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, transferiu João Pedro Martins Santos, do Ministério das Finanças para seu chefe de gabinete, aumentou-o de €2.000 mensais mais subsídios de férias e de Natal. Na sua nota informativa escreveu «A remuneração atribuída ao Mestre João Pedro Santos está dentro dos limites legais e orçamentais aplicáveis e será objecto de publicação, nos termos aplicáveis ao pessoal dos Gabinetes.» Tem razão, é legal. Os seus acólitos e padrinhos fizeram e aprovam leis destas para que outros como ele as pudessem aproveitar.

Menos de três meses antes da eleição do actual governo, uma certa jornaleira escrevia muito justamente uma crítica contra a conjuntura que se vivia com um título ligado aos exemplos aqui apresentados. Nove messes depois, foi nomeada assessora de imprensa do Ministro da Economia (o tal que quer modificar tudo e diminuir os salários e arruinar os que menos têm), com vencimento equiparado a director-geral: €3.900 por mês, acrescidos de ajudas de custo e subsídios de alimentação, Natal e férias. Com remuneração superior, só a chefe de gabinete desse aborto impostor Álvaro Pereira: €5.900 por mês mais ajudas de custo e subsídios de alimentação, Natal e férias. Porque não, se é legal?

São apenas alguns exemplos do seguimento das leis aqui apresentados, não excepções. É o corriqueiro e normal, de acordo com as leis feitas por aqueles que dizem que nos representam. Não são casos excepcionais.

Querem emprego bem remunerado e reforma aos 40 anos? Alistem-se num partido político! A presidente do parlamento obteve a sua reforma aos 42 anos de idade com 10 da trabalho. O segundo magistrado da nação é um ladrão legal. Acham que esta corrupta e parasita não ajudará a continuar a aprovar leis que vão no mesmo sentido?!

Os orçamentos são concebidos no sentido de agravarem as diferenças sociais e as já maior fossa europeia entre rios e pobres.

Note-se que o presente artigo nem menciona se devíamos ou não pagar as dívidas do banqueiros, amigos e associados que exportaram os fundos roubados, nem se os encargos deviam ser suportados pelos que compuseram os governos e destruíram o país. Aqui, o limite é de lembrar de que a intenção do governo não é de distribuir os sacrifícios por todos, mas de dá-los apenas aos que menos têm. Nem os funcionários do governo são submetidos aso cortes dos restantes funcionários públicos porque fazem parte da máfias políticas que roubam a nação. Nos países mais atingidos pela crise, políticos e governantes reduziram os seus ganhos entre 20% e 30%, é facto conhecido. Reflicta-se, compare-se e conclua-se. O que nos contam são histórias de embalar bebés que, como se prova, têm convencido um povo desinformado e desmiolado a portar-se como o que é: um rebanho de carneiros masoquistas com mentalidade inferior à dos bebés. Basta ouvir o tom dos discursos do Criminoso para que nos demos conta de que sabe como falar a gente deste nível.

Só ingénuos e fanáticos partidaristas cegos acreditam que mudando de governo se poderá resolver o procedimento dos políticos. Ora, para compreender a imbecilidade que essa profunda estupidez encerra, basta comparar o grau de corrupção nos outros países em relação ao controlo exercido pela população sobre a legislação e os políticos. Valerá a pena notar que o grau de corrupção é inversamente proporcional ao grau desse controlo? Se nada se fizer para corrigir esta situação catastrófica os resultados catastróficos só podem continuar a progredir. Nada existe que os possa fazer regredir. Os carneiros confiam na boa vontade dos políticos corruptos. É a anedota do milénio.

Se a população admite tudo isto e muito mais, por que razão hão-de os corruptos rejeitar o que se lhe oferece numa bandeja? Porquê? há verdadeiros anjinhos inocentes que acreditam que os sindicatos lhes resolvem os problemas. Nem os de que reclamam desde que não haja legislação adequada. Os ferroviários, usufruindo dos maiores salários – alguns os €50.000 – são os que mais greves fazem suportados pelos sindicatos que mal defendem os que menos ganham. Alguma ouvimos qualquer sindicato ou partido de qualquer cor reclamar contra os caos aqui apresentados ou congéneres? Não lhes interessa, o povo que se lixe. Só as uniões populares apartidárias e independentes de sindicatos, de defesa de interesses nacionais comuns podem obter algum resultado. Ou o povo amotinado, como ma Islândia. Onde conseguiu prender os principais culpados da ruina do país 8que não era o último primeiro-ministro, obviamente, que vinha de longe, os banqueiros ladrões, e enfim, colaborou directamente na redacção duma nova constituição que não permitisse a essa repetição desastrosa e que aumentasse o controlo dos políticos e governantes. Todos os seus tostões são investigados.

Como é que é em Portugal e que se pode esperar? Com a desinformação de vento em poupa, a manipulação e fabricação das notícias, raros têm uma opinião com bases confiáveis baseadas em factos que desconhecem por lhos esconderem. Veja-se – no DN – como se se manipulou uma reportagem das férias do Coelho criminoso e fabricou uma imagem de promoção política: vergonhosos jornaleiros desonestos, falsários e impostores! A corja que encobre os crimes dos corruptos políticos.

Algo digno de nota é que o Coelho foi único político que até hoje chegou ao governo já com um longo cadastro agrilhoado às patas. Este facto deve servir de reflexão sobre dois pontos: (1) a jornaleiragem defende os que destroem Portugal e são declaradamente contra a população, sendo este o modo preferido para usarem a liberdade que conquistaram na Abrilada – se assim não for, que o provem; (2) substituir governos por outros iguais só tem piorado o estado do país e destruído qualquer esperança numa possível futura democracia, já que até hoje nunca existiu senão na boca que se servem do termo para roubar impunemente.


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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Falsos Profetas Disfarçados de Ovelhas

Quem quer leia este artigo poderá ser cristão, muçulmano, budista, hinduísta, jainista, mórmon, judeu, xintoísta, taoista, zoroastoanista, ateu ou agnóstico, seguir qualquer outra confissão ou religião ou negá-las todas. Trata-se de história universalmente comprovada e globalmente aceite. Trata-se dum princípio debatido em religião, psicologia, filosofia, etc. universalmente conhecido salvo pelos portugueses, segundo o demonstram, que assim mais uma vez justificam a sua auto-estima.

O exemplo tomado é tirado dos livros cristãos por em Portugal serem os mais divulgados, mas de acordo com o que fica atrás poderia ter qualquer outra fonte. Mudariam as palavras, talvez, de acordo com a cultura e o seu modo de expressão (e o tradutor), mas o sentido manter-se-ia invariável. A existência daquele a quem as palavras são atribuídas, Jesus, é também mundialmente reconhecida, foi um personagem daquelas que são hoje as três maiores religiões que nasceram no Próximo-Oriente e o segundo maior profeta islâmico após Mohamed – Isa (arábico). Isa é mencionado vinte e cinco vezes pelo seu nome no Corão, ou seja, com mais frequência que o primeiro profeta do islão, o próprio Mohamed. O Corão considera-o textualmente de concepção virginal por decreto de Allah.

A sua existência comprovada, avancemos em direcção do assunto do título.

Segundo sabemos, Jesus passou uma boa parte da sua vida pregando e muitos dos seus sermões foram transcritos. Alguns os mais conhecidos foram os seus ensinamentos na Galileia. Entre eles há um que 2.000 anos passados parece hoje dirigir-se especialmente aos portugueses em estilo parabólico para facilitar a compreensão ao atrasado povo judeu. Será que passados esses 2.000 anos os portugueses não estão tão atrasados como os judeus de então, pois que ainda nem as parábolas compreendem? O título postumamente atribuído a esse sermão é Os Falsos Profetas.


Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos. A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos. Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Pelos frutos, pois, os conhecereis.


Que de mais eloquente – mas simultaneamente simples como todas as parábolas – se pode aplicar aos políticos portugueses.

Que impedirá à carneiragem dócil de, por simples analogia com a parábola, dar-se conta de como os lobos vorazes dos políticos os papam como uma criança um rebuçado. Ou de julgar as árvores pelos seus frutos? Se aceitar a lógica de que árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos, como acreditar e aceitar que um criminoso cadastrado – uma árvore má – possa dirigir um país para o bem da sua população – obter bons frutos?

Ainda não compreenderam que a conclusão da parábola, Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo é a única solução que têm como alternativa. Que têm que correr com o mal à pedrada como se fazia e em alguns casos ainda faz no Próximo-Oriente.

Os portugueses não simplesmente estúpidos. Não compreendendo o que há 2.000 já se compreendia, são cegos mentais completamente tapados. Porém, há 2.000 anos já isso não era novidade, pois que pela história conhecemos que Jesus se limitou a compilar e pregar ensinamentos que no seu tempo já eram velhíssimos, alguns já de milhares de anos antes dele. Se os portugueses não têm capacidade mental para abranger tais simplicidades tão antigas, só podem ser considerados intelectualmente como abaixo de esterco da humanidade.

Os governos nacionais são formados por «gente menor», como ouvimos ao saudoso Prof. Hermano José Saraiva, mas parece que raros são os que o reconhecem. Gente reles e medíocre que se ofende quando se lhe apontam as suas malvadas acções de traidores do povo – da nação – e jogam com a palavra ética. Eles, os falsários e vigaristas que profanam a ética!

Há porém, outras causas da inércia nacional. Alguns se recordarão da época dos padres-operários e de como eles lutaram pelos direitos dos trabalhadores e alimentaram o espírito de revolta para uma justiça social mais justa (agora em avançada destruição em Portugal), principalmente na América do Sul. O papa João Paulo II não foi exactamente um padre-operário, mas desde os seus tempos de seminário que defendeu os Direitos Humanos contra os opressores e continuou a fazê-lo em Roma, nas suas visitas aos estados oprimidos e até à sua morte. Jesus também pregou no mesmo sentido, o que lhe valeu a morte. Não foi cobarde como os portugueses. Nem foi o único, mas é o exemplo mais conhecido de revolta contra a opressão.

Contrariamente a este princípio, a igreja nacional, chefiada por um cardeal cobarde, que por demais é um dos pouos patriarcas católicos, afasta-se completamente do caminho so Jesus que devia imitar, do infelizmente defunto papa e até do seu predecessor no patriarcado. A bondade que impregna Sua Eminência não deveria ofuscar a sua obrigação de imitar aquele donde deveria tomar todos os exemplos e ser o dono da sua mente e desejos. Sabemos que tal procedimento não foi o adoptado pela Igreja durante perto de um milénio, mas isso não justifica e condena o seu procedimento actual em muitos países, sobretudo após a reforma desse mau procedimento pelos dois últimos papas.

O D. Januário Torgal Ferreira é um bispo cujas palavras nem sempre têm merecido elogios. Porém, não se concebe que quando os merecem efusivamente, como quando se refere à corrupção, venha um representante da cobardíssima Conferência Episcopal afirmar que esta se alinha com a corrupção que ele ataca. Admite e aprova, declarando que é apenas a sua opinião pessoal. Ou seja, a Conferência Episcopal não considera que haja corrupção, nem roubo, nem abuso, nem injustiça, nem fosso social, nem nada no país contra que o D. Januário brama. Não estamos no Séc. XVIII (e nem que estivéssemos), pelo que esta Conferência Episcopal e este cardeal, príncipe de Igreja, estão a apoiar todos esses males descarregados em cima do povo enquanto murmuram palavras de misericórdia.

O mesmo se passa do lado da ignóbil jornaleiragem sobre este assunto, tal como com outros. Fazem longas reportagens em que tecem elevados elogios à solidariedade nacional aquando de qualquer angariação de dádivas destinadas aos que se encontram numa miséria profunda. Nessas reportagens e noticiários, esquecem-se de mencionar que aqueles que têm direito humano mínimo a alimentação e habitação estão na realidade a viver de esmolas enquanto o país se transforma num albergue de pedintes e outros têm que roubar para sobreviver. A manipulação da objectividade destas reportagens tenta impregnar a ideia de que as esmolas substituem vantajosamente a justiça social.

Tudo isto enquanto outros ainda se arrogam inconcebíveis privilégios, entre os quais a suprema prerrogativa e direito a não contribuírem para a desgraça nacional que provocaram, a não se submeterem aos cortes que aplicaram aos mais pobres, a aumentar os seus ganhos, etc. Uma sofisticada pouca vergonha que nem um rebanho de carneiros malcheirosos aguentava, que iam todos de abalada juntar-se às cabras montesas. Só portugueses.

O único método de redução da dívida externa limita-se estritamente a reduzir tudo [é uma lista demasiado longa para detalhar e bem conhecida de todos] á população sem diminuir ou sequer tocar nas despesas de abuso e de luxo dos governantes e dirigentes pagos pelo estado. Cortar nas reformas astronomicamente absurdas dos milhares de políticos no activo com pensões de reforma; a começar pelo Cavaco, o Relvas, a cadela-mor do parlamento, o governo e as câmaras municipais albergam uma inacreditável proporção de reformados, gente que suga o estado. Acabar com assessores e consultores de políticos e deputados e pôr estes a trabalhar. Acabar com todas as redes de parasitismo e clentelismo, as despesas com os ninhos de parasitas políticos de instituições e outras parcerias publico-privadas, as creches de emprego para filhos dos ladrões e sanguessugas, assim como um número infindável de outras despesas que apenas servem para enriquecer políticos malvados. Nada disto é feito, os roubos continuam de vento em poupa e a dívida é paga exclusivamente pelos que menos têm cortando os seus direitos e atirando com eles para a valeta da miséria, enquanto os ladrões se arrogam e conservam os privilégios de não contribuírem para a crise de que são autores e de roubarem impunemente. Milhares de milhões de euros roubados mensalmente. É um governo de ladrões e malvados que os portugueses mais do que cornos merecem por não os enforcarem e os aceitarem. Nada disto existe em qualquer país minimamente democrático. Que morram os cobardes.

No meio desta desgraça, filha duma desgraça mental ainda mais profunda, há um número que parece crescente (em estupidez também, como é evidente), que acredita piamente que o fim da miséria esteja próximo. Assim como na frase da parábola Pelos frutos, pois, os conhecereis, deveriam tirar duas conclusões. Uma é que pelo fruto das medidas governamentais em que os já parcos meios de recuperação foram destruídos conjuntamente com tudo o que era social e sem possibilidade de desvalorização da moeda, nem isso pode acontecer. A miséria está instalada e é para durar pelo menos gerações. A sangria e o desemprego continuarão a aumentar. A outra conclusão é tão evidente como a anterior: pelo fruto das obras dos políticos deveriam conhecer os autores. Porém, para os portugueses serem capazes de tirar qualquer dessas conclusões seria necessário que tivessem capacidade de reflexão e de análise e que soubessem distinguir a realidade do logro, e não é isso que se constata nos espertalhões com tão elevada auto-estima.

A miséria mental é tanto mais notável quando nas sondagens – ainda que estas não tenham mais que um valor relativo – se destaca o número daqueles que julgam que nenhum outro governo faria melhor. A pergunta objectiva seria se outro governo poderia fazer pior. Claro que seguindo os mesmos métodos nenhum governo poderia evitar uma grande queda, todavia sem provocar uma calamidade nacional, mas há outros. Por exemplo, aquele que tem sido afincadamente escondido, tanto pela coelheira governamental como pela jornaleiragem desinformadora: o caminho tomado pela Islândia para o domínio da corja política pelo povo seguido pela elaboração duma nova constituição pelo parlamento com a colaboração directa da população pela internet.

Também lá julgaram e tentaram fazer condenar o primeiro-ministro. O resultado do julgamento foi o mesmo que seria cá. O tribunal chegou à conclusão de que ele tinha efectivamente contribuído para o buraco financeiro do país, mas que a sua contribuição não fora senão uma pequena parcela que se inscrevera na cauda duma continuidade de maus governos em que ele tinha herdado esse buraco dos anteriores. Seria impossível que em tão pouco tempo e um só governo pudesse ter feito tal obra. Foi esta a conclusão oficial do tribunal islandâs que nos escondem. Manipulam as notícias ou ocultam-nos sempre os conhecimentos que podem ajudar-nos a compreender a cloaca em que jornaleiros e políticos nos guardam para que estes nos possam dominar facilmente.

Com este antecedente na Islândia, o governo coelhal não tentou, não tenta, nem vai tentar que o Sócrates seja julgado por isso. Iria remexer muita coisa e acabaria por recair em cima do verdadeiro coveiro nacional, o Cavaco, e fecharia duma vez para sempre comua ao Coelho, impedindo-o de continuar a afirmar que foi o governo anterior que levou o país à beira da banca rota. Assim, pode continuar com as suas desculpas sujas de sabujo e incriminações mal dirigidas.

Concluindo a parábola e seguindo os usos da região da sua origem não resta dúvida que correr com a corja à pedrada será o único sistema, dada a certeza de que pelo seu próprio pé não vão sair. Ou enforquem-nos nos pelourinhos, que foi para isso que foram construídos. Mas cuidado, que substituir uma corja por outra igual de nada serve, além de que mais cedo ou mais tarde ela voltará e continuarão a revezar-se indefinidamente sem que nada mude. A solução final, como o Hitler lhe chamaria, só pode ser a repetição do que o povo fez acontecer na Islândia. Em Portugal, isso inclui e impões a separação radical e completa dos políticos dos meios financeiros que dominam a política nacional e preovocam o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, nalguns casos já desde o Séc. XIX (vídeo da RTP que inclui casos da corrupção cavaqueira).

Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A Crise Acaba no Fim do Ano!

Ah! Ah! Ah!
Como eles nos gozam!

Não há ninguém que lhes atafulhe as cloacas que têm por cima dos queixos com a matéria de cloaca?

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O Grande Bluff

O governo cumpre tudo o que o partido apodrecido tem vindo a anunciar desde há anos: o alargamento da fossa entre ricos e pobres, que já era a mais profunda da UE. Como nos admirarmos quando o partido no governo cumpre honestamente aquilo que, abertamente ou não, sempre mostrou ser o que intencionava fazer?

Muitas outras afirmações de banha da cobra fez durante as eleições, mas faz agora o contrário. Porém, sobre esta não fez juras nem promessas, mostrou claramente a sua vontade e intenção que agora cumpre. Por muito mau que posse ser é impossível de incriminar com objectividade e honestidade. A clara intenção é a de tirar aos que menos têm e fazê-los pagar a crise que a corrupção e a ladroagem originaram a começar no governo do Cavaco (como já por várias vezes aqui exposto). Nenhum dos que se seguiram sequer tentou reverter o caminho em que o país fora lançado. Aos que mais têm nada é tirado.
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