Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
E então no último dia daquele ano, encontraram a fivela perdida, a que se escondera no fundo da gaveta, no bolso do casaco, na caixa antiga dos botões. Não lhe fizeram perguntas inúteis, não a criticaram pela longa ausência. Prenderam-lhe uma fita de seda e a fivela de jade dançou até ser amanhã. Ao longe as vozes, os altos, contraltos, sopranos e os tenores também. A afastar a escuridão.
E então no último dia daquele ano, encontraram a fivela perdida, a que se escondera no fundo da gaveta, no bolso do casaco, na caixa antiga dos botões. Não lhe fizeram perguntas inúteis, não a criticaram pela longa ausência. Prenderam-lhe uma fita de seda e a fivela de jade dançou até ser amanhã. Ao longe as vozes, os altos, contraltos, sopranos e os tenores também. A afastar a escuridão.
...a replicar, "As fivelas de Jade" de Luís Alves da Costa
E então as
árvores cobriram-se de vermelho, e o vale das ginko selvagens amareleceu. No
Reino de Hongshan era o tempo breve das fivelas de Jade, e logo os cortesãos as
cruzaram nas fitas de seda. Ao longe, só eram cítaras e brumas.
Nesta passagem
e que seja luminosa a outra margem









