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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Eu, Amélia Gay Culasso, colaboradora emérita do blogue "The Braganza Mothers", cujo único mérito emérito é andar nisto há muitos anos, e sempre na mesma posição, quero ser a primeira proponente de que se retire ao aeroporto do Funchal, capital da parcela mais bonita do território português, o nome de “Cristiano Ronaldo”, não vão as velhas inglesas do “Brexit”, de sexo indefinido, de cada vez que aterrem, a caminho do Machico, ter de ser confrontadas com a evocação do nome do quebra-bilhas de Manchester, de Jasmine Lennard e de Kathryne Mayorga, e ficarem a sonhar com que ele, numa noite de trovões, também lhes quebre a bilha a elas, confundindo-as com uma bota de ouro. Quanto às condecorações, a Mary Poppins da República, Marcelo Rebelo de Sousa, quer tirar-lhe as condecorações, já que não regula “o seu procedimento público e privado pelos ditames da virtude e da honra". Isso acho mal, por que as condecorações dadas pelo Aníbal de Boliqueime são como as anilhas eletrónicas postas nos animais em vigilância, mais tarde ou mais cedo acabam em tribunal e na prisão. Ele que carregue ao pescoço a sua cruz de D. Henrique, até ser acusado, assim como eu carrego a minha ao fundo das costas, com muito prazer e gosto

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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Estudo revela que a média dos fretes sexuais feitos entre macho e fêmea dura, em média, 5,4 minutos, com forte incidência nos casos de 33 segundos. Dado o estudo, é agora possível afirmar que os 5 a 7 minutos em que, em 2009, "The Special One... percent", Cristiano Ronaldo, esteve a violar analmente ("anal rape") Kathryn Mayorga estão claramente acima da média dos outros machos, o que explicaria as muitas vezes em que ela gritou "no, no, no!...", justificaria os hematomas e as nódoas negras, e também as manchas de cuspo na cama e as feridas na mucosa anal. E o mais terrível disto tudo é que, dada a ineficácia da coisa, ele ainda teve de "tocar ao bicho", para fazer sair as borras. Foi terrível, e o que aí vem ainda vai ser pior... :-\

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

"Der Spiegel" tem mais novidades sobre a noite de estupro e "anal rape" de Kathryn Mayorga por Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”: afinal, enquanto ele tentava enterrar-lhe o pau na bunda, ela guinchava como uma americana, e dizia “no, no, no!...”, mas como o inglês do “The Special One… percent” é tão fraquinho como o português, ele pensava que estava na anedota da japonesinha a levar com o mangalho todo do navegador africano, e só fazia “hi, hi, hi!...”, e o negrão pensava que, com o “hi, hi, hi” dela, ela estava a pedir ainda mais, e dava-lhe mais, e assim fez, até ela ficar toda em sangue, e cheia de nódoas negras, e ele com umas borras de leitinho deslavado nas mãos. Em sua defesa, só encontramos que foi sincero em tudo o que fez, já que o amigo marroquino Badr Hari lhe tinha ensinado que com as “gaijas” é assim que se faz sempre, mete-se primeiro e só se pergunta depois, por que elas gostam todas, sobretudo se forem gajos pesados, como eles, e com as carteiras ainda mais pesadas, por que, quando elas dizem que não querem é por que se estão a fazer de esquisitas, e é mentira, por que as “gaijas” são todas iguais, querem sempre é "dar a rata" e levar com ele. Preocupa-nos que “The Special One… percent” se tenha sentido diminuído com uma simples “cal-girl” de Las Vegas, uma "gaija" batidona das noites ao balcão, e não lhe tenha conseguido transmitir a intensidade do seu desejo de macho lusitano, que era muito, e ele até sabia como fazer tudo, que é como aquela camaradagem do balneário faz toda, quando está à rasca e não há “gaijas” por perto, “vira-me esse cu, e aí vai uma “mãozada de cuspo”, chavalo, uma “bola de cuspo”, para escorregar melhor, o que custa é a cabecinha, tudo o resto é pescocinho, vou-te rebentar com a bilha, filhota, no fim vais curtir bués… vá, anda, “toca-me aqui ao bicho”, para ele ficar rijinho, e eu depois como-te esse cagueiro todo… O maravilhoso disto foi a conversa ter sido acompanhada em direto pelos advogados, e eles, o Francisco Cortez e o Osório de Castro poderem ter trocado impressões “live” sobre a tradução da “mãozada de cuspo”, do “tocar ao bicho” e do “partir a bilha”. Infelizmente, o inglês é uma língua fraca, da qual o “Brexit”, felizmente, nos vai afastar para sempre, e a “bola de cuspo” e o “tocar ao bicho” empobreceram muito na versão final, e deram em “spit” e “touch my dick”, que depois ainda foram disfarçados em “saliva” e “tocou-lhe no pénis”. No fim, se a coisa for bem tratada, tudo acabará com a Dolores Aveiro, que bem sabia o que eram nódoas negras a sério, nos tempos em que o marido entrava completamente tocado na barraca deles, a vir a defender o seu aleijãozinho no Facebook, e a dizer que nem percebe do que é que essa Kathryn se está a queixar, já que em Portugal todas gostam daquilo que ele lhe deu e ela, e se ela não quer, que se enxergue e entenda que há muitas que gostariam e não têm… A vida é muito injusta…

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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

O Mourinho continua na mesma: sempre que perde, escarra, e sempre que ganha... também escarra. Quando é que as "Football-Leaks" libertarão a Aldeia Global da pressão deste escarro humano?... :-\

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Pois, o Dmitry Rybolovlev, um criminoso "filantropo" (?) russo, que comprou o clube de "futebol" (?) "AS Monaco", num país que nem espaço tem para as pessoas andarem, quanto mais para enfiar estádios de futebol, foi detido. É o primeiro dos muitos que usam o "Futebol" (?) como o maior circuito de exibicionismo mundial de branqueamento de capitais, e lavagem dos tráficos de armas, droga, diamantes, armas, corpos, órgãos e plutónio. Quando esta merda for finalmente toda desmontada, todos os "The Special One... percent" passarão a ganhar o que valem, entre um e dois salários mínimos portugueses

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

The Special One… percent, Cristiano Ronaldo, diz que não dá nem mais um tostão à Kathryn Mayorga, para ela se calar sobre a violação anal (anal rape) -- ai, meninos, dá deus cona a quem tem nozes!... --, e achamos que ele faz muito bem, por que isso dos “Tostões” é do tempo da miséria do Bairro de Santo António, em que a Dolores andava de porta em porta, a tentar juntar vinte escudos, para pagar mais um vidro das vizinhas, que o filho, burro como as casas, e mentiroso, tinha partido com as boladas obsessivas dele. Dizia a Dolores, “não lhe perguntem nada, por que ele vai sempre negar, e dizer sempre que foi um outro, minha senhora, isto é uma grande infelicidade, eu prefiro pagar já, por que não quero mais vergonhas neste bairro, o meu Dinis já está caído ali na esquina, perdidinho de bêbedo, o álcool já era a nossa desgraça, e agora veio mais este filho, tanto sofrimento… olhe lá, quanto foi o vidro?... Tome lá, por amor de deus… Prometo que ele não volta a partir… pelo menos, esta semana…”, e lá ia a Dolores, coitada, nem ela sabia que um dia ia ter de fazer uma corrente na “Intermete”, para defender o seu filho mentiroso, #ronaldoestamoscontigoatéaofim, até já mandou um email à mãe do Renato Seabra, para saber como é que estas coisas se fazem, para não correr mal desta vez, e não é só a Dolores que está com ele, e a torcer por ele, por que também nós, “The Braganza Mothers”, estamos agora também com The Special One… percent, e #estamoscomocristianoronaldoatéaofimassimcomoestivemosdesdeoinicioadesmontarafarsa, sobretudo agora, que o fim chegou. E quanto à Kathryn Mayorga, avisamos já que ela não é de aceitar “tostões”, prefere cash e em dólar forte, e tanto pode pagar ele, como o primo, se ele for porco suficiente para acusar o primo do abuso anal, que ele é menino para isso e para muito mais, e já sabemos que a Kathryn até está aberta a um acordo mais amplo com The Special One… percent, que é aceitar ser a Dolores Aveiro a pagar pelo filho mentiroso, nem que o guito saia do bolso dela, ou seja, que tenha de meter no prego os dentes que o filho lhe mandou compor em tempos, numa loja de ferragens do Funchal 😊



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



#ronaldoestamoscontigoatéaofim: "Apesar do ar de rufia que o cabelo meio comprido, a roupa suja e os dentes tortos lhe davam, Cristiano Ronaldo não era maldoso. Só tinha mau feitio. A sua alcunha era Menino Chorão pelas birras que fazia sempre que perdia um jogo no Andorinha, onde o pai tinha posto uma cunha para ele jogar. O treinador, Francisco Afonso, conta à SÁBADO que as fitas no balneário eram tão grandes que até lhe pediu para não aparecer mais no estádio nos dias dos jogos com o Marítimo – onde a derrota por uma goleada era certa.

Na Rua Quinta do Falcão, a sua fama não era melhor. Os vizinhos odiavam os pais de Ronaldo, que permitiam que ele passasse as noites a dar pontapés numa bola contra as paredes ou a partir os vidros das suas casas. Depois fugia e dizia sempre que tinha sido outro miúdo. A mãe nem queria ouvir falar em ter de assumir essas despesas. "As pessoas não ficavam nada satisfeitas. "Ele estava sempre a incomodar", conta [...] Joel Santos, dono de um bar que ficava a 50 metros da antiga casa da família Aveiro".
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