#Post Title #Post Title #Post Title #Post Title
Mostrar mensagens com a etiqueta Pinto da Costa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pinto da Costa. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 6 de março de 2019

"The Braganza Mothers" apoia Rui Pinto, quer vê-lo protegido pela Justiça Francesa, contra a "Doyen Sports", mafia global, com sede no Casaquistão, e propõe, para já, que Pinto da Costa seja detido, em vez do Rui Pinto

[ Read More ]
sexta-feira, 9 de março de 2018

Vídeo completo do Kléber, do Estoril, a contar o dinheiro sujo do ordenado (as notas verdes são as que vieram do Pinto da Costa)

[ Read More ]
quarta-feira, 7 de março de 2018

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2015), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Transcrições das escutas da "Operação Marquês" - "Pá, eu pago tudo o que for preciso, carago!..."



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Imagem do Kaos





Do CD 25 e 26, da série "collector's prize" do procurador Rosário Teixeira

(1.30 da manhã, toca o telefone Louis XVI, na Avenue du Président Wilson)



R.P.S. - 'tou, Zé?...

Zé - 'tou, que número é este?

R.P.S. - Sou eu, Zé, o Rui...

Zé - Qual Rui?...

R.P.S. - O Rui, carago!...

Zé - O Rui, com este número?... Mudaste de número?!...

R.P.S. - Mudei, pá, sou do Porto, o pessoal do Porto anda sempre a mudar de número, não sabes?... (risos) Os gajos "andêm" ai, carago, o Jorge Nuno a primeira coisa que me ensinou, quando eu fui para o clube, foi mudar de número, pá..., ter vários números, rodar, de mês a mês, para os gajos não criarem vícios... (risos) E tu 'tás bem, Zé?... O Carlitos disse que estavas a precisar de trocar uns bafos comigo... (pausa) Pá, aqui estou, sou todo "óvidos", chuta!...

Zé - Pá, eu hoje não posso estar muito tempo ao telefone, as gajas estão quase a chegar...

R.P.S. - Quais gajas?... Tu agora recebes gajas?...

Zé - (pausa) A "condessa" deve estar a chegar de Zurique, e eu não quero estar com isto na mão e no ouvido, quando ela chegar...

R.P.S. - Tu e as condessas, carago, os jornais agora andam cheios de condessas, é?... (risos)

Zé - Não é essa, pá..., esta vem da Suíça..., é a outra, e deve estar quase a chegar, o Perna foi buscá-la ao aeroporto...

R.P.S. - Olha, é assim, eu não vou demorar, o Carlos disse que até era uma boa, de aqui a dois anos, quando o espantalho for de cana, ou internado, empurrar-te para Belém, não sei se é isto, mas é mais ou menos, ou, se não é, desembucha, carago!...

Zé - Pá, Rui, isso ainda são conversas muito no ar, um gajo solta uma ideia assim..., o Carlos faz logo crescer tudo, parece um enredo, esse gajo adora teatradas.... pá, eu ainda não sei nada..., o que eu sei é que os gajos queriam compor um cenário, a narrativa política pode-se construir depois, eu não sou muito da linha do Chamuça, mas o gajo até pode estudar a coisa, quando "houverem" eleições e ele ganhar, ficam com o Governo e depois com a Presidência da Assembleia... para aí é mais simples... o resto ainda não...

R.P.S - Mais simples?...

Zé- Sim, parece que para a Assembleia da República vão querer o "Chuvas Douradas"

R.P.S. - Mas o "Chuvas Douradas" não tinha ficado queimado no "Casa Pia", e no "'tou-me a cagar para o segredo de justiça"?...

Zé - Pá, nós estamos em Portugal, em Portugal um gajo chamusca-se um coche, mas depois volta tudo ao mesmo, parece que não sabes, olha o Portas, em Portugal, nunca ninguém fica definitivamente queimado, também o Monhé se queimou, mas depois pôs-se de pé, e eu... também diziam que eu já me tinha queimado de vez..., queimado o tanas, eu depois fiz subir em força os foguetes nos comentários daquela porra da televisão, e agora, agora... quando começarem a andar à procura de um candidato para Presidente, pá... eu, mesmo sendo modesto..., eu até acho que tenho esse perfil... 

R.P.S. - Mano, eu também acho que sim, aliás, depois do algarvio, qualquer merda serve, não é?... até por que se fala que os cabrões, os fachos,  vão mesmo empurrar ou o Rui ou a Velha. O Rio está completamente queimado, daquelas merdas de Macau, é lá mais conhecido c'á potassa.... Agora a velha.... Pá, tu já uma vez ganhaste à Bruxa, não ganhastes?... Pronto, concorres e ganhas outra, não é, mano?  Ainda para mais, parece que a gaja tem aquela doença dos ossos, porra, dizem que se a empurrarem ela desfaz-se logo em pó ... (risos)

Zé - Mano, eu não sei se a Bruxa vai desta, os gajos devem querer mesmo agarrar o lugar... pá, os gajos agora vão jogar mesmo pelo seguro..., salvo seja... (risos) não vão querer andar em cenas...

R.P.S. - Deixa-te de caralhos, Zé, cenas era se empurrassem o boiola do Marcelo, esse gajo se percebe que pode perder qualquer merda agaça-se logo e foge, e eu acho que ele já perdeu muitas vezes, vezes a mais, o gajo está velho para essas cenas, gato escaldado tem medo de água fria, carago!... (pausa) O meu tio e a minha tia até aposto que curtiam ver-te Presidente, há muito tempo que não temos um dos nossos, da casa, carago, a falar de cima..., e, se a cena for... for... se a cena for livros, mano, o meu tio tem duas grandes bibliotecas, pá, uma, em Lisboa (risos) e a outra, em Nafarros, como tu sabes... (risos)

Zé - Pá, isso não sei, nós depois falamos, daqui a dois anos, quando for altura, de qualquer maneira, isto, agora, com o Carlos, foi só uma conversa, nós ainda estamos muito longe disso, eu aliás acho que não estou nem aí, pá, o que eu queria mesmo era ver se para o ano já levava daqui o mestrado e o doutoramento...

R.P.S. - Andas na Lusófona?...

Zé - Não, pá, estou em Paris, pá...

R.P.S. - E não há aí uma Lusófona?... Já sabes, Zé, se isso é uma questão de fotocópias,  eu arranjo as que forem precisas... (risos) as que tu precisares... (risos) um gajo que anda a estudar muito, como tu andas, deve ter a casa cheia de fotocópias... (risos) Pelo menos é o que dizem: os estudantes gastam uma pipa de massa em fotocópias (risos) É "Engenheiria" que tu andas a fazer, não é?...

Zé - Não, Engenharia eu já tenho, agora queria mesmo era... ou Filosofia, ou Sciences Po, o doutoramento vai mesmo ser em Sciences Po, isso eu já decidi...

R.P.S. - Sciences é aquela coisa de abrir ratos e rãs, não é?... Curtia bués essa cena, porra, quando andava na Escola do Furadouro, era só espetar e ver o sangue a espirrar, carago, aqueles bichos têm tantas peças lá dentro, como é que um gajo ia imaginar, caraças, não é?... um dia abri um, tirei tudo e joguei aquilo para o chão, as tripas e os bofes, para ver se ele corria..., não correu, estava a estrebuchar, mas acho que já estava assim... morto, ou o que era... fogo... eu até acho que, pensando bem..., essas cenas até me influenciaram a depois ir para a Noite..., o Jorge Nuno, aquelas cenas de facadas..., no fundo, os rapados do contra, os cabrões da cicatriz, são como os bichos, só que em grande... (risos) carago, nunca tinha pensado nisso... (risos) Um dia vi um todo aberto, até parece que tinha lá dentro mais peças c'um rato, 'tás a ver, nunca tinha visto tanto "instestino", pá, o gajo tinha "instestinos" até ao pescoço, foi uma cena do caralho, as gajas a saírem e a vomitarem... um charco de merda de sangue no chão, parecia uma morcela que tinha rebentado, tudo com a assinatura do dragão, o Jorge desvia os olhos, mas eu gosto de ver, curtir aquela cena a fundo..., quer dizer, quando se pode curtir e se pode ver, que no Porto as noites são escuras, carago... o Porto é um nação, um gajo aqui, é só noite, gajas e estrelas... da noite... (risos)

Zé - Em Paris não temos disso... assim...

R.P.S. - ... e quando é que tu vens ao Algarve, pá?... Quando é que tu vens ao Algarve?... Aquela merda está a bombar...

Zé - Pensei ir para o mês que vem, mas o Carlos ainda ficou de combinar, depois podemos marcar, preciso de ver na agenda quando é que o Zé vem de Inglaterra para acertar uns números...

R.P.S. - Qual Zé?... Não é o dos livros?... Esse não para, vai lançar outro, ainda gostava de saber quem os escreve...

Zé - Não, não é esse, é o Mourinho, pá, ficamos de marcar um jantar, e na volta vem logo ele e o Figo, assim arrumo tudo de uma só vez, por que eu agora queria era mesmo concentrar-me nos estudos...

R.P.S. - Mas concentras-te, pá, por que é que não te "há des" concentrar?... E, se precisares de alguma coisa, já sabes. O Carlos disse ainda que parece que querias que eu metesse uma bucha nos jornais...

Zé - Ah, sim, isso é mais ou menos no encadeamento dessa cena, pronto, eu fui para as Sciences Politiques, quer dizer, fui a duas conferências disso... Pronto, eu sei que estas coisas universitárias não é muito a tua praia, mas eu entrei nas duas conferências, eu até não sou muito estiloso em francês, pá, mas estive muito calado, como fiz na "Independente", nestas cenas, o importante é não dar muita cana, lá ao fundo, e depois, sair com o diploma (pausa) Pronto, a merda...

R.P.S. - Qual merda?...

Zé - A merda foi que depois ao fim fui ter com os gajos que estavam à frente daquela cena, e fui pedir um diploma, e os gajos disseram que aquilo não era para dar diplomas, e que devia, não percebi bem, mas acho que queriam que eu me inscrevesse... Ora, pá, inscrição... isso ia levar muito tempo...

R.P.S. - E queres que eu mande fotocópias para eles?... Eu dessas merdas não pesco boi, portanto, se eu estiver a pensar mal, tu corrige-me... portanto, no meu pensar, um gajo entra ali, vai ter com o boss, tira os livros da mala, estende os livros e diz qual é o diploma que quer, não é?... Foi isso que correu mal?... Explica-te, pá, carago, já sabes que eu sou todo "óvidos", carago!...

Zé - Pá, ia demorar muito tempo, não é bem assim, eu só queria que telefonasses para os gajos para evitar que esta cenas da bronca das conferências saia nos jornais... o "Jornal de Notícias" já liguei eu, agora...

R.P.S. - Queres que eu ligue para o "Diário de Notícias" e disfarce a voz?....

Zé - Não, esse também não é preciso... São os outros, pá, os outros é que ma andam a lixar, porra...

R.P.S. - Mas isso eu ligo e ameaço. Se eu pudesse fodia esses cabrões todos!... Se eu apanho um na "Night", ele que se cuide!...

Zé - Não, é melhor esqueceres, Rui, eu depois ligo para o Rato, os gajos arranjam a coisa...

R.P.S. - E quando é que tu vens ao Algarve?... Aquela cena está a bater, a bombar. A Quinta do Lago, carago, noites quentes, o pessoal de Angola, g'anda batida, havias de ver as brasileiras que chegaram, aquilo, qualquer dia, parece o Rio, só gajas daquelas da Bahia, muita chichinha, cabeludas em baixo, foda-se, uma gajo mete a mão, vem úmida, parece as chuvas no Pantanal (risos) no Mato Grosso... ui...

Zé - (silêncio)

R.P.S. - Os pretos vêm comer as gajas, aquelas castanhas e pintadas de louro, as brasileiras gostam todas de apanhar no cagueiro, são estimadinhas, quanto mais levaram atrás mais ficam com a fachada intacta, aquilo são só gajos com a carteira cheia de papel, brutas toras, havias de ver os gritos, saem dali todas rebentadas, (risos) parecem os ratos do laboratório... (risos)

Zé - (silêncio)

R.P.S. - ... mas do que eu gosto mesmo é das angolanas, brutas selas, uma carapinha em baixo, parece que estou a fazer festas na palha de aço (risos), foda-se, limpeza de cromados ... (risos) sempre que quero polir a aliança, meto as mãos naquelas coxas, depois levo os dedos (risos) à boca, carago, só de escrever isto já estou todo em pau, foda-se!...

Zé - (silêncio)

R.P.S. - Que foi, mano, estás tão calado... Estás aí?... (pausa) Pá, desculpa, já me esquecia dessas cenas, cada um nos seus colos..., se tu quiseres, a gente fala de outras cenas, naquela urbanização onde costuma ficar o Zé...

Zé - Qual Zé?...

R.P.S. - O Zé, o tubarão de Angola, naquele seguimento de casas é só cenas, já é a segunda vez esta semana que o chavalo de lá, o João, o que trata daquela merda quando o patrão está fora (risos) foda-se, teve de fugir pelos telhados, a judite atrás, a branca a voar, caiu o saco ao chão, parecia neve, foda-se, o que vale é que depois acaba tudo bem, o pessoal até se conhece, como é escuro e a maior parte deles é preto..., foda-se, perde-se tudo, carago, escondidos na noite, grand 'Algarve, fogo, g'andas festas, este país devia estar sempre assim, na "night"...


(Fim da escuta)




                                                (Quarteto das chuvas douradas no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e no "The Braganza Mothers")

[ Read More ]
sábado, 25 de novembro de 2017

Há quem diga que o Proença de Carvalho é o Pinto da Costa dos advogados, mas isso é injusto, por que o Pinto da Costa é um pessoa com um coração ingénuo, e nunca se meteria em manobras de suborno do Estado, e, que se saiba, o Pinto da Costa só consegue promover "Apitos Dourados" e ameaças à família dos árbitros e jogadores, enquanto o Proença de Carvalho é mais subtil, e até dizem que é uma Paula Bobone, por fora, e um "Totò" Rinna por dentro, incapaz de fazer as coisas que estão no processo 208/13.9 TELSB, que mete tudo, desde a corrupção nas mais altas esferas da nomenklatura angola até ao preço real do voto de silêncio da Irmã Lúcia, e olhem que ela até era bastante faladora, aliás, morreu, por que era uma beata faladora :-)



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

O Proença de Carvalho pode bem vir a ser a próxima vítima do presidente angolano, João Lourenço, e nós estamos muito cheios de pena disso :-)
[ Read More ]
terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Pinto da Costa responde, na "Operação Fénix", por gorilas ilegais da Noite, mas isto não basta, por que ele devia responder por toda a maré negra que há muitos anos representa

[ Read More ]
segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Transcrições das escutas da "Operação Marquês" - "Pá, eu pago tudo o que for preciso, carago!..."



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Imagem do Kaos





Do CD 25 e 26, da série "collector's prize" do procurador Rosário Teixeira

(1.30 da manhã, toca o telefone Louis XVI, na Avenue du Président Wilson)



R.P.S. - 'tou, Zé?...

Zé - 'tou, que número é este?

R.P.S. - Sou eu, Zé, o Rui...

Zé - Qual Rui?...

R.P.S. - O Rui, carago!...

Zé - O Rui, com este número?... Mudaste de número?!...

R.P.S. - Mudei, pá, sou do Porto, o pessoal do Porto anda sempre a mudar de número, não sabes?... (risos) Os gajos "andêm" ai, carago, o Jorge Nuno a primeira coisa que me ensinou, quando eu fui para o clube, foi mudar de número, pá..., ter vários números, rodar, de mês a mês, para os gajos não criarem vícios... (risos) E tu 'tás bem, Zé?... O Carlitos disse que estavas a precisar de trocar uns bafos comigo... (pausa) Pá, aqui estou, sou todo "óvidos", chuta!...

Zé - Pá, eu hoje não posso estar muito tempo ao telefone, as gajas estão quase a chegar...

R.P.S. - Quais gajas?... Tu agora recebes gajas?...

Zé - (pausa) A "condessa" deve estar a chegar de Zurique, e eu não quero estar com isto na mão e no ouvido, quando ela chegar...

R.P.S. - Tu e as condessas, carago, os jornais agora andam cheios de condessas, é?... (risos)

Zé - Não é essa, pá..., esta vem da Suíça..., é a outra, e deve estar quase a chegar, o Perna foi buscá-la ao aeroporto...

R.P.S. - Olha, é assim, eu não vou demorar, o Carlos disse que até era uma boa, de aqui a dois anos, quando o espantalho for de cana, ou internado, empurrar-te para Belém, não sei se é isto, mas é mais ou menos, ou, se não é, desembucha, carago!...

Zé - Pá, Rui, isso ainda são conversas muito no ar, um gajo solta uma ideia assim..., o Carlos faz logo crescer tudo, parece um enredo, esse gajo adora teatradas.... pá, eu ainda não sei nada..., o que eu sei é que os gajos queriam compor um cenário, a narrativa política pode-se construir depois, eu não sou muito da linha do Chamuça, mas o gajo até pode estudar a coisa, quando "houverem" eleições e ele ganhar, ficam com o Governo e depois com a Presidência da Assembleia... para aí é mais simples... o resto ainda não...

R.P.S - Mais simples?...

Zé- Sim, parece que para a Assembleia da República vão querer o "Chuvas Douradas"

R.P.S. - Mas o "Chuvas Douradas" não tinha ficado queimado no "Casa Pia", e no "'tou-me a cagar para o segredo de justiça"?...

Zé - Pá, nós estamos em Portugal, em Portugal um gajo chamusca-se um coche, mas depois volta tudo ao mesmo, parece que não sabes, olha o Portas, em Portugal, nunca ninguém fica definitivamente queimado, também o Monhé se queimou, mas depois pôs-se de pé, e eu... também diziam que eu já me tinha queimado de vez..., queimado o tanas, eu depois fiz subir em força os foguetes nos comentários daquela porra da televisão, e agora, agora... quando começarem a andar à procura de um candidato para Presidente, pá... eu, mesmo sendo modesto..., eu até acho que tenho esse perfil... 

R.P.S. - Mano, eu também acho que sim, aliás, depois do algarvio, qualquer merda serve, não é?... até por que se fala que os cabrões, os fachos,  vão mesmo empurrar ou o Rui ou a Velha. O Rio está completamente queimado, daquelas merdas de Macau, é lá mais conhecido c'á potassa.... Agora a velha.... Pá, tu já uma vez ganhaste à Bruxa, não ganhastes?... Pronto, concorres e ganhas outra, não é, mano?  Ainda para mais, parece que a gaja tem aquela doença dos ossos, porra, dizem que se a empurrarem ela desfaz-se logo em pó ... (risos)

Zé - Mano, eu não sei se a Bruxa vai desta, os gajos devem querer mesmo agarrar o lugar... pá, os gajos agora vão jogar mesmo pelo seguro..., salvo seja... (risos) não vão querer andar em cenas...

R.P.S. - Deixa-te de caralhos, Zé, cenas era se empurrassem o boiola do Marcelo, esse gajo se percebe que pode perder qualquer merda agaça-se logo e foge, e eu acho que ele já perdeu muitas vezes, vezes a mais, o gajo está velho para essas cenas, gato escaldado tem medo de água fria, carago!... (pausa) O meu tio e a minha tia até aposto que curtiam ver-te Presidente, há muito tempo que não temos um dos nossos, da casa, carago, a falar de cima..., e, se a cena for... for... se a cena for livros, mano, o meu tio tem duas grandes bibliotecas, pá, uma, em Lisboa (risos) e a outra, em Nafarros, como tu sabes... (risos)

Zé - Pá, isso não sei, nós depois falamos, daqui a dois anos, quando for altura, de qualquer maneira, isto, agora, com o Carlos, foi só uma conversa, nós ainda estamos muito longe disso, eu aliás acho que não estou nem aí, pá, o que eu queria mesmo era ver se para o ano já levava daqui o mestrado e o doutoramento...

R.P.S. - Andas na Lusófona?...

Zé - Não, pá, estou em Paris, pá...

R.P.S. - E não há aí uma Lusófona?... Já sabes, Zé, se isso é uma questão de fotocópias,  eu arranjo as que forem precisas... (risos) as que tu precisares... (risos) um gajo que anda a estudar muito, como tu andas, deve ter a casa cheia de fotocópias... (risos) Pelo menos é o que dizem: os estudantes gastam uma pipa de massa em fotocópias (risos) É "Engenheiria" que tu andas a fazer, não é?...

Zé - Não, Engenharia eu já tenho, agora queria mesmo era... ou Filosofia, ou Sciences Po, o doutoramento vai mesmo ser em Sciences Po, isso eu já decidi...

R.P.S. - Sciences é aquela coisa de abrir ratos e rãs, não é?... Curtia bués essa cena, porra, quando andava na Escola do Furadouro, era só espetar e ver o sangue a espirrar, carago, aqueles bichos têm tantas peças lá dentro, como é que um gajo ia imaginar, caraças, não é?... um dia abri um, tirei tudo e joguei aquilo para o chão, as tripas e os bofes, para ver se ele corria..., não correu, estava a estrebuchar, mas acho que já estava assim... morto, ou o que era... fogo... eu até acho que, pensando bem..., essas cenas até me influenciaram a depois ir para a Noite..., o Jorge Nuno, aquelas cenas de facadas..., no fundo, os rapados do contra, os cabrões da cicatriz, são como os bichos, só que em grande... (risos) carago, nunca tinha pensado nisso... (risos) Um dia vi um todo aberto, até parece que tinha lá dentro mais peças c'um rato, 'tás a ver, nunca tinha visto tanto "instestino", pá, o gajo tinha "instestinos" até ao pescoço, foi uma cena do caralho, as gajas a saírem e a vomitarem... um charco de merda de sangue no chão, parecia uma morcela que tinha rebentado, tudo com a assinatura do dragão, o Jorge desvia os olhos, mas eu gosto de ver, curtir aquela cena a fundo..., quer dizer, quando se pode curtir e se pode ver, que no Porto as noites são escuras, carago... o Porto é um nação, um gajo aqui, é só noite, gajas e estrelas... da noite... (risos)

Zé - Em Paris não temos disso... assim...

R.P.S. - ... e quando é que tu vens ao Algarve, pá?... Quando é que tu vens ao Algarve?... Aquela merda está a bombar...

Zé - Pensei ir para o mês que vem, mas o Carlos ainda ficou de combinar, depois podemos marcar, preciso de ver na agenda quando é que o Zé vem de Inglaterra para acertar uns números...

R.P.S. - Qual Zé?... Não é o dos livros?... Esse não para, vai lançar outro, ainda gostava de saber quem os escreve...

Zé - Não, não é esse, é o Mourinho, pá, ficamos de marcar um jantar, e na volta vem logo ele e o Figo, assim arrumo tudo de uma só vez, por que eu agora queria era mesmo concentrar-me nos estudos...

R.P.S. - Mas concentras-te, pá, por que é que não te "há des" concentrar?... E, se precisares de alguma coisa, já sabes. O Carlos disse ainda que parece que querias que eu metesse uma bucha nos jornais...

Zé - Ah, sim, isso é mais ou menos no encadeamento dessa cena, pronto, eu fui para as Sciences Politiques, quer dizer, fui a duas conferências disso... Pronto, eu sei que estas coisas universitárias não é muito a tua praia, mas eu entrei nas duas conferências, eu até não sou muito estiloso em francês, pá, mas estive muito calado, como fiz na "Independente", nestas cenas, o importante é não dar muita cana, lá ao fundo, e depois, sair com o diploma (pausa) Pronto, a merda...

R.P.S. - Qual merda?...

Zé - A merda foi que depois ao fim fui ter com os gajos que estavam à frente daquela cena, e fui pedir um diploma, e os gajos disseram que aquilo não era para dar diplomas, e que devia, não percebi bem, mas acho que queriam que eu me inscrevesse... Ora, pá, inscrição... isso ia levar muito tempo...

R.P.S. - E queres que eu mande fotocópias para eles?... Eu dessas merdas não pesco boi, portanto, se eu estiver a pensar mal, tu corrige-me... portanto, no meu pensar, um gajo entra ali, vai ter com o boss, tira os livros da mala, estende os livros e diz qual é o diploma que quer, não é?... Foi isso que correu mal?... Explica-te, pá, carago, já sabes que eu sou todo "óvidos", carago!...

Zé - Pá, ia demorar muito tempo, não é bem assim, eu só queria que telefonasses para os gajos para evitar que esta cenas da bronca das conferências saia nos jornais... o "Jornal de Notícias" já liguei eu, agora...

R.P.S. - Queres que eu ligue para o "Diário de Notícias" e disfarce a voz?....

Zé - Não, esse também não é preciso... São os outros, pá, os outros é que ma andam a lixar, porra...

R.P.S. - Mas isso eu ligo e ameaço. Se eu pudesse fodia esses cabrões todos!... Se eu apanho um na "Night", ele que se cuide!...

Zé - Não, é melhor esqueceres, Rui, eu depois ligo para o Rato, os gajos arranjam a coisa...

R.P.S. - E quando é que tu vens ao Algarve?... Aquela cena está a bater, a bombar. A Quinta do Lago, carago, noites quentes, o pessoal de Angola, g'anda batida, havias de ver as brasileiras que chegaram, aquilo, qualquer dia, parece o Rio, só gajas daquelas da Bahia, muita chichinha, cabeludas em baixo, foda-se, uma gajo mete a mão, vem úmida, parece as chuvas no Pantanal (risos) no Mato Grosso... ui...

Zé - (silêncio)

R.P.S. - Os pretos vêm comer as gajas, aquelas castanhas e pintadas de louro, as brasileiras gostam todas de apanhar no cagueiro, são estimadinhas, quanto mais levaram atrás mais ficam com a fachada intacta, aquilo são só gajos com a carteira cheia de papel, brutas toras, havias de ver os gritos, saem dali todas rebentadas, (risos) parecem os ratos do laboratório... (risos)

Zé - (silêncio)

R.P.S. - ... mas do que eu gosto mesmo é das angolanas, brutas selas, uma carapinha em baixo, parece que estou a fazer festas na palha de aço (risos), foda-se, limpeza de cromados ... (risos) sempre que quero polir a aliança, meto as mãos naquelas coxas, depois levo os dedos (risos) à boca, carago, só de escrever isto já estou todo em pau, foda-se!...

Zé - (silêncio)

R.P.S. - Que foi, mano, estás tão calado... Estás aí?... (pausa) Pá, desculpa, já me esquecia dessas cenas, cada um nos seus colos..., se tu quiseres, a gente fala de outras cenas, naquela urbanização onde costuma ficar o Zé...

Zé - Qual Zé?...

R.P.S. - O Zé, o tubarão de Angola, naquele seguimento de casas é só cenas, já é a segunda vez esta semana que o chavalo de lá, o João, o que trata daquela merda quando o patrão está fora (risos) foda-se, teve de fugir pelos telhados, a judite atrás, a branca a voar, caiu o saco ao chão, parecia neve, foda-se, o que vale é que depois acaba tudo bem, o pessoal até se conhece, como é escuro e a maior parte deles é preto..., foda-se, perde-se tudo, carago, escondidos na noite, grand 'Algarve, fogo, g'andas festas, este país devia estar sempre assim, na "night"...


(Fim da escuta)




                                                (Quarteto das chuvas douradas no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e no "The Braganza Mothers")

[ Read More ]
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Correio da Lola - "Não sei se o meu vizinho bonzão, da Rua H, de Mem Martins, não será do ISIS..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Querida Lola:

Tenho um vizinho super excitante, aqui, no 11.º esq. Sempre que ele vem à janela, com aquele peito peludo e aqueles abdominais, fico toda úmida, tenho de enfiar à pressa o meu Ernâni, a Soraia e o Pedro na cama, e o comando da box da MEO na rata, a fantasiar com ele. Só que vi um daqueles programas da SIC-Notícias e ele parece-se tanto com aqueles que vão cortar pescoços de japoneses descorados, na Síria... Será terrorista?... Será que eu ando a enfiar o comando da box da MEO na rata, por causa de um terrorista...




Maria Celina, Mem Martins



Querida Celina:



Como eu a compreendo: ainda não vi o seu vizinho, mas já acredito piamente que seja uma tesão. Basta um peito peludo, para eu ficar também toda úmida, e então, se for perigoso, ainda me excita mais. Sabe como é que nós travecas somos, sempre prontas para ir para a cama com o inimigo... Também é normal que, com tantos terroristas bons a passar na televisão, a menina tenha imaginado que o seu macho do 11.º esquerdo seja um fundamentalista islâmico, e mesmo que não seja, a imaginação faz o resto... Como sabe, estou agora no Conde Redondo, graças a deus, muito perto do nosso amigo Vítor, da "Loewe-Tivoli", mas demasiado longe para a ir visitar e poder dar já o meu parecer final, mas posso fornecer-lhe algumas pistas, para fazer o seu trabalhinho de casa, sozinha, tá?... Já que passa os dias à janela, como boa portuguesa desempregada, tente ver se o peito dele desaparece cinco vezes ao dia da janela, e só se começa a ver um cuzão rijo e peludo, a espreitar pela borda da janela. Se for isso, é possível, mas não certo que seja islamita, já que eles têm de se colocar na posição do pegar de empurrão cinco vezes ao dia, embora ele também se possa agachar cinco vezes ao dia, para snifar uma linha de coca debaixo do sofá, como fazem na "Casa dos Segredos", da minha querida badalhoca, Teresa Guilherme. Depois, há outros testes, mas mais sofisticados, e que levam mais tempo, como ver se ele deixa crescer uma barba, e fica ponto por ponto igual aos da televisão. Sobretudo, experimente tentar ouvir a voz dele: se for grossa, como a da Bastoneira da Ordem dos Ordinários, é provável que venere Alá, e saiba que Maomé é o seu maior profeta... Sei lá, há tanta coisa... Experimente saber onde é a mesquita clandestina mais perto, aí da sua zona, e veja se ele vai orar, nas horas certas. Tente saber se ele tem um carro transformado, e se vai, aos fins de semana, acelerar para a Ponte Vasco da Gama. Saiba se está desempregado de longa duração, e se tem um avô ou uma avó que votaram Cavaco Silva, e um pai que ache que José Sócrates devia ser já libertado. Tente saber se os progenitores e os padrinhos, a treze de maio, rastejam até Fátima. O clube de futebol..., sim..., isso também é importante: se for do Porto, é quase certo que é um fundamentalista; já os do Belenenses e do Marítimo são mais sunitas, sendo que quase todos os do Boavista são xiitas. Também há muitos deles que acham que o "Glorioso" é uma mesquita, e não a "Catedral"... Veja se ele veste na "Primark", por que todos os que vestem na "Primark", ao contrário da "Desigual", são potenciais islamitas. Olhe-lhe para as mãos e veja se está sempre a desfiar um rosário negro... Esses são os piores, sobretudo, quando têm uma avó de bigode que faz o mesmo, mas a rezar pela Santa com Cara de Saloia: muitas vezes isso já vem de família, e pega-se. A minha experiência de jihadistas, aqui, no Conde Redondo, tem algum interesse. Para já, ao contrário dos casados e pais de três filhos portugueses, não são passivos, não me perguntam imediatamente "se é grande", mas perguntam-me se sou uma das 20 000 virgens. Eu muito despachadinha, digo logo, filho, desculpa lá, mas se eu fosse virgem, não andava aqui, aqui e no Colégio Mira Rio é mais fácil encontrar uma agulha no palheiro do que uma virgem. Se queres virgens, vai à Assembleia da República, e pergunta pela Senhora de Mota Amaral, mas garanto-te já que entre aquilo e carne de galinha velha, é melhor comer porco de fumeiro... Isto é um bocado como o teste do algodão, por que os que vão fingir de fundamentalistas, desistem logo aqui, agora, se forem verdadeiros, começam a discutir a situação, lá desistem do "virgem" e passam diretamente para a Aritmética, e perguntam, "mas ao menos fazes parte das 20 000?...". Ora, eu não sou economista, nem tenho uma tese brilhante em Finanças, como o Cangalho de Belém, e tenho de começar a contar de cabeça... 20 000, deixa cá ver, se incluir as brasileiras ali de cima, as colombianas, as das casa de alterna do Pinto da Costa e do Menezes, mais as do "Finalmente", e as "meninas com chicote" da Póvoa do Varzim e de Gaia, mais os gerentes de conta do "Millennium-BCP", que se têm de travestir de homens e nunca provaram mulher, mais os que fingem que estão casados só para aprenderem com as fêmeas como se deve ser para se ser fêmea, meu deus, acho que 20 000 é muito pouco, e até podemos, sem falsificar as estatísticas, avançar logo para 10 a 100 vezes mais. Aqui, geralmente, chegamos a um problema de colisão conceptual, muito Steve Hawking, já que se toda a gente é virgem desaparece imediatamente aquela tesão de só haver 20 000 e ele ir comê-las todas perde a graça, e torna-se na radiação residual de um buraco negro. É então a altura de entrarmos nos diálogos das carmelitas, e eu torno-me uma espinosista e tento explicar-lhe que podemos participar de uma mesma natureza, buscar um bem capaz de comunicar-se, cuja descoberta fará desfrutar eternamente uma alegria contínua e suprema, e que ambos podemos ser essa parcela de Deus, e que até pode acontecer que eu não seja uma das 20 000 virgens que ele procura, mas que ele poderia, em contrapartida, trazer-me um bando de 20 000 amigos, machos como ele, e rebentarem-me com a marquise das traseiras... Quanto tempo será que eu levaria a aviar 20 000 machos, com estas bordas apertadinhas e rijas que o Inteligent Design me deu?... E é aqui que eu gosto do treino especial que estes suburbanos receberam em Massamá, Rio de Mouro e Mem Martins, muitas, muitas, vezes, melhor do que os mestrados da Católica, as formações flácidas da Opus de Navarra, e da Portuguese School of Economy, da Nova, considerada uma das dez melhores merdas do Mundo, onde se aprende a escavacar um país, em três anos. A resposta mais interessante que recebi nas últimas semanas, quando eles, vindos de Londres, a caminho da Síria, via Istambul, e com escala de reabastecimento no Conde Redondo, me deram, a esta pergunta, foi um, lindo, lindo, com olhos de gato, cor de amêndoa, a dar tantos erros de sintaxe como o badochas do Nuno Crato, que me respondeu: se os meus 20 000 amigos te aviassem o cagueiro demoraria tanto tempo como a Grécia a syrizar a sua dívida externa... Até me vieram as lágrimas aos olhos, acredita, e só encontrei voz para lhe perguntar, " tu estás a dizer-me, meu machão, que eu ia ficar o resto da vida a levar no cu?..." Jesus, se isto é o jihadismo, vou-me já tornar maometana, e acho que a menina devia fazer o mesmo, não só com o vizinho do 11.º, mas com todos os amigos dele!... Kisses, desta sua porca.





[ Read More ]
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

"The Braganza Mothers" no dia em que José Sócrates, que devia estar calado, como qualquer preso detido por perigo de perturbação de investigação -- mas a verdade é que o filho da puta é realmente poderoso, e tem um polvo sinistro cá fora, que vai do Futebol ao "Estado" Islâmico e às centrais de enriquecimento de urânio do Irão -- continua a dar entrevistas e a responder a inquéritos de pasquins e televisões, de onde se avança com uma pequena, mas simpática, ideia: que tal começar a multar as SICs e afins, que transmitem os desabafos do Vigarista de Vilar de Maçada, e doar o dinheiro assim obtido para as sopas dos pobres, hein?...

[ Read More ]
quinta-feira, 22 de maio de 2014

O Brasil ameaça fazer a Copa nas ruas, e meter um very light nas bordas da mafia mundial da Fifa

[ Read More ]
terça-feira, 29 de abril de 2014

Tumultos no Rio de Janeiro provocam enorme inquietação na mafia mundial de branqueamento de capitais, via Futebol

[ Read More ]

Crise em Chipre provoca corrida às notas de 500€ (você já viu alguma?...), em Portugal. Não, não é o Efeito Borboleta, é mesmo a Mafia Russa que vive cá

[ Read More ]
segunda-feira, 17 de março de 2014

Pinto da Costa oferece casa nova, na Foz do Porto, à filha, Fernanda Miranda, e recusa-se a comentar prisão do Presidente do Bayern de Munique

[ Read More ]
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Corrupção, ou a verdadeira Constituição Portuguesa?

[ Read More ]
sábado, 16 de novembro de 2013

Mão de Deus finalmente parece interessar-se pelo caso Pinto da Costa

[ Read More ]
quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Correio da Lola - "Estes fenómenos das ondas da Nazaré já serão consequência das alterações climáticas?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Querida Lola:

Sou um apaixonado do mar, já fiz as Maldivas todas, as Seichelles, tenho andado muito pelo Sri Lanka, mas só sou verdadeiramente feliz em Bali, quando a minha fofa me deixa à solta e eu sou todo envolvido por aquelas belezas asiáticas, ai, ai... "Sódades", como cantava a cantadeira da cachaça... Sinceramente, não percebo que se possa achar graça a andar num mar frio e feio como o da Nazaré. O problema é que de cada vez que ligo a televisão, as ondas me parecem cada vez maiores, e receio que as mudanças climáticas me tragam inundações à minha casa na Beloura. Acha que devo vendê-la, e emigrar já para Singapura?...


Mário Montalchado Machão, Quinta da Beloura



Caro Mário:

Gosto, quando me trazem problemas ecológicos, em vez de me virem fazer perguntas sobre a baixaria típica do nosso povo. Vamos começar pelo fim: é evidente que, dados os seus gostos de praia e a situação atual, e nos próximos 500 anos, do país, deve, mesmo, emigrar já para Singapura, porque isto está mau, muito mau, não por causa das alterações climáticas, mas por causa do Gang do Cavaco ter andado a roubar, desde os anos 80, depois de o Gang do Soares ter andado a pilhar, e depois ainda terem vindo os gangs dos primos, dos tios, dos meios primos, dos meios tios do Sócrates, e o gang do Relvas, ao qual ainda insistem em chamar gang do Passos Coelho, quando o rapaz não tem culpa nenhuma, apenas apenas foi apanhado pela onda, se calhar, a mesma onda da Nazaré. Agora, quanto a essa onda da Nazaré, deixe que lhe explique o fenómeno, já que não tem nada a ver com alterações climáticas, mas com a alteração dos circuitos de branqueamento de capitais, sobretudo, da Coca, já que o Futebol chegou àquilo que eu chamo de clima de "overdose", não dá para branquear mais, por essa via: a imagem do Cristiano Ronaldo está tão desgastada, aquela pele tão estragada, as caretas do Mourinho tão vistas, tudo a ser tão pago a preço de ouro, que o próprio gajo da F.I.F.A. já veio dizer que o Messi é que é um machão, coisa com a qual eu concordo plenamente: dizem que, quando fode, não mete barrigas de aluguer pelo meio, coisa a quem um ser supra-uterino, como eu, dá imenso valor, já que gosto de apanhar com um homem a sério, em cima, daqueles que me deixam ficar com o ar de boneca insuflável da Manuela Moura Guedes, quando se põe a esticar o botox para os lados, em vez de estar a apanhar com golpadas de airbags, como as gajas a quem o Ronaldo paga, para dizerem que andaram com ele. Querido: Nazarés, Ericeiras, Guinchos, sei lá, essas vilórias todas, que não existem senão no mesquinho mapa mental português, tornaram-se, subitamente, um novo circuito de tráfico e consumo de droga, já que sabe que gajos com cabelos descolorados de camomila, que passam dias e dias agarrados à prancha, só podem ser, salvo seja, "agarrados", porque é impossível alguém andar a fazer de tubarão o dia inteiro, e não achar que aquilo é medonho, cinzento e frio. A coca faz isso, torna tudo suave, calmo, e em forma de planador. No fundo, estar lá ou estar no fundo, é o mesmo, e com a crise que aí vai, foi necessário explorar esses segmentos de mercado, para revitalizar os cafés cheios de moscas, onde já ninguém entrava, e agora são invadidos por todos os sotaques do mundo, a pedirem, por amor de deus, uma bica e uma linha de coca. Pessoalmente, não acho isso mau, porque é a versão dois do Salazar, de que beber um litro de vinho dava de comer a um milhão de Portugueses. Presentemente, creio que "snifar uma linha" dê saúde e alegria a várias famílias da Mafia Turca, Moldava e Russa, e nós lá apanharemos algumas migalhas, que os gajos, com a moca, pode ser que lá deem algumas gerais às mulheres de bigode da Nazaré. pensando que são alguns leões marinhos, e estão, assim, a praticar um pouco de turismo ecológico. Quanto às ondas, se reparar bem, e se viu os filmes do Spielberg, aquilo é tudo trucagem: são efeitos especiais, que se conseguem com grandes angulares, "contra-plongés", e inclinando um simples balde cheio de água, com uns tremelique e com a lente mesmo em cima da água. Repare que os cenários são sempre os mesmos, e já nem se dão ao trabalho de variar a perspetiva. É tudo falso. Parece a fase terminal dos discursos do Bin Laden, rodados nas traseiras dos estúdios de Hollywwod. Difícil foi o arranque, conseguir enfiar lá o primeiro, um de tal McNamara, a quem se pagaram uns euritos, para depois trazer a maré dos "agarrados" todos atrás. Foi assim que nasceu a noite de Marbella, as "parties" de S. Petersburgo, e a night de Xangai, já para não falar nas raves da baía de Luanda, a cidade mais cara do Mundo. Acha que Luanda também se tornou na cidade mais cara do Mundo, só por causa das alterações climáticas, ou por que, de repente, todas as alterações de falta de valores morais, o vale-tudo, passaram a passar por lá?... Vai ver que, quando isto estiver cheio de consumidores, quando as avionetas de Marrocos começarem a poder cair e a descarregar a "carga" em pleno dia, quando os pescadores da Figueira deixarem de se afundar, por terem os barcos cheios de bacalhau em "pó", vamos ter uma verdadeira retoma. Creio ser esse o centro do guião da reforma do Estado, que a paneleirona da Portas vai apresentar agora, ao público analfabeto da Cauda da Europa. No fundo, a reforma é simples: há um neoaristotelismo, com um motor imóvel, a "Branca", e todos nós seremos divididos entre consumidores, consumíveis e consumidos. Tudo o resto serão manobras de entretimento, porque até os bichinhos gostam: vejam lá se os McCann também não embarcaram já na onda -- a do McNamara -- e aproveitaram o ALLgarve estar cheio da escória romena, que foi corrida de todos os países da Europa, para também meterem uma família cigana, na telenovela que estão a rodar para a BBC, para ver se conseguem pagar o apartamento, à pala do cadáver da filha?... Temos de entrar no ritmo, querido Mário, cavalgar a onda, surfar a "branca", aproveitar as brasileiras que veem para aqui fingir que se afogam. Na Nazaré, há agora um canhão que dispara overdoses, e com o Photoshop, o tratamento de imagem, e todos os recursos de cenários fractais, vai ver que as ondas vão ser como a dívida pública, sempre em crescendo. Para mim, que sou leiga em tudo, exceto em mamar caralhos, já estou a imaginar ondas com 100, 200, 300 metros, cheias de mcnamaras, mcnamarazinhos e mcnamarazecos, tão pedrados que já nem sabem se aquilo é mar se um cano que rebentou. Ondas de 30 metros???... Isso só nos tsunamis das suas praias do Sudeste Asiático, e se as houvesse cá, levavam tudo atrás, até às aldeias despovoadas do interior, de onde traziam alguma octogenária desdentada, e algum pastor, ainda com o "nó" dado na ovelha. Para as rotas da coca, brevemente, tudo será surf, e até acabaremos a surfar nas águas paradas da Lagoa de Albufeira, muito prestes. Por mim, é tudo igual, por que eu estou é furiosa com os entretimentos com que nos querem desviar a atenção do real, como aquelas porcarias das adoções de crias por casais gay, como se os casais gay quisessem adotar o que quer que seja, senão para provocar escândalo. Eu, cá, sou muito tradicionalista, e prefiro ter uma criança a ser criada dentro de um porta bagagem, com um pai com pila, e uma mãe, com boca da servidão, do que duas descoradas, cheias de tiques, que ainda pegam a doença do Chiado à criança. E também sou a favor daquela coisa da Assunção Cristas, que bem deve saber o que é ter um animal em casa, que a pôs de baixa e de balão, e de não se dever ter mais de dois cães em casa, já que se viu que, com a história da Carrilha e da Bocarra Guimarães, ter duas cadelas em casa pode degenerar em violência e agressão. No fundo, no fundo, o que eu queria era mesmo um pacto de regime, uma rapsódia destas palhaçadas todas, em que as travecas tivessem direito de adotar homens casados, mas daqueles a sério, que nos dão enxertos, como a Bárbara apanhava, e nos deixam a esvair em sangue, de sermos usadas como objetos sexuais, mas isso só mesmo indo servir de baliza para as claques do Pinto da Costa e quejandos, e que me deixassem ter a casa cheia de pitt bulls da Onda Verde do Sporting, ou uma capelinha onde eu fizesse missas negras de negros, como fazia a Margarida Prieto, ainda não havia a "Catedral". Pescoço de galos pretos cortados, grandes e grossos, Angola em força, eu, de coleira, e domesticada como uma cadela, espancada por homens a sério, não hienas, como a Carrilha, só quem a viu, como eu, aqui, na sex-shop do Conde Redondo, as minhas colegas, que o conheciam da televisão, do tempo em que a Carlota e o Dinis mamavam no pai, e faziam-se apostas sobre o que ele iria buscar à sex shop, até que um dia me tirei de cuidados, entrei por ali dentro, e perguntei à brasileira, que finge que não vê os valentes broches que se fazem naquelas cabines de filmes, olhe lá o que é que o nosso representante na Unesco aqui veio comprar, e ela, parva, veio comprà lingiry, minina, e eu, mas lingerie de quê?... e ela muito espantada, porque eram só tamanhos XXL, ou seja, era lingerie para usar ele e não a Bárbara... Olhe, querido Mário, isto está mesmo a saque e eu acho que já me perdi na resposta: compre um bilhete de ida, sem volta, para Singapura, que com a coca e ondas de 30, 40, 50 metros, por todo o lado, esta choldra não vai durar muito, acredite. Tome é cuidado com Bali, que muitas dessas "moças" são transsexuais tailandeses, de Pattaia, operados e por operar, que foram corridos de lá, por excesso de oferta, e ainda acorda, um dia, na cama, deitado com alguém com uma "surpresa" debaixo da saia... Quanto a mim, acho que deve ser isso a Reforma do Estado, que a Mona do Largo do Caldas vem anunciar portanto, pela complexidade que lhes expus, está a demorar tanto tempo a sair. E ficamos assim, tá?.... Kisses nas suas matubas, desta sua grande admiradora, Lola Chupa y Mete.
[ Read More ]
 
 

Blogger news

Powered By Blogger

Blog Archive