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Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊
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Nota biográfica: Num só ano de 2017, em que Constança Urbano de Sousa(1967-...) foi responsável pela proteção dos cidadãos portugueses, houve 100 mortos, por negligência. O número conseguiu ultrapassar o das mortes de hemofílicos, pela utilização de plasma contaminado, durante o ministério de Leonor Beleza, ou os da queda da Ponte de Entre-os-Rios, no período em que Jorge Coelho ocupou a mesma pasta da Administração Interna. Opinião e órgãos de comunicação da época foram unânimes no testemunho da contradição entre a frieza desumana e o lado melodramático das aparições públicas. Tecnicamente, os historiadores costumam considerá-la um dos rostos trágicos e mais marcantes do período da "má moeda " política portuguesa, do primeiro quartel do séc. XXI