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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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Nota biográfica: Num só ano de 2017, em que Constança Urbano de Sousa(1967-...) foi responsável pela proteção dos cidadãos portugueses, houve 100 mortos, por negligência. O número conseguiu ultrapassar o das mortes de hemofílicos, pela utilização de plasma contaminado, durante o ministério de Leonor Beleza, ou os da queda da Ponte de Entre-os-Rios, no período em que Jorge Coelho ocupou a mesma pasta da Administração Interna. Opinião e órgãos de comunicação da época foram unânimes no testemunho da contradição entre a frieza desumana e o lado melodramático das aparições públicas. Tecnicamente, os historiadores costumam considerá-la um dos rostos trágicos e mais marcantes do período da "má moeda " política portuguesa, do primeiro quartel do séc. XXI