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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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O desespero de Miguel Relva é de que a data já está marcada, e ele, mais os criminosos que o rodeiam, passam noites em claro a tentar descobri-la, e não conseguem. Acontece, pá.
Olha, pede asilo político à Isabel dos Santos, a quem querias vender o país, meu filho da puta!...
O desespero de Miguel Relvas é de que a data já está marcada, e ele, mais os criminosos que o rodeiam, passam noites em claro a tentar descobri-la, e não conseguem.
Acontece, pá.
Olha, pede asilo à Isabel dos Santos, a quem querias vender o país, meu filho da puta!...
O desespero de Miguel Relvas é de que a data já está marcada, e ele, mais os criminosos que o rodeiam, passam noites inteiras em claro, a tentar descobri-a, e não conseguem.
Acontece, pá.
Olha, pede asilo à Isabel dos Santos, a quem querias vender o país, meu filho da puta!...