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Manual de "migrantes" para totós - Fatiha é de Omhs. Sempre foi de Ohms. Ao longo de 30 anos, teve sete filhos. Encontramos um ventre seco e um olhar que as lágrimas já não visitam. A sua vida foi vender bolos, até que a guerra começou. Agora, tem muitas dificuldades em se mover. Há 3 anos, Amid e Ibrahim foram mortos pelo regime de Assad. As filhas mais novas, que tratavam dela, foram raptadas pelos criminosos do ISIL, no início do verão. Yussuf, Mamoud e Zacharias partiram há dois meses, com destino à Alemanha. Prometeram enviar, notícias mal chegassem, mas Fatiha não voltou a ouvir falar deles. Confessa que come um pouco de pão, que a vizinha lhe dá, uma vez por dia, mas ela também já lhe disse que também poderá partir em breve. Agora, quando Fatiha tenta dormir, é sempre agarrada ao seu cão. Quem cuidará da velhice de Fatiha?...
A cobardia dos governos, que desautorizam as polícias, leva a que os governos que os desautorizam fiquem cada vez mais reféns das polícias, e de toda a gente. Era o fim esperado :-)
Esclareça-me sff: se os polícias tinham ordem de usar o bastão ao contrário, porque é que só o que bateu na jornalista o usou dessa forma? Se tinham ordem de bater em quem já estava no chão, porque é que só dois ou três o fizeram? Se havia ordem para atacar e derrubar pelas costas pessoas que nada estavam a fazer porque é que só dois ou três o fizeram? Parece haver um problema de disciplina, não?
Caem sempre na ratoeira dos comentários :-)
Quem põe processos aos subordinados, a quem deu ordens, é porque tem medo da multidão.
Teve o procedimento correto, porque, a partir de agora, vai ter de começar a ter medo dos subordinados e da multidão :-)