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Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊
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Este gajo foi corrido do Estado pelas faltas que dava: caiu na Lusófona.
A bêbeda, depois de não ser aceite em mais lugar nenhum, acaba na Lusófona.
Caíram na Lusófona, e foram direitinhos para Reitor e Vice reitora... de orgasmos.
Na Lusófona, todos os políticos estão a acelerar as "pós-graduações" dos canalhas dos amigos, mas o ceguinho português NÃO VÊ :-)
Isto já não vai lá com urnas... Só com VASSOURA, e da grossa.
Vamos ter verão quente...
A "experiência" profissional do Relvas eram os célebres jantares do grupo de compradores de empresas falidas, que compravam, mas... não pagavam
... ah, e claro, os serviços a Isabel dos Santos, para vender a soberania de Portugal.
Suponho que uma das funções das Forças Armadas seja impedir isso, ou também já não é?...
Em Portugal, já nada... é