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Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Manoel de Oliveira, um grave problema de obsolescência estética, e um rosto do impasse cinematográfico português. Não, Carlos Boyero, o dilema não está entre "obra prima" ou "insuportabilidade": ele é idiossincrático, e assenta numa síndrome de autocontemplação, e autossuficiência, portuguesa, que impede a sua massa conterrânea, pasmada, de exercer o juízo crítico radical, ou, por palavras correntes, "como não se entende, é porque ele deve ser... bom". Decididamente... já não é, e há muito tempo.
"Celebro que el maestro me aclare el argumento de su película ya que a mí me resulta imposible entender nada de lo que me está hablando. Pero si normalmente su lenguaje para no contar nada se distingue por el estatismo, aquí ha superado todos sus límites. Ojalá que Oliveira viva 100 años más si ese es su deseo, aunque mi alivio será inmenso el día que ya no tenga la obligación profesional de ver sus películas en los festivales, los únicos escenarios que ofrecen admirado cobijo a su insoportable cine."
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Diário do fim da Geringonça - Na Póvoa do Lanhoso, o Iuri desapareceu, e fez muito bem em desaparecer, por que, mal o Iuri desapareceu, entrou em cena um GNR fabuloso, da "Brigada de Odores Humanos". Um cu que é um monumento, património material da Póvoa do Lanhoso e arredores..., da Póvoa do Lanhoso e arredores... só?... sei lá, acho que é do país inteiro!... Com odores humanos daqueles, eu fazia sopa para o resto da vida. É cair para o lado, e pedir proteção do SIRESP, deus queira que o SIRESP demore muito a vir, pode demorar o tempo que quiser, para eu continuar a rastejar..., eu fazia de cadela, e tudo, e ia ratar o tacão das botas, enquanto ele andava à procura do Iuri do desmazelo dos pais, e podia demorar dias inteiros. As "manas" da Praia do Cavalo Preto, a banhos perto do "Gigi" pedem ao Iuri que desapareça mais vezes, para aparecer mais vezes aquele cuzão verde cinotécnico, e, se não for pedir muito, também queremos ver de frente, e queremos que o Iuri desapareça de vez, para podermos ter esta visão todos os dias. "Fui buscar os animais e quando abri a cancela ouvi um gemido. Fiquei a pensar quem seria..." Só podia ser a Cathia Sophia, a ratar na farda verde, pensava a Cathia que era alface com odores humanos... que homem tão bom, por amor da santa... Como ela diz, a foto é tão boa, tão boa, tão Prémio do World Press 2017, que até o cu do cão é bom :-)
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