skip to main |
skip to sidebar
popular
-
-
-
-
-
-
60% dos professores estão emocionalmente exaustos, e os outros 40% estão só a fingir que não, por que têm medo de ameaças por parte dos diretores, que tudo querem, podem e mandam, uma linda invenção da Lurdes Rodrigues, a nódoa-mor da classe, que queria estender aos seus pares o prazer de quando era acordada com baldes de água fria, nos seus tempos do orfanato da Casa Pia, mas o grande problema do ensino e dos estragos no orçamento de estado são mesmo os "mestres", gajos que só tinham o terceiro ano dos cursos gerais do tempo do Salazar, a que agora se chama 9.º ano, e que, com uma cosmética e um trabalhinho de seis meses passaram a "Bacharéis" (!), também conhecidos como “bacharelatos do nono mais um”. E só deus sabe como as leis são cegas, por que, a seguir, esses "bacharéis" foram todos equiparados a licenciados, e passaram a receber o mesmo de quem tinha andado a queimar as pestanas e os neurónios 16 anos, em vez dos 9 por eles passados nos bancos da escola. E, como a coisa não chegasse, foram-se pondo todos a jeito, para se deixarem empurrar para cima, e começaram a dar ordens aos outros, nos sindicatos, a coordenar cursos, departamentos e direções de escolas. Felizmente Deus foi grande, e no dia 1 de janeiro de 2018, por obra e graça da “Geringonça”, do António Costa, um dos maiores vigaristas do cenário político português, que depois de se afeiçoar à maioria absoluta às custas do Bloco e do PCP, quer mesmo agora os lugares que lhe faltam, encostando o sesso ao Rui Rio, e foi esta grandeza do primeiro de janeiro que empurrou os mestres todos, com o nono ano de escolaridade, para o topo da carreira, a mamarem 3.160,02 € ilíquidos, que a natureza depois transforma em, mais coisa, menos coisa, 2000 €, ganhos com o suor e esforço dos que têm mestrados e doutoramentos, e nem à pala deles conseguem ingressar na carreira, e se queremos uma negociação séria, uma recontagem de tempo de serviço, e melhores condições de trabalho e aposentação, devemos por começar por afastar esta fruta podre do cesto de quem trabalha, e os portugueses têm o direito de saber isto, e de saber que os seus filhos, que já não ingressam no mercado de trabalho sem os 12 anos de escolaridade obrigatória, têm os diplomas, muitas vezes, a ser dados e certificados por uma série de, centenas, milhares, de bandidos chupistas que nunca puseram os pés numa aula do Ensino Secundário, e que, com a discussão dos tais 9 anos, 4 meses e 2 dois, como já não têm mais por onde subir, vão ser agora beneficiados com uma reforma antecipada por completo, para se ficarem ainda a rir mais do que já se riram, dos parvos dos colegas, impotentes perante uma vergonha destas, e essa é que é essa. Ao pé disto, a licenciatura do Sócrates e do Relvas são historinhas da branca de neve, boas e sérias seriam as lutas sindicais que reservassem a contrapartida de o último escalão estar reservado aos absolutamente licenciados, e passar a haver ainda um novo escalão que contemplasse mestre pré-Bolonha e atuais doutorados, mas isso, tá quieto, ó meu, e foi por estas e por outras que a Fernanda Mestre Tadeu, uma santa, há muito pediu a rescisão de contrato, por que podia pedir, claro, por que os outros bem quereriam, mas não podem, e foi para casa coser as meias e passar a ferro as camisas dos filhos do António Costa. Abram os olhos, portugueses, e, por favor, abram vocês também os olhos, professores!...
-
Manuel, de dia, Maria, de noite, Carrilho, chora para o "Correio da Manhã", numa entrevista em que conseguiu dizer pouco mais do que uma frase dolorosa, e sentida: "os meus filhos têm de saber quem é o pai..." Quando forem grandes, pá, deixa-os crescer, foda~se!...
-
-
-
.
.
. from thailand . with love . :)))) .
.
. 11:12 a.m. .
.
.
"Folie à deux (“loucura a dois”, em francês) é uma síndrome psiquiátrica muito rara na qual um sintoma de psicose é transmitido de um indivíduo para outro. Segundo o DSM-IV-TR (APA, 2002), a característica essencial do Folie à Deux, chamado neste documento de Transtorno Psicótico Compartilhado, é um delírio que se desenvolve em um indivíduo envolvido em um estreito relacionamento com outro, às vezes chamada de "indutor" ou "caso primário", que já tem um Transtorno Psicótico com delírios proeminentes. No CID 10, o transtorno é chamado de Transtorno Psicótico Induzido (F24) e aparece como uma sub-categoria do Transtorno Esquizotípico (F20 a F29)..
O contexto no qual a loucura a dois se desenvolve é um ambiente cultural isolado das demais pessoas, no qual um parceiro pode retroalimentar o delírio do outro. O transtorno costuma iniciar com uma diferença no poder e na influência dentro da dupla, sendo o “verdadeiro” psicótico de caráter enérgico e ativo. Mas Lasègue e Falret alertam que o indivíduo induzido ao sintoma psicótico também exerce um papel ativo em sua loucura, na qual se engaja em função de algum interesse pessoal: “Não se sucumbe à fraude a não ser pela sedução de um lucro, qualquer que seja. Não se cede à pressão da loucura a não ser que ela o faça entrever a realização de um sonho acalentado.” (Lasègue & Falret; 2006:717). A natureza desse interesse, entretanto, não é exposta pelos autores, mas a teoria parece apontar para uma recompensa em termos do apoio e da intimidade que se fortalecem com o desenvolvimento da loucura a dois. Progressivamente, ambos passam a compartilhar um sistema delirante e tal situação tem por efeito reassegurar os parceiros quanto à legitimidade de suas idéias e a encorajar-lhes o desenvolvimento cada vez mais sistemático de suas concepções alienadas.
Esquizofrenia é provavelmente o diagnóstico mais comum do caso primário, embora outros diagnósticos possam incluir Transtorno Delirante ou Transtorno do Humor com Aspectos Psicóticos. O conteúdo das crenças delirantes compartilhadas pode depender do diagnóstico do caso primário e incluir delírios relativamente bizarros, delírios congruentes com o humor ou delírios não-bizarros característicos do Transtorno Delirante"