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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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Estes filhos da puta continuam a ter publicidade, e os jornais a alimentar essa merda, pá, a solução é ai és a mãe da cabrona que anda a degolar inocentes e a violar criancinhas?..., anda cá, que a gente faz-te o mesmo.
Está escrito no Corão, na Bíblia e em todos os receituários da violência.
Há uma teoria que diz que matar estes gajos não serve, por que pensam que vão para as 20 000 virgens, portanto, a única solução é agarrar-lhes nas mães e rebentar-lhes a peida, fazer um vídeo e mandar-lhes, em nome de Alá,
tanto
lá,
como
CÁ
Foi esta permanente permissividade, esta promiscuidade entre subúrbios, tráficos, drogas, Futebol e essas merdas todas que nos conduziu à beira do Abismo.
Não é só o ISIS que tem de ser exterminado, mas toda a teia política e cultural que a ele conduziu, no próprio coração do Ocidente..
É necessário um Tribunal de Nuremberga para julgar a gangrena dos nossos tempos