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Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Estão carregados os limoeiros, de tal forma se confundiram
os gaios e os melros com o cheiro da terra a deixar crescer sementes e aquele
monte do lado direito da estrada onde tantas são as azedas invasoras e é belo.
Dizem-nas venenosas. Não sei. Era arrancá-las e sugar-lhes o pecíolo e continuámos
vivos muitos anos ainda. Há gente que explica tudo e morre de pasmo, pasmada,
azeda, azedada, erva-mijona, azedinha amarela.
A rã insiste em habitar a jarra azul, por isso não a
lavo, deito-lhe umas flores para lhe fazer companhia.
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"Fake News" - Novos desenvolvimentos da bicha-gay ameaçada no Mac Donald’s de Barcelona. A história foi mal contada: o agressor de preto queria transformar a bicha-gay em heterossexual para finalmente poder ser comido por um heterossexual a sério, e não por bichas-gay vestidas de paneleiras, como é cada vez mais moda e flagelo dos chats e aplicações de engate. O agressor tinha um ar horrível, de arrumador de carros das Amoreiras, embora se perceba que, ao longo do minuto e meio de conversa mole, a bicha-gay, daquelas muito palavrosas das mãos, até o acabaria por “fazer”, lá terá de ser, há tão poucos homens, hoje em dia, e tão poucos homens agressivos, mas a coisa não deve ter evoluído assim: como a história é mesmo má, e não queremos fazer previsões a não ser a partir do final do jogo, ainda assim avançamos que o mais certo é a bicha-gay e a paneleira heterossexual passiva de preto terem acabado, “ambas as duas”, com a velha das riscas a ver, a ser comidas pelo segurança, nas sombras do parque de estacionamento. (Pormenor: o de preto trazia uma cuequinha de racha atrás, por baixo do fato de treino. Que segurança barrigudo lhe ousaria resistir?...)
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As azedas amarelas, é isso. Tinha-me esquecido do nome comum da flor do trevo. São, para mim, o segundo sinal da pé chegada da primavera. Do outro já falámos :-)
:-*