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Sim, está finalmente assente: Politécnico de Tomar prova, cientificamente, que foram destruídos 19 quilos de madeira nobre, do Brasil, para dar corpo a um ídolo com cara de saloia, com um chip enfiado na boca da servidão, para o caso de ser roubado, e que é o rosto dos muitos milhões de euros, que anualmente, ingressam na economia paralela, desaparecendo "miraculosamente" dos seus bolsos
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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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"Fake News" Então, a Maria João Rodrigues, uma singularidade capilar portuguesa, foi condenada pelo Parlamento Europeu por assédio moral aos seus funcionários escravos. Até aqui, tudo bem, por que qualquer portuguesa normal, com o mesmo cargo, faria o mesmo, em qualquer parte do Mundo. O estranho é terem-se dado ao trabalho de a condenar por assédio moral, quando a condenação esperada seria pelo escândalo público dos seus hábitos capilares, e pela cumplicidade dos cabeleireiros associados, uma coisa que só se pode encontrar na segunda periferia de Istanbul e nos bairros pobres de Bagdad, ou, mais recentemente, nos bairros sociais do Cairo, embora haja tendências que digam que os casos detetados nos bairros sociais do Cairo já seriam, por sua vez, uma imitação dos exemplos vistos na segunda periferia de Istanbul e nos bairros pobres de Bagdad. No fim, parece a "Cantatrice Chauve", do Ionesco: "elle se coiffe toujours de la même façon"... Infelizmente, até no Parlamento Europeu a justiça funciona mal, e mais prefere agir onde faz vista do que agir onde faz falta. Depois, espantam-se que cá ainda seja pior, e o Duarte Lima vá dentro por causa de uns terrenos, em vez de ir dentro, por ter enfiado uma cabeleireira loura e ter despachado para o Além, mascarado, em Saquarema, de “Gisele” Duarte Lima, a pobre da Dona Rosalina, viúva do Tomé Feteira…
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O Fábio Poças é muito mais eficiente a cumprir a função, e tem um caralhão, uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Já anda aí um fru nas Manas PSD, ui, upa, upa, grande e grosso :-)))))