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Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Era simples. Bebíamos cacau
quente e comíamos fatias finas de pão com manteiga e queijo flamengo. A minha
avó estendia a massa dos coscorões, fritava-os em óleo e nós, de joelhos nas
cadeiras, salpicávamo-las de açúcar escuro e canela. Depois lambíamos os dedos.
Ela contava-nos a história da natividade do menino, era assim que ela dizia,
mas os personagens mudavam a cada ano e umas vezes o menino tinha frio, outras
não. Sobre a chaminé equilibravam-se os cartões de boas festas e o pai Natal
era o homem do saco, vestido de encarnado, porque ao menino, cabia a tarefa de
ser bom, ter frio e colocar nos nossos sapatos um único presente. E nós dizíamos que sim, porque maior era a noite lá fora e as estrelas e aquele
pinheiro manso como os cordeiros de deus.
popular
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Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊
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Feliz Natal, da Jacintinha Marto, para todas as pessoas deste blogue :-*
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. feliz natal para todas as pessoas que sejam mesmo pessoas . como é o caso da Jacintinha . por exemplo . uma santa pessoa . :) .
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