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Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Há dez anos, arrancava, num mês de fevereiro, o primeiro "The Braganza Mothers". Motivos alheios à sua equipa inicial, levaram ao seu encerramento abrupto, em julho de 2007. Sucessor do defunto "The Great Portuguese Disaster", "The Braganza Mothers" formou-se, continuou e continua a ser, o blogue anti-Cavaco, por excelência. Dentro de um mês, o maior flagelo da Democracia Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, vai desaparecer de cena, justamente quando nós completamos dez anos, os dez anos do maior desastre português de sempre, dez anos que iriam ser muito especiais, para o que há dez anos alertamos leitores e críticos. Há dez anos, começamos a tratar por criminosos nomes como o de Dias Loureiro e Duarte Lima, enxovalhamos José Sócrates e a sua Câncio a soldo, lutamos contra o "Lobby Casa Pia" e a negra tendência de ter pedófilos instalados no aparelho do Estado; apontamos o dedo da corrupção absoluta ao Futebol; tratamos Lurdes Rodrigues como a miserável nódoa sociológica que é; desmascaramos Carrilhos e Bárbaras Guimarães, Pilares del Rio e Universidades Independentes; cantamos os lindos olhos de Mariano Gago, e dissemos aos "Gatos Fedorentos" que eram o próprio cheiro do Sistema; apontamos um holofote à Maddie e aos que viviam do seu cadáver; arruinamos o diploma de Sócrates e pusemos uma albarda na testemunha de Jeová, Dona Adelaide Monteiro. Dez anos depois, assistimos a uma guerra, a uma bancarrota, ao colapso de todo o sistema financeiro, à prisão e à penalização de muitos dos trastes por nós denunciados, à queda de ministros e governos, à desvalorização e encerramento de fachadas "universitárias". Muito antes de se prenderem governantes, alertamos, com todo o fogo de artifício, para a necessidade de o fazer. Os ódios que acumulamos são memoráveis, só comparáveis com a estima e o receio que continuamos a levar à frente, enquanto lugar único da Blogosfera Portuguesa (rótulo que a "Wikipédia" odeia, e onde travamos múltiplas guerras). Partimos com a ideia de instaurar, na sociedade portuguesa, o permanente clima de escândalo e sobressalto de que ela tanto precisava. Creio que não falhamos, embora fique para o leitor o juízo final de se terá valido a pena. Para nós, valeu, e por isso aqui estamos.
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Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊
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"Fake News" - Sim, é um exclusivo "The Braganza Mothers": o emir do Qatar, Tamim bin Hamad al-Thani, estaria disposto a comprar João Félix para o PSG, oferecendo 200 000 000 €, numa operação inédita de petroputos. Condições prévias, que João Félix nunca tenha jogado, nunca tenha entrado em campo, e que, caso já esteja lesionado, não se importe com ser comprado por mais 50 milhões. 250 000 000 €, quem não gosta?... Os lobbies da "branca", da "branca de neve", como se diz na Sierra Nevada, que vão ter de subir a sua parada.... Viseu é uma festa, parabéns, João Félix, por mais este grande salto :-)
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Sr. Aníbal, de Boliqueime, sabe que um punhado de Portugueses, embora vergonhosamente, votou em si, para desempenhar as mais altas funções da Nação, e uma delas é a de defender a soberania nacional, uma coisa que obriga a que, quando uma potência externa ladre, o senhor, ou a corja que o rodeia, deva reagir, não como no Caso BPN, baixando as orelhas, metendo a cauda entre as pernas, e fugindo para a América Central, mas olhando quem lhe ladrou de frente, e dizendo que os Portugueses não estão cá, há 900 anos, para que lhes ladrem, e esperam de si, um cobarde nato, que pelo menos seja polido e decente, na resposta ao ladrar, tanto mais que, já que nunca conseguiu ser mais do que a Vergonha da República, ao menos saiba ser, em potência, o Comandante Chefe das Forças Armadas? Claro que lhe damos a folga do costume, de achar "que não é a altura certa para falar sobre o assunto", é verdade, não foi, como perceberam depois aqueles a quem a História traçou o destino por... outros modos. Tenha um boa dia, que lhe vai ser bem longo...
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fevereiro é um mês de boas criações :)
Manuel Maria Carriho, um miserável casamento de conveniência, engendrado pela cabeça de um monstro, o anti exemplo do Dia dos Afetos:
""Ele não vai parar enquanto não me destruir" e "era capaz de me matar", disse Bárbara Guimarães, acrescentando ter tido medo que o ex-marido raptasse os filhos.
"A minha escolha foi ficar viva", "este homem é capaz disto [matar], eu sei", disse a apresentadora de televisão durante a primeira sessão de julgamento, acrescentando nunca ter pensado "sequer admitir publicamente" que o ex-marido lhe batia.
Durante a primeira audiência de julgamento, Bárbara Guimarães contou à juíza as "tareias" que sofreu do marido, que incluíam "murros, pontapés, apertões nos braços", dizendo ainda que o marido chegou a ameaça-la com uma faca.
Sublinhando que o seu casamento com o ex-ministro nunca foi um casamento cor-de-rosa, a apresentadora de televisão referiu que ele a caluniava frequentemente e que lhe atribuía amantes, incluindo colegas de trabalho.
Bárbara Guimarães acrescentou ainda que o marido era uma pessoa que tinha acessos de fúria e de provocações para com ela, sobretudo quando a situação profissional não lhe corria como ele esperava, citando a altura em que Manuel Maria Carrilho se candidatou à presidência da Câmara de Lisboa, eleições que perdeu para Carmona Rodrigues.
Questionada pela juíza se tem ou teve problemas com álcool, a apresentadora negou que alguma vez os tivesse tido, ainda que o ex-marido lhos atribuísse quando ainda estavam casados e continue a fazê-lo.
A apresentadora disse ainda que nunca tinha feito queixa do ex-marido às autoridades porque sentia "vergonha", já que ambos eram figuras públicas."
Boa cepa: "A Alemanha nazi. Esse é um dos maiores fascínios de Joana Ferrer Andrade. No seu gabinete, a juíza que está a julgar o caso de violência doméstica de Bárbara Guimarães contra Manuel Maria Carrilho chegou a ter penduradas imagens que retratavam algumas das personagens do período mais negro da história da Alemanha - uma adoração pública que causou incómodo entre alguns colegas e que levou a uma inspeção do Conselho Superior da Magistratura, na sequência de uma queixa. Resultado: Ferrer Andrade viu-se obrigada a retirar os quadros da parede. Mas manteve sempre intocada a “homenagem a todos aqueles que se opuseram” ao regime de Hitler.
Gosta de assistir aos jogos da seleção de futebol alemã no Goethe-Garten, com uma vista privilegiada sobre Lisboa. Há anos que aprende a língua de Wagner e sonha com o dia em que possa voltar à Alemanha para passar os seus dias - sente que transporta em si algo muito próprio que a liga àquele país do norte da Europa. A juíza Joana Ferrer Andrade, que na semana passada encostou Bárbara Guimarães às cordas no julgamento dos episódios de violência doméstica de que a apresentadora terá sido alvo, por parte de Manuel Maria Carrilho, mostra-se particularmente sensível a questões que envolvam a violação de “direitos humanos”.